Sónar

Sónar São Paulo reúne shows de vanguarda e celebra repertório múltiplo

Em sua segunda edição no Brasil, o Sónar São Paulo fez a alegria do público ao promover um festival de grande porte que aposta em nomes que passam longe do radar do mainstream, que normalmente domina a escalação de grandes eventos por aqui. Embora cada tipo de line-up tenha seu lugar, são raros os festivais no Brasil que apostam em nomes mais ousados, novos e que vão além do repertório musical apresentado nas rádios. E deu certo: o público, heterogêneo, lotou shows de artistas tão diferentes como Justice, Kraftwerk, Ryuichi Sakamoto & Alva Noto, Rustie, Flying Lotus e Mogwai, provando que há espaço para todo mundo.

No primeiro dia, James Blake abriu os trabalhos com um DJ set repleto de grooves sincopados e retumbantes, mostrando suas influências de pista e sua pesquisa de sons ligados ao dubstep e ambiências. Outro que agradou a plateia no comecinho do festival foi James Pants, multi-instrumentista e produtor que fez uma mistura de boogie, disco, pós-punk e electro e, com vocais sintetizados ao vivo e adição de bateria, transformou seu DJ set em um live cheio de pontos altos. O mestre do turntablism e ex-Jurassic 5 Cut Chemist foi outra atração do primeiro dia, mostrando ao público as inúmeras possibilidades musicais proporcionadas pela exploração e manipulação do som, com técnicas de beats pré-gravados e incursões ao vivo.

Dominando a programação da sexta, os alemães do Kraftwerk trouxeram o mais público do festival para a tenda Sonar Club, apresentando pela primeira vez no Brasil uma síntese dos shows mostrados no começo do ano no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Neste novo projeto, o Kraftwerk adaptou seus gráficos habituais para criar um show completamente em 3-D, trazendo seu habitual repertório musical para o terreno de uma nova tecnologia. Como a trajetória do Kraftwerk traz uma aproximação irônica e questionadora a respeito do poder da tecnologia e suas possibilidades quando em consonância com o ser humano, ver um show do grupo ancorado pelo deslumbre do 3-D foi uma experiência extremamente bem recebida pelo público, que vibrou do começo ao fim da apresentação.

Ainda no primeiro dia, o Sónar trouxe apresentações de artistas como DOOM, o lendário mascarado do hip hop que criou uma linguagem de palco repleta de flow e estruturas originárias do jazz digital, os beats entrecortados do escocês Hudson Mohawke, o electro sacolejante do Chromeo, as rimas afiadas de Emicida, um duelo histórico entre os gigantes Marky e Patife e o dubstep profundo de Skream, um terço do Magnetic Man.


Little Dragon no primeiro dia do Sónar

No segundo dia, o festival começou com dois momentos importantes para a música de vanguarda. Um deles foi o KTL, que fez uma apresentação drone que criou uma narrativa única baseada no estudo de diferentes universos sonoros; o outro foi a chegada da aclamada dupla Ryuichi Sakamoto e Alva Noto, que lotaram o Sónar Hall com paisagens melódicas, texturas, ambiências e a delicadeza dos acordes de Sakamoto. No palco ao lado, o escocês Rustie foi na direção contrária, arrasando as caixas de som com seu maximal brutal, influências do trance, wonky beat, dubstep e trilha sci-fi.

Saindo do terreno da eletrônica, o rock chegou ao festival com o aguardado show do Mogwai, que reuniu um público enorme no Sónar Hall. O grupo apresentou por aqui o repertório de seu álbum mais recente, Hardcore Will Never Die, But You Will, em um show melodioso e épico para os fãs de post-rock. Na mesma hora, o virtuoso do jazz e do hip hop Flying Lotus impressionou a plateia com seu set cheio de grooves profundos, influências do free jaz, da eletrônica, beats de videogame, texturas entrecortadas e desconstrução de melodias.

Outro show muito aguardado do segundo dia foi o do jovem James Blake, que nunca havia tocado no Brasil. Tocando com um baterista e um guitarrista, Blake trouxe ao público seu dubstep fossa com forte influência do soul, entrando também no terreno do dub, ambiências e breakbeats. O show foi um dos mais elogiados do festival, e foi uma ótima estreia brasileira para o artista.


Apresentando o repertório neo-soul de Lady Killer, Cee Lo Green foi um dos headliner do segundo dia do festival, trazendo um bom público para o palco principal e apresentando hits como Fuck You e Bright Lights Bigger City. A outra grande atração da noite, o Justice, também não decepcionou seus fãs, trazendo um set pesado, com influências do heavy metal e do progressivo. Encerrando o festival, o Four Tet fez um show aclamado no palco Village, reunindo grooves gordos, influências da house e do techno e experimentações sônicas; o catalão John Talabot fez um curto porém aplaudido DJ set no Sónar Hall; e o produtor Squarepusher fechou a programação com um show de distopia sci-fi e agressividade repleta de riffs.

App

Guia eletrônico Samsung

Este é o aplicativo oficial do Sónar Sâo Paulo, que acontece nos dias 11 e 12 de maio de 2012, no Parque Anhembi, em São Paulo. E o seu guia eletrônico oficial para o festival!

No aplicativo você terá:
Line-up – Confira quando e em qual palco tocam os seus artistas favoritos.
Artist Info – Confira informações sobre os artistas, com a biografia completa de cada um e conteúdo exclusivo.
Mapa – Veja principais acessos do evento, como chegar e dicas de onde comer e beber.
Noticias – Descubra curiosidades sobre o Sónar SP e noticias nas redes sociais.

Já no Google Play Store, exclusivo para Android! (e para IOS no formato de Mobile Site através de: www.deepbeep.com.br/samsung) E quem usa Android ainda pode escutar os mixes exclusivos!

Video

Tela quente

E para divulgar o Série 5 Ultra durante o Sónar São Paulo, o deepbeep gravou testemunhais com os artistas do lineup que serão transmitidos nos telões entre as trocas de palco e nas transmissões do YouTube.

Os filmes abordam a rotina dos artistas, sua ligação com a tecnologia e apresentam o Série 5 Ultra da Samsung que é incrivelmente portátil e perfeitamente desenhado para um estilo de vida movimentado. É muito fino e leve para levá-lo para qualquer lado. Com o Fast Boot o computador inicia em 20 segundos e com o Fast Start sai da hibernação em 2 segundos. E ainda o Fast Browsing permite que as páginas da internet visitadas com mais frequência carreguem 2 vezes mais rápido.

Para mais informações sobre o Série 5 Ultra, visite o lounge Samsung no Sónar São Paulo ou clique aqui.

DJ Marky

Marky – Sónar SP 2012

DJ Marky dispensa apresentações. Rei do drum and bass brasileiro, Marky foi um dos grandes responsáveis por levantar a bandeira do estilo dentro e fora do país, reverberando a música eletrônica made in Brazil pelos quatro cantos.

Nesse Sónar 2012, vamos ter a rara oportunidade de presenciar o duelo Patife x DJ Marky, que se apresentam no primeiro dia de festival. Aqui, nesse último set do Sónarcast Samsung, o DJ e produtor tentou fazer algo diferente, selecionando músicas que o acompanham desde sempre. Leia a entrevista, curta o som e aproveite o festival!

Você toca no Sónar Village num duelo inédito com o DJ Patife. Quais são as expectativas e o que vocês estão preparando para a ocasião?

Até agora nao falei com o Pato (Patife) porque ele estava em tour na Europa. Mas vai ser tranquilo. Gostamos de surpreender as pessoas e nos surpreender, então, posso garantir que vai ser incrível!

Fale um pouco sobre este set que você gravou para gente. O que procurou reunir aqui?

Sabe que eu não me lembro exatamente?!  Mas sei que procurei fazer algo diferente, bem diferente. Escolhi diversas músicas que gostava quando criança e continuo curtindo nos dias de hoje. Eu tenho mania de gravar os sets e não escutar. Não escuto os CDs que gravo, não sei por que… Eu lembro que a primeira música é ‘Stone To The Bone’, do James Brown, que é uma das minhas prediletas dele. Quando o set for para o ar, eu posso responder essa pergunta de novo? (risos)

Você é um veterano de festivais no mundo todo. Depois de tantos, ainda dá aquele frio na barriga antes de tocar?

Sim, sempre tenho. Às vezes é tranquilo, às vezes é complicado. Principalmente quando a gente toca no esquema ‘back to back’,  pois sou muito rápido tocando e não gosto de esperar… gosto de criar, fazer coisas, sabe? Mas ainda bate um nervosismo e acho isso bom e saudável. Na minha cabeça, isso se chama tesão e amor pelo que se faz. O legal é surpreender e ser surpreendido pela galera.

O que você acha que o Sónar tem de particular e diferente em meio aos outros festivais?

Acho o festival bacana. Não toquei no de Barcelona ainda pois sempre acabo tocando no Creamfields ou no Global Gathering, ou ainda no Montreaux Jazz Festival. Mas achei o line up dessa edição bem bacana, diferente.

Você é um dos responsáveis por elevar a música eletrônica brasileira a um patamar internacional. Anos depois da explosão do DnB, como você vê a evolução do estilo no Brasil e no mundo?

Sim, a evolução está aí! Continuo com minha agenda lotada fora do país, tocando mais do que nunca. No Brasil, hoje, vejo a coisa andando bem, com novos produtores como Andrezz, DJ Chap, L Side, Level 2, Rusty Ctitycal Dub e outros, fazendo um trabalho excelente. Eles estão tocando na Argentina, Colômbia, Venezuela… No Brasil, estamos trabalhando bastante para a cena voltar a crescer e estamos conseguindo.

Tem algum show em especial no Sónar que você queira muito ver?

Four Tet, Flying Lotus, Emicida, Criolo, Kraftwerk, Totally Enormous Extinct Dinossaurs, entre outros.

Marky Sónar Podcast

Tracklist não disponível.

Fotos e arte: Pedro Falcão e Ana Shiokawa

 

Sónar

Guia especial Sónar São Paulo – Saiba tudo sobre o festival e se prepare para ver seus shows favoritos

Se preparar para um festival como o Sónar São Paulo, que traz muitos artistas se apresentando ao mesmo tempo e inúmeros estilos musicais, é sempre uma tarefa difícil. Pensando nisso, preparamos um pequeno guia para diferentes fãs de música, com possibilidades para todos os gostos e estilos.

No lounge Samsung, você confere apresentações exclusivas, não perca!
Dia 11, João Miguel toca às 19h00, 21h00 e 2h00 enquanto Dago se apresenta às 20h00, 22h00 e 3h00.
Dia 12, é a vez de Maurício Fleury às 16h00, 17h00 e 18h00 e do Tahira às 2h00, 3h00 e 4h00.

Rap – Se o seu negócio é rap, a programação traz várias atrações para os fãs do estilo. Uma delas é o show do brasileiro Criolo, que lançou em 2011 seu segundo álbum, o elogiadíssimo “Nó Na Orelha”. Depois de 20 anos trabalhando pelo rap brasileiro e com um disco considerado clássico das rinhas de São Paulo (Ainda Há Tempo, de 2006), Criolo se juntou ao produtor Ganjaman e explorou ligações com a herança cultural da música brasileira e seu desejo de ser cantor. O show dessa nova fase já passou por todo o Brasil, e é uma boa chance para os fãs do cantor aproveitarem para cantar músicas como “Não Existe Amor em SP” e “Subirodoistiozim”. Outro rapper brasileiro que se apresenta no festival é Emicida, que lançou em 2011 a mixtape “Doozicabraba e a Revolução Silenciosa” e acaba de colocar na rua um clipe com participação de Neymar. O show do músico é considerado um dos melhores do rap nacional hoje, então é outra apresentação que nenhum fã do estilo vai querer perder.

Entre os gringos, rola a apresentação de turntablism de Lucas MacFadden, aka Cut Chemist. Ex-integrantes do grupo de rap underground Jurassic 5, o músico adotou como prática habitual o turntablism e um set repleto de influências de diferentes escolas do hip hop. Outro prato cheio para os fãs de hip hop é a apresentação do produtor Flying Lotus, que lançou recentemente o elogiado Cosmogramma e traz uma coleção de beats tortos e melodias descompassados ao lado de elementos digitais, sons de videogame, grooves orgânicos e sonoridades do hip hop e do jazz. A partir de influências tão diversas como J Dilla e John Coltrane, o músico criou uma nova forma de pensar o hip hop a partir de elementos do free jazz e de sons sintetizados a la James Ferraro. Ou seja: um prato cheio para quem se anima com um rap torto e repleto de novas propostas. E, para quem curte referências mais obscuras ao repertório do rap, também é uma boa passar para ouvir o maximal inovador do jovem Rustie.

No terreno dos veteranos, uma apresentação que vale a pena conferir é a de DOOM, também conhecido como MF DOOM. Uma das figuras mais excêntricas do rap underground, o artista mascarado criou uma sonoridade que se baseia em elementos obscuros da cultura pop, de histórias em quadrinhos e filmes de ação japoneses, com um flow rápido e levada poderosa.

Electro – Para os fãs dos elementos dançantes do electro, nada melhor do que começar o festival com o show do Chromeo, duo de electrofunk que manda ver na sonoridade anos 80 e no clima de festa e balada. O uso exagerado e caricatural do vocoder, as distorções propositais nas melodias, o uso inteligente do sintetizador e a vontade de fazer hits absolutos de pista são elementos que fazem com que o show do Chromeo seja perfeito para os amantes do estilo.

Outra boa escolha é o show do Little Dragon, banda sueca que reúne elementos do electro, do R&B e do synth-pop e se apresenta por aqui Ritual Union, de 2011. No terreno brasileiro, a Gang do Eletro traz a mistura de sons de Belém do Pará e é um dos representantes mais recentes de uma cena que se torna cada vez mais moderna e eletrônica. Além da óbvia influência do electro (não é a toa que o grupo é conhecido pela alcunha de eletromelody, uma união entre tecnobrega, house e sons do caribe), o grupo começou a ficar famoso por seu tino pop, disponibilizando todos os seus hits na internet gratuitamente.

Dubstep – Os amantes do dubstep – elo perdido entre dub, reggae, UK garage e hip hop que surgiu em meados de 2000 e agora ganha o mundo com representantes como Magnetic Man, Rusko, Skream e os menos hypados Burial, Zomby e Kode 9 – não têm do que reclamar da escalação do festival. As atrações começam com o jovem James Blake, um dos queridinhos da crítica musical gringa em 2011 que ganhou fama com seu EP de estreia, que traz o hit “Limit To Your Love” (cover da música da cantora Feist). Misturando elementos do R&B, auto-tune de fossa, pianos melancólicos e graves fortes, James Blake tem apenas 23 anos, mas já conquistou crítica e público e agora chega no Sónar para sua primeira apresentação no Brasil.

Outra atração imperdível é a estreia no Brasil de Hudson Mohawke, artista da Warp que faz uma fusão entre elementos do hip hop underground, do dubstep e da cena ardkore. Seu colega da Escócia, Rustie, é outro que chega por aqui com o carimbo do maximalismo e influências diretas do dubstep – seu álbum mais recente, Glass Swords, ganhou público e crítica ao reunir trilhas dramáticas de sci-fi, bateria eletrônica intensa, sons estidentes, beats de videogame e o clima hipnótico do trance.

Outro show que não dá pra ficar de fora da lista dos fãs de dubstep é a apresentação de Skream, outro produtor aficcionado pelos graves profundos do dubstep e responsável por diversos lançamentos importantes do gênero. Com um de seus principais projetos, o Magnetic Man (ao lado de Benga e Artwork), o produtor trouxe o dubstep para as massas – mesmo sem chegar no mesmo nível de apropriação pop de outro artista conhecido por essa passagem do underground para as rádios, o jovem Skrillex. O show de Skream chega a SP com a adição de Sgt. Pokes, o MC oficial das apresentações do Magnetic Man.

No front nacional, uma apresentação fundamental é a do produtor Bruno Belluomini, criador da festa Tranquera e um dos pioneiros da cena dubstep brasileira.

Ritmos globais – Os fãs de misturas musicais de ritmos periféricos como cumbia, reggaeton, funk, moonbahton, kuduro e outros estilos também têm várias opções de shows no festival. Uma delas é do brasileiro Dago, que reúne em seu set dancehall, soca, moombathon, hip hop, funk carioca e kuduro – em entrevista para a série de podcasts do deebpeep, ele contou que “comecei a tocar porque achava que alguém tinha que tocar as coisas que eu gostava, como pós-punk, dub, hip hop underground, hip hop old school, IDM (…). Eu já pirava em funk carioca e dancehall e, pouco a pouco, fui descobrindo outras coisas que estavam rolando no mundo. E também fui descobrindo que é muito mais legal fazer a mulherada rebolar do que querer dar aula de música na pista”.

O já citado Cut Chemist é outra apostas para os fãs do estilo, já que em seu set o produtor e DJ reúne influências de sons da Etiópia, Colômbia e Sudão, além de incorporar até mesmo elementos da música brasileira em suas apresentações com vinis raros.

Outra boa aposta é o show de Munchi, que reúne influências do moombahton e do reggaeton porto-riquenho em seus sets, além de elementos de kuduro, miami bass, dubstep e cumbia digital.

Veteranos – Como todo grande festival, o Sónar São Paulo traz como headliners artistas com mais tempo de estrada e que prometem trazer um grande público para suas apresentações. Após o cancelamento da islandesa Björk, o festival trouxe o show especial que os alemães do Kraftwerk apresentaram no MoMa, reunindo tecnologia 3D e repertório clássico do grupo, considerado um dos pioneiros da música eletrônica mundial. Outro veterano do line-up é o compositor e rapper Cee Lo Green, que chega ao Brasil com o repertório de seu álbum mais recente, o elogiado The Lady Killer. Após começar a carreira de maneira mais underground no grupo de rap Goodie Mob, o compositor estourou nas paradas com a música Crazy, fruto de sua parceria com Danger Mouse, o Gnarls Barkley.

Encabeçando o line-up do festival está também o duo Justice, que está na estrada com a turnê do disco “Audio, Video, Disco”. Em uma homenagem a diversas sonoridades do passado, Gaspard Augé e Xavier de Rosnay incorporaram a suas influências de rock e heavy metal elementos como progressivo e disco music, resultando em um álbum com novas possibilidades sonoras.

Entre os brasileiros, o festival aposta em veteranos da cena eletrônica, como Gui Boratto e um duelo entre Marky e Patife.

Apostas – Honrando sua tradição de festival preocupado com novos talentos e sua sinergia com o público, o Sónar São Paulo traz várias apostas, como o brasileiro Psilosamples, que lançou no começo deste ano o elogiado Mental Surf, reunindo IDM, drum and bass, cancioneiro e moda de sanfona em sua eletrônica da roça.

No cenário internacional, chegam como apostas a banda canadense Austra, que ganhou elogios da crítica gringa com o lançamento do álbum Feel it Break; os próprios Rustie e James Blake, que apesar de suas respectivas carreiras ainda são artistas jovens e que não chegaram aos 25 anos; o catalão John Talabot, que acaba de lançar seu primeiro álbum de estúdio, fIN; e o brasileiro Lúcio Souza, mais conhecido como SILVA, que lançou seu primeiro disco na web no ano passado.

Para não perder nenhum desses shows e montar sua programação para o festival, confira aqui o line-up completo do Sónar São Paulo com todos os horários e palcos. E divirta-se!