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		<title>dblive Gustavo Tatá</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 05:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O produtor Gustavo Tatá é um dedicado pesquisador musical, responsável por trilhas de desfiles e cinema, teve suas produções em cases como o DJ Derrick Carter. Com passagens por grandes festivais, Gustavo Tatá já tocou em importantes clubs do Brasil apresentando um repertório marcante e técnica de um profissional com mais 13 anos de experiência. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O produtor <strong>Gustavo Tatá</strong> é um dedicado pesquisador musical, responsável por trilhas de desfiles e cinema, teve suas produções em cases como o DJ Derrick Carter. Com passagens por grandes festivais, Gustavo Tatá já tocou em importantes clubs do Brasil apresentando um repertório marcante e técnica de um profissional com mais 13 anos de experiência.<strong> </strong></p>
<p><strong></strong><strong></strong>Exclusivo para o <strong>deepbeep</strong>, o mix gravado no club Dama de Ferro durante a festa PHODA apresenta uma seleção eclética que começa com baixos bpms que vão aumentando conforme a resposta da pista.</p>
<p><strong>Como compôs este set? Como estava a festa?</strong><br />
Geralmente as composições dos meus sets são bem simples. Eu abro o case, olho pra pista e toco. Nesse caso eu abri a pista, então, fui tocando com a pista vazia e fui subindo os bpms e o som enquanto a pista ia enchendo.</p>
<p><strong>Quais são suas inspirações?</strong><br />
Minhas inspirações vêm sempre das músicas e dos DJs que eu gosto de ouvir.</p>
<p><strong>Como se tornou DJ?</strong><br />
Me tornei DJ por conhecer muitas pessoas na noite do Rio e por já ter aprendido a tocar quando eu tinha 14 anos.</p>
<p><strong>Quais são seus projetos atuais e futuros?</strong><br />
No momento eu estou focado em estudar e aprender outras coisas que não estão relacionadas à música.</p>
<p>Fotos: Carlos Alberto Costa, Vava Ribeiro e divulgação.</p>
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Exclusivo para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, o mix gravado no club Dama de Ferro durante a festa PHODA apresenta uma seleção eclética que começa com baixos bpms que vão aumentando conforme a resposta da pista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como compôs este set? Como estava a festa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Geralmente as composições dos meus sets são bem simples. Eu abro o case, olho pra pista e toco. Nesse caso eu abri a pista, então, fui tocando com a pista vazia e fui subindo os bpms e o som enquanto a pista ia enchendo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são suas inspirações?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Minhas inspirações vêm sempre das músicas e dos DJs que eu gosto de ouvir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como se tornou DJ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Me tornei DJ por conhecer muitas pessoas na noite do Rio e por já ter aprendido a tocar quando eu tinha 14 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são seus projetos atuais e futuros?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No momento eu estou focado em estudar e aprender outras coisas que não estão relacionadas à música.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fotos: Carlos Alberto Costa, Vava Ribeiro e divulgação.&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>O produtor Gustavo Tatá é um dedicado pesquisador musical, responsável por trilhas de desfiles e cinema, teve suas produções em cases como o DJ Derrick Carter. Com passagens por grandes festivais, Gustavo Tatá já tocou em importantes clubs [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db44 João Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 04:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tecnobrega nasceu da fusão da música eletrônica com o brega tradicional. Esse fenômeno musical foi criado longe das gravadoras e dos meios de comunicação de massa. Hoje em dia, o estilo já é conhecido internacionalmente: rendeu reportagem no The New York Times e menção no documentário “Good Copy Bad Copy”, de Andreas Johnsen, Ralf [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tecnobrega nasceu da fusão da música eletrônica com o brega tradicional. Esse fenômeno musical foi criado longe das gravadoras e dos meios de comunicação de massa. Hoje em dia, o estilo já é conhecido internacionalmente: rendeu reportagem no The New York Times e menção no documentário “Good Copy Bad Copy”, de Andreas Johnsen, Ralf Christensen e Henrik Moltke. Esbarrando em uma outra barreira, a social, o estilo continua tendo apelo popular, mas cada vez mais está presente em círculos de clubes sofisticados do circuito bregueiro e até mesmo da música eletrônica. Quebrando paradigmas e misturando lambada com rock, eletrônico com samba e tecnobrega com baile funk, <strong>João Brasil</strong> também já fez remixes oficiais para o Cansei de ser Sexy, N.A.S.A., Crookers, Daniel Haaksman, Isa GT, entre outros.</p>
<p>Sua história recente é tão eclética quanto seu som &#8220;hype, povão, cabeça, cafona&#8221;. Ao ser questionado sobre o seu processo criativo, João respondeu, “Eu tento juntar as coisas que, teoricamente, não combinam. É um processo bem experimental mesmo: tenho a ideia e experimento. A pista é para ser divertida, um lugar de confraternização, sem preconceitos, onde todos possam dançar juntos com suas diferenças.”</p>
<p><strong>Como você definiria este set? Quais foram suas principais fontes de inspiração?</strong><br />
Defino esse mix como &#8220;eu, hoje, aqui e agora&#8221;! Minha principal fonte de inspiração é meu novo projeto de fazer um mashup por dia chamado &#8220;<a href="http://www.365mashups.wordpress.com" target="_blank">365 mashups</a>&#8220;. Além de mashups tem também: versões, tecnobregas, samba instrumental e cumbia.</p>
<p><strong>Como você descreveria sua história musical? Você é ligado em música desde pequeno?</strong><br />
Sempre fui viciado em música, comecei tocando bateria em bandas no colégio, depois passei para guitarra, comecei a cantar, comecei a compor, fui fazer faculdade de música na Berklee em Boston, lá me apaixonei por tecnologia musical, depois comecei a produzir mashups, funk, tecnobregas, remixes,&#8230; Minha carreira artística foi marcada por muita gente, diversos professores na faculdade, diversos artistas, como, Sany Pitbull, Girl Talk, Lucas Santtana (esse meu grande guru advisor, sem ele saber! risos) e diversos amigos, principalmente meus companheiros de festa: Calzone e Dancing Cheetah.</p>
<p><strong>Em entrevista ao site Bloody Pop, você afirmou que seu &#8220;maior tesão é fazer as pessoas dançarem com seus maiores preconceitos&#8221;. Você consegue citar alguns destes momentos memoráveis em que o público te levou à loucura?</strong><br />
A minha maior alegria é quando todo mundo dança junto: a patricinha, o playboy, o executivo, o gay, o pitboy, o cafona, o hipster, os seguranças&#8230; Isso já aconteceu algumas vezes e foram os melhores momentos da minha vida!</p>
<p><strong>O que é mais legal: com ou sem fantasia?</strong><br />
Os dois são igualmente legais, risos.</p>
<p><strong>Recentemente você fez um Tropical Mix para o N.A.S.A., Whachadoin. Têm outras parcerias e colaborações em vista?</strong><br />
Fiz um Axé remix para o novo disco do DJ Chernobyl lançado pela Exploited Records do DJ Shir Khan, fiz alguns remixes de tecnobrega para a gravadora alemã Man Recording do Daniel Haaksman, ajudei na produção de algumas faixas do novo disco do Bonde do Rolê que vai sair esse ano. Quero convidar a Lovefoxx para gravar um tecnobrega comigo para um EP que vou lançar pela Man Recording em agosto, ainda não falei com ela, espero que ela aceite!</p>
<p><strong>Quais são seus principais projetos atuais? E planos futuros?</strong><br />
Estou fazendo um mashup por dia nesse ano e <a href="http://www.365mashups.wordpress.com" target="_blank">postando eles diariamente aqui</a>, divulgo real-time via twitter. Vou também lançar esse EP de tecnobrega no início do segundo semestre. Atualmente faço um mestrado em design para mídia interativa aqui em Londres e me formo no final do ano. Pretendo ficar aqui em Londres, pelo menos, por mais um ano. Quero tocar muito pela Europa ainda.</p>
<p><strong>Pode nos dar algumas dicas de músicas que tem ouvido por aí ou descoberto em suas peregrinações cibernéticas?</strong><br />
Londres é imbatível musicalmente , tem ótimos shows e DJs o tempo todo, todo dia, toda hora, do mundo todo. É frenético! Recomendo uma banda de post-rock-punk chamada Japandroids, o show foi incrível! O disco do &#8220;The very best&#8221; do pessoal do Radioclit e da festa Secousse aqui de Londres também é demais, 100% África. Estou pesquisando muito tecnobrega no momento, o melhor site é o Bregapop.</p>
<p>Agradecimentos: Taciana Abreu<br />
Bibliografia: <a href="http://portalliteral.terra.com.br/lancamentos/download/5697_tecnobregamioloed02.pdf" target="_blank">Tecnobrega</a></p>
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&lt;p&gt;Sua história recente é tão eclética quanto seu som “hype, povão, cabeça, cafona”. Ao ser questionado sobre o seu processo criativo, João respondeu, “Eu tento juntar as coisas que, teoricamente, não combinam. É um processo bem experimental mesmo: tenho a ideia e experimento. A pista é para ser divertida, um lugar de confraternização, sem preconceitos, onde todos possam dançar juntos com suas diferenças.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como você definiria este set? Quais foram suas principais fontes de inspiração?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Defino esse mix como “eu, hoje, aqui e agora”! Minha principal fonte de inspiração é meu novo projeto de fazer um mashup por dia chamado “&lt;a href=&quot;http://www.365mashups.wordpress.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;365 mashups&lt;/a&gt;“. Além de mashups tem também: versões, tecnobregas, samba instrumental e cumbia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como você descreveria sua história musical? Você é ligado em música desde pequeno?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sempre fui viciado em música, comecei tocando bateria em bandas no colégio, depois passei para guitarra, comecei a cantar, comecei a compor, fui fazer faculdade de música na Berklee em Boston, lá me apaixonei por tecnologia musical, depois comecei a produzir mashups, funk, tecnobregas, remixes,… Minha carreira artística foi marcada por muita gente, diversos professores na faculdade, diversos artistas, como, Sany Pitbull, Girl Talk, Lucas Santtana (esse meu grande guru advisor, sem ele saber! risos) e diversos amigos, principalmente meus companheiros de festa: Calzone e Dancing Cheetah.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em entrevista ao site Bloody Pop, você afirmou que seu “maior tesão é fazer as pessoas dançarem com seus maiores preconceitos”. Você consegue citar alguns destes momentos memoráveis em que o público te levou à loucura?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A minha maior alegria é quando todo mundo dança junto: a patricinha, o playboy, o executivo, o gay, o pitboy, o cafona, o hipster, os seguranças… Isso já aconteceu algumas vezes e foram os melhores momentos da minha vida!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é mais legal: com ou sem fantasia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os dois são igualmente legais, risos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Recentemente você fez um Tropical Mix para o N.A.S.A., Whachadoin. Têm outras parcerias e colaborações em vista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Fiz um Axé remix para o novo disco do DJ Chernobyl lançado pela Exploited Records do DJ Shir Khan, fiz alguns remixes de tecnobrega para a gravadora alemã Man Recording do Daniel Haaksman, ajudei na produção de algumas faixas do novo disco do Bonde do Rolê que vai sair esse ano. Quero convidar a Lovefoxx para gravar um tecnobrega comigo para um EP que vou lançar pela Man Recording em agosto, ainda não falei com ela, espero que ela aceite!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são seus principais projetos atuais? E planos futuros?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Estou fazendo um mashup por dia nesse [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>O tecnobrega nasceu da fusão da música eletrônica com o brega tradicional. Esse fenômeno musical foi criado longe das gravadoras e dos meios de comunicação de massa. Hoje em dia, o estilo já é conhecido internacionalmente: rendeu reportagem [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dbmixtape Claudia Assef</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autora do único livro escrito no Brasil sobre a história do DJ e da cena eletrônica nacional, a jornalista e DJ Claudia Assef tomou contato com a música de pista ainda criança, por influência dos pais, um casal festeiro que não perdia noitadas nas discotecas que fervilhavam na São Paulo dos anos 70. Seu livro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autora do único livro escrito no Brasil sobre a história do DJ e da cena eletrônica nacional, a jornalista e <strong>DJ Claudia Assef </strong>tomou contato com a música de pista ainda criança, por influência dos pais, um casal festeiro que não perdia noitadas nas discotecas que fervilhavam na São Paulo dos anos 70. Seu livro, “Todo DJ Já Sambou – A História do Disc-Jóquei no Brasil” foi lançado em 2003 com eventos em várias cidades do país. Em 2008, chegou à  sua segunda edição, ampliada e revisada – a primeira (com tiragem de 5.000 exemplares) estava esgotada desde o final de 2006.</p>
<p>Formada em jornalismo em 96, Claudia começou a trabalhar como free-lancer para o caderno “Acontece”, da Folha de S. Paulo, e foi contratada pelo extinto jornal Folha da Tarde, como repórter do caderno “Show”. Depois de uma rápida passagem pela sucursal paulistana do jornal Correio Braziliense, onde atuou na cobertura de cultura, Claudia foi contratada pela Folha de S. Paulo, como repórter do caderno “Folhateen”, atuando nas coberturas de comportamento e música. Em 2000, Claudia foi escolhida para o programa de bolsistas do jornal e foi trabalhar como correspondente em Paris. De volta ao Brasil, trabalhou entre 2001 e 2003 no caderno Ilustrada.</p>
<p>Durante o período em que viveu na França, freqüentando clubes como Rex, Tryptique, Batofar e Le Pulpe, Claudia resolveu começar a discotecar. De volta ao Brasil, em 2001, com vários discos de vinil franceses no case, Claudia estreou como DJ, na noite Ambiance, que misturava house, disco e electro. Naquele mesmo ano, a DJ/jornalista também estreou no rádio, com um programa semanal na 97FM (Energia), em São Paulo, o “Clubtronic Especial”. Em 2003, Claudia se tornou residente do clube Lov.e (com a festa Discology).</p>
<p>Ainda em 2003, Claudia foi convidada pelo grupo Abril para editar a revista “Volume01”, de música e cultura eletrônica. No mesmo ano, ela assumiu o comando de outra revista, a independente “Beatz”. Em 2004, lançou a primeira noite de minimal techno e vertentes do Brasil, a Mínima, ao lado da DJ Eli Iwasa. Como consultora, sócia da agência Supercontents, Claudia esteve envolvida na criação e/ou desenvolvimento do Sonarsound São Paulo,  Electronic Music Fair (EHF), Skol Beats (line-up do “trio elétrico”) 2005 e 2006, Speedy Experience, Nokia Trends 2004 e 2005, MicroMutek e Motomix 2006.</p>
<p>Entre 2004 e 2006, Claudia escreveu para revistas brasileiras e gringas, como Bizz, Bravo, DJ World, Jovem Pan, Disco Club (Portugal), Revista da MTV, entre outras. O blog Todo DJ Já Sambou nasceu em meados de 2007 e no início de 2008 migrou para o site Rraurl.com.</p>
<p>Como DJ, Claudia mantém a noite Discology (em parceria com Camilo Rocha) no Vegas, dedicada à pesquisa musical das eras mais remotas da música eletrônica, do funk e ao hip hop. Nos toca-discos, sua principal intenção é fazer dançar sempre. Traduzindo em batidas, seus sets passeiam por tecno, house e electro com influências que vão desde o clima quente do dub até a frieza robótica do breakbeat alemão. Claudia já tocou ao lado de DJs como Marc Houle, Troy Pierce, Greg Wilson, Tim Sweeney, Ellen Allien, entre outros, e se apresentou nos principais clubes do país (D-Edge, Lov.e, Vegas, Studio SP, Kraft, Dama de Ferro, Tostex SP e Trancoso, Gloria, Lôca…), além de eventos como a Parada Gay.</p>
<p>Atualmente, Claudia é editora executiva do <a href="http://virgula.uol.com.br/" target="_blank">portal Virgula</a>, escreve regularmente para a DJ Mag e mantém <a href="http://tododjjasambou.virgula.uol.com.br/" target="_blank">o blog Todo DJ Já Sambou</a>.</p>
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&lt;p&gt;Formada em jornalismo em 96, Claudia começou a trabalhar como free-lancer para o caderno “Acontece”, da Folha de S. Paulo, e foi contratada pelo extinto jornal Folha da Tarde, como repórter do caderno “Show”. Depois de uma rápida passagem pela sucursal paulistana do jornal Correio Braziliense, onde atuou na cobertura de cultura, Claudia foi contratada pela Folha de S. Paulo, como repórter do caderno “Folhateen”, atuando nas coberturas de comportamento e música. Em 2000, Claudia foi escolhida para o programa de bolsistas do jornal e foi trabalhar como correspondente em Paris. De volta ao Brasil, trabalhou entre 2001 e 2003 no caderno Ilustrada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante o período em que viveu na França, freqüentando clubes como Rex, Tryptique, Batofar e Le Pulpe, Claudia resolveu começar a discotecar. De volta ao Brasil, em 2001, com vários discos de vinil franceses no case, Claudia estreou como DJ, na noite Ambiance, que misturava house, disco e electro. Naquele mesmo ano, a DJ/jornalista também estreou no rádio, com um programa semanal na 97FM (Energia), em São Paulo, o “Clubtronic Especial”. Em 2003, Claudia se tornou residente do clube Lov.e (com a festa Discology).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda em 2003, Claudia foi convidada pelo grupo Abril para editar a revista “Volume01”, de música e cultura eletrônica. No mesmo ano, ela assumiu o comando de outra revista, a independente “Beatz”. Em 2004, lançou a primeira noite de minimal techno e vertentes do Brasil, a Mínima, ao lado da DJ Eli Iwasa. Como consultora, sócia da agência Supercontents, Claudia esteve envolvida na criação e/ou desenvolvimento do Sonarsound São Paulo,  Electronic Music Fair (EHF), Skol Beats (line-up do “trio elétrico”) 2005 e 2006, Speedy Experience, Nokia Trends 2004 e 2005, MicroMutek e Motomix 2006.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre 2004 e 2006, Claudia escreveu para revistas brasileiras e gringas, como Bizz, Bravo, DJ World, Jovem Pan, Disco Club (Portugal), Revista da MTV, entre outras. O blog Todo DJ Já Sambou nasceu em meados de 2007 e no início de 2008 migrou para o site Rraurl.com.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como DJ, Claudia mantém a noite Discology (em parceria com Camilo Rocha) no Vegas, dedicada à pesquisa musical das eras mais remotas da música eletrônica, do funk e ao hip hop. Nos toca-discos, sua principal intenção é fazer dançar sempre. Traduzindo em batidas, seus sets passeiam por tecno, house e electro com influências que vão desde o clima quente do dub até a frieza robótica do breakbeat alemão. Claudia já tocou ao lado de DJs como Marc Houle, Troy Pierce, Greg Wilson, Tim Sweeney, Ellen Allien, entre outros, e se apresentou nos principais clubes do país (D-Edge, Lov.e, Vegas, Studio SP, Kraft, Dama de Ferro, Tostex SP e Trancoso, Gloria, Lôca…), além de eventos como a Parada Gay.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, Claudia é editora executiva do &lt;a href=&quot;http://virgula.uol.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;portal Virgula&lt;/a&gt;, escreve regularmente para a DJ Mag e mantém &lt;a href=&quot;http://tododjjasambou.virgula.uol.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;o blog Todo DJ Já Sambou&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Autora do único livro escrito no Brasil sobre a história do DJ e da cena eletrônica nacional, a jornalista e DJ Claudia Assef tomou contato com a música de pista ainda criança, por influência dos pais, um casal festeiro que não perdia [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Andy Blake</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 15:33:07 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Andy Blake</strong> faz questão de se manter “low profile” e é a cabeça por trás do selo Dissident, que lança EPs com pegada disco em séries limitadas e sempre em vinil. Não adianta procurar na internet: não existe site, o selo não tem perfil no Myspace, não tem divulgação organizada e os lançamentos não estão em lojas virtuais. Mas isso não deve ser confundido com militância: para Andy, toda essa história de listas, melhores DJs e faixas mais tocadas não quer dizer nada. O que importa é o poder do boca-a-boca que a boa música é capaz de provocar.</p>
<p>E o boca-a-boca, neste caso, tem funcionado muito bem. Blake roda o mundo tocando em festas underground, e tem seus lançamentos limitados escondidos em cases nos 5 continentes – inclusive no de <a href="http://www.deepbeep.com.br/db-series/db22-renato-cohen/">Renato Cohen</a>. “A idéia é me divertir e ver o que acontece quando um selo que nasce com a proposta de ser pequeno briga com as grandes marcas e corporações. Nós estamos à disposição de qualquer um que quiser nos ouvir, basta nos procurar. Só não temos a pretensão e nem a intenção de vender milhões e correr atrás do público massificado”, diz.</p>
<p><strong>Existe uma nova cena noturna em Londres, vibrante, com vários espaços underground. Fale um pouco sobre essas festas onde você tem tocado recentemente.</strong><br />
Ultimamente tenho tocado mais na Europa do que em Londres especificamente, e tenho sorte de poder tocar em festas bem legais e com um perfil musical variado. Acabo de voltar da Escandinávia onde toquei numa noite techno e house no Villa, em Oslo, com meu amigo Oyvind Morken, um DJ norueguês brilhante que dirige o selo Luna Flicks. A festa bombou e a pista ferveu até o final. Na noite seguinte toquei um long set de quatro horas numa noite chamada Rimini, num DJ bar famoso chamado Tranam, em Estocolmo.</p>
<p>No momento minhas festas favoritas em Londres são a minha própria noite, a World Unknown, onde tocamos new beat, dark euro, synth wave e pós punk, além de uma noite semanal, chamada Calígula. Toquei lá algumas semanas atrás e foi muito divertido, com uma vibe brilhante de festa. Toquei todo tipo de coisa, do house ao techno, do disco às faixas afro, além de euro synth pop, e o público é ótimo, uma mistura de gente da noite, modelos, travestis, club kids e o lendário “homem pelado de Londres” – ele não fica completamente pelado na verdade, já que ele fica de sapatos…</p>
<p><strong>Porque você resolveu fundar o selo Dissident?</strong><br />
Pela mais simples das razões: meus amigos estavam fazendo ótimas músicas e eu queria lançá-las.</p>
<p><strong>Porque você nunca lançou faixas em formato digital pelo selo Dissident?</strong><br />
Na verdade eu não gosto de MP3. Acho que o som fica frio e sem qualidade quando tocado em sistemas grandes de som. E acho que os downloads são nocivos de várias formas para a cultura da música em geral. Sei que as coisas mudaram muito recentemente, mas o download digital acabou com uma coisa muito legal que era o hábito das pessoas de irem às lojas de discos para procurar música nova, prática que tem um efeito tão positivo e evolutivo de tantas formas diferentes. Talvez o pêndulo balance novamente para o outro lado, fico com os dedos cruzados para que isso aconteça.</p>
<p><strong>Tinha um estilo musical específico que você queria trabalhar no Dissident?</strong><br />
Não havia. Tenho um gosto musical bastante abrangente e aberto, então qualquer tipo de música pode ser o próximo lançamento. No entanto o selo parece que desenvolveu um som, um tipo de vibe de certa forma pesada e ao mesmo tempo ambiente de eletrônica análoga, com momentos ocasionais mais leves. É engraçado que as pessoas vêm o Dissident como um selo disco, quando na verdade é mais uma coisa freestyle techno. Era estranho ver as pessoas nas lojas descrevendo faixas pesadas de techno como um tipo de disco em mutação, quando na verdade não tinha nada a ver com disco.</p>
<p><strong>Você produz música ou toca instrumentos?</strong><br />
Sim, eu produzo minha própria música com amigos. Tenho um estúdio análogo onde crio música sem computadores, usando sequenciadores para controlar tudo. Não toco instrumentos no sentido tradicional, eu programo sequências e ritmos em meus vários sintetizadores e baterias eletrônicas, e trabalho na mesa num estilo live techno/dub. Eu gosto do ar de caos potencial e de improvisação espontânea que surge desso modo de trabalhar.</p>
<p><strong>Seu selo é conhecido (e respeitado) por DJs brasileiros e nós estamos do outro lado do Atlântico. Como você acha que conseguiu isso, já que você não se preocupou muito com práticas tradicionais de marketing?</strong><br />
Sempre achei que nossa música ia achar seu caminho até as pessoas que quisessem ouví-la e estavam dispostas a fazer um mínimo de esforço para achá-la. É legal ver as coisas acontecerem dessa maneira.</p>
<p><strong>Você tem alguma idéia da nossa vida noturna aqui no Brasil?</strong><br />
O que eu sei é que as pessoas que conheço do Brasil, e meus amigos DJs que já tocaram em clubes brasileiros, todos dizem que os clubbers são bastante abertos em relação à música e se divertem muito nas festas e isso parece absolutamente perfeito pra mim.</p>
<p>Entrevista: <a href="http://bitsmag.com.br" target="_blank">Bitsmag</a><br />
Fotos: Divulgação<br />
Agradecimentos: Beth Ferreira e Renato Cohen</p>
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&lt;p&gt;E o boca-a-boca, neste caso, tem funcionado muito bem. Blake roda o mundo tocando em festas underground, e tem seus lançamentos limitados escondidos em cases nos 5 continentes – inclusive no de &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/db-series/db22-renato-cohen/&quot;&gt;Renato Cohen&lt;/a&gt;. “A idéia é me divertir e ver o que acontece quando um selo que nasce com a proposta de ser pequeno briga com as grandes marcas e corporações. Nós estamos à disposição de qualquer um que quiser nos ouvir, basta nos procurar. Só não temos a pretensão e nem a intenção de vender milhões e correr atrás do público massificado”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Existe uma nova cena noturna em Londres, vibrante, com vários espaços underground. Fale um pouco sobre essas festas onde você tem tocado recentemente.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ultimamente tenho tocado mais na Europa do que em Londres especificamente, e tenho sorte de poder tocar em festas bem legais e com um perfil musical variado. Acabo de voltar da Escandinávia onde toquei numa noite techno e house no Villa, em Oslo, com meu amigo Oyvind Morken, um DJ norueguês brilhante que dirige o selo Luna Flicks. A festa bombou e a pista ferveu até o final. Na noite seguinte toquei um long set de quatro horas numa noite chamada Rimini, num DJ bar famoso chamado Tranam, em Estocolmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No momento minhas festas favoritas em Londres são a minha própria noite, a World Unknown, onde tocamos new beat, dark euro, synth wave e pós punk, além de uma noite semanal, chamada Calígula. Toquei lá algumas semanas atrás e foi muito divertido, com uma vibe brilhante de festa. Toquei todo tipo de coisa, do house ao techno, do disco às faixas afro, além de euro synth pop, e o público é ótimo, uma mistura de gente da noite, modelos, travestis, club kids e o lendário “homem pelado de Londres” – ele não fica completamente pelado na verdade, já que ele fica de sapatos…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Porque você resolveu fundar o selo Dissident?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pela mais simples das razões: meus amigos estavam fazendo ótimas músicas e eu queria lançá-las.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Porque você nunca lançou faixas em formato digital pelo selo Dissident?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Na verdade eu não gosto de MP3. Acho que o som fica frio e sem qualidade quando tocado em sistemas grandes de som. E acho que os downloads são nocivos de várias formas para a cultura da música em geral. Sei que as coisas mudaram muito recentemente, mas o download digital acabou com uma coisa muito legal que era o hábito das pessoas de irem às lojas de discos para procurar música nova, prática que tem um efeito tão positivo e evolutivo de tantas formas diferentes. Talvez o pêndulo balance novamente para o outro lado, fico com os dedos cruzados para que isso aconteça.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tinha um estilo musical específico que você queria trabalhar no Dissident?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não havia. Tenho um gosto musical bastante abrangente e aberto, então qualquer tipo de música pode ser o próximo lançamento. No entanto o selo parece que desenvolveu um som, um tipo de vibe de certa forma pesada e ao mesmo tempo ambiente de eletrônica análoga, com momentos ocasionais mais leves. É [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Andy Blake faz questão de se manter “low profile” e é a cabeça por trás do selo Dissident, que lança EPs com pegada disco em séries limitadas e sempre em vinil. Não adianta procurar na internet: não existe site, o selo não tem perfil [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db43 Rafael Moraes</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 03:01:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da época em que trabalhou na tradicional loja de discos especializados em reggae, a Jay Mahal, em idos dos anos 80, até as suas discotecagens recentes em clubs e eventos pelo Brasil e mundo afora, o DJ Rafael Moraes não deixou de lado sua sede pela música. Músico antes de mais nada, ele integra com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da época em que trabalhou na tradicional loja de discos especializados em reggae, a Jay Mahal, em idos dos anos 80, até as suas discotecagens recentes em clubs e eventos pelo Brasil e mundo afora, o <strong>DJ Rafael Moraes</strong> não deixou de lado sua sede pela música. Músico antes de mais nada, ele integra com os DJs/produtores Ale Reis e André Torquato o <a href="http://www.myspace.com/nomumbah" target="_blank">Nomumbah</a>, projeto dedicado às sonoridades jazzísticas, latinas e de ritmos quebrados, envolvidas pela deep house. O grupo é representado por importantes selos como Defected, <a href="http://www.myspace.com/yorubarecords" target="_blank">Yoruba</a>, Strictly Rhythm e <a href="http://www.sonarkollektiv.com/" target="_blank">Sonar Kollektiv</a> e coleciona menções honrosas de gente como Louie Vega, Henrik Schwarz, Atjazz e Jazzanova.</p>
<p>Moraes, que também é responsável por um dos mais conceituados programas de música eletrônica na rádio, o <a href="http://int.territorioeldorado.limao.com.br/eldorado/audios!getAudios.action?idPrograma=69" target="_blank">Beats Eldorado</a>, recebeu o <strong>deepbeep </strong>no seu estúdio para um bate-papo.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set para o deepbeep. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?<br />
</strong>Já conhecia o site e escutei alguns sets de artistas que gosto. Percebi na maioria deles um foco na qualidade e também um toque bastante pessoal e até despreocupado em ser dançante. Quis colocar um pouco do que gosto de escutar, com algumas exclusividades, músicas próprias e misturar bastante a sonoridade dentro do deep house. Assim, consegui criar uma atmosfera e sonoridade que expressam bastante meu trabalho, tocando faixas de artistas que de alguma forma tenho contato. Recebo semanalmente uma quantidade muito grande de música, o que torna a tarefa de selecionar 12 faixas ainda mais difícil, por conta do trabalho do Nomumbah e do programa de rádio homônimo que é transmitido em cinco países atualmente (Brasil, Inglaterra, França, Canada e Grécia).</p>
<p><strong>Você  é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até  o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas. </strong><br />
Cresci numa família ligada a música e músicos, freqüentei festivais, ensaios, gravações e shows desde muito jovem. Sabia onde ficavam os discos que gostava na discoteca dos meus pais, que já tinha mais de 2000 discos na época, e subia no puff para puxar o disco que eu queria escutar com dois ou três anos de idade! Cresci assim, escutando discos e lendo livros diversos até encontrar a vertente musical que pegou na veia, que foi a vertente negra. Comecei a tocar muito cedo, nos bailes de escola, inclusive porque odiava ter que dançar com a vassoura. Como era mais gordinho que os meninos, fui fazer algo que sabia melhor que os outros. Aos 14 anos descobri uma loja de disco, a Jay Mahal Records, que abriu meu mundo para estúdios, rádios e noitadas. Começava ali minha vida profissional, tocando em boites como Aeroanta e Dama Xoc, festivais no SESC Pompéia e viagens para acompanhar bandas pelo litoral e interior de São Paulo. Era engraçado ver a reação das pessoas naquela época, eu chegava na aula sem dormir praticamente, e já tinha uma profissão que me pagava. Quando dizia que era DJ, a pergunta seguinte era sempre &#8220;Legal, mas você trabalha com o que&#8221;&#8230; As coisas mudaram bastante.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-20051" src="http://www.deepbeep.com.br/wp-content/uploads/2010/03/img01.jpg" alt="" width="640" height="280" /></p>
<p><strong>Como é ser DJ e músico ao mesmo tempo? O fato de você tocar percussão contribui no groove do Nomumbah?</strong><br />
Me considero músico antes de mais nada. Discotecagem é um dos braços que a profissão me permite, e que funciona muito bem para mim, pois vivi a vida escutando música e fazendo as pessoas dançarem, além de gostar de sair e dançar. O fato de conhecer harmonia, timbres e ritmos ajuda na parte técnica e na seleção musical quando estou discotecando, mas para mim tocar um instrumento e discotecar vem do mesmo princípio que é fazer o maior número de pessoas sentirem a música do meu ponto de vista e dançarem. Criou-se uma banalização comercial em torno da música que por vezes acaba apagando a sua verdadeira essência, e é exatamente essa essência que me interessa e me faz criar. Conheci mais duas pessoas que compartilham do mesmo sentimento, <a href="http://www.myspace.com/alenomumbah" target="_blank">Ale Reis</a> e <a href="http://www.myspace.com/andretorquato" target="_blank">André Torquato</a>, DJs e produtores que queriam fazer música boa sem a pretensão de ser o número um das FMs. Posso dizer que com o Nomumbah alcançamos esse primeiro objetivo. Além do que, temos influências musicais muito semelhantes, como soul, funk, jazz, música instrumental brasileira, fora house como um todo e techno, principalmente o de Detroit.</p>
<p><strong>Conte um pouco sobre o processo criativo do seu grupo em estúdio.</strong><br />
Tivemos a sorte de além de gosto muito semelhante, nos completarmos no estúdio, cada um a sua maneira. O André é o principal instrumentista, toca piano, guitarra, compõe temas belíssimos, o Alê tem um conhecimento absurdo de tecnologia, timbres, um bom gosto enorme em escolher e misturar os sons, eu sou mais o groovemaker, talvez por ter essa experiência em acompanhar as bandas na &#8220;cozinha&#8221; (seção ritmica da banda, composta por baixo, bateria e percussão).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-20050" src="http://www.deepbeep.com.br/wp-content/uploads/2010/03/img02.jpg" alt="" width="640" height="280" /></p>
<p><strong>Você  trabalhou numa loja tradicional de dub e reggae em São Paulo no início de sua carreira. Qual a importância disso no seu som atual?</strong><br />
A <a href="http://reggaebrasilhistoria.blogspot.com/2007/07/jay-mahal-e-china-kane_07.html" target="_blank">Jay Mahal Records</a> foi o princípio de tudo pra mim, foi dalí que descobri a noite de uma maneira profissional, foi ali que vi a música como uma profissão. Por causa dessa ligação com a música negra, sempre me ative as linhas de baixo gordas, kicks poderosos e percussão harmonicamente mixados e sempre a frente da guitarra, piano e voz. Quando descobri a música eletrônica, o que bateu comigo de cara foi o deep house e o techno de Detroit, que se adequam a essa equação musical, muito próxima do dub jamaicano. A noite nunca foi para mim um lugar de balada, sempre foi meu ganha pão. Talvez por isso tenha trilhado um caminho mais longo, porém mais duradouro, já que a música descartável muda a cada seis meses, e a música boa, em sua essência, sempre estará no seu lugar através de quem quiser apresentá-la ao público.</p>
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&lt;p&gt;Moraes, que também é responsável por um dos mais conceituados programas de música eletrônica na rádio, o &lt;a href=&quot;http://int.territorioeldorado.limao.com.br/eldorado/audios!getAudios.action?idPrograma=69&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Beats Eldorado&lt;/a&gt;, recebeu o &lt;strong&gt;deepbeep &lt;/strong&gt;no seu estúdio para um bate-papo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set para o deepbeep. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Já conhecia o site e escutei alguns sets de artistas que gosto. Percebi na maioria deles um foco na qualidade e também um toque bastante pessoal e até despreocupado em ser dançante. Quis colocar um pouco do que gosto de escutar, com algumas exclusividades, músicas próprias e misturar bastante a sonoridade dentro do deep house. Assim, consegui criar uma atmosfera e sonoridade que expressam bastante meu trabalho, tocando faixas de artistas que de alguma forma tenho contato. Recebo semanalmente uma quantidade muito grande de música, o que torna a tarefa de selecionar 12 faixas ainda mais difícil, por conta do trabalho do Nomumbah e do programa de rádio homônimo que é transmitido em cinco países atualmente (Brasil, Inglaterra, França, Canada e Grécia).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você  é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até  o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Cresci numa família ligada a música e músicos, freqüentei festivais, ensaios, gravações e shows desde muito jovem. Sabia onde ficavam os discos que gostava na discoteca dos meus pais, que já tinha mais de 2000 discos na época, e subia no puff para puxar o disco que eu queria escutar com dois ou três anos de idade! Cresci assim, escutando discos e lendo livros diversos até encontrar a vertente musical que pegou na veia, que foi a vertente negra. Comecei a tocar muito cedo, nos bailes de escola, inclusive porque odiava ter que dançar com a vassoura. Como era mais gordinho que os meninos, fui fazer algo que sabia melhor que os outros. Aos 14 anos descobri uma loja de disco, a Jay Mahal Records, que abriu meu mundo para estúdios, rádios e noitadas. Começava ali minha vida profissional, tocando em boites como Aeroanta e Dama Xoc, festivais no SESC Pompéia e viagens para acompanhar bandas pelo litoral e interior de São Paulo. Era engraçado ver a reação das pessoas naquela época, eu chegava na aula sem dormir praticamente, e já tinha uma profissão que me pagava. Quando dizia que era DJ, a pergunta seguinte era sempre “Legal, mas você trabalha com o que”… As coisas mudaram bastante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter size-full wp-image-20051&quot; src=&quot;http://www.deepbeep.com.br/wp-content/uploads/2010/03/img01.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;640&quot; [...]</itunes:summary>
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		<title>dbmixtape Barbie da Silva</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 17:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Barbie da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Chá com Bolachas]]></category>
		<category><![CDATA[Cris Albano]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Barbie da Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha vida é um mixtape. Cresci numa casa com quatro irmãos de estilos muito diferentes, onde todos colecionavam vinis. Chegavam, sem exagero, mais de dez álbuns por semana para serem ouvidos. Nossa vitrola tocava de tudo: jazz, erudito, 80´s, metal, indie, eletrônico, pop, 70’s reggae, MPB, etc. E como se isso fosse pouco, minha mãe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha vida é um mixtape. Cresci numa casa com quatro irmãos de estilos muito diferentes, onde todos colecionavam vinis. Chegavam, sem exagero, mais de dez álbuns por semana para serem ouvidos. Nossa vitrola tocava de tudo: jazz, erudito, 80´s, metal, indie, eletrônico, pop, 70’s reggae, MPB, etc. E como se isso fosse pouco, minha mãe ainda se dignava a cantar fados enquanto cozinhava (e fazia bem as duas coisas!). Foi com meus irmãos que gravei as minhas primeiras fitinhas K-7 da BASF, que guardo com carinho até hoje.</p>
<p>Esse ecletismo todo foi parar na minha vida: tenho formação em Artes Dramáticas, estudei com o Grupo Tapa durante bons anos, trabalhei como atriz, fiz dublagens, depois fui trabalhar como produtora de elenco em filmes e curta-metragens e acabei migrando para produtoras de publicidade. Daí estudei comunicação social na Cásper Líbero e me encantei pelo prazer de criar conceitos e idéias, indo trabalhar como redatora nos times de criação da Young&amp;Rubicam, DPZ, Dentsu e, atualmente G2, do grupo Grey.</p>
<p>Enquanto o dia acontecia, meu lado B aflorava: não era a fofa da carteirinha da boate, mas sempre me encantei pelo universo dos clubes. Eu adorava o Massivo e o Ursa Maior, depois vieram outras paixões como Lov.e, Stereo, Glitter e o delicioso Xingu.</p>
<p>Minhas mixtapes me colocaram para atacar de DJ, os amigos sempre pediam para levar o som das festas e isso me fez pegar gosto pela coisa. Em 2002 viajei à NY e trouxe comigo um zilhão de CDs de electro, que imediatamente me pegaram de jeito pela quantidade de vocal.</p>
<p>No início de 2003, junto com uma amiga, criei e produzi o Chá com Bolachas, uma festa divertida feita por garotas, que mantive por seis anos e que agora está em férias por um tempo. O som do Chá era basicamente Electro, Discopunk e Eletrônico Indie, que é a linha de som que eu mais toco. O Chá me colocou para tocar em tudo quanto foi lugar: Vegas, D-Edge, Gloria, Ampgalaxy, Tostex, e pelo Brasil afora. Com o Chá eu incentivei uma cultura eletrônica essencialmente feminina pois chamava apenas DJs garotas para tocar. Produzi festas de “intercâmbio”: trouxe a DJ Fany (Corral, hoje manager do label Kill the DJ) do Le Pulp de Paris, trouxe a Jojo de Freq da festa Nag Nag Nag, a JD Samsom do Le Tigre e, ano passado, trouxe o duo de grime dinamarquês Fagget Fairys.</p>
<p>Hoje, junto com minha amiga Aline, sou responsável pelas trilhas dos desfiles da Prints I Like, marca da estilista Luisa Aguiar. Também escrevo sobre musica e o que mais der na telha <a href="http://blogdocha.blogspot.com/" target="_blank">no blog do Chá</a>.</p>
<p>Para esse mixtape, o deepbeep me pediu uma seleção com as favoritas de todos os tempos. Mas isso é impossível! Então fiz uma seleção de faixas que gosto muito e que ainda amo ouvir, são faixas que me traduzem e também refletem o tipo de música eletrônica que eu considero mais durável. Sou absolutamente atraída por minimal e microhouse, apesar de tocar bem pouco em meus sets, minha pesquisa musical eletrônica sempre passeia por estes estilos. Fora isso, eu amo vocal e meus sets sempre têm toneladas de voz. Raz Ohara e Tracey Thorn são algumas das minhas favoritas que estão aí. Existem muitos nomes nesse mix, entre produtores e DJs, que eu faço questão de acompanhar sempre, como Jennifer Cardini, Ada, Unai e Dixon. Meus selos favoritos são Kompakt e Get Physical. Esse mix reflete estes gostos e influências e espero que você curta. Mas eu ainda tenho um lado C, que fica para um próximo mixtape. ;)</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Minha vida é um mixtape. Cresci numa casa com quatro irmãos de estilos muito diferentes, onde todos colecionavam vinis. Chegavam, sem exagero, mais de dez álbuns por semana para serem ouvidos. Nossa vitrola tocava de tudo: jazz, erudito, 80´s, metal, indie, eletrônico, pop, 70’s reggae, MPB, etc. E como se isso fosse pouco, minha mãe ainda se dignava a cantar fados enquanto cozinhava (e fazia bem as duas coisas!). Foi com meus irmãos que gravei as minhas primeiras fitinhas K-7 da BASF, que guardo com carinho até hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse ecletismo todo foi parar na minha vida: tenho formação em Artes Dramáticas, estudei com o Grupo Tapa durante bons anos, trabalhei como atriz, fiz dublagens, depois fui trabalhar como produtora de elenco em filmes e curta-metragens e acabei migrando para produtoras de publicidade. Daí estudei comunicação social na Cásper Líbero e me encantei pelo prazer de criar conceitos e idéias, indo trabalhar como redatora nos times de criação da Young&amp;Rubicam, DPZ, Dentsu e, atualmente G2, do grupo Grey.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto o dia acontecia, meu lado B aflorava: não era a fofa da carteirinha da boate, mas sempre me encantei pelo universo dos clubes. Eu adorava o Massivo e o Ursa Maior, depois vieram outras paixões como Lov.e, Stereo, Glitter e o delicioso Xingu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Minhas mixtapes me colocaram para atacar de DJ, os amigos sempre pediam para levar o som das festas e isso me fez pegar gosto pela coisa. Em 2002 viajei à NY e trouxe comigo um zilhão de CDs de electro, que imediatamente me pegaram de jeito pela quantidade de vocal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início de 2003, junto com uma amiga, criei e produzi o Chá com Bolachas, uma festa divertida feita por garotas, que mantive por seis anos e que agora está em férias por um tempo. O som do Chá era basicamente Electro, Discopunk e Eletrônico Indie, que é a linha de som que eu mais toco. O Chá me colocou para tocar em tudo quanto foi lugar: Vegas, D-Edge, Gloria, Ampgalaxy, Tostex, e pelo Brasil afora. Com o Chá eu incentivei uma cultura eletrônica essencialmente feminina pois chamava apenas DJs garotas para tocar. Produzi festas de “intercâmbio”: trouxe a DJ Fany (Corral, hoje manager do label Kill the DJ) do Le Pulp de Paris, trouxe a Jojo de Freq da festa Nag Nag Nag, a JD Samsom do Le Tigre e, ano passado, trouxe o duo de grime dinamarquês Fagget Fairys.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, junto com minha amiga Aline, sou responsável pelas trilhas dos desfiles da Prints I Like, marca da estilista Luisa Aguiar. Também escrevo sobre musica e o que mais der na telha &lt;a href=&quot;http://blogdocha.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;no blog do Chá&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para esse mixtape, o deepbeep me pediu uma seleção com as favoritas de todos os tempos. Mas isso é impossível! Então fiz uma seleção de faixas que gosto muito e que ainda amo ouvir, são faixas que me traduzem e também refletem o tipo de música eletrônica que eu considero mais durável. Sou absolutamente atraída por minimal e microhouse, apesar de tocar bem pouco em meus sets, minha pesquisa musical eletrônica sempre passeia por estes estilos. Fora isso, eu amo vocal e meus sets sempre têm toneladas de voz. Raz Ohara e Tracey Thorn são algumas das minhas favoritas que estão aí. Existem muitos nomes nesse mix, entre produtores e DJs, que eu faço questão de acompanhar sempre, como Jennifer Cardini, Ada, Unai e Dixon. Meus selos favoritos são Kompakt e Get Physical. Esse mix reflete estes gostos e influências e espero que você curta. Mas eu ainda tenho um lado C, que fica para um próximo mixtape. ;)&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Minha vida é um mixtape. Cresci numa casa com quatro irmãos de estilos muito diferentes, onde todos colecionavam vinis. Chegavam, sem exagero, mais de dez álbuns por semana para serem ouvidos. Nossa vitrola tocava de tudo: jazz, erudito, 80´s, [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db42 Cevallos</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 03:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gabriel Cevallos ou apenas Cevallos é formado em cinema pela PUC/RS e produtor cultural. Ele é um dos responsáveis, juntamente com o DJ Lucio Ka-hara pela festa NEON, que levou nomes como Greg Wilson, Phanta du Prince, Loppaz, Bottin, Ben Mono entre outros para a capital gaúcha. Além disso, há 3 anos cuida do projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gabriel Cevallos</strong> ou apenas Cevallos é formado em cinema pela PUC/RS e produtor cultural. Ele é um dos responsáveis, juntamente com o <a href="http://www.deepbeep.com.br/db-series/db11-lucio-ka-hara/">DJ Lucio Ka-hara</a> pela festa NEON, que levou nomes como <a href="http://www.deepbeep.com.br/db-live/dblive-greg-wilson/">Greg Wilson</a>, Phanta du Prince, Loppaz, Bottin, Ben Mono entre outros para a capital gaúcha. Além disso, há 3 anos cuida do projeto Sangria Digital, &#8220;uma noite crossover, mais ou menos na pegada desse set&#8221;, explica.</p>
<p>Como em suas apresentações, o mix gravado com exclusividade para o deepbeep, apresenta um caráter autoral com faixas de Isaac Hayes, Tim Maia até uma vinheta da finada rádio Cidade.</p>
<p><strong>Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Minha história começa em 2001, estava com 19 anos e fui morar em Londres pela primeira vez, fui exposto a um mundo nunca antes imaginável, não tinha a menor noção de música eletrônica, mas virei um assíduo da cena UK Hard House e logo depois Drum&#8217;n Bass, Bar Rumba, Brixton Academy, squats,&#8230; eu descobria a noite londrina. Voltei para o Brasil depois de 1 ano, completamente absorto pela febre eletrônica. Fiz um curso de DJ e uns meses depois voltei para Londres. Comecei a comprar meus primeiros discos até que comprei meus primeiros decks. No momento, o Electroclash explodia no mundo e eu estava no olho do furacão, Nag Nag Nag às quartas&#8230; Meses depois eu tive problemas com <em>&#8220;La Migra&#8221;</em>, e tive que deixar Londres, mas era cedo demais para voltar para casa, então na cara e na coragem fui para Barcelona. O destino me levou, no terceiro dia de <em>Barça</em>, a ir morar na casa de um portoalegrense que estava começando a querer ser DjJ e que saiu de Londres porque também teve problemas com <em>&#8220;La Migra&#8221;</em>&#8230; O minimal estourava e eu outra vez no olho do furacão, 10 meses de muita mixagem no quarto, Sónar, Razzmatazz, Monegros. Minha “faculdade” estava terminada. Voltei para Porto Alegre e comecei a cavucar festinhas, conhecer as pessoas, entregar sets&#8230;</p>
<p><strong>O que você costuma escutar?</strong><br />
Bah, um pouco de tudo, mas devido ao ofício eu acabo escutando mais eletrônica. Se der pra quantificar isso, eu coloco mais ou menos assim: 60% eletrônico e outros 40% sons do universo.</p>
<p><strong>Como você vê a cena eletrônica em Porto Alegre?</strong><br />
Pequena, complicada, mas com pessoas apaixonadas, com muito conhecimento/talento e isso se estende para todo o Estado. Existe alguns microcosmos dentro do grande cosmo. O em que eu orbito, orbita um número ínfimo de DJs/promoters que são obrigados a produzir suas próprias festas para divulgarem seus trabalhos, então a rotação entre as festas acaba sendo muito baixa, poucos DJs se alinham em um contexto mais autoral na busca do seu repertório e identidade, assim acaba-se criando pequenas e segmentadas cenas. Porto Alegre atualmente não tem um só club que foque no eletrônico.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Produzo há 3 anos o projeto Sangria Digital, no Prefácio Bar, uma noite crossover, mais ou menos na mesma pegada desse set, só que mais low-Fi, uma espécie de DJ Bar, só que sem pista, a única noite na cidade dedicada a sonoridades mais experimentais. E há 2 anos eu e o Lucio Ka-hara produzimos a festa NEON, essa sim totalmente dance floor oriented, em que tentamos imprimir esse caráter mais autoral que me referi acima, tanto nas atrações que trazemos como na música que tocamos. Tivemos a oportunidade de trazer artistas como Greg Wilson, Phanta du Prince, Loppaz, Bottin, Ben Mono entre outros. Sempre com a ideia de colocar Porto em um roteiro alternativo, com artistas instigantes, sempre na procura de uma boa diversão com informação.</p>
<p>Fotos: <a href="http://www.flickr.com/photos/francisbacon" target="_blank">Francis Bacon</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gabriel Cevallos&lt;/strong&gt; ou apenas Cevallos é formado em cinema pela PUC/RS e produtor cultural. Ele é um dos responsáveis, juntamente com o &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/db-series/db11-lucio-ka-hara/&quot;&gt;DJ Lucio Ka-hara&lt;/a&gt; pela festa NEON, que levou nomes como &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/db-live/dblive-greg-wilson/&quot;&gt;Greg Wilson&lt;/a&gt;, Phanta du Prince, Loppaz, Bottin, Ben Mono entre outros para a capital gaúcha. Além disso, há 3 anos cuida do projeto Sangria Digital, “uma noite crossover, mais ou menos na pegada desse set”, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como em suas apresentações, o mix gravado com exclusividade para o deepbeep, apresenta um caráter autoral com faixas de Isaac Hayes, Tim Maia até uma vinheta da finada rádio Cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Minha história começa em 2001, estava com 19 anos e fui morar em Londres pela primeira vez, fui exposto a um mundo nunca antes imaginável, não tinha a menor noção de música eletrônica, mas virei um assíduo da cena UK Hard House e logo depois Drum’n Bass, Bar Rumba, Brixton Academy, squats,… eu descobria a noite londrina. Voltei para o Brasil depois de 1 ano, completamente absorto pela febre eletrônica. Fiz um curso de DJ e uns meses depois voltei para Londres. Comecei a comprar meus primeiros discos até que comprei meus primeiros decks. No momento, o Electroclash explodia no mundo e eu estava no olho do furacão, Nag Nag Nag às quartas… Meses depois eu tive problemas com &lt;em&gt;“La Migra”&lt;/em&gt;, e tive que deixar Londres, mas era cedo demais para voltar para casa, então na cara e na coragem fui para Barcelona. O destino me levou, no terceiro dia de &lt;em&gt;Barça&lt;/em&gt;, a ir morar na casa de um portoalegrense que estava começando a querer ser DjJ e que saiu de Londres porque também teve problemas com &lt;em&gt;“La Migra”&lt;/em&gt;… O minimal estourava e eu outra vez no olho do furacão, 10 meses de muita mixagem no quarto, Sónar, Razzmatazz, Monegros. Minha “faculdade” estava terminada. Voltei para Porto Alegre e comecei a cavucar festinhas, conhecer as pessoas, entregar sets…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você costuma escutar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Bah, um pouco de tudo, mas devido ao ofício eu acabo escutando mais eletrônica. Se der pra quantificar isso, eu coloco mais ou menos assim: 60% eletrônico e outros 40% sons do universo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como você vê a cena eletrônica em Porto Alegre?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pequena, complicada, mas com pessoas apaixonadas, com muito conhecimento/talento e isso se estende para todo o Estado. Existe alguns microcosmos dentro do grande cosmo. O em que eu orbito, orbita um número ínfimo de DJs/promoters que são obrigados a produzir suas próprias festas para divulgarem seus trabalhos, então a rotação entre as festas acaba sendo muito baixa, poucos DJs se alinham em um contexto mais autoral na busca do seu repertório e identidade, assim acaba-se criando pequenas e segmentadas cenas. Porto Alegre atualmente não tem um só club que foque no eletrônico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Produzo há 3 anos o projeto Sangria Digital, no Prefácio Bar, uma noite crossover, mais ou menos na mesma pegada desse set, só que mais low-Fi, uma espécie de DJ Bar, só que sem pista, a única noite na cidade dedicada a sonoridades mais experimentais. E há 2 anos eu e o Lucio Ka-hara produzimos a festa NEON, essa sim totalmente dance floor oriented, em que tentamos imprimir esse caráter mais autoral que me referi acima, tanto nas atrações que trazemos como na música que tocamos. Tivemos a [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Gabriel Cevallos ou apenas Cevallos é formado em cinema pela PUC/RS e produtor cultural. Ele é um dos responsáveis, juntamente com o DJ Lucio Ka-hara pela festa NEON, que levou nomes como Greg Wilson, Phanta du Prince, Loppaz, Bottin, Ben Mono [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dbmixtape Monique Oliveira</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 17:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trabalhar com  áudio é bem diferente que com palavras, embora o conceito de edição seja o  mesmo. Aqui, percebi que prefiro o primeiro ao segundo. Beat por beat ou  caractere por caractere, o pressuposto de algo bom em meu trabalho é o que é  previamente pensado. Ou se, mesmo pensado depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhar com  áudio é bem diferente que com palavras, embora o conceito de edição seja o  mesmo. Aqui, percebi que prefiro o primeiro ao segundo. Beat por beat ou  caractere por caractere, o pressuposto de algo bom em meu trabalho é o que é  previamente pensado. Ou se, mesmo pensado depois de feito intuitivamente, ainda  faz sentido em meio ao caos em que foi então criado. E pensar a música ou a  &#8220;virada&#8221;, no intuito de coadunar o beat ao corpo ou a sensações, ainda está  longe de ser uma realidade pra mim.</p>
<p>Esse mixtape é a minha primeira  experiência do tipo. Ok. A minha parca habilidade com o radiojornalismo me deu  algumas noções: tão primitivas quanto <em>copy</em> e <em>paste</em>. Mas a minha vida inteira foi  pautada pela música eletrônica. Fui clubber mesmo, de cabelo colorido, de  acreditar no &#8220;movimento&#8221;. Também de frequentar Sound Factory, Espaço Nation,  Overnight e ver matinê da Toco na época em que Marky &amp; Marky virava  Claudinho &amp; Bochecha depois de Prodigy. De ir a raves  em 1998 e levar  esporro do meu pai por chegar com o coturno cheio de lama em casa (e, claro, ter  sumido por mais de 18h). Eram tempos inocentes. O melhor e o pior dos tempos.</p>
<p>Fui pra faculdade de jornalismo, passei pela Folha Online, <strong>Estadao.com.br</strong>, escrevi para editorias tão díspares como  feminino, teen, cotidiano, política. Também fui fazer Ciências Sociais &#8211; curso  que me levou a ver tudo como um objeto de análise, com certa complexidade. Até  escrever sobre música eletrônica  no <strong>rraurl.com</strong> e &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221;,  sabia apenas &#8220;de maneira didática&#8221; distinguir um  estilo de outro. Mas, pouco a pouco, ela acabou virando meu objeto de reflexão e  depois de ferramentas p2p, sistemas de compartilhamento,  o domínio de  algumas tecnologias e uma rede de amigos e relacionamentos que a todo momento  consome e troca informações, a batida virou minha cultura em todos os  sentidos.</p>
<p>Hoje, sou assessora de imprensa do D-Edge, criei um site sobre  linguagem eletrônica, o <strong>synthorchestra.org</strong>, veículo feito na luta com uma rede de amigos, a ser  lançado agora em março a todo vapor (mas já dá pra dar uma <a href="http://www.synthorchestra.org" target="_blank">olhada</a>). O mix foi  preparado de maneira a ter alguma coerência: é predominantemente dançante.  Comecei no Ableton e terminei no Garage Band (programinha que vem com o Mac Os,  já que o primeiro deu pau). A única preocupação foi com que não terminasse de  forma repentina e que, claro, proporcionasse algum prazer a ser ouvido.</p>
<p>Nos vemos por aí. :)</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Trabalhar com  áudio é bem diferente que com palavras, embora o conceito de edição seja o  mesmo. Aqui, percebi que prefiro o primeiro ao segundo. Beat por beat ou  caractere por caractere, o pressuposto de algo bom em meu trabalho é o que é  previamente pensado. Ou se, mesmo pensado depois de feito intuitivamente, ainda  faz sentido em meio ao caos em que foi então criado. E pensar a música ou a  “virada”, no intuito de coadunar o beat ao corpo ou a sensações, ainda está  longe de ser uma realidade pra mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse mixtape é a minha primeira  experiência do tipo. Ok. A minha parca habilidade com o radiojornalismo me deu  algumas noções: tão primitivas quanto &lt;em&gt;copy&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;paste&lt;/em&gt;. Mas a minha vida inteira foi  pautada pela música eletrônica. Fui clubber mesmo, de cabelo colorido, de  acreditar no “movimento”. Também de frequentar Sound Factory, Espaço Nation,  Overnight e ver matinê da Toco na época em que Marky &amp; Marky virava  Claudinho &amp; Bochecha depois de Prodigy. De ir a raves  em 1998 e levar  esporro do meu pai por chegar com o coturno cheio de lama em casa (e, claro, ter  sumido por mais de 18h). Eram tempos inocentes. O melhor e o pior dos tempos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fui pra faculdade de jornalismo, passei pela Folha Online, &lt;strong&gt;Estadao.com.br&lt;/strong&gt;, escrevi para editorias tão díspares como  feminino, teen, cotidiano, política. Também fui fazer Ciências Sociais – curso  que me levou a ver tudo como um objeto de análise, com certa complexidade. Até  escrever sobre música eletrônica  no &lt;strong&gt;rraurl.com&lt;/strong&gt; e “O Estado de S. Paulo”,  sabia apenas “de maneira didática” distinguir um  estilo de outro. Mas, pouco a pouco, ela acabou virando meu objeto de reflexão e  depois de ferramentas p2p, sistemas de compartilhamento,  o domínio de  algumas tecnologias e uma rede de amigos e relacionamentos que a todo momento  consome e troca informações, a batida virou minha cultura em todos os  sentidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, sou assessora de imprensa do D-Edge, criei um site sobre  linguagem eletrônica, o &lt;strong&gt;synthorchestra.org&lt;/strong&gt;, veículo feito na luta com uma rede de amigos, a ser  lançado agora em março a todo vapor (mas já dá pra dar uma &lt;a href=&quot;http://www.synthorchestra.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;olhada&lt;/a&gt;). O mix foi  preparado de maneira a ter alguma coerência: é predominantemente dançante.  Comecei no Ableton e terminei no Garage Band (programinha que vem com o Mac Os,  já que o primeiro deu pau). A única preocupação foi com que não terminasse de  forma repentina e que, claro, proporcionasse algum prazer a ser ouvido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos vemos por aí. :)&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Trabalhar com  áudio é bem diferente que com palavras, embora o conceito de edição seja o  mesmo. Aqui, percebi que prefiro o primeiro ao segundo. Beat por beat ou  caractere por caractere, o pressuposto de algo bom em meu trabalho é o que é  [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Eli Iwasa</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 02:01:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<category><![CDATA[DJ Eli Iwasa]]></category>
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		<description><![CDATA[Eli Iwasa foi responsável pelas memoráveis festas Groove Nation, junto com o DJ Alex S, que trouxeram nomes como Dave The Drummer e Chris Liberator, entre outros importantes destaques do techno para, em seguida, organizar o projeto Technova no club Lov.e recebendo DJs como Laurent Garnier a Richie Hawtin.
Eleita a segunda melhor DJ revelação pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Eli Iwasa</strong> foi responsável pelas memoráveis festas Groove Nation, junto com o DJ Alex S, que trouxeram nomes como Dave The Drummer e Chris Liberator, entre outros importantes destaques do techno para, em seguida, organizar o projeto Technova no club Lov.e recebendo DJs como Laurent Garnier a Richie Hawtin.</p>
<p>Eleita a segunda melhor DJ revelação pela Noite Ilustrada, de Erika Palomino, Eli começou a carreira de DJ após o curso com o DJ Akeen na Fieldzz. Determinada, começou a treinar e logo o primeiro convite surgiu através da Ana (PetDuo). Desde então a DJ dividiu a cabine com Miss Kittin, Marco Carola, Technasia, David Carreta, Magda, Christian Smith, Akufen, Richie Hawtin, Ada &amp; Metope, Marc Houle, Troy Pierce, Joris Voorn, Surgeon, Paco Osuna e Chloe.</p>
<p>Hoje, além da sua residência no club Hot Hot, Eli é sócia do Kraft (Campinas) e promete novidades em 2010. É só aguardar!</p>
<p><strong>Como foi a gravação deste set? Como estava a festa?</strong><br />
Eu abri a noite nesse dia, algo que eu gosto bastante de fazer porque posso testar músicas novas e sinto muita liberdade para tocar um pouquinho de tudo de maneira progressiva, conforme a pista vai enchendo. Abertura é sempre uma responsabilidade, porque o primeiro DJ da noite tem que ter muito <em>feeling</em> para preparar a pista e atmosfera do lugar para o resto da noite. O set foi gravado no dia 27 de novembro, quando toquei com o Propulse e o Mau Mau, clima mais família e à vontade impossível! A cabine é um lugar de celebração e dividí-la com quem eu gosto e respeito, é um grande prazer.</p>
<p><strong>Quais são suas inspirações?</strong><br />
Música que ouço o tempo todo entre descobertas e clássicos da minha coleção, um livro, um filme, um email amigo, uma mensagem, meu humor. As pessoas a minha volta, a pista. Algum set incrível. Dos DJs, eu acho que o Mau Mau sempre foi a minha maior referência, espero q ele tenha me influenciado e eu carregue pelo menos um tantinho do artista incrível que ele é.</p>
<p><strong>Como se tornou DJ?</strong><br />
Eu sempre comprei muitos discos e CDs desde pequenininha. Quando comecei a ouvir música eletrônica, comprei minhas primeiras compilações, comecei a sacar quem eram os artistas que eu gostava, ganhava dicas de DJs amigos e quando fui ver, estava comprando meus primeiros discos de vinil. Com a chegada dos 12&#8243;, veio a compra das minhas pickups, do mixer, dos fones&#8230; Fiz um curso de DJs na Fieldzz com o DJ Akeen (lembra?) e treinava o dia inteiro em casa, porque saí do curso sem saber virar porcaria alguma (hahaha). Um dia, depois de ficar tocando na casa do Pet Duo, veio uma ligação da Ana me chamando para tocar na residência deles em São Paulo. Depois o Cesar Semensato me chamou para tocar no Lov.e For Friends, e veio mais um convite, mais outro e o resto é história&#8230; ;)</p>
<p><strong>Quais são seus projetos atuais e futuros?</strong><br />
2010 começou agitado! Mudei de agência, saí da 3 Plus e fui para a Blend Group, com o Marco Oliveira à frente dos meus bookings agora. Continuo com minha residência no Hot Hot todas às sextas-feiras e vem algumas noites memoráveis por aí. Tem muita mudança acontecendo no Kraft e um novo clube em Campinas vai surgir. Menor, mais confortável, com atrações de qualidade como no Kraft, mas com um perfil menos comercial. E dedicação total a produção de música nesse primeiro trimestre. Faltava tempo para me focar nisso, mas agora vai rolar uma janela para fazer uns barulhinhos no estúdio, finalmente.</p>
<p>Fotos: <a href="http://www.flickr.com/photos/cucapimentel/" target="_blank">Cuca Pimentel</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Eli Iwasa&lt;/strong&gt; foi responsável pelas memoráveis festas Groove Nation, junto com o DJ Alex S, que trouxeram nomes como Dave The Drummer e Chris Liberator, entre outros importantes destaques do techno para, em seguida, organizar o projeto Technova no club Lov.e recebendo DJs como Laurent Garnier a Richie Hawtin.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eleita a segunda melhor DJ revelação pela Noite Ilustrada, de Erika Palomino, Eli começou a carreira de DJ após o curso com o DJ Akeen na Fieldzz. Determinada, começou a treinar e logo o primeiro convite surgiu através da Ana (PetDuo). Desde então a DJ dividiu a cabine com Miss Kittin, Marco Carola, Technasia, David Carreta, Magda, Christian Smith, Akufen, Richie Hawtin, Ada &amp; Metope, Marc Houle, Troy Pierce, Joris Voorn, Surgeon, Paco Osuna e Chloe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, além da sua residência no club Hot Hot, Eli é sócia do Kraft (Campinas) e promete novidades em 2010. É só aguardar!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como foi a gravação deste set? Como estava a festa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Eu abri a noite nesse dia, algo que eu gosto bastante de fazer porque posso testar músicas novas e sinto muita liberdade para tocar um pouquinho de tudo de maneira progressiva, conforme a pista vai enchendo. Abertura é sempre uma responsabilidade, porque o primeiro DJ da noite tem que ter muito &lt;em&gt;feeling&lt;/em&gt; para preparar a pista e atmosfera do lugar para o resto da noite. O set foi gravado no dia 27 de novembro, quando toquei com o Propulse e o Mau Mau, clima mais família e à vontade impossível! A cabine é um lugar de celebração e dividí-la com quem eu gosto e respeito, é um grande prazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são suas inspirações?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Música que ouço o tempo todo entre descobertas e clássicos da minha coleção, um livro, um filme, um email amigo, uma mensagem, meu humor. As pessoas a minha volta, a pista. Algum set incrível. Dos DJs, eu acho que o Mau Mau sempre foi a minha maior referência, espero q ele tenha me influenciado e eu carregue pelo menos um tantinho do artista incrível que ele é.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como se tornou DJ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Eu sempre comprei muitos discos e CDs desde pequenininha. Quando comecei a ouvir música eletrônica, comprei minhas primeiras compilações, comecei a sacar quem eram os artistas que eu gostava, ganhava dicas de DJs amigos e quando fui ver, estava comprando meus primeiros discos de vinil. Com a chegada dos 12″, veio a compra das minhas pickups, do mixer, dos fones… Fiz um curso de DJs na Fieldzz com o DJ Akeen (lembra?) e treinava o dia inteiro em casa, porque saí do curso sem saber virar porcaria alguma (hahaha). Um dia, depois de ficar tocando na casa do Pet Duo, veio uma ligação da Ana me chamando para tocar na residência deles em São Paulo. Depois o Cesar Semensato me chamou para tocar no Lov.e For Friends, e veio mais um convite, mais outro e o resto é história… ;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são seus projetos atuais e futuros?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
2010 começou agitado! Mudei de agência, saí da 3 Plus e fui para a Blend Group, com o Marco Oliveira à frente dos meus bookings agora. Continuo com minha residência no Hot Hot todas às sextas-feiras e vem algumas noites memoráveis por aí. Tem muita mudança acontecendo no Kraft e um novo clube em Campinas vai surgir. Menor, mais confortável, com atrações de qualidade como no Kraft, mas com um perfil menos comercial. E dedicação total a produção de música nesse primeiro trimestre. Faltava tempo para me focar nisso, mas agora vai rolar uma janela para fazer uns barulhinhos no estúdio, finalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fotos: &lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/cucapimentel/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Cuca Pimentel&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Eli Iwasa foi responsável pelas memoráveis festas Groove Nation, junto com o DJ Alex S, que trouxeram nomes como Dave The Drummer e Chris Liberator, entre outros importantes destaques do techno para, em seguida, organizar o projeto Technova no [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db41 Drumagick</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db41-drumagick/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 04:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando se fala em drum &#8216;n bass no Brasil, o nome do Drumagick logo vem à cabeça. Por trás do projeto estão os irmãos JrDeep e Guilherme Lopes, que há mais de 10 anos colecionam lançamentos, remixes, turnês pelo mundo afora e colaborações com gente como DJ Marky, Patife, Xrs Land, Fernanda Porto, Ramilson Maia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em drum &#8216;n bass no Brasil, o nome do <strong>Drumagick </strong>logo vem à cabeça. Por trás do projeto estão os irmãos JrDeep e Guilherme Lopes, que há mais de 10 anos colecionam lançamentos, remixes, turnês pelo mundo afora e colaborações com gente como DJ Marky, Patife, Xrs Land, Fernanda Porto, Ramilson Maia, Max de Castro e Laurent Garnier. O seu terceiro e mais recente álbum, &#8220;<a href="http://www.bmrmusic.com.br/BMR_Music/danceboxalbum.html" target="_blank">Dance Box</a>&#8220;, conta com diversas participações e repagina, de certa forma, o som da dupla. As referências de jazz, house, música latina e samba dialogam com o drum &#8216;n bass de maneira &#8220;divertida, dançante e agitada e certamente agradará os antigos e novos fãs&#8221;, garantem os irmãos.</p>
<p>Com exclusividade para o <strong>deepbeep</strong>, o Drumagick gravou um set de crack house, algo muito diferente do que estão habituados a tocar. Este sub-gênero da house &#8211; também conhecido como house &#8216;n bass ou fidget &#8211; foi batizado pelo produtor britânico DJ Zinc, um dos pioneiros do drum &#8216;n bass, para definir um estilo de house com graves/baixos possantes e bem definidos.</p>
<p><strong>Qual a história por trás desse set? Por que vocês escolheram essas faixas?</strong><br />
Tivemos a ideia de gravar um &#8220;set-esquenta&#8221; da <em>gig </em>que faremos na festa Xiliquê no Vegas Club, nessa sexta 19. House music com <em>bass </em>gordo e muito groove. É a primeira vez em muitos anos que fazemos um set desses publicamente. Apesar de pesquisarmos constantemente vários estilos musicais, muitas pessoas se acostumaram com a nossa imagem de DJs de drum &#8216;n bass, o que é uma grande verdade. Mas também investimos em outros estilos e procuramos nos informar sobre tudo o que está rolando de novo na música. Nos deparamos fazendo um tipo de house que vem sendo trabalhado por outros DJs, como o Zinc, alguns chamam isso de crack house, outros de house &#8216;n bass. Sempre tivemos gosto pelo <em>bass </em>e em meados de 2007, quando fizemos a faixa &#8220;Make It Rock&#8221;, nossa ideia era investir nesse house mais gordinho e funkeado que gostamos muito. De lá pra cá, fizemos algumas faixas nessa linha e pretendemos lança-las assim que concluirmos a etapa de promoção do novo CD.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-19838 aligncenter" src="http://www.deepbeep.com.br/wp-content/uploads/2010/02/guilherme_anim.gif" alt="" width="280" height="280" /><em>Guilherme Lopes</em></p>
<p><strong>O que vocês costumam ouvir quando não estão produzindo/discotecando/trabalhando?</strong><br />
Ouvimos quase tudo, desde os lançamentos de drum &#8216;n bass, que estão bem interessantes ultimamente, até faixas que recebemos de produtores brasileiros e internacionais. Podemos dizer que parcerias como Marky e S.P.Y e as <em>tracks </em>do Zinc, que estão agitando as pistas de house por aí, estão cada vez mais criativas. Novos discos de Chase and Status, Subfocus, Alix Perez e Pendulum com certeza serão o sucesso do próximo verão europeu.</p>
<p>Além disso, tem muita coisa interessante vindo por aí: lançamentos de funk e nu jazz da Tru Thoughts, o ábum dos Skeletons com uma sonoridade fortíssima de funk e reggae, com destaque pra participações vocais da magnífica Alice Russell, que já é um CD bem aclamado por diversos DJs. Com a quantidade cada vez maior de lançamentos, fica difícil de ouvir absolutamente tudo, mas acreditamos que quanto mais coisas ouvirmos, melhor para as nossas criações.</p>
<p><strong>O terceiro álbum do Drumagick, &#8220;Dance Box&#8221;, tem diversas referências musicais, desde o drum &#8216;n bass com samba, até coisas de house e música latina. Da onde surgiu a ideia de produzir um disco eclético como esse?<br />
</strong>Primeiro, de ouvir tantos artistas diferentes, como dissemos acima, e segundo que, geralmente quando vamos fazer um álbum ou um EP, gostamos de escolher um tema pra trabalhar e dar unidade ao conceito do disco. No caso de &#8220;Dance Box&#8221; começamos a produzi-lo em 2005, logo após baixar a poeira do lançamento do &#8220;Checkmate!&#8221;. Nessa ocasião, conversamos muito sobre qual seria este tema e chegamos ao consenso de que já tinhamos um longo caminho percorrido pela música eletrônica, passando e vivendo por várias influências no decorrer destes anos.</p>
<p>Desde 1990/1991, quando comecamos a discotecar e em 1994, quando nossas primeiros <em>tracks </em>fizeram parte de nossos sets, experimentamos diversos gêneros musicais. Decidimos reunir todas essas influências no CD e ainda produzir um trabalho dançante, para que os fãs que já conhecem nossos trabalhos anteriores até os leigos na cena eletrônica, pudessem interpretar nosso som de uma maneira divertida, dançante e agitada. Ficamos mais de dois dias tentando decidir qual seria o nome do CD e não poderia ser diferente de &#8220;Dance Box&#8221;, pois retrata muito bem o que desejamos para este trabalho. A ideia é que seja um disco pra colocar na sua festa, pra dançar do início ao fim com várias nuances e <em>vibes </em>diferentes ou, se você preferir, pra curtir em casa sozinho ou no carro.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="size-full wp-image-19840 aligncenter" src="http://www.deepbeep.com.br/wp-content/uploads/2010/02/jrdeep_anim.gif" alt="" width="280" height="280" />JrDeep</em></p>
<p><strong>Falem sobre seus projetos atuais e planos para 2010.<br />
</strong>Nossos planos para este ano são de divulgar ao máximo nosso CD, tanto aqui no Brasil quanto lá fora. No início do ano estamos totalmente focados na promoção brasileira, mas como estamos fazendo tudo por conta própria, o processo se torna mais lento e difícil. Felizmente recebemos ajuda das esposas, da família em geral, dos amigos e de pessoas que simpatizam com nosso trabalho. Em breve começaremos a promoção do CD na Europa e esperamos poder levar nossa banda pra lá ainda neste ano.</p>
<p>Também estamos fazendo a promoção do nosso selo, o BMR Music, que além de lançar nosso CD, lançará alguns vinis e discos digitais pela nossa distribuidora na Inglaterra, a NuUrban Music. Alguns remixes para artistas brasileiros como Sergio Britto, Laura Finochiaro e Funk Como Le Gusta, logo estarão circulando por aí. Além disso, algumas novas faixas estão sendo finalizadas. Se tratando de lançamentos em 2010, o Drumagick deve ir muito bem e cheio de surpresas.</p>
<p>Finalmente, esperamos também ampliar o alcance de nossa festa, a All The Beats que atualmente acontece no Tapas Club, na Rua Augusta. Temos vários planos para essa festa, que agora está numa parceira muito bacana com o DJ Marnel e seu projeto The Bass. Fiquem atentos que logo teremos novidades.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">jazz, house, música latina e samba</div>
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&lt;p&gt;Com exclusividade para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, o Drumagick gravou um set de crack house, algo muito diferente do que estão habituados a tocar. Este sub-gênero da house – também conhecido como house ‘n bass ou fidget – foi batizado pelo produtor britânico DJ Zinc, um dos pioneiros do drum ‘n bass, para definir um estilo de house com graves/baixos possantes e bem definidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual a história por trás desse set? Por que vocês escolheram essas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tivemos a ideia de gravar um “set-esquenta” da &lt;em&gt;gig &lt;/em&gt;que faremos na festa Xiliquê no Vegas Club, nessa sexta 19. House music com &lt;em&gt;bass &lt;/em&gt;gordo e muito groove. É a primeira vez em muitos anos que fazemos um set desses publicamente. Apesar de pesquisarmos constantemente vários estilos musicais, muitas pessoas se acostumaram com a nossa imagem de DJs de drum ‘n bass, o que é uma grande verdade. Mas também investimos em outros estilos e procuramos nos informar sobre tudo o que está rolando de novo na música. Nos deparamos fazendo um tipo de house que vem sendo trabalhado por outros DJs, como o Zinc, alguns chamam isso de crack house, outros de house ‘n bass. Sempre tivemos gosto pelo &lt;em&gt;bass &lt;/em&gt;e em meados de 2007, quando fizemos a faixa “Make It Rock”, nossa ideia era investir nesse house mais gordinho e funkeado que gostamos muito. De lá pra cá, fizemos algumas faixas nessa linha e pretendemos lança-las assim que concluirmos a etapa de promoção do novo CD.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img class=&quot;size-full wp-image-19838 aligncenter&quot; src=&quot;http://www.deepbeep.com.br/wp-content/uploads/2010/02/guilherme_anim.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;280&quot; height=&quot;280&quot; /&gt;&lt;em&gt;Guilherme Lopes&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que vocês costumam ouvir quando não estão produzindo/discotecando/trabalhando?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ouvimos quase tudo, desde os lançamentos de drum ‘n bass, que estão bem interessantes ultimamente, até faixas que recebemos de produtores brasileiros e internacionais. Podemos dizer que parcerias como Marky e S.P.Y e as &lt;em&gt;tracks &lt;/em&gt;do Zinc, que estão agitando as pistas de house por aí, estão cada vez mais criativas. Novos discos de Chase and Status, Subfocus, Alix Perez e Pendulum com certeza serão o sucesso do próximo verão europeu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, tem muita coisa interessante vindo por aí: lançamentos de funk e nu jazz da Tru Thoughts, o ábum dos Skeletons com uma sonoridade fortíssima de funk e reggae, com destaque pra participações vocais da magnífica Alice Russell, que já é um CD bem aclamado por diversos DJs. Com a quantidade cada vez maior de lançamentos, fica difícil de ouvir absolutamente tudo, mas acreditamos que quanto mais coisas ouvirmos, melhor para as nossas criações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O terceiro álbum do Drumagick, “Dance Box”, tem diversas referências musicais, desde o [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Quando se fala em drum ‘n bass no Brasil, o nome do Drumagick logo vem à cabeça. Por trás do projeto estão os irmãos JrDeep e Guilherme Lopes, que há mais de 10 anos colecionam lançamentos, remixes, turnês pelo mundo afora e [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Vini Carrasco</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 02:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vini Carrasco é natural de Mandaguari, Paraná, e toca profissionalmente há 3 anos. Inserido no universo musical desde pequeno, o jovem DJ começou a desenvolver seu interesse pela eletrônica quando frequentava as festas e clubs da região. Pegou gosto pela música e passou a se identificar com produções de Booka Shade, Gui Boratto, Sébastien Leger, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vini Carrasco</strong> é natural de Mandaguari, Paraná, e toca profissionalmente há 3 anos. Inserido no universo musical desde pequeno, o jovem DJ começou a desenvolver seu interesse pela eletrônica quando frequentava as festas e clubs da região. Pegou gosto pela música e passou a se identificar com produções de Booka Shade, Gui Boratto, Sébastien Leger, Phil Kieran, entre muitos outros que fazem parte da sua referência musical até hoje. Em janeiro, Carrasco participou do Universo Paralello, tradicional festival que acontece no nordeste brasileiro e que celebra a virada do ano com uma enxurrada de ótimos convidados, DJs e <em>live acts</em>. O resultado você confere no primeiro <strong>deepbeep live</strong> de 2010.</p>
<p><strong>Quando e onde o set foi gravado?</strong><br />
Esse set foi gravado ao vivo, na última edição do Universo Paralello que aconteceu na praia do Garcez, em Jaguaripe, Bahia. O festival aconteceu dos dia 27 de dezembro de 2009 até o 3 de janeiro de 2010. Tive a oportunidade de participar do line-up da Pista Alternativa, que era voltada para o <em>low bpm</em>, em seus variados estilos.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte sobre como começou o seu envolvimento com a música eletrônica e como surgiu o seu interesse pela discotecagem?</strong><br />
Desde muito novo eu me interesso bastante por música. Já passei por diversos estilos musicais, desde reggae até heavy metal, o que me permitiu analisar a música eletrônica sob diversos aspectos. Na época do colégio eu promovia em minha casa algumas festas, onde só se ouvia clássicos da música e-music, tais como Daft Punk e Chemical Brothers. Daí pra frente, a coisa evoluiu naturalmente. Comecei a frequentar clubs e raves da minha região, sempre prestando atenção a cada gesto do DJ. Em 2007 adquiri meu equipamento, e foi ai que tudo realmente começou.</p>
<p><strong>Como você vê a cena eletrônica em Curitiba e Maringá?</strong><br />
O Paraná é o berço do maior festival multicultural do Brasil, a TribalTech, realizada em Curitiba. Na última edição trouxe grandes nomes da música eletrônica pra cá, tais como Format:B, Beckers, Marc Romboy, Marshall, Maetrik, Catz and Dogz, dentre muitos outros. Além disso, aqui em Maringá existem dois núcleos de festas que realizam a Atchuca e a Secret Garden, importantes raves regionais. Não mais importante, em Mandaguari, minha cidade natal, existe há pouco tempo um programa na rádio municipal, com foco na música eletrônica underground, o Bee.Waves. Eles sempre trazem sets exclusivos e apresentações ao vivo, além de entrevistas e informações sobre toda a cena.</p>
<p><strong>Fale sobre seus projetos atuais como DJ e seus planos para este ano.</strong><br />
Minha meta é evoluir sempre&#8230; já iniciei algumas produções em parceria com minha namorada, que gostaria de finalizar ainda esse ano e lançar por alguma gravadora. Também estou focado em pesquisa e treino para aprimorar os meus sets e conseguir datas, não só em minha região, mas em outros lugares em que a cena underground é forte, como São Paulo, Curitiba e Brasília.</p>
<p>Fotos: <a href="http://www.flickr.com/photos/maanantunes" target="_blank">Amanda Antunes</a></p>
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando e onde o set foi gravado?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Esse set foi gravado ao vivo, na última edição do Universo Paralello que aconteceu na praia do Garcez, em Jaguaripe, Bahia. O festival aconteceu dos dia 27 de dezembro de 2009 até o 3 de janeiro de 2010. Tive a oportunidade de participar do line-up da Pista Alternativa, que era voltada para o &lt;em&gt;low bpm&lt;/em&gt;, em seus variados estilos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte sobre como começou o seu envolvimento com a música eletrônica e como surgiu o seu interesse pela discotecagem?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Desde muito novo eu me interesso bastante por música. Já passei por diversos estilos musicais, desde reggae até heavy metal, o que me permitiu analisar a música eletrônica sob diversos aspectos. Na época do colégio eu promovia em minha casa algumas festas, onde só se ouvia clássicos da música e-music, tais como Daft Punk e Chemical Brothers. Daí pra frente, a coisa evoluiu naturalmente. Comecei a frequentar clubs e raves da minha região, sempre prestando atenção a cada gesto do DJ. Em 2007 adquiri meu equipamento, e foi ai que tudo realmente começou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como você vê a cena eletrônica em Curitiba e Maringá?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Paraná é o berço do maior festival multicultural do Brasil, a TribalTech, realizada em Curitiba. Na última edição trouxe grandes nomes da música eletrônica pra cá, tais como Format:B, Beckers, Marc Romboy, Marshall, Maetrik, Catz and Dogz, dentre muitos outros. Além disso, aqui em Maringá existem dois núcleos de festas que realizam a Atchuca e a Secret Garden, importantes raves regionais. Não mais importante, em Mandaguari, minha cidade natal, existe há pouco tempo um programa na rádio municipal, com foco na música eletrônica underground, o Bee.Waves. Eles sempre trazem sets exclusivos e apresentações ao vivo, além de entrevistas e informações sobre toda a cena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seus projetos atuais como DJ e seus planos para este ano.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Minha meta é evoluir sempre… já iniciei algumas produções em parceria com minha namorada, que gostaria de finalizar ainda esse ano e lançar por alguma gravadora. Também estou focado em pesquisa e treino para aprimorar os meus sets e conseguir datas, não só em minha região, mas em outros lugares em que a cena underground é forte, como São Paulo, Curitiba e Brasília.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fotos: &lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/maanantunes&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Amanda Antunes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Vini Carrasco é natural de Mandaguari, Paraná, e toca profissionalmente há 3 anos. Inserido no universo musical desde pequeno, o jovem DJ começou a desenvolver seu interesse pela eletrônica quando frequentava as festas e clubs da região. [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db40 Felicio Marmitex</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 02:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com passagem pelos principais clubs e festas dedicadas às novas sonoridades da house de São Paulo, o <strong>DJ Felicio Marmitex</strong> mostra no <strong>deepbeep </strong>o &#8220;Indie Groova&#8221;, set que revela seu interesse pelas vertentes grooveadas da música de pista em geral. Com um repertório que vai do funk de James Brown à house de Chicago, passando pela soul da Motown, a disco do Midnight Star e o electro-funk de Afrika Bambaataa, Marmitex resolveu unir música com boa ação. Em janeiro, estreou ao lado do DJ Benjamin Ferreira a festa Xiliquê, que arrecada doações para ONGs e comunidades carentes. Os frequentadores podem sugerir novas entidades <a href="http://www.xilique.com.br/" target="_blank">pelo site</a>, que também conta com dicas, links e notícias que giram em torno do universo musical da festa.</p>
<p><strong>Qual a história por trás desse set? Quando você gravou e porque selecionou essas faixas?</strong><br />
Gravei esses dias, devorando a minha nova ferramenta de trabalho: Serato SL3. Esta é a minha primeira mix usando o equipamento. To adorando ter agilidade na seleção do repertório digital e destinar mais tempo para a mixagem em si. A seleção do &#8220;Indie Groova&#8221; revela o lado B e &#8220;negro&#8221; do americano Jay Haze, o que me deu a oportunidade de tocar antes Erykah Badu e Slope.</p>
<p><strong>Como começou a sua história musical? Você é ligado em música desde criança? Fale sobre fatos curiosos, influências, o que te levou a começar a discotecar, comprar discos, etc…</strong><br />
Quando criança era um hiperativo musical, tocava violão, teclado e bateria. E meu pai sempre me incentivou a ter contato com instrumentos. Aos 16 anos descobri que curtia mais pesquisar e discotecar música eletrônica para um determinado público, do que depender de outras pessoas para formar uma banda e enfrentar o processo de ensaios e etc. Em 2004, tive a oportunidade de trabalhar na redação do Nokia Trends Web com a jornalista Claudia Assef, que me influenciou a comprar meus primeiros discos. Eu já tocava em festas de amigos, mas queria ir mais a fundo. Na época, meu chefe e web-designer Dino Vetorello e eu brincávamos de competir para ver quem comprava as coisas mais legais que chegavam nas lojas da Ouro Fino e na extinta E-Music Store. Os primeiros vinis foram do Luomo, Luciano, Mathew Dear e lançamentos da Tango e 20:20 Vision.</p>
<p><strong>Da onde surgiu a iniciativa beneficente da Xiliquê? Quais serão as próximas entidades beneficiadas?</strong><br />
Surgiu da minha vontade, do amigo Benjamin e da Juliana Arruda em fazer algo maior e colocar em prática qualquer forma de ajuda ao próximo. A ONG Obreiros de Jesus, que atende a cerca de 300 famílias da favela Vietnã na Zona Sul de São Paulo, será a próxima entidade. Vamos arrecadar alimentos não-perecíveis na porta do Vegas. Anote aí: sexta-feira que vem, 19.02, com lançamento do novo álbum do Drumagick, que fará set novíssimo de crack house.</p>
<p><strong>Novos planos para 2010?</strong><br />
Quero popularizar os novos grooves (nu-disco, fidget, crack house) na cena eletrônica e disseminar como um todo a cultura da música funk, que no Brasil é muito associada ao som dos bailes cariocas, o que não é ruim, mas vai bem além. Pretendo realizar mais gigs pelo país e produzir conteúdo para os blogs <a href="http://www.feliciomarmitex.com " target="_blank">feliciomarmitex.com</a> e Marmita Sônica, no Rraurl. E ainda estabelecer a Girainfo Comunicação, minha assessoria de imprensa voltada para DJs, musicos, bandas,VJs e emprendimentos da cena, como festivais, novas mídias e gravadoras digitais.</p>
<p>Fotos: <a href="http://www.flickr.com/photos/heartinflames" target="_blank">Flávio Souza</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Com passagem pelos principais clubs e festas dedicadas às novas sonoridades da house de São Paulo, o &lt;strong&gt;DJ Felicio Marmitex&lt;/strong&gt; mostra no &lt;strong&gt;deepbeep &lt;/strong&gt;o “Indie Groova”, set que revela seu interesse pelas vertentes grooveadas da música de pista em geral. Com um repertório que vai do funk de James Brown à house de Chicago, passando pela soul da Motown, a disco do Midnight Star e o electro-funk de Afrika Bambaataa, Marmitex resolveu unir música com boa ação. Em janeiro, estreou ao lado do DJ Benjamin Ferreira a festa Xiliquê, que arrecada doações para ONGs e comunidades carentes. Os frequentadores podem sugerir novas entidades &lt;a href=&quot;http://www.xilique.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;pelo site&lt;/a&gt;, que também conta com dicas, links e notícias que giram em torno do universo musical da festa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual a história por trás desse set? Quando você gravou e porque selecionou essas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Gravei esses dias, devorando a minha nova ferramenta de trabalho: Serato SL3. Esta é a minha primeira mix usando o equipamento. To adorando ter agilidade na seleção do repertório digital e destinar mais tempo para a mixagem em si. A seleção do “Indie Groova” revela o lado B e “negro” do americano Jay Haze, o que me deu a oportunidade de tocar antes Erykah Badu e Slope.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como começou a sua história musical? Você é ligado em música desde criança? Fale sobre fatos curiosos, influências, o que te levou a começar a discotecar, comprar discos, etc…&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quando criança era um hiperativo musical, tocava violão, teclado e bateria. E meu pai sempre me incentivou a ter contato com instrumentos. Aos 16 anos descobri que curtia mais pesquisar e discotecar música eletrônica para um determinado público, do que depender de outras pessoas para formar uma banda e enfrentar o processo de ensaios e etc. Em 2004, tive a oportunidade de trabalhar na redação do Nokia Trends Web com a jornalista Claudia Assef, que me influenciou a comprar meus primeiros discos. Eu já tocava em festas de amigos, mas queria ir mais a fundo. Na época, meu chefe e web-designer Dino Vetorello e eu brincávamos de competir para ver quem comprava as coisas mais legais que chegavam nas lojas da Ouro Fino e na extinta E-Music Store. Os primeiros vinis foram do Luomo, Luciano, Mathew Dear e lançamentos da Tango e 20:20 Vision.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Da onde surgiu a iniciativa beneficente da Xiliquê? Quais serão as próximas entidades beneficiadas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Surgiu da minha vontade, do amigo Benjamin e da Juliana Arruda em fazer algo maior e colocar em prática qualquer forma de ajuda ao próximo. A ONG Obreiros de Jesus, que atende a cerca de 300 famílias da favela Vietnã na Zona Sul de São Paulo, será a próxima entidade. Vamos arrecadar alimentos não-perecíveis na porta do Vegas. Anote aí: sexta-feira que vem, 19.02, com lançamento do novo álbum do Drumagick, que fará set novíssimo de crack house.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Novos planos para 2010?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quero popularizar os novos grooves (nu-disco, fidget, crack house) na cena eletrônica e disseminar como um todo a cultura da música funk, que no Brasil é muito associada ao som dos bailes cariocas, o que não é ruim, mas vai bem além. Pretendo realizar mais gigs pelo país e produzir conteúdo para os blogs &lt;a href=&quot;http://www.feliciomarmitex.com &quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;feliciomarmitex.com&lt;/a&gt; e Marmita Sônica, no Rraurl. E ainda estabelecer a Girainfo Comunicação, minha assessoria de imprensa voltada para DJs, musicos, bandas,VJs e emprendimentos da cena, como festivais, novas mídias e gravadoras digitais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fotos: &lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/heartinflames&quot; [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Com passagem pelos principais clubs e festas dedicadas às novas sonoridades da house de São Paulo, o DJ Felicio Marmitex mostra no deepbeep o “Indie Groova”, set que revela seu interesse pelas vertentes grooveadas da música de pista em [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dbmixtape Jade Gola</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 13:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brinquei bastante de mixtape quando moleque &#8211; não faz muito tempo na real. Ainda sem um computador com &#8220;kit multimídia&#8221;, eu ouvia os poucos programas de dance music na rádio, como os sets dos DJs convidados do &#8220;Na Balada&#8221; (Jovem Pan) e no &#8220;Sambaloco&#8221; na Imprensa FM (eu colocava bombril na antena do estéreo). Ia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brinquei bastante de mixtape quando moleque &#8211; não faz muito tempo na real. Ainda sem um computador com &#8220;kit multimídia&#8221;, eu ouvia os poucos programas de dance music na rádio, como os sets dos DJs convidados do &#8220;Na Balada&#8221; (Jovem Pan) e no &#8220;Sambaloco&#8221; na Imprensa FM (eu colocava bombril na antena do estéreo). Ia gravando picotes de drum&#8217;n'bass, faixas de acid techno (era época de Groove Nation!), trechos de DJs falando e ficava sempre ligado para apertar o pause na hora que entravam as vinhetas longas e o intervalo. Então as fitinhas K7 eram Frankensteins sonoros que, lá pelo fim dos anos 90/começo dos 2000, ajudaram a formar minhas primeiras referências de música eletrônica (lembro de algumas das &#8220;mixagens&#8221; em play/pause até hoje, mas não sei por onde andam as fitas).</p>
<p>Hoje as possibilidades são maiores e escolher faixas para uma mixtape é tão difícil quanto nós, jornalistas, sermos convidados a atacar de DJ numa festinha ou outra. Pensei em começar leve, com um pouco de pop &#8220;warm&#8221;, alguma sensualidade e humor, que eu gosto. Como meu dia a dia musical é calcado principalmente nas pesquisas que faço, selecionei coisas novas que pingaram nos meus ouvidos nas últimas semanas (Vampire Weekend, Siriusmo e a nova do Gorillaz, por exemplo), fora algumas outras coisas que já estão me viciando há meses (Bogdan Irkük, Annie, Lindstrom, Washed Out, Claro Intelecto&#8230;).</p>
<p>Recuperei coisas que ouvia no QG do <a href="http://rraurl.com/">rraurl.com</a>, lugar que, em bons anos de trabalho (repórter, depois editor) descobri como cavucar a rede atrás de música boa (Fox N&#8217; Wolf, Claro Intelecto e Joakim são remanescentes deste período). Daí fui misturando tudo, ouvindo e fuçando o meu HD para achar outros artistas e faixas que dariam liga nessa seleção heterogênea. Assim, desenterrei Aphex Twin, me diverti com Chris Isaak e até o Enigma entrou na parada &#8211; nesse momento devo agradecer ao Fabio Viecelli pelo edits e pela inspiração. E um viva também ao mixer do Winamp!</p>
<p>Música é gosto latente, momentâneo e pessoal, algo tratado com afeto. Foi o que busquei com essa mixtape. Espero que os deepbeepeiros gostem. Se a reação for surpresa, melhor ainda!</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Brinquei bastante de mixtape quando moleque – não faz muito tempo na real. Ainda sem um computador com “kit multimídia”, eu ouvia os poucos programas de dance music na rádio, como os sets dos DJs convidados do “Na Balada” (Jovem Pan) e no “Sambaloco” na Imprensa FM (eu colocava bombril na antena do estéreo). Ia gravando picotes de drum’n&#039;bass, faixas de acid techno (era época de Groove Nation!), trechos de DJs falando e ficava sempre ligado para apertar o pause na hora que entravam as vinhetas longas e o intervalo. Então as fitinhas K7 eram Frankensteins sonoros que, lá pelo fim dos anos 90/começo dos 2000, ajudaram a formar minhas primeiras referências de música eletrônica (lembro de algumas das “mixagens” em play/pause até hoje, mas não sei por onde andam as fitas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje as possibilidades são maiores e escolher faixas para uma mixtape é tão difícil quanto nós, jornalistas, sermos convidados a atacar de DJ numa festinha ou outra. Pensei em começar leve, com um pouco de pop “warm”, alguma sensualidade e humor, que eu gosto. Como meu dia a dia musical é calcado principalmente nas pesquisas que faço, selecionei coisas novas que pingaram nos meus ouvidos nas últimas semanas (Vampire Weekend, Siriusmo e a nova do Gorillaz, por exemplo), fora algumas outras coisas que já estão me viciando há meses (Bogdan Irkük, Annie, Lindstrom, Washed Out, Claro Intelecto…).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recuperei coisas que ouvia no QG do &lt;a href=&quot;http://rraurl.com/&quot;&gt;rraurl.com&lt;/a&gt;, lugar que, em bons anos de trabalho (repórter, depois editor) descobri como cavucar a rede atrás de música boa (Fox N’ Wolf, Claro Intelecto e Joakim são remanescentes deste período). Daí fui misturando tudo, ouvindo e fuçando o meu HD para achar outros artistas e faixas que dariam liga nessa seleção heterogênea. Assim, desenterrei Aphex Twin, me diverti com Chris Isaak e até o Enigma entrou na parada – nesse momento devo agradecer ao Fabio Viecelli pelo edits e pela inspiração. E um viva também ao mixer do Winamp!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Música é gosto latente, momentâneo e pessoal, algo tratado com afeto. Foi o que busquei com essa mixtape. Espero que os deepbeepeiros gostem. Se a reação for surpresa, melhor ainda!&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Brinquei bastante de mixtape quando moleque – não faz muito tempo na real. Ainda sem um computador com “kit multimídia”, eu ouvia os poucos programas de dance music na rádio, como os sets dos DJs convidados do “Na Balada” (Jovem Pan) e [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db39 Cau Lopez</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 04:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O DJ e produtor carioca Cau Lopez criou um mix senoidal, como ele próprio  classifica. “Momentos viajantes e reflexivos, com outros mais empolgantes e dançantes. Você pode ouvir no carro ou em uma festa em casa”, comenta o DJ. Com passagem pelos principais clubs e festas de house e neo-disco do Rio e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O DJ e produtor carioca <strong>Cau Lopez</strong> criou um mix senoidal, como ele próprio  classifica. “Momentos viajantes e reflexivos, com outros mais empolgantes e dançantes. Você pode ouvir no carro ou em uma festa em casa”, comenta o DJ. Com passagem pelos principais clubs e festas de house e neo-disco do Rio e de São Paulo, o DJ acredita na pluralidade da cena  carioca onde se ouve boa música. A sua parte ele garante cumprir nesta edição do <strong>deepbeep series</strong>.</p>
<p><strong>Quando você gravou este set e qual o momento ideal para escutá-lo?<br />
</strong>Gravei semana passada, a idéia foi mesclar em um mesmo set faixas que não costumo tocar por terem elementos mais <em>out</em>&#8217;s e BPM mais baixo com outras que demonstram mais a linha do som que eu toco. Acho que meus sets tem uma característica senoidal, gosto dessa levada aonde intercala-se momentos mais viajantes e reflexivos, com outros mais empolgantes e dançantes, portanto ele cai bem em diversos momentos, você pode ouvir no carro ou em uma festa, em casa.</p>
<p><strong>Como a sua experiência como produtor artístico &#8211; que trouxe nomes como Antix e Anthony Rother para o Brasil – ajudou na construção da sua carreira de DJ e produtor musical?<br />
</strong>Comecei a estudar música e produzir eventos muito cedo, já no colégio. Depois veio a faculdade de Comunicação, me especializei e me apaixonei pela área de Produção de Eventos e esse é meu trabalho paralelo até hoje. Comecei a tocar profissionalmente em 2002, fazia um som diferente, mais pro prog-house. Produzia festas com nomes que a gente queria ouvir na epóca, abri uma produtora em Vitória-ES e tive contato com produtores já reconhecidos mundialmente e a oportunidade de ver expert&#8217;s sentados ao meu lado, produzindo, acertando detalhes para suas apresentações. Com isso meu lado criativo começou a falar mais alto e algum tempo depois, já no RJ, fui estudar produção musical e montei um pequeno <em>homestudio</em>, sempre que tenho tempo é lá que estou, arriscando remixes, edits, produzindo, aprendendo coisas novas.</p>
<p><strong>O que costuma escutar quando não está pesquisando ou produzindo?<br />
</strong>Ouço várias coisas&#8230; Nos últimos dias, Air, Sufjan Stevens, Robert Plant &amp; Alison Krauss, Stee Downes, Matthew Herbert, várias coisas de Jazz, às vezes algo de clássica como Yo-yoma e por aí vai&#8230;</p>
<p><strong>O que faz a cena eletrônica carioca ser especial?<br />
</strong>Acredito na pluralidade da cena carioca, dá pra ouvir música boa, ver gente interessante e acertar na festa. Porém, como em todo lugar do mundo hoje, também tem espaço para &#8220;celebridades&#8221; e seus iPods, pra quem gosta e vai se divertir. O Rio tem festas tradicionais , como a Oops! Acho incrível essa capacidade de uma festa sobreviver tanto tempo no underground, com o mesmo conceito, forte e aliás acho eu que é por isso que está aí até hoje&#8230; Por outro lado, tem as &#8220;festinhas de verão&#8221;, que vão e vem, duram menos e divertem tanto quanto. Hoje no Rio, sinto falta de noites menores, menos pretensiosas, com foco na música boa e na cerveja gelada, (o difícil bom serviço&#8230;). Mas acho que isso tudo é cíclico e os bons inferninhos vão voltar a fazer parte da cena carioca, pelo menos é o que eu espero! Também penso em fazer minha parte, em breve pintam novidades!</p>
<p><strong>Quais são seus projetos atuais e planos para 2010?</strong><br />
Tocar mais e mostrar meu trabalho de forma mais constante, me dedicar um pouco mais a produção e quem sabe lançar alguma faixa, festa&#8230;</p>
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando você gravou este set e qual o momento ideal para escutá-lo?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Gravei semana passada, a idéia foi mesclar em um mesmo set faixas que não costumo tocar por terem elementos mais &lt;em&gt;out&lt;/em&gt;’s e BPM mais baixo com outras que demonstram mais a linha do som que eu toco. Acho que meus sets tem uma característica senoidal, gosto dessa levada aonde intercala-se momentos mais viajantes e reflexivos, com outros mais empolgantes e dançantes, portanto ele cai bem em diversos momentos, você pode ouvir no carro ou em uma festa, em casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como a sua experiência como produtor artístico – que trouxe nomes como Antix e Anthony Rother para o Brasil – ajudou na construção da sua carreira de DJ e produtor musical?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Comecei a estudar música e produzir eventos muito cedo, já no colégio. Depois veio a faculdade de Comunicação, me especializei e me apaixonei pela área de Produção de Eventos e esse é meu trabalho paralelo até hoje. Comecei a tocar profissionalmente em 2002, fazia um som diferente, mais pro prog-house. Produzia festas com nomes que a gente queria ouvir na epóca, abri uma produtora em Vitória-ES e tive contato com produtores já reconhecidos mundialmente e a oportunidade de ver expert’s sentados ao meu lado, produzindo, acertando detalhes para suas apresentações. Com isso meu lado criativo começou a falar mais alto e algum tempo depois, já no RJ, fui estudar produção musical e montei um pequeno &lt;em&gt;homestudio&lt;/em&gt;, sempre que tenho tempo é lá que estou, arriscando remixes, edits, produzindo, aprendendo coisas novas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que costuma escutar quando não está pesquisando ou produzindo?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Ouço várias coisas… Nos últimos dias, Air, Sufjan Stevens, Robert Plant &amp; Alison Krauss, Stee Downes, Matthew Herbert, várias coisas de Jazz, às vezes algo de clássica como Yo-yoma e por aí vai…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que faz a cena eletrônica carioca ser especial?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Acredito na pluralidade da cena carioca, dá pra ouvir música boa, ver gente interessante e acertar na festa. Porém, como em todo lugar do mundo hoje, também tem espaço para “celebridades” e seus iPods, pra quem gosta e vai se divertir. O Rio tem festas tradicionais , como a Oops! Acho incrível essa capacidade de uma festa sobreviver tanto tempo no underground, com o mesmo conceito, forte e aliás acho eu que é por isso que está aí até hoje… Por outro lado, tem as “festinhas de verão”, que vão e vem, duram menos e divertem tanto quanto. Hoje no Rio, sinto falta de noites menores, menos pretensiosas, com foco na música boa e na cerveja gelada, (o difícil bom serviço…). Mas acho que isso tudo é cíclico e os bons inferninhos vão voltar a fazer parte da cena carioca, pelo menos é o que eu espero! Também penso em fazer minha parte, em breve pintam novidades!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são seus projetos atuais e planos para 2010?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tocar mais e mostrar meu trabalho de forma mais constante, me dedicar um pouco mais a produção e quem sabe lançar alguma faixa, festa…&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>O DJ e produtor carioca Cau Lopez criou um mix senoidal, como ele próprio  classifica. “Momentos viajantes e reflexivos, com outros mais empolgantes e dançantes. Você pode ouvir no carro ou em uma festa em casa”, comenta o DJ. Com passagem [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dbmixtape Ivi Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Drop Kick]]></category>
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		<description><![CDATA[Fico bem feliz quando consigo fechar uma lista de músicas que me agradam e fazem bem, como essa que dá pra escutar aqui nesse sítio. Essa seleção reflete um pouco do que estou curtindo e do que gosto de forma geral. Quem não me conhece pode tentar construir minha personalidade pelas músicas.
Ou é muita piração?
Acho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fico bem feliz quando consigo fechar uma lista de músicas que me agradam e fazem bem, como essa que dá pra escutar aqui nesse sítio. Essa seleção reflete um pouco do que estou curtindo e do que gosto de forma geral. Quem não me conhece pode tentar construir minha personalidade pelas músicas.</p>
<p>Ou é muita piração?</p>
<p>Acho que tenho um espectro grande de gostos, entre eles o musical, que me dedico desde o fanzine Vã Guarda que editei em Floripa antes de entrar no curso de jornalismo no fim dos anos 80. Àquela altura eu já tinha deglutido Kiss, The B-52&#8217;s, Talking Heads, The Smiths, The Cure (minha banda preferida até hoje), Iron Maiden, Blitz e tudo mais do rock nacional dos 80. Desde então apaguei o limite entre trabalho e diversão. Qualquer papo em balada pode virar pauta, sabe?</p>
<p>Rodo pelos lugares mais under do que grounds há bastante tempo, mas na tal de &#8220;cena eletrônica&#8221; estou desde os tempos do Hell&#8217;s lá no Columbia. Gravei um clipe com Mau Mau e Marcelona no inferninho, em 96! E de lá foi tanta festa e balada e matéria que não tem como ficar escrevendo. De jornalismo bacana passei pela edição do Metrópolis (TV Cultura), trampei nas revistas Beatz e DJ Mag e atualmente na Mixmag, já fui mediaman do D-Edge e agora estou nA Lôca, continuo colaborando com vários sites e me esforçando pra manter o blog +1teko ligado.</p>
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&lt;p&gt;Ou é muita piração?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que tenho um espectro grande de gostos, entre eles o musical, que me dedico desde o fanzine Vã Guarda que editei em Floripa antes de entrar no curso de jornalismo no fim dos anos 80. Àquela altura eu já tinha deglutido Kiss, The B-52’s, Talking Heads, The Smiths, The Cure (minha banda preferida até hoje), Iron Maiden, Blitz e tudo mais do rock nacional dos 80. Desde então apaguei o limite entre trabalho e diversão. Qualquer papo em balada pode virar pauta, sabe?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rodo pelos lugares mais under do que grounds há bastante tempo, mas na tal de “cena eletrônica” estou desde os tempos do Hell’s lá no Columbia. Gravei um clipe com Mau Mau e Marcelona no inferninho, em 96! E de lá foi tanta festa e balada e matéria que não tem como ficar escrevendo. De jornalismo bacana passei pela edição do Metrópolis (TV Cultura), trampei nas revistas Beatz e DJ Mag e atualmente na Mixmag, já fui mediaman do D-Edge e agora estou nA Lôca, continuo colaborando com vários sites e me esforçando pra manter o blog +1teko ligado.&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Fico bem feliz quando consigo fechar uma lista de músicas que me agradam e fazem bem, como essa que dá pra escutar aqui nesse sítio. Essa seleção reflete um pouco do que estou curtindo e do que gosto de forma geral. Quem não me conhece pode [...]</itunes:subtitle>
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		<item>
		<title>db38 Corello DJ</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db38-corello-dj/</link>
		<comments>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db38-corello-dj/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 03:53:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
				<category><![CDATA[db series]]></category>
		<category><![CDATA[sets-relacionados]]></category>
		<category><![CDATA[black]]></category>
		<category><![CDATA[breakbeat]]></category>
		<category><![CDATA[Corello DJ]]></category>
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		<category><![CDATA[hip hop]]></category>
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		<category><![CDATA[soul]]></category>

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		<description><![CDATA[Marco Aurélio Ferreira, aka Corello DJ, foi o primeiro DJ da zona norte carioca a dominar a arte da mixagem e também responsável pelo &#8220;charme&#8221;, termo criado em 1980 para definir um novo caminho do R&#38;B, que privilegiava a harmonia e o ritmo das músicas. Como radialista, ele também foi responsável pela revolução da &#8220;plástica&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marco Aurélio Ferreira, aka <strong>Corello DJ, </strong>foi o primeiro DJ da zona norte carioca a dominar a arte da mixagem e também responsável pelo &#8220;charme&#8221;, termo criado em 1980 para definir um novo caminho do R&amp;B, que privilegiava a harmonia e o ritmo das músicas. Como radialista, ele também foi responsável pela revolução da &#8220;plástica&#8221; de programas, com a introdução de vinhetas americanas e locuções diferenciada. Enquanto isso, lotava os bailes do subúrbio com milhares de jovens amantes da boa música. Em parceria com Fernandinho DJ, trouxe ao Brasil consagrados artistas do gênero como Glen Jones, Sybil, Curtis Hairston e Omar Chandler.</p>
<p>Na primeira parte do set gravado para o <strong>deepbeep</strong>, o DJ apresenta uma seleção de faixas <em>old school</em> e de hip hop da década perdida. Na segunda parte, revela a evolução do R&amp;B atual, com faixas usadas nas suas discotecagens pelas noites cariocas.</p>
<p><strong>Como você  definiria este set?</strong><br />
Procurei contar um pouco da história do R&amp;B nos bailes da Zona Norte carioca sem seguir a cronologia do ano em que foram lançadas. Depois de pronto, enquanto fazia o tracklist, me dei conta que o set ficou repleto de hits <em>old school</em>, que ainda fazem parte das chamadas “raridades” da época, vindos de vinis difíceis de encontrar nos EUA e na Inglaterra. A primeira hora tem aquela levada dos anos 80 marcada pelo BPM alto (para os padrões atuais) e seus arranjos ainda baseados em muitos instrumentos como metais, cordas e vocais harmoniosos. A segunda parte é o retrato atual dos bailes de subúrbio, que mostra a evolução do R&amp;B pós hip hop, onde se volta a valorizar a elegância do Urban R&amp;B americano e inglês.</p>
<p><strong>Quais foram suas inspirações e referências pra gravar o set?</strong><br />
Pude fazer o set mais solto, sem as preocupações da visão de pista, necessária a qualquer DJ. O set <em>old school</em> de certa forma foi inspirado num antigo programa de rádio chamado Big Apple Mix, apresentado pelo saudoso Frankie Crocker na WBLS de Nova Iorque até meados dos anos 90. O set atual foi saindo conforme a inspiração do momento da criação. Não parei pra olhar pro lado. São músicas que toco no meu noite a noite, que o meu cérebro já conhece o caminho de ida e volta. São músicas que fazem a pista atual nas festas do subúrbio do Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>Como começou a sua história musical? Você é ligado em música desde criança? Fale sobre fatos curiosos, influências, o que te levou a começar a discotecar, comprar discos, etc&#8230;</strong><br />
Sim, nunca soltei pipa, joguei bola e não sei andar de bicicleta&#8230;.meu negócio era música. Minha mãe tinha muitos discos e vivia cantando e dançando em casa. Comecei a ouvir rádio muito cedo, adorava a Rádio Tamoio e Mundial (ambas AM) Curti muito o falecido Big Boy e vi o nascimento do FM no Rio de Janeiro. Em 1968, então com 15 anos, fui trabalhar numa importadora de discos em Copacabana chamada Synphonie.  Lá conheci os dois brancos mais negões da minha adolescência: Mario Portas Ragio (que na verdade era um Conde) e Carlinhos (depois King Carol). A convivência com ambos foi enriquecedora. Ali tomei conhecimento do que tinha vindo “antes” na Black Music, passei a ter nas fichas técnicas dos discos importados  a informação que hoje conseguimos pela internet . No inicio eu gostava de dançar, cheguei a fazer parte de um grupo denominado “Os dez maiores dançarinos do Brasil” e fomos levados por Ademir Lemos já falecido, ao programa do Silvio Santos (pula essa parte) em São Paulo. Daí a me tornar um DJ foi um pulo.</p>
<p>Eu ficava intrigado com isso. Passei a ter três ou quatro músicas tocando ao mesmo tempo na minha cabeça, numa confusão musical que só tinha sentido pra mim. Confesso que vivi momentos de total desligamento do mundo real, imaginando cortes, viradas de bateria. Faço parte de uma geração de DJs anterior ao surgimento da tecnologia dos equipamentos específicos para profissão. Todos os recursos indispensáveis hoje em dia, simplesmente não haviam sido inventados. Como explicar para um técnico em eletrônica em 1973, que eu queria MISTURAR os sinais de dois toca-discos? Ou pior, como fazê-lo entender que eu queria um sistema de pré escuta (a palavra não tinha sido criada). Quando essa tecnologia surgiu em 77/78 para os mais abastados, eu já conhecia todos os truques necessários para materializar a minha insanidade temporária. Minhas principais referências foram: o falecido Ricardo Lamounier no quesito mixagem. Na época ele, estava na vanguarda técnica. No bom gosto Amândio Dahora, visão de pista Luizinho Disc-Jockey Soul (<em>in memorian</em>) e toda a bagagem musical de Mr. Funk Santos, pai de todos os DJs de Black Music do Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>Você foi um dos primeiros DJs a trabalhar com mixagens no Rio de Janeiro, batizou o R&amp;B harmonioso que tocava de &#8220;Charme&#8221;, comandou programas de rádio lendários como o &#8220;Seis e Dance&#8221; e &#8220;Classics RPC&#8221; na extinta RPC FM, é praticamente impossível falar dos grandes bailes cariocas sem citar seu nome. Quais foram os momentos mais emocionantes da sua carreira?</strong><br />
Lembro de ocasiões impactantes; o nascimento do movimento charme no Rio em 1980. Com a “morte” da  Soul Music em 77 e da Disco em 79/80, havia um cenário de indefinição musical  no horizonte. As equipes de som da Zona Norte do Rio que não se adaptaram as mudanças musicais e estavam como direi? Perdidas!</p>
<p>Foi nesse hiato que comecei a tocar artistas desconhecidos do segmento R&amp;B como Frankie Beverly &amp; Maze, Billy Griffin, Webster Lewis, entre outros. Houve um fenômeno que dificilmente será repetido. Todos os DJ’s que compravam discos importados se recusavam a tocar o chamado “disco-funk”, eles estavam inclinados a tocar o Funk Melody ou Miami Bass e classificavam o que eu tocava como música de viado&#8230; Ótimo, passei sem querer, ao topo da cadeia alimentar. Tudo que não servia pra eles, eu adorava! Cheguei a ter dez discos de cada, pois todos me cediam os discos, veja que coisa interessante! O que muita gente não sabe é que, o Funk Melody e o Miami Bass foram os hospedeiros do Funk Carioca, mas isso é outra história&#8230;</p>
<p><strong>O que acha da produção atual da black music brasileira e mundial?</strong><br />
O R&amp;B nacional deu um salto de qualidade impressionante. São Paulo, Rio e Rio Grande do Sul alcançaram a sonoridade gringa sem perder a identidade, houve também o amadurecimento técnico do músico brasileiro e os cantores perderam a vergonha de cantar em português. Acho o cenário promissor, desde que haja uma maior visibilidade dos artistas na mídia. Quanto à atualidade gostei muito da evolução do R&amp;B puro para o Hip Hop no primeiro momento, entre os anos de 2004 e 2006. Depois que lançaram a Thalia &amp; Fat Joe meu queixo caiu. A pasteurização tomou conta, o Hip Hop virou modinha de playboy e a indústria cultural se encarregou de fazer o resto. O excesso de lançamentos inócuos resultou num novo híbrido o Hip Pop. Aqui no Rio chegaram da dizer que: Akon, Black Eyed Peas e Pussycats Dolls eram Hip Hop&#8230; Fiquei bege!!!</p>
<p>Dei graças à Deus quando essa onda passou mas, as rádios insistem em tocar&#8230; Fazer o quê? Enquanto isso no gueto as mudanças foram mais visíveis, volta-se a valorizar  o R&amp;B “classudo” com a levada crua do Hip Hop&#8230; Até a zona sul está aderindo. Enquanto isso o universo de ouvintes de rádio offline diminui a cada ibope.</p>
<p><strong>Qual é aquele clássico que nunca vai sair do topo da sua parada? E, qual foi sua última grande descoberta?</strong><br />
Existem músicas que “funcionam” em qualquer época, depende muito do tipo de pista que eu esteja fazendo. Mas, é lógico que sempre tem aquele midi ou aquele flash que direcionam ou em muitos casos “salvam” o seu set. Só pra citar alguns: Shabba Ranks – House Call, Brand New Heavies – Never Stop ou um Guy – I Like.</p>
<p>Quanto a lançamentos, não me atrevo a citar um sequer. Em tempos de internet e downloads à rodo, não dá pra bater no peito e anunciar aos quatro cantos que você “descobriu” este ou aquele som, pelo menos no cenário R&amp;B onde o acesso as pérolas foi democratizado ao extremo.</p>
<p><strong>Quais são seus projetos atuais e planos futuros?</strong><br />
Os atuais e futuros são de continuar trabalhando com música boa, tocando o que gosto, sem ter a necessidade de me prostituir musicalmente. Faço a seleção musical de alguns canais áudio da GloboRádio para Net e Sky e minhas festas nos finais de semana.</p>
<p>Agradecimentos: Taciana Abreu<br />
Fotos: <a href="http://www.lucasbori.com.br/" target="_blank">Lucas Bori</a></p>
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&lt;p&gt;Na primeira parte do set gravado para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, o DJ apresenta uma seleção de faixas &lt;em&gt;old school&lt;/em&gt; e de hip hop da década perdida. Na segunda parte, revela a evolução do R&amp;B atual, com faixas usadas nas suas discotecagens pelas noites cariocas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como você  definiria este set?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Procurei contar um pouco da história do R&amp;B nos bailes da Zona Norte carioca sem seguir a cronologia do ano em que foram lançadas. Depois de pronto, enquanto fazia o tracklist, me dei conta que o set ficou repleto de hits &lt;em&gt;old school&lt;/em&gt;, que ainda fazem parte das chamadas “raridades” da época, vindos de vinis difíceis de encontrar nos EUA e na Inglaterra. A primeira hora tem aquela levada dos anos 80 marcada pelo BPM alto (para os padrões atuais) e seus arranjos ainda baseados em muitos instrumentos como metais, cordas e vocais harmoniosos. A segunda parte é o retrato atual dos bailes de subúrbio, que mostra a evolução do R&amp;B pós hip hop, onde se volta a valorizar a elegância do Urban R&amp;B americano e inglês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais foram suas inspirações e referências pra gravar o set?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pude fazer o set mais solto, sem as preocupações da visão de pista, necessária a qualquer DJ. O set &lt;em&gt;old school&lt;/em&gt; de certa forma foi inspirado num antigo programa de rádio chamado Big Apple Mix, apresentado pelo saudoso Frankie Crocker na WBLS de Nova Iorque até meados dos anos 90. O set atual foi saindo conforme a inspiração do momento da criação. Não parei pra olhar pro lado. São músicas que toco no meu noite a noite, que o meu cérebro já conhece o caminho de ida e volta. São músicas que fazem a pista atual nas festas do subúrbio do Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como começou a sua história musical? Você é ligado em música desde criança? Fale sobre fatos curiosos, influências, o que te levou a começar a discotecar, comprar discos, etc…&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sim, nunca soltei pipa, joguei bola e não sei andar de bicicleta….meu negócio era música. Minha mãe tinha muitos discos e vivia cantando e dançando em casa. Comecei a ouvir rádio muito cedo, adorava a Rádio Tamoio e Mundial (ambas AM) Curti muito o falecido Big Boy e vi o nascimento do FM no Rio de Janeiro. Em 1968, então com 15 anos, fui trabalhar numa importadora de discos em Copacabana chamada Synphonie.  Lá conheci os dois brancos mais negões da minha adolescência: Mario Portas Ragio (que na verdade era um Conde) e Carlinhos (depois King Carol). A convivência com ambos foi enriquecedora. Ali tomei conhecimento do que tinha vindo “antes” na Black Music, passei a ter nas fichas técnicas dos discos importados  a informação que hoje conseguimos pela internet . No inicio eu gostava de dançar, cheguei a fazer parte de um grupo denominado “Os dez maiores dançarinos do Brasil” e fomos levados por Ademir Lemos já falecido, ao programa do Silvio Santos (pula essa parte) em São Paulo. Daí a me tornar um DJ foi um pulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu ficava intrigado com isso. Passei a ter três ou quatro músicas tocando ao [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Marco Aurélio Ferreira, aka Corello DJ, foi o primeiro DJ da zona norte carioca a dominar a arte da mixagem e também responsável pelo “charme”, termo criado em 1980 para definir um novo caminho do R&amp;B, que privilegiava a harmonia e o [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db37 Davis</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 17:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O DJ e produtor Davis é destaque na cena house underground e divide suas residências em clubs e festas de São Paulo e Florianópolis. Além das discotecagens no projeto Freak Chic, Davis também coleciona tours internacionais que passaram por países como Alemanha e Espanha, durante 4 anos consecutivos. Sua experiência como produtor inclui parcerias com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O DJ e produtor <strong>Davis</strong> é destaque na cena house underground e divide suas residências em clubs e festas de São Paulo e Florianópolis. Além das discotecagens no projeto Freak Chic, Davis também coleciona tours internacionais que passaram por países como Alemanha e Espanha, durante 4 anos consecutivos. Sua experiência como produtor inclui parcerias com artistas como Wagon Cookin, Ilija Rudman, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/glocal/">Glocal</a> e <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/victor-a/">Victor Rotciv</a>, e suas faixas são tocadas por grandes nomes da new disco, como Todd Terje e Pete Herbert.</p>
<p><strong>Quando e onde você gravou este set? Porque escolheu essas faixas?</strong><br />
O set foi gravado no domingo (17/01) na minha casa, na companhia do meu ilustre cachorro. Estava curioso para ouvir alguns 12” novos que não tinham sido tocados na última Freak Chic, resolvi ouví-los, gostei tanto deles naquele momento que disparei a tocar e a gravar o set.</p>
<p>Algumas faixas foram escolhidas primeiramente por serem as “preferidas” do público, muitas delas arrancaram bons momentos na pista nas últimas apresentações. Outras faixas por serem novas e, as poucas em versão digital, foram escolhidas por serem promos (incluindo edits) de meus amigos. Inclui, ainda, uma faixa minha <em>unreleased</em> remixada pelo engraçado Pete Herbert.</p>
<p><strong>O que você tem ouvido de bom? Quais são suas apostas em termos de gêneros/artistas/selos para esse ano?</strong><br />
Tenho ouvido um pouco de rock, jazz, funk e soul. Artistas como Talking Heads (todos os discos), Junior Walker, Jahcoozi, Tornado Wallace, Kurtis Blow, Change, Pixies, EX! e Flow Dynamics frequentam o meu iTunes recentemente.</p>
<p>A minha aposta continua sendo a originalidade. Alinho meu trabalho aos artistas e selos que não se prendem ao modismo. The Popular Peoples Front, Social Disco Club, Tensnake, Lovebirds, Pilooski, Rotciv, Zopelar são alguns artistas que seguem um caminho próprio e que se destacam naturalmente, sem recorrer exclusivamente ao estilo musical do momento.</p>
<p>Pra mim o lance é equilibrar a música atual sem perder a origem. Gosto dessa onda house 90, mas é importante não se esquecer que estamos em 2010. Apresentar o passado mas com uma identidade atual, para mim, soa melhor e continua sendo a aposta em 2010, seja house ou disco.</p>
<p><strong>2009 foi bem movimentado para você: muitas discotecagens, parcerias, lançamentos e remixes. Quais foram os momentos mais marcantes ou importantes desse ano que passou, profissional ou pessoalmente?</strong><br />
2009 foi excelente! Agenda cheia, festas incríveis, boas parcerias… A jornada de momentos importantes se iniciou, em janeiro, no dia do meu aniversário, quando recebi a melhor notícias dos últimos anos, o convite para residência na Freak Chic! Dividir a cabine com o Renato e com o Pareto é um privilégio, pois sempre acompanhei e admirei o trabalho deles na FC.</p>
<p>Depois, muitos acontecimentos marcantes: uma sequência de lançamentos, remixes e parcerias, entre eles After Midnight, do Glocal, pela Rebirth. Em Julho, o Faze Action incluiu minha faixa Commited em seu Chart na Juno. Em setembro, o Richard Sen topou remixar uma faixa do disco novo e logo em seguida o Pete Herbert me escreveu dizendo que também participaria. Novembro o convite para tocar em Madrid e Londres com direito a um gratificante reconhecimento do Glimmers na balada. E, ainda, muitos feedbacks positivos de artistas internacionais que eu não esperava, como Todd Terje, Jacques Renault, Ilija Rudman, Mugwump e The Glimmers.</p>
<p><strong>Quais seus planos para 2010?</strong><br />
A previsão é de muitos lançamentos para o primeiro semestre, começando com o primeiro release do selo D-Edge (vinyl e digital), um EP chamado Nautica, com remixes de Pete Herbert, Rotciv, Wagon Cookin e Richard Sen. Pelo selo Mister Mistery tenho programado o lançamento de uma compilação mixada por mim e acompanhado de um single chamado 707, com remixes do Pareto e do Zopelar. A previsão de dois remixes para a excelente banda de rock EX! O lançamento de um EP em parceria com Zopelar, pelo D-Edge, com faixas de nossa autoria que receberão remixes de Faze Action, Ilija Rudman e outros. Talvez um live act para o segundo semestre.</p>
<p>Outra boa notícia, é que estou terminando de construir um estúdio novo em sociedade com Marcão e Pedro do Click Box, devemos iniciar nossas atividades na primeira semana de fevereiro, tendo como foco a produção de trilhas para o mercado publicitário, fonográfico, cinematográfico, eventos e, especialmente, produção musical artística. Estou organizando uma tour para Junho com apresentações na Croácia, Noruega, Alemanha, Inglaterra, Espanha e França.</p>
<p>Fotos: <a href="http://www.flickr.com/photos/cucapimentel/" target="_blank">Cuca Pimentel</a></p>
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando e onde você gravou este set? Porque escolheu essas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O set foi gravado no domingo (17/01) na minha casa, na companhia do meu ilustre cachorro. Estava curioso para ouvir alguns 12” novos que não tinham sido tocados na última Freak Chic, resolvi ouví-los, gostei tanto deles naquele momento que disparei a tocar e a gravar o set.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas faixas foram escolhidas primeiramente por serem as “preferidas” do público, muitas delas arrancaram bons momentos na pista nas últimas apresentações. Outras faixas por serem novas e, as poucas em versão digital, foram escolhidas por serem promos (incluindo edits) de meus amigos. Inclui, ainda, uma faixa minha &lt;em&gt;unreleased&lt;/em&gt; remixada pelo engraçado Pete Herbert.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você tem ouvido de bom? Quais são suas apostas em termos de gêneros/artistas/selos para esse ano?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tenho ouvido um pouco de rock, jazz, funk e soul. Artistas como Talking Heads (todos os discos), Junior Walker, Jahcoozi, Tornado Wallace, Kurtis Blow, Change, Pixies, EX! e Flow Dynamics frequentam o meu iTunes recentemente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha aposta continua sendo a originalidade. Alinho meu trabalho aos artistas e selos que não se prendem ao modismo. The Popular Peoples Front, Social Disco Club, Tensnake, Lovebirds, Pilooski, Rotciv, Zopelar são alguns artistas que seguem um caminho próprio e que se destacam naturalmente, sem recorrer exclusivamente ao estilo musical do momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pra mim o lance é equilibrar a música atual sem perder a origem. Gosto dessa onda house 90, mas é importante não se esquecer que estamos em 2010. Apresentar o passado mas com uma identidade atual, para mim, soa melhor e continua sendo a aposta em 2010, seja house ou disco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2009 foi bem movimentado para você: muitas discotecagens, parcerias, lançamentos e remixes. Quais foram os momentos mais marcantes ou importantes desse ano que passou, profissional ou pessoalmente?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
2009 foi excelente! Agenda cheia, festas incríveis, boas parcerias… A jornada de momentos importantes se iniciou, em janeiro, no dia do meu aniversário, quando recebi a melhor notícias dos últimos anos, o convite para residência na Freak Chic! Dividir a cabine com o Renato e com o Pareto é um privilégio, pois sempre acompanhei e admirei o trabalho deles na FC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois, muitos acontecimentos marcantes: uma sequência de lançamentos, remixes e parcerias, entre eles After Midnight, do Glocal, pela Rebirth. Em Julho, o Faze Action incluiu minha faixa Commited em seu Chart na Juno. Em setembro, o Richard Sen topou remixar uma faixa do disco novo e logo em seguida o Pete Herbert me escreveu dizendo que também participaria. Novembro o convite para tocar em Madrid e Londres com direito a um gratificante reconhecimento do Glimmers na balada. E, ainda, muitos feedbacks positivos de artistas internacionais que eu não esperava, como Todd Terje, Jacques Renault, Ilija Rudman, Mugwump e The Glimmers.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus planos para 2010?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A previsão é [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>O DJ e produtor Davis é destaque na cena house underground e divide suas residências em clubs e festas de São Paulo e Florianópolis. Além das discotecagens no projeto Freak Chic, Davis também coleciona tours internacionais que passaram por [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db36 Kenzo Tominaga</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 19:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Kenzo Tominaga sempre teve o costume de ouvir música clássica desde criança. Entre Mozart e Bach, o paulistano estudou piano por 6 anos e mais tarde se deparou com a música eletrônica underground. Hoje, aos 24, Kenzo é apontado como o principal representante da microhouse no Brasil, gênero que mistura o minimal techno mais harmônico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Kenzo Tominaga</strong> sempre teve o costume de ouvir música clássica desde criança. Entre Mozart e Bach, o paulistano estudou piano por 6 anos e mais tarde se deparou com a música eletrônica underground. Hoje, aos 24, Kenzo é apontado como o principal representante da microhouse no Brasil, gênero que mistura o minimal techno mais harmônico com uma pegada funky.</p>
<p>Metade DJ, metade produtor, Tominaga – ou Tominugen, pseudônimo que costuma usar para lançar algumas de suas faixas – já coleciona diversos lançamentos por netlabels e o EP “<a href="http://www.discogs.com/Kenzo-Sapukai/release/2028252" target="_blank">Sapukai</a>” pela italiana Sunplay. Em 2009 fez discotecagens elogiadas ao lado de grandes nomes minimalistas como Sammy Dee (Perlon) e Akiko Kiyama (Contexterrior/District of Corruption/Lick My Deck), e no início de 2010 embarca para mais uma tour européia, desta vez em Londres e Berlim. O set gravado para o <strong>deepbeep</strong> mostra um lado menos conhecido do DJ, como uma espécie de lado B, como ele mesmo define.</p>
<p><strong>Fale sobre o seu set. Por que escolheu estas faixas, quais foram suas inspirações, referências?</strong><br />
Escolhi essas faixas pensando onde as pessoas que baixam do deepbeep iriam escutar. No carro, à noite antes de sair com a galera… Imagino que cabe em várias situações. As faixas foram pensadas uma a uma pra tentar levar os ouvintes à uma viagem musical dentro de todas as variações da minha vertente. São 12 faixas, uma delas de minha autoria e ainda não lançada, as outras são de artistas e gravadoras que me identifico há muito anos. Escutem alto!</p>
<p><strong>Como começou sua relação com a música eletrônica? Você se lembra do primeiro club, ou do primeiro disco que mexeu com você?</strong><br />
Minha relação com a música eletrônica começou por causa de um pai de um amigão meu, o Juliano Kurban, que sempre dava de presente uns CDs sinistros que ele escutava. Aí começamos a escutar e nunca mais paramos, a gente tinha uns 11 anos ou menos… O primeiro grande club que fui não lembro, devia ter uns 14 anos, era muito precoce porque tinha amigos mais velhos que me levavam. Lembro de ir na OZ, Floresta… foi aqui em São Paulo mesmo. Daí parei de sair. Mas perto dos 18 anos fui viajar para Suíça e França e aí conheci grandes clubs de música eletrônica, como Oxa e Rex, que me lembro. Tinha muita rave na Suíça, elas são fodas, a galera lá tem muito bom gosto pra música.</p>
<p>O disco que mudou minha vida, e que sem dúvida nunca vou cansar de falar, é o <a href="http://www.discogs.com/Ricardo-Villalobos-Th%C3%A9-Au-Harem-DArchim%C3%A8de/release/332045" target="_blank">Thé Au Harem D´Archimède do Ricardo Villalobos</a>, pela Perlon. Pra mim ele é o melhor disco que o Ricardo já fez, claro que gosto de outros, mas esse disco e essa época trazem boas memórias.</p>
<p><strong>Qual sua opinião sobre música eletrônica produzida no Brasil atualmente? Quais são os artistas que mais chamam sua atenção? O que temos de sobra no nosso mercado e o que deixamos a desejar?</strong><br />
Creio que a cultura da música eletrônica no Brasil ainda está em fase de crescimento, temos pouca experiência como um todo comparado a países como Inglaterra e Alemanha, onde a cultura da música eletrônica ja é algo presente há mais tempo. Lá você pega um táxi e o taxista já fez uma participação com o Daft Punk. Não podemos esquecer dos fatores que condicionam o crescimento da música como um todo em países subdesenvolvidos ou com alto índice de pobreza como o Brasil. Sem dúvida a porcentagem de pessoas que têm ensino fundamental em países desenvolvidos é maior e com isso vem o estudo básico da música, gerando um senso comum por apreciar a música, entendê-la.</p>
<p>Porém isso não tira dos brasileiros o talento, a nossa natureza tropical, o swing e nossa motivação que, sem dúvida alguma, vem das entranhas para celebrar a vida. O povo brasileiro é muito especial e com isso coisas especiais podem surgir, existe muita coisa boa vindo por aí feita por brasileiros que seguem um estilo diferente do que vemos na Alemanha, pode soar parecido porém o entendimento é diferente, vão surgindo estilos próprios. O brasileiro é um povo de personalidades múltiplas. Artistas como os meninos do Clickbox, Fabiano Zorzan (Propulse) sempre me chamaram a atenção, me ensinaram muito, apoio e entendo o trabalho deles. De sobra temos sets imaturos, cachês absurdos por pouco conteúdo. Deixamos a desejar no comprometimento incondicional com a música, talento e qualidade.</p>
<p><strong>Como foi o ano de 2009 pra você? Quais seus planos para 2010?</strong><br />
No final do ano descansei na Bahia e acertei os preparativos para a viagem que vou fazer agora em janeiro. Em agosto do ano passado, tive o previlégio de tocar com o <a href="http://www.myspace.com/deesammy" target="_blank">Sammy Dee</a> (mentor da Perlon) no D-Edge, era o momento de fazer o meu melhor. Tinha acabado de voltar de uma pequena tour na Europa divulgando meu EP lançado pela Sunplay (Itália) e tava com o case cheio. Depois disso o Sammy Dee me convidou para tocar na Weekend em Berlim no aniversário dele, dia 22 de janeiro. Embarco dia 15 para Londres onde tenho Fabric e Egg para serem confirmados, além de outras datas já fechadas pela Inglaterra. 2010 é ano de foco, tenho feito muita música e creio que será o ano de me afirmar em labels em que acredito. Quem sabe lançar a minha própria label.</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Kenzo Tominaga&lt;/strong&gt; sempre teve o costume de ouvir música clássica desde criança. Entre Mozart e Bach, o paulistano estudou piano por 6 anos e mais tarde se deparou com a música eletrônica underground. Hoje, aos 24, Kenzo é apontado como o principal representante da microhouse no Brasil, gênero que mistura o minimal techno mais harmônico com uma pegada funky.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Metade DJ, metade produtor, Tominaga – ou Tominugen, pseudônimo que costuma usar para lançar algumas de suas faixas – já coleciona diversos lançamentos por netlabels e o EP “&lt;a href=&quot;http://www.discogs.com/Kenzo-Sapukai/release/2028252&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Sapukai&lt;/a&gt;” pela italiana Sunplay. Em 2009 fez discotecagens elogiadas ao lado de grandes nomes minimalistas como Sammy Dee (Perlon) e Akiko Kiyama (Contexterrior/District of Corruption/Lick My Deck), e no início de 2010 embarca para mais uma tour européia, desta vez em Londres e Berlim. O set gravado para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt; mostra um lado menos conhecido do DJ, como uma espécie de lado B, como ele mesmo define.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre o seu set. Por que escolheu estas faixas, quais foram suas inspirações, referências?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Escolhi essas faixas pensando onde as pessoas que baixam do deepbeep iriam escutar. No carro, à noite antes de sair com a galera… Imagino que cabe em várias situações. As faixas foram pensadas uma a uma pra tentar levar os ouvintes à uma viagem musical dentro de todas as variações da minha vertente. São 12 faixas, uma delas de minha autoria e ainda não lançada, as outras são de artistas e gravadoras que me identifico há muito anos. Escutem alto!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como começou sua relação com a música eletrônica? Você se lembra do primeiro club, ou do primeiro disco que mexeu com você?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Minha relação com a música eletrônica começou por causa de um pai de um amigão meu, o Juliano Kurban, que sempre dava de presente uns CDs sinistros que ele escutava. Aí começamos a escutar e nunca mais paramos, a gente tinha uns 11 anos ou menos… O primeiro grande club que fui não lembro, devia ter uns 14 anos, era muito precoce porque tinha amigos mais velhos que me levavam. Lembro de ir na OZ, Floresta… foi aqui em São Paulo mesmo. Daí parei de sair. Mas perto dos 18 anos fui viajar para Suíça e França e aí conheci grandes clubs de música eletrônica, como Oxa e Rex, que me lembro. Tinha muita rave na Suíça, elas são fodas, a galera lá tem muito bom gosto pra música.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O disco que mudou minha vida, e que sem dúvida nunca vou cansar de falar, é o &lt;a href=&quot;http://www.discogs.com/Ricardo-Villalobos-Th%C3%A9-Au-Harem-DArchim%C3%A8de/release/332045&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Thé Au Harem D´Archimède do Ricardo Villalobos&lt;/a&gt;, pela Perlon. Pra mim ele é o melhor disco que o Ricardo já fez, claro que gosto de outros, mas esse disco e essa época trazem boas memórias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual sua opinião sobre música eletrônica produzida no Brasil atualmente? Quais são os artistas que mais chamam sua atenção? O que temos de sobra no nosso mercado e o que deixamos a desejar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Creio que a cultura da música eletrônica no Brasil ainda está em fase de crescimento, temos pouca experiência como um todo comparado a países como Inglaterra e Alemanha, onde a cultura da música eletrônica ja é algo presente há mais tempo. Lá você pega um táxi e o taxista já fez uma participação com o Daft Punk. Não podemos esquecer dos fatores que condicionam o crescimento da música como um todo em países subdesenvolvidos ou com alto índice de pobreza como o Brasil. Sem dúvida a porcentagem de pessoas que têm ensino fundamental em países desenvolvidos é maior e com isso vem o [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Kenzo Tominaga sempre teve o costume de ouvir música clássica desde criança. Entre Mozart e Bach, o paulistano estudou piano por 6 anos e mais tarde se deparou com a música eletrônica underground. Hoje, aos 24, Kenzo é apontado como o [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db35 DaDa Attack</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 20:09:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São diversos os termos que definem o nome por trás do multiartista Saulo Pais, o DaDa Attack. Pesquisador, experimental e musicalmente inquieto, Saulo é fortemente inspirado pelo circuit bending, técnica que consiste na modificação de brinquedos e aparatos eletrônicos, criando instrumentos musicais de sonoridade única. Além da música, ele produz trilhas para vídeos e instalações, trabalha como diretor de arte, cenógrafo, artista plástico, designer, arquiteto e também costuma dar seu toque pessoal aos instrumentos e equipamentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São diversos os termos que definem o nome por trás do multiartista Saulo Pais, o <strong>DaDa Attack</strong>. Pesquisador, experimental e musicalmente inquieto, Saulo é fortemente inspirado pelo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=0ErYOHFCtOI" target="_blank">circuit bending</a>, técnica que consiste na modificação de brinquedos e aparatos eletrônicos, criando instrumentos musicais de sonoridade única. Além da música, ele produz trilhas para vídeos e instalações, trabalha como diretor de arte, cenógrafo, artista plástico, designer, arquiteto e também costuma <a href="http://www.flickr.com/photos/dadaattack/sets/72157600498512761/" target="_blank">dar seu toque pessoal aos instrumentos e equipamentos</a>.</p>
<p>Saulo é considerado um dos principais nomes da nova safra de produtores brasileiros. Atuando como produtor há quase 10 anos, já lançou faixas pelo selo alemão <a href="http://www.kompakt.fm/artists/dada_attack" target="_blank">Kompakt</a> e recentemente estreou seu projeto DaDaLab, ao lado da banda mineira <a href="http://www.myspace.com/digitariamusic" target="_blank">Digitaria</a>.</p>
<p><strong>Por que você escolheu estas faixas para o set, o que elas significam pra você?</strong><br />
Queria um set especial, diferente, por isso segui a intuição e escolhi músicas que fossem gostosas de ouvir em qualquer ambiente. Busquei somente músicas que mexessem comigo, ignorando rótulos, datas, técnicas e estilos. A única regra é mexer com o corpo e a mente.</p>
<p><strong>Da onde surgiu seu interesse por circuit bending e como isso começou a fazer parte do seu trabalho?</strong><br />
Foi produzindo, buscando expandir minha paleta sonora com elementos únicos. O circuit bending tranforma equipamentos e brinquedos fabricados em série através de um processo artesanal em uma ferramenta única e por isso muito especial, com sons impóssiveis de serem emulados em computador.</p>
<p><strong>Quais inspirações/equipamentos/softwares/setup que você utiliza atualmente para produzir e se apresentar ao vivo?</strong><br />
Utilizo tudo a minha frente, gravações que faço de percussões, sons do cotidiano, vidro quebrando, ou seja, gravar de tudo. Além dos instrumentos e brinquedos que modifico, uso hardwares, synths, drum machines, muito equipamento analógico antigo, vários deles que existem antes que eu, mas me interesso por todo tipo de tecnologia sem preconceito e também uso softwares, como Logic e Melodyne para produzir, Ableton Live e Max para me apresentar ao vivo. Procuro sempre variar ao máximo meu vocabulário musical.</p>
<p><strong>Uma pequena retrospectiva do ano: fale sobre algumas apresentações memoráveis e coisas legais que aconteceram em 2009.</strong><br />
Esse ano foi ótimo, fui para Europa duas vezes tocar, conheci pessoas, clubes bacanas, vários lugares e inesquecíveis gigs em Barcelona, Amsterdam, Cuiabá, Campo Grande, São Paulo, Belo Horizonte e no Sul. Também me apresentei de outras maneiras, em workshops que ministrei, como na Oficina de Música de Curitiba e em performance audiovisual com o VJ Timba na Mostra Live Cinema que aconteceu no SESC Pompéia. Começei minha residência no club Hot Hot em São Paulo, na estreia, apresentei ao lado do Digitaria o meu mais novo projeto que chama DaDaLab, que estimula a união criativa de diversos artistas, somando cabeças, trabalhos e criando músicas ao vivo. Tecnicamente aprendi e avancei bastante, incluí vídeo no meu live e construí placas especiais que me permitem controlar luzes sincronizadas com minha música, buscando mexer com diversos sentidos ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>Quais seus planos para 2010?</strong><br />
Experimentar sempre novas idéias e sons. Em 2010 completo 10 anos produzindo e para comemorar pretendo colocar a todo vapor o meu novo estúdio audiovisual DaDaLand, também estou bastante empolgado com o DaDaLab e com os artistas que admiro que já confirmaram presença no projeto. Vem aí novo site com a RadioDaDa transmitindo ao vivo e ainda algumas surpresas que logo serão divulgadas.</p>
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&lt;p&gt;Saulo é considerado um dos principais nomes da nova safra de produtores brasileiros. Atuando como produtor há quase 10 anos, já lançou faixas pelo selo alemão &lt;a href=&quot;http://www.kompakt.fm/artists/dada_attack&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Kompakt&lt;/a&gt; e recentemente estreou seu projeto DaDaLab, ao lado da banda mineira &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/digitariamusic&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Digitaria&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por que você escolheu estas faixas para o set, o que elas significam pra você?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Queria um set especial, diferente, por isso segui a intuição e escolhi músicas que fossem gostosas de ouvir em qualquer ambiente. Busquei somente músicas que mexessem comigo, ignorando rótulos, datas, técnicas e estilos. A única regra é mexer com o corpo e a mente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Da onde surgiu seu interesse por circuit bending e como isso começou a fazer parte do seu trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Foi produzindo, buscando expandir minha paleta sonora com elementos únicos. O circuit bending tranforma equipamentos e brinquedos fabricados em série através de um processo artesanal em uma ferramenta única e por isso muito especial, com sons impóssiveis de serem emulados em computador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais inspirações/equipamentos/softwares/setup que você utiliza atualmente para produzir e se apresentar ao vivo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Utilizo tudo a minha frente, gravações que faço de percussões, sons do cotidiano, vidro quebrando, ou seja, gravar de tudo. Além dos instrumentos e brinquedos que modifico, uso hardwares, synths, drum machines, muito equipamento analógico antigo, vários deles que existem antes que eu, mas me interesso por todo tipo de tecnologia sem preconceito e também uso softwares, como Logic e Melodyne para produzir, Ableton Live e Max para me apresentar ao vivo. Procuro sempre variar ao máximo meu vocabulário musical.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma pequena retrospectiva do ano: fale sobre algumas apresentações memoráveis e coisas legais que aconteceram em 2009.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Esse ano foi ótimo, fui para Europa duas vezes tocar, conheci pessoas, clubes bacanas, vários lugares e inesquecíveis gigs em Barcelona, Amsterdam, Cuiabá, Campo Grande, São Paulo, Belo Horizonte e no Sul. Também me apresentei de outras maneiras, em workshops que ministrei, como na Oficina de Música de Curitiba e em performance audiovisual com o VJ Timba na Mostra Live Cinema que aconteceu no SESC Pompéia. Começei minha residência no club Hot Hot em São Paulo, na estreia, apresentei ao lado do Digitaria o meu mais novo projeto que chama DaDaLab, que estimula a união criativa de diversos artistas, somando cabeças, trabalhos e criando músicas ao vivo. Tecnicamente aprendi e avancei bastante, incluí vídeo no meu live e construí placas especiais que me permitem controlar luzes sincronizadas com minha música, buscando mexer com diversos sentidos ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;
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		<title>db34 Mary Zander</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 00:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeira dama da house carioca, a DJ Mary Zander acabou de estrear a carreira como produtora pela Unlock Recordings, selo argentino que lançou a sua faixa 'Grand Slam' e que também lançará seu primeiro EP em 2010. Seu set gravado para o deepbeep reúne referências de nu disco, electro e tech house, com faixas e remixes de Husky Rescue, DJ Hell &#38; P Diddy, Luciano e Discodeine.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>DJ Mary Zander</strong> vive atualmente entre Brasil e Argentina, com residência no Warung Beach Club em Santa Catarina e discotecagens frequentes em clubs portenhos como Pacha, Bahrein, Sobremonte. A bela carioca já imprimiu seu nome no line-up dos principais clubs e festivais brasileiros, além de acumular marcantes <em>gigs</em> internacionais no Rock in Rio Lisboa, no The End em Londres, na Red Bull Party em Salzburg e na Avalon em Los Angeles, onde também é regularmente convidada para a festa Made In Brazil. Em 2009, Zander lançou sua primeira faixa, ‘Grand Slam’, e passou a integrar o cast de produtores do selo <a href="http://www.unlock-recordings.com/" target="_blank">Unlock Recordings</a>, ao lado de Jonas Kopp, Barem e Someone Else.</p>
<p><strong>Como você definiria este set? Quais foram suas inspirações e referências pra gravá-lo?</strong><br />
A ideia foi criar um set atemporal, misturei músicas novas com algumas mais antigas e pérolas que surgiram de pesquisar em blogs e sets de DJs que costumo baixar. Quis passear por diferentes caminhos e texturas, sem ficar presa a um só estilo. Tem um toque de nu disco mesclado a batidas de tech house e momentos mais deep, mantendo uma base grooveada, quente e sexy – gostosa de ouvir e de tocar. Curiosamente a inspiração veio de dentro do carro, de sets e podcasts que tenho escutado ao dirigir pela cidade ou viajar por aí. Gravei o set num clima <em>roadtrip</em>, uma viagem musical!</p>
<p><strong>Recentemente você começou a produzir e acaba de lançar a faixa ‘Grand Slam’, que marca sua entrada no selo argentino Unlock Recordings. Conte para a gente as dores e delícias deste processo.</strong><br />
É uma história nova pra mim. Ter entrado pra Unlock foi maravilhoso, abriu um espaço de diálogo super construtivo. Confesso que o lado tecnológico ainda me assusta um pouco, são tantas ferramentas e softwares. Às vezes sei o que quero tirar, o som que estou buscando, mas chegar lá é bem difícil. Hoje por hoje, me sinto mais a vontade tocando do que produzindo. Adoro o contato com a pista, produzir é mais introspectivo, mais solitário, é um processo totalmente diferente.</p>
<p><strong>Morando há dois anos em Buenos Aires, pode-se dizer que você tem uma bela experiência tanto no Brasil, quanto na Argentina. Trazendo a tradicional rixa do futebol para a música, quais são, ao seu ver, as principais diferenças entre a cena brasileira e argentina?</strong><br />
O Brasil é um país de várias culturas, cores, raças e também de várias cenas. Sinto que estamos num pico. Por um lado temos pistas <em>under</em> rolando por todos os cantos e uma constante busca por novas vertentes sonoras. Por outro, a música eletrônica tá mais comercial, clubs de renome e publicações consagradas estão chegando ao país e o investimento em artistas internacionais parece que nunca foi tão grande.</p>
<p>Na Argentina a cena teve seu boom há mais tempo, a Pacha por exemplo abriu suas portas há 15 anos, o Creamfields rola há quase uma década. Acho que tudo isso ajudou a consolidar a cultura local e a cena <em>mainstream</em> tá mais madura. Ano passado vi o Hernan Cattaneo ser ovacionado num festival em Buenos Aires, parecia jogo de futebol, milhares de pessoas gritando o nome dele, ufa, aquilo me impressionou! De rixa, na real, o argentino ama o Brasil e costuma ter o maior carinho pelo brasileiro, somos para eles “el país más grande del mundo”…</p>
<p><strong>Hoje, qual é aquele som que você não está conseguindo parar de ouvir no carro ou tirar do <em>repeat</em> do seu MP3 player?</strong><br />
Adoro os sets do <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/greg-wilson/">Greg Wilson</a>, sempre pra cima, animam meu dia. E na hora de relaxar, jazz. Amo o disco Somethin’ Else do Cannonball Adderley tocando junto com o Miles Davis e o Art Blakey na bateria. Um clássico da Blue Note, escuto direto.</p>
<p><strong>Projetos atuais e planos futuros?</strong><br />
Tô pra fechar meu primeiro EP que deve sair no começo do ano que vem pela Unlock Recordings. Pro verão, tenho datas pipocando pelo litoral brasileiro e argentino. Tem também a minha festa LOL aqui em Buenos Aires, foram duas edições memoráveis em 2009 e a idéia é seguir com o projeto em 2010. Mais pro meio do ano, o plano é passar uma temporada na Europa. Vamos ver!</p>
<p>Agradecimentos: Taciana Abreu</p>
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como você definiria este set? Quais foram suas inspirações e referências pra gravá-lo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A ideia foi criar um set atemporal, misturei músicas novas com algumas mais antigas e pérolas que surgiram de pesquisar em blogs e sets de DJs que costumo baixar. Quis passear por diferentes caminhos e texturas, sem ficar presa a um só estilo. Tem um toque de nu disco mesclado a batidas de tech house e momentos mais deep, mantendo uma base grooveada, quente e sexy – gostosa de ouvir e de tocar. Curiosamente a inspiração veio de dentro do carro, de sets e podcasts que tenho escutado ao dirigir pela cidade ou viajar por aí. Gravei o set num clima &lt;em&gt;roadtrip&lt;/em&gt;, uma viagem musical!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Recentemente você começou a produzir e acaba de lançar a faixa ‘Grand Slam’, que marca sua entrada no selo argentino Unlock Recordings. Conte para a gente as dores e delícias deste processo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
É uma história nova pra mim. Ter entrado pra Unlock foi maravilhoso, abriu um espaço de diálogo super construtivo. Confesso que o lado tecnológico ainda me assusta um pouco, são tantas ferramentas e softwares. Às vezes sei o que quero tirar, o som que estou buscando, mas chegar lá é bem difícil. Hoje por hoje, me sinto mais a vontade tocando do que produzindo. Adoro o contato com a pista, produzir é mais introspectivo, mais solitário, é um processo totalmente diferente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Morando há dois anos em Buenos Aires, pode-se dizer que você tem uma bela experiência tanto no Brasil, quanto na Argentina. Trazendo a tradicional rixa do futebol para a música, quais são, ao seu ver, as principais diferenças entre a cena brasileira e argentina?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Brasil é um país de várias culturas, cores, raças e também de várias cenas. Sinto que estamos num pico. Por um lado temos pistas &lt;em&gt;under&lt;/em&gt; rolando por todos os cantos e uma constante busca por novas vertentes sonoras. Por outro, a música eletrônica tá mais comercial, clubs de renome e publicações consagradas estão chegando ao país e o investimento em artistas internacionais parece que nunca foi tão grande.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Argentina a cena teve seu boom há mais tempo, a Pacha por exemplo abriu suas portas há 15 anos, o Creamfields rola há quase uma década. Acho que tudo isso ajudou a consolidar a cultura local e a cena &lt;em&gt;mainstream&lt;/em&gt; tá mais madura. Ano passado vi o Hernan Cattaneo ser ovacionado num festival em Buenos Aires, parecia jogo de futebol, milhares de pessoas gritando o nome dele, ufa, aquilo me impressionou! De rixa, na real, o argentino ama o Brasil e costuma ter o maior carinho pelo brasileiro, somos para eles “el país más grande del mundo”…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hoje, qual é aquele som que você não está conseguindo parar de ouvir no carro ou tirar do &lt;em&gt;repeat&lt;/em&gt; do seu MP3 player?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
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<itunes:subtitle>Primeira dama da house carioca, a DJ Mary Zander acabou de estrear a carreira como produtora pela Unlock Recordings, selo argentino que lançou a sua faixa &#039;Grand Slam&#039; e que também lançará seu primeiro EP em 2010. Seu set gravado para [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Glocal</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 21:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os produtores Dani El Souto e Lennox estão em rota de ascensão desde o início de 2009 quando juntaram-se a uma turma de “houseiros” espalhada entre São Paulo, Rio, BH e Floripa. Os lançamentos e remixes são muitos, aqui e no exterior, e as faixas fazem parte de charts de vários DJs, de Laurent Garnier [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os produtores <strong>Dani El Souto e Lennox</strong> estão em rota de ascensão desde o início de 2009 quando juntaram-se a uma turma de “houseiros” espalhada entre São Paulo, Rio, BH e Floripa. Os lançamentos e remixes são muitos, aqui e no exterior, e as faixas fazem parte de <em>charts</em> de vários DJs, de Laurent Garnier a Pareto. Os carioquíssimos radicados no <em>downtown</em> paulistano gravaram este set no Vegas Club e incluíram músicas próprias como a recém-lançada ‘After Midnight’ que foi lançada pelo selo italiano Rebirth com vários remixes. Dani e Lennox receberam o <strong>deepbeep</strong> na sua web radio Drop Kick (toda quarta-feira com grandes DJs brazucas e gringos em <a href="http://www.chaosmopolitan.com/" target="_blank">www.chaosmopolitan.com</a>) numa noite dessas e falaram sobre a vida e a carreira.</p>
<p><strong>De onde veio a ideia do nome Glocal?</strong><br />
Da ideia de mistura, de coisas antigas, coisas novas, coisas locais, coisas globais… Era essa a cara e a roupagem que nós queríamos dar à nossa música quando pensamos e criamos o nome.</p>
<p><strong>Qual a diferença de trabalhar com música eletrônica no Rio e em São Paulo?</strong><br />
Pra sermos sinceros, existem grandes diferenças entre as duas cidades, começando que o Rio de Janeiro é uma cidade de praia, naturalmente ela propicia o dia, o corpo, a praia; e por ser uma cidade de praia o dia podia ser muito mais bem explorado, como em Ibiza, por exemplo. Achamos que falta uma consciência no material humano de aproveitar a cidade bacana que o Rio é.</p>
<p>Já São Paulo é uma cidade cosmopolita, comparável a Londres, Nova York e Berlim. Existe uma indústria que preza pelo serviço pelo artístico e pela cultura. Qual o artista que não gostaria de viver em um contexto desses?</p>
<p><strong>Nesse ano vocês lançaram várias faixas que estão sendo tocadas por diversos DJs. Vocês também estão inseridos nesse novo núcleo de produção de house que se formou com gente como Pareto, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/victor-a/">Victor A aka Rotciv</a>, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/davis/">Davis</a>, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/pejota/">Pejota</a>, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/marcio-vermelho/">Marcinho Vermelho</a> etc. Como está sendo essa experiência e onde isso pode chegar?</strong><br />
Nossa! Estamos super felizes de estar em São Paulo contribuindo junto com esses nomes e muitos outros para a gestão desse novo ar, alegre, cheio de alma, sensual, tudo a ver com o Brasil. Todos eles, além de muito queridos por nós, fazem crer em um amanhã musical mais bacana para o Brasil. Olha, não só os artistas citados na pergunta, mas muitos outros de alguma forma contribuíram e contribuem plantando para dar nisso que está dando. Em São Paulo, o Renato Ratier, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/leiloca-pantoja/">Leiloca Pantoja</a>, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/edu-corelli/">Edu Corelli</a>, dentre outros.</p>
<p>No Rio, o Pedro Zopelar que é um incrível músico, o Márcio Careca que é uma referência para nós como DJs, o Nepal… Enfim, o mais bacana de tudo isso é que todo esse povo está se aglutinando de forma espontânea, convergindo e se materializando nessa “nova onda” naturalmente. E não de forma pasteurizada, dirigida, como se vê por aí. Tá sendo muito bacana ver isso acontecer, inclusive de forma praticamente simultânea com Londres, onde você tem o pessoal do Faze Action e do Horse Meat Disco, e com Nova York, que tem o pessoal da DFA, Holy Ghost, Hercules &amp; Love Affair. Cada lugar com sua particularidade, mas culminando nessa sincronia global.</p>
<p><strong>O que teremos de novidades do Glocal nesse fim de ano? Apresentações, novo live, produções etc…</strong><br />
Novidades? Bom, tem muita coisa acontecendo – novo EP saindo pela gravadora italiana Rebirth, nova agência [3Plus], estamos “namorando” uma proposta do primeiro álbum por um excelente selo e preparando o novo live. Um turbilhão de novidades.</p>
<p><strong>Qual a ideia por trás do programa Drop Kick, transmitido toda quarta da sala de vocês com grandes nomes e <em>new faces</em> da eletrônica?</strong><br />
Cara, no fim das contas, nada além de levar a alegria ao lar de cada um que nos ouve. Novidades, bater papo, rir um pouco, mostrar boa música através do ponto de vista de cada convidado. Trazer o mundo pra dentro de nós e mostrar o “dentro de nós” pro mundo.</p>
<p>Agradecimentos: Ivi Brasil e <a href="http://www.flickr.com/photos/silvanagarzaro/" target="_blank">Silvana Garzaro</a> (fotos)</p>
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;De onde veio a ideia do nome Glocal?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Da ideia de mistura, de coisas antigas, coisas novas, coisas locais, coisas globais… Era essa a cara e a roupagem que nós queríamos dar à nossa música quando pensamos e criamos o nome.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual a diferença de trabalhar com música eletrônica no Rio e em São Paulo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pra sermos sinceros, existem grandes diferenças entre as duas cidades, começando que o Rio de Janeiro é uma cidade de praia, naturalmente ela propicia o dia, o corpo, a praia; e por ser uma cidade de praia o dia podia ser muito mais bem explorado, como em Ibiza, por exemplo. Achamos que falta uma consciência no material humano de aproveitar a cidade bacana que o Rio é.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já São Paulo é uma cidade cosmopolita, comparável a Londres, Nova York e Berlim. Existe uma indústria que preza pelo serviço pelo artístico e pela cultura. Qual o artista que não gostaria de viver em um contexto desses?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nesse ano vocês lançaram várias faixas que estão sendo tocadas por diversos DJs. Vocês também estão inseridos nesse novo núcleo de produção de house que se formou com gente como Pareto, &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/victor-a/&quot;&gt;Victor A aka Rotciv&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/davis/&quot;&gt;Davis&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/pejota/&quot;&gt;Pejota&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/marcio-vermelho/&quot;&gt;Marcinho Vermelho&lt;/a&gt; etc. Como está sendo essa experiência e onde isso pode chegar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nossa! Estamos super felizes de estar em São Paulo contribuindo junto com esses nomes e muitos outros para a gestão desse novo ar, alegre, cheio de alma, sensual, tudo a ver com o Brasil. Todos eles, além de muito queridos por nós, fazem crer em um amanhã musical mais bacana para o Brasil. Olha, não só os artistas citados na pergunta, mas muitos outros de alguma forma contribuíram e contribuem plantando para dar nisso que está dando. Em São Paulo, o Renato Ratier, &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/leiloca-pantoja/&quot;&gt;Leiloca Pantoja&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/edu-corelli/&quot;&gt;Edu Corelli&lt;/a&gt;, dentre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Rio, o Pedro Zopelar que é um incrível músico, o Márcio Careca que é uma referência para nós como DJs, o Nepal… Enfim, o mais bacana de tudo isso é que todo esse povo está se aglutinando de forma espontânea, convergindo e se materializando nessa “nova onda” naturalmente. E não de forma pasteurizada, dirigida, como se vê por aí. Tá sendo muito bacana ver isso acontecer, inclusive de forma praticamente simultânea com Londres, onde você tem o pessoal do Faze Action e do Horse Meat Disco, e com Nova York, que tem o pessoal da DFA, Holy Ghost, Hercules &amp; Love Affair. [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Os produtores Dani El Souto e Lennox estão em rota de ascensão desde o início de 2009 quando juntaram-se a uma turma de “houseiros” espalhada entre São Paulo, Rio, BH e Floripa. Os lançamentos e remixes são muitos, aqui e no exterior, e [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db33 Markinhos Meskita</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 02:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<category><![CDATA[disco]]></category>
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		<description><![CDATA[O DJ carioca Markinhos Meskita dá uma amostra do seu bom gosto e personalidade no deepbeep, numa "história de uma hora e onze capítulos", como o próprio define seu set. Em referência ao repertório eclético das festas Cosmic, que aconteciam no final dos anos 80 na Europa, o mix traz faixas de Superpitcher, Laurent Garnier, Massimiliano Pagliara, Shit Robot, Matthew Dear e mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há 15 anos o <strong>DJ Markinhos Meskita</strong> vem criando sets cheios de personalidade e estabelecendo residências em praticamente todos os clubes dedicados à música eletrônica no Rio de Janeiro. Meskita formou um nome acima de qualquer suspeita, quando o tema é boa música, transitando pelo hip hop, acid jazz, indie rock até a house. Em 2009, o DJ tem se dividido entre a produção do <a href="http://www.festarockinho.blogspot.com/" target="_blank">Rockinho</a>, festa que tem trazido o rock de volta às pistas mais tradicionalmente voltadas à música eletrônica, e a residência na festa Joint – resultado da união de duas agências de DJs, a Smartbiz (SP) e a Request (RJ).</p>
<p><strong>Quais foram suas inspirações e referências pra gravar o set?</strong><br />
A inspiração foram as festas Cosmic que rolavam em Munique e em Milão no fim dos anos 80. Naquela época, tudo era novidade – rap, house, acid jazz, breaks, discofunk – então a gente misturava bastante e tinha música boa de vários estilos no mesmo set. Bootleg do James Brown com Yello, ou Art of Noise com Young Mc, coisas assim… Quis fazer um set Cosmic, com BPMs subindo e descendo, e músicas mais viajantes.</p>
<p><strong>Como começou a sua história musical? Você é ligado em música desde criança? Fatos curiosos, influenciadores? O que te levou a começar a discotecar e comprar discos. </strong><br />
Lembro de uma história engraçada… Quando eu tinha uns 7 anos, tirei a melhor nota da sala em uma prova no cursinho de inglês. Daí a professora me levou na loja, do outro lado da rua, pra escolher um disquinho. Eu escolhi “Sympathy For The Devil” dos Stones e – óbvio! – a tia não queria deixar eu levar de jeito nenhum! Foi um parto até que eu saí de lá com o compacto.</p>
<p>Outro momento que me marcou muito foi quando consegui meu primeiro 12” (comprei no supermercado!). Foi o single do Instant Funk “I Got My Mind Made UP” da Salsoul Records. Essa música mudou minha vida completamente.</p>
<p>Em 89 fui estudar em NY e, dividindo apartamento com um DJ alemão, conheci a história das festas Cosmic. Voltei de lá com 22 vinis no colo, virei DJ e não parei mais de comprar discos. O compacto dos Stones e o 12″ do Instant Funk, eu tenho até hoje.</p>
<p><strong>Você sempre teve um envolvimento muito forte com a cena noturna carioca. Já produziu festas nos principais clubes da cidade, lançando tendências, virando referência. Como você vê a cena noturna e eletrônica carioca hoje? O que tem acontecido de bacana e o que você vê como tendência para o ano que vem?</strong><br />
A cidade está super bem servida de DJs e de festas novas. Tem uma cena variada, alguns novos produtores de eventos e muita gente começando a sair há bem pouco tempo. Apesar de não ver muitas mudanças em relação a dez anos atrás (o número de casas dedicadas à boa música e com uma programação ‘decente’, feita com DJs ídem, ainda é muito pequeno; e os DJs ainda dependem, basicamente, de suas próprias iniciativas para trabalhar), acho que de uns dois anos pra cá, começamos a fechar um ciclo e iniciar um outro.</p>
<p>Acabou aquela coisa de conhecer todo mundo na pista, o público cresceu muito. O lado bom é que a nossa música está se espalhando mais rápido e está se formando, finalmente, uma indústria. Com donos de clubes mais interessados em oferecer qualidade, mais agências de DJs, mais gente dançando na pista e cobrando um bom equipamento no clube, etc.</p>
<p><strong>Quais são seus projetos atuais e planos futuros? </strong><br />
Estou cuidando da programação musical do Rocka, na praia Brava, em Búzios, e isso tem sido meu projeto principal para o verão. Devo levar os Serial Chillers (meu projeto de downtempo com Daniel Di Salvo) e a High Noon pra lá, em breve. Também devo fazer uma festa nos moldes da KZA, que acontecia no 00, com bastante funky-jazzy-jackin-house. Tem muita gente com saudade… Eu, principalmente… hehehe…</p>
<p><strong>O que você tem curtido ouvir em casa ou no MP3 player?</strong><br />
Rádio CBN, She &amp; Him “Volume One” que um brother trouxe de NY e o N.A.S.A do Zégon ficam se alternando a maior parte do dia. Também andei ouvindo bastante coisa antiga pra poder montar o set do deepbeep.</p>
<p><strong>Qual foi sua última grande descoberta? aquele som que está agora no repeat ou que você não consegue parar de tocar / ouvir? Uma dica para os nossos ouvintes =)</strong><br />
Além da rádio CBN, os outros dois acima são ótimas dicas. Ou qualquer um do Tommy Guerrero, o melhor skatista-guitarrista do planeta.</p>
<p>Agradecimentos: Taciana Abreu</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Há 15 anos o &lt;strong&gt;DJ Markinhos Meskita&lt;/strong&gt; vem criando sets cheios de personalidade e estabelecendo residências em praticamente todos os clubes dedicados à música eletrônica no Rio de Janeiro. Meskita formou um nome acima de qualquer suspeita, quando o tema é boa música, transitando pelo hip hop, acid jazz, indie rock até a house. Em 2009, o DJ tem se dividido entre a produção do &lt;a href=&quot;http://www.festarockinho.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rockinho&lt;/a&gt;, festa que tem trazido o rock de volta às pistas mais tradicionalmente voltadas à música eletrônica, e a residência na festa Joint – resultado da união de duas agências de DJs, a Smartbiz (SP) e a Request (RJ).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais foram suas inspirações e referências pra gravar o set?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A inspiração foram as festas Cosmic que rolavam em Munique e em Milão no fim dos anos 80. Naquela época, tudo era novidade – rap, house, acid jazz, breaks, discofunk – então a gente misturava bastante e tinha música boa de vários estilos no mesmo set. Bootleg do James Brown com Yello, ou Art of Noise com Young Mc, coisas assim… Quis fazer um set Cosmic, com BPMs subindo e descendo, e músicas mais viajantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como começou a sua história musical? Você é ligado em música desde criança? Fatos curiosos, influenciadores? O que te levou a começar a discotecar e comprar discos. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Lembro de uma história engraçada… Quando eu tinha uns 7 anos, tirei a melhor nota da sala em uma prova no cursinho de inglês. Daí a professora me levou na loja, do outro lado da rua, pra escolher um disquinho. Eu escolhi “Sympathy For The Devil” dos Stones e – óbvio! – a tia não queria deixar eu levar de jeito nenhum! Foi um parto até que eu saí de lá com o compacto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro momento que me marcou muito foi quando consegui meu primeiro 12” (comprei no supermercado!). Foi o single do Instant Funk “I Got My Mind Made UP” da Salsoul Records. Essa música mudou minha vida completamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 89 fui estudar em NY e, dividindo apartamento com um DJ alemão, conheci a história das festas Cosmic. Voltei de lá com 22 vinis no colo, virei DJ e não parei mais de comprar discos. O compacto dos Stones e o 12″ do Instant Funk, eu tenho até hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você sempre teve um envolvimento muito forte com a cena noturna carioca. Já produziu festas nos principais clubes da cidade, lançando tendências, virando referência. Como você vê a cena noturna e eletrônica carioca hoje? O que tem acontecido de bacana e o que você vê como tendência para o ano que vem?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A cidade está super bem servida de DJs e de festas novas. Tem uma cena variada, alguns novos produtores de eventos e muita gente começando a sair há bem pouco tempo. Apesar de não ver muitas mudanças em relação a dez anos atrás (o número de casas dedicadas à boa música e com uma programação ‘decente’, feita com DJs ídem, ainda é muito pequeno; e os DJs ainda dependem, basicamente, de suas próprias iniciativas para trabalhar), acho que de uns dois anos pra cá, começamos a fechar um ciclo e iniciar um outro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acabou aquela coisa de conhecer todo mundo na pista, o público cresceu muito. O lado bom é que a nossa música está se espalhando mais rápido e está se formando, finalmente, uma indústria. Com donos de clubes mais interessados em oferecer qualidade, mais agências de DJs, mais gente dançando na pista e cobrando um bom equipamento no clube, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são seus projetos atuais e planos futuros? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Estou cuidando da programação musical do Rocka, na praia Brava, em Búzios, e isso tem sido meu projeto principal para o verão. Devo levar os Serial [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>O DJ carioca Markinhos Meskita dá uma amostra do seu bom gosto e personalidade no deepbeep, numa &quot;história de uma hora e onze capítulos&quot;, como o próprio define seu set. Em referência ao repertório eclético das festas Cosmic, que [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db32 Tin God</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db32-tin-god/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 05:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fernando Britto]]></category>
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		<category><![CDATA[indie]]></category>
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		<category><![CDATA[Tin God]]></category>

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		<description><![CDATA[O produtor Fernando Britto conhecido por Tin God montou um set com 30 faixas "clássicas" que cabem em um CD.  Fernando já desenvolveu trilha para diversas campanhas publicitárias e desfiles de moda (incluindo Basso and Brooke, Rosa Chá, Vide Bula e Fause Haten) - em São Paulo, Rio de Janeiro e Londres, onde vive atualmente. Ele garante que todas as faixas são super pra cima, ótimas para fazer cooper, lavar a louça e animar festinha de debutante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em meados dos anos 90, o produtor <strong>Fernando Britto</strong> tocava guitarra na banda shoegazer Old Magic Pallas, que lançou um CD por um selo independente. Na mesma época começou a tocar em alguns bares e clubes em São Paulo como a Torre, Egotrip, Retrô, Terra Madre, Ampgalaxy, Vegas, D-Edge, A Lôca e Glória. Mas foi somente em 2001 que Fernando decidiu explorar novos territórios musicais sob o codinome <strong>Tin God</strong> usando o Cubase 2,8 no Pentium 166 e um Roland JV-1010. Apesar de <em>lo-fi</em> e da pouca experiência como produtor, seu primeiro EP demo recebeu ótimas críticas de revistas e websites locais.</p>
<p>Muitos DJs brasileiros já tocaram seus remixes e mashups (incluindo Devo, The Police, Elastica e Primal Scream, Linda Lamb e No Porn), bem como DJs internacionais como Erol Alkan, Jonty Skruff e 2 Many DJs que foram lançados pelo netlabel francês <a href="http://www.sumodehouse.com/sss/" target="_blank">Sweet Smelling Surfaces</a> em 2003. A sua versão 2006 de “Your Silent Face” foi uma das 10 escolhidas para o tributo do New Order, CD que foi lançado no mesmo ano. Fernando já desenvolveu trilha para diversas campanhas publicitárias e desfiles de moda (incluindo Basso and Brooke, Rosa Chá, Vide Bula e Fause Haten) – em São Paulo, Rio de Janeiro e Londres, onde vive atualmente.</p>
<p><strong>Quais suas inspirações e referências pra gravar este set?</strong><br />
Eu pesquisei muita coisa nova para fazer o set, mas no final resolvi incluir várias faixas clássicas que sempre gostei de tocar e que considero atemporais… Editei todas de uma maneira que coubessem 30 músicas nos 80 minutos de um CD. Todas as faixas são super pra cima, ótimas para fazer cooper, lavar a louça e animar festinha de debutante.</p>
<p><strong>O que tem acontecido nas cena eletrônica inglesa?</strong><br />
A cena disco/nu disco continua forte, tem noites por toda a cidade como a Plastic People, Disco Bloodbath e a Horse Meat Disco que virou marca internacional. Fora isso os clubes gays de Vauxhall (e infelizmente quase todos os clubes gays do mundo) tocam house bate-cabelo show de horror. Festas bacanas ainda acontecem em Shoreditch e Dalston, música boa, povo animado e vai até tarde!</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você começou a discotecar, comprar discos, etc.</strong><br />
Sim, ouvia Abba, Rita Lee e trilhas de novelas da Globo… mas comecei a comprar discos compulsivamente em 1985. O primeiro que comprei com minha mesada foi Songs from the Big Chair do Tears for Fears. Comecei a discotecar em bares/clubes tocando “britpop e chemical brothers”, mais ou menos em 94/95, em lugares como o Ar cenico e Nias.</p>
<p><strong>O que você tem ouvido quando está em casa ou andando com o mp3 player?</strong><br />
Os meus 3 discos favoritos de 2009: The XX / Bear in Heaven / Memory Tapes, Metal Box do PIL e o último Kings of Convenience, sempre ótimo para dias de metrô lotado.</p>
<p><strong>Quais são seus projetos atuais e planos futuros?</strong><br />
Tenho tocado pouco por aqui, falta de tempo e um pouco de preguiça (é o frio). E nos pubs e pequenos clubes te pagam 2 ou 3 pints de cerveja e olhe lá. Toco às vezes nas festas da Liga Lésbica de Volleyball Inglesa (é sério!), muito divertido! E o dono da XXL me prometeu uma data ainda pra esse ano, vamos ver o que acontece…</p>
<p>Pro futuro continuar a fazer trilhas pra Basso &amp; Brooke, compor coisas novas e investir em projetos diferentes também. No momento, estou fazendo 2 faixas com um inglês de 21 anos, produção super pop na linha do Frank Musik, quem sabe a coisa pega…</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Em meados dos anos 90, o produtor &lt;strong&gt;Fernando Britto&lt;/strong&gt; tocava guitarra na banda shoegazer Old Magic Pallas, que lançou um CD por um selo independente. Na mesma época começou a tocar em alguns bares e clubes em São Paulo como a Torre, Egotrip, Retrô, Terra Madre, Ampgalaxy, Vegas, D-Edge, A Lôca e Glória. Mas foi somente em 2001 que Fernando decidiu explorar novos territórios musicais sob o codinome &lt;strong&gt;Tin God&lt;/strong&gt; usando o Cubase 2,8 no Pentium 166 e um Roland JV-1010. Apesar de &lt;em&gt;lo-fi&lt;/em&gt; e da pouca experiência como produtor, seu primeiro EP demo recebeu ótimas críticas de revistas e websites locais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos DJs brasileiros já tocaram seus remixes e mashups (incluindo Devo, The Police, Elastica e Primal Scream, Linda Lamb e No Porn), bem como DJs internacionais como Erol Alkan, Jonty Skruff e 2 Many DJs que foram lançados pelo netlabel francês &lt;a href=&quot;http://www.sumodehouse.com/sss/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Sweet Smelling Surfaces&lt;/a&gt; em 2003. A sua versão 2006 de “Your Silent Face” foi uma das 10 escolhidas para o tributo do New Order, CD que foi lançado no mesmo ano. Fernando já desenvolveu trilha para diversas campanhas publicitárias e desfiles de moda (incluindo Basso and Brooke, Rosa Chá, Vide Bula e Fause Haten) – em São Paulo, Rio de Janeiro e Londres, onde vive atualmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais suas inspirações e referências pra gravar este set?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Eu pesquisei muita coisa nova para fazer o set, mas no final resolvi incluir várias faixas clássicas que sempre gostei de tocar e que considero atemporais… Editei todas de uma maneira que coubessem 30 músicas nos 80 minutos de um CD. Todas as faixas são super pra cima, ótimas para fazer cooper, lavar a louça e animar festinha de debutante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que tem acontecido nas cena eletrônica inglesa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A cena disco/nu disco continua forte, tem noites por toda a cidade como a Plastic People, Disco Bloodbath e a Horse Meat Disco que virou marca internacional. Fora isso os clubes gays de Vauxhall (e infelizmente quase todos os clubes gays do mundo) tocam house bate-cabelo show de horror. Festas bacanas ainda acontecem em Shoreditch e Dalston, música boa, povo animado e vai até tarde!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você começou a discotecar, comprar discos, etc.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sim, ouvia Abba, Rita Lee e trilhas de novelas da Globo… mas comecei a comprar discos compulsivamente em 1985. O primeiro que comprei com minha mesada foi Songs from the Big Chair do Tears for Fears. Comecei a discotecar em bares/clubes tocando “britpop e chemical brothers”, mais ou menos em 94/95, em lugares como o Ar cenico e Nias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você tem ouvido quando está em casa ou andando com o mp3 player?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os meus 3 discos favoritos de 2009: The XX / Bear in Heaven / Memory Tapes, Metal Box do PIL e o último Kings of Convenience, sempre ótimo para dias de metrô lotado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são seus projetos atuais e planos futuros?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tenho tocado pouco por aqui, falta de tempo e um pouco de preguiça (é o frio). E nos pubs e pequenos clubes te pagam 2 ou 3 pints de cerveja e olhe lá. Toco às vezes nas festas da Liga Lésbica de Volleyball Inglesa (é sério!), muito divertido! E o dono da XXL me prometeu uma data ainda pra esse ano, vamos ver o que acontece…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pro futuro continuar a fazer trilhas pra Basso &amp; Brooke, compor coisas novas e investir em projetos diferentes também. No momento, estou fazendo 2 faixas com um inglês de 21 anos, produção super pop na linha do Frank Musik, quem [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>O produtor Fernando Britto conhecido por Tin God montou um set com 30 faixas &quot;clássicas&quot; que cabem em um CD.  Fernando já desenvolveu trilha para diversas campanhas publicitárias e desfiles de moda (incluindo Basso and Brooke, Rosa [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db31 Holger Zilske</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db31-holger-zilske/</link>
		<comments>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db31-holger-zilske/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 05:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Smash TV]]></category>
		<category><![CDATA[techno]]></category>

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		<description><![CDATA[O DJ e produtor alemão Holger Zilske é o convidado da semana, num set que traz suas faixas preferidas do momento. Tem a sua "You Will Find Out" com Dave DK e Richard Davis, Kiki, Catz 'N Dogs, um remix inédito para Claude VonStroke e mais fotos e entrevista exclusivas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Holger Zilske</strong> é o nome por trás do Smash TV, projeto pelo qual lançou seu primeiro álbum em 2001, pelo selo alemão BPitch Control. Desde então, Zilske vem mudando o seu estilo musical, produzindo e remixando faixas para selos como Leena, Battle e Playhouse. Em maio deste ano lançou seu primeiro álbum autoral, Holz, no qual flerta com as nuances sutis e sofisticadas da microhouse. Muito bem recebido por crítica e público, o DJ/produtor esteve recentemente no Brasil para apresentações elogiadas no club D-Edge e na web radio <a href="http://www.chaosmopolitan.com/" target="_blank">Drop Kick</a>, em São Paulo.</p>
<p>Para o <strong>deepbeep</strong>, Zilske gravou algumas de suas faixas preferidas atuais, além de um remix que fez para “Big ‘N Round” de Claude VonStroke, ainda inédito e com lançamento programado para o início de 2010.</p>
<p><strong>Fale sobre o mix, onde você o gravou e por que escolheu essas faixas?</strong><br />
O set foi gravado no meu estúdio. Ele mostra algumas das faixas que ando gostando atualmente. Algumas delas funcionam nos clubs, mas ao mesmo tempo têm um certo potencial e doçura para curtir em casa.</p>
<p><strong>No seu primeiro álbum tem uma ótima faixa chamada “Olho Gordo”. Da onde você tirou esse nome?</strong><br />
Estive no Brasil no ano passado e durante um jantar, ouvindo meus amigos conversando em português, tudo que conseguia entender era a palavra “olho gordo”. Perguntei qual era o significado e desde então ficou na minha cabeça.</p>
<p><strong>Qual foi o set ou lugar mais memorável que vou tocou neste ano?</strong><br />
Essa é difícil… esse ano fiz algumas gigs muito boas. Uma das minhas favoritas foi no Panorama Bar, em Berlim. O dia já estava amanhecendo, eles abriram as venezianas e todo mundo jogou as mãos pra cima, foi ótimo. Também me lembro do meu live set na festa Goa, em Madrid. A festa aconteceu num domingo durante o dia, com cerca de 10 mil pessoas dançando nas tendas.</p>
<p>Outra gig foi no Costa Bar, em Isabella, Porto Rico. Trata-se de um pequeno bar na praia com público e atmosfera incríveis. E claro, a gig que fiz no D-Edge… muitas festas boas neste ano.</p>
<p><strong>Quais são seus próximos lançamentos? O que você fará até o final do ano?</strong><br />
Tem uma nova faixa que fiz com o Dave DK e o Richard Davis, chama-se “You Will Find Out”. Acabou de sair pela Moodmusic e está no set. Também fiz um novo remix para “Immortal” do Kiki, que deve sair em 30 de novembro.</p>
<p>No começo do ano que vem terei uma faixa inédita na compilação de 10 anos da BPitch, além de um remix para “Big N’ Round”, do novo álbum do Claude VonStroke, que também está no set.</p>
<p>Outra grande coisa serão os remixes do meu álbum que serão lançados pela Playhouse. Os remixes são de Daso, Vincenzo, Zander VT, Marco Ressmann, Rodriguez Jr e Franklin de Costa. Muitas coisas estão por vir.</p>
<p>Agradecimentos: Ivi Brasil<br />
Fotos: <a href="http://www.flickr.com/photos/ppaulo/" target="_blank">Paulo Otero</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Holger Zilske&lt;/strong&gt; é o nome por trás do Smash TV, projeto pelo qual lançou seu primeiro álbum em 2001, pelo selo alemão BPitch Control. Desde então, Zilske vem mudando o seu estilo musical, produzindo e remixando faixas para selos como Leena, Battle e Playhouse. Em maio deste ano lançou seu primeiro álbum autoral, Holz, no qual flerta com as nuances sutis e sofisticadas da microhouse. Muito bem recebido por crítica e público, o DJ/produtor esteve recentemente no Brasil para apresentações elogiadas no club D-Edge e na web radio &lt;a href=&quot;http://www.chaosmopolitan.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Drop Kick&lt;/a&gt;, em São Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, Zilske gravou algumas de suas faixas preferidas atuais, além de um remix que fez para “Big ‘N Round” de Claude VonStroke, ainda inédito e com lançamento programado para o início de 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre o mix, onde você o gravou e por que escolheu essas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O set foi gravado no meu estúdio. Ele mostra algumas das faixas que ando gostando atualmente. Algumas delas funcionam nos clubs, mas ao mesmo tempo têm um certo potencial e doçura para curtir em casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No seu primeiro álbum tem uma ótima faixa chamada “Olho Gordo”. Da onde você tirou esse nome?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Estive no Brasil no ano passado e durante um jantar, ouvindo meus amigos conversando em português, tudo que conseguia entender era a palavra “olho gordo”. Perguntei qual era o significado e desde então ficou na minha cabeça.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual foi o set ou lugar mais memorável que vou tocou neste ano?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Essa é difícil… esse ano fiz algumas gigs muito boas. Uma das minhas favoritas foi no Panorama Bar, em Berlim. O dia já estava amanhecendo, eles abriram as venezianas e todo mundo jogou as mãos pra cima, foi ótimo. Também me lembro do meu live set na festa Goa, em Madrid. A festa aconteceu num domingo durante o dia, com cerca de 10 mil pessoas dançando nas tendas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra gig foi no Costa Bar, em Isabella, Porto Rico. Trata-se de um pequeno bar na praia com público e atmosfera incríveis. E claro, a gig que fiz no D-Edge… muitas festas boas neste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são seus próximos lançamentos? O que você fará até o final do ano?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tem uma nova faixa que fiz com o Dave DK e o Richard Davis, chama-se “You Will Find Out”. Acabou de sair pela Moodmusic e está no set. Também fiz um novo remix para “Immortal” do Kiki, que deve sair em 30 de novembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No começo do ano que vem terei uma faixa inédita na compilação de 10 anos da BPitch, além de um remix para “Big N’ Round”, do novo álbum do Claude VonStroke, que também está no set.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra grande coisa serão os remixes do meu álbum que serão lançados pela Playhouse. Os remixes são de Daso, Vincenzo, Zander VT, Marco Ressmann, Rodriguez Jr e Franklin de Costa. Muitas coisas estão por vir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agradecimentos: Ivi Brasil&lt;br /&gt;
Fotos: &lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/ppaulo/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Paulo Otero&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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		<title>db30 Augusto Merli</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 07:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São diversas as referências e influências do DJ Augusto Merli. Dono de um gosto musical eclético, o seu deepbeep 30 passa com alto-nível pelo hip-hop, IDM e dubstep. O mix traz faixas de Flying Lotus, Dimlite, Lusine, Redshape e mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O DJ paulista <strong>Augusto Merli</strong> é conhecido pelos seus sets que mixam house, deep, minimal, detroit e funky techno. Com passagens pelos principais clubs do país, em 2005 ele também foi um dos selecionados para o Red Bull Music Academy, que aconteceu em Seattle. O <strong>deepbeep30</strong> é para elevar o espírito – como Merli coloca – numa elegante transição entre hip-hop, IDM, house e dubstep. Também estão no set faixas de Brendon Moeller, Pezzner, Ribn e Shed.</p>
<p><strong>Fale sobre o mix, por que escolheu essas faixas e produtores, e qual seria o melhor momento para ouvi-lo?</strong><br />
Este mix é bem eclético, bastante coisa que tenho pesquisado e ouvido nos últimos meses. No começo tem um pouco de hip-hop e IDM mais experimental. Depois já entra um lance pouco mais pista, músicas com melodias e atmosfera que são coisas que sempre procuro. Música eletrônica evolui muito rápido, mas você sempre acaba encontrando uma essência comum em diferentes estilos e maneiras de se produzir. Resumindo, são músicas que gosto e quero compartilhar, na verdade o mix poderia ser muito mais longo.</p>
<p>Não acho assim que existe um momento ideal para se ouvir. Trabalhando, no trânsito, em casa, em club. É onde eu gostaria de ouvir tudo isso. Na verdade, ouvir música pra mim, muitas vezes, é uma maneira de entrar em contato comigo mesmo e de elevar um pouco o espírito, por isso meus sets acabam sendo mais introspectivos.</p>
<p><strong>Como surgiu seu interesse pela música eletrônica? Você se lembra da primeira música ou festa que esteve?</strong><br />
Interesse por música na verdade, rola desde criança. Sempre fui muito curioso em relação a música. Eu meio que deitava no chão com a cabeça do lado da caixa para sentir o grave das músicas. Meu pai tinha um “aparelho de som” que você podia colocar mais de um disco e eles iam caindo pra tocar, eu achava aquilo lindo. É o receiver que uso até hoje para tocar em casa. Conheço algumas pessoas que são verdadeiras bíblias de música, na verdade eu diria que tenho até uma certa dificuldade pra guardar nome de músicas, mas o que me vem na memória agora são coisas como Technotronic, Snap, KLF, New Order, Depeche Mode e etc. Acho que a primeira referência das músicas pra “bailinho” que tenho são estas. Na época até cheguei a ir em galeria, comprar discos, tinha lá os Djs Ricardo Guedes, Irai Campos e Cuca que costumava ouvir no rádio, curtia, gravava as fitinhas cassete mas na época não cheguei a frequentar nenhuma “danceteria” rs.</p>
<p>Nos anos 90 entrei numa fase rock ‘n roll, dava um jeito de alugar em uma locadora perto da escola uns 5 CDs por semana, gravava em fitas, imprimia capinhas, tenho tudo aqui até hoje. A MTV, também confesso, foi uma referência, muita coisa que vi lá em programas como Lado B e AMP acabava correndo atrás e descobrindo outras em efeito cascata. Desta época Radiohead, Jamiroquai e Sonic Youth são coisas que ainda ouço até hoje.</p>
<p>Música eletrônica mais underground, eu diria que Jamiroquai, Chemical Brothers e o drum ‘n bass do Marky foram que meio a porta de entrada. Daí, procurando onde ouvir algo parecido com isso achei a U-Turn, Lov.e e Manga Rosa. Na verdade, começando em 1999 acabei passando muitas sextas e sábados da minha vida nestes clubs, especialmente no Lov.e. Depois vieram as festas da Circuito, o D-Edge e por ai vai até hoje.</p>
<p><strong>Quais as três gigs ou apresentações mais memoráveis para você?</strong><br />
1. Red Bull Music Lounge Sónar 2007 em Barcelona.<br />
2. 31/05/2008 Mothership @ D-Edge com Tommy Jacobs e Mau Mau: nessa noite eu tinha sido roubado na porta de casa, montei outro case com os discos e resolvi ir tocar mesmo assim, uma mistura de sentimentos rolou na hora de tocar.<br />
3. 21/03/2009 Mothership @ D-Edge com Daniel U.M. e Claro Intelecto.</p>
<p><strong>Fale sobre seus projetos atuais e futuros.</strong><br />
Projetos? Na verdade tenho um com os amigos <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/max-underson/">Max Underson</a>, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/daniel-um/">Daniel U.M.</a> e Mauricio U.M. Está no papel ainda. É uma idéia de apresentar música eletrônica e arte até mesmo digital de uma maneira mais abrangente não apenas no formato pista de dança como a gente já conhece. Um pouco de vontade de tirar um pouco esse rótulo de que música eletrônica é fútil. Agregar um pouco de arte digital, fotografia, moda e cinema. Trazer novas pessoas para o nosso universo. Durante a Red Bull Music Academy que participei em 2005 e no Sónar em Barcelona (durante o dia) em 2007 tive bastante contato com isso. O desafio é fazer tudo isso caber no espaço de um club – ou não necessariamente – e conseguir apoio e patrocínio. Tem também o projeto de conquistar mais espaço para tocar e outro seria ter produções próprias com uma cara mais profissional e minha identidade.</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;O DJ paulista &lt;strong&gt;Augusto Merli&lt;/strong&gt; é conhecido pelos seus sets que mixam house, deep, minimal, detroit e funky techno. Com passagens pelos principais clubs do país, em 2005 ele também foi um dos selecionados para o Red Bull Music Academy, que aconteceu em Seattle. O &lt;strong&gt;deepbeep30&lt;/strong&gt; é para elevar o espírito – como Merli coloca – numa elegante transição entre hip-hop, IDM, house e dubstep. Também estão no set faixas de Brendon Moeller, Pezzner, Ribn e Shed.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre o mix, por que escolheu essas faixas e produtores, e qual seria o melhor momento para ouvi-lo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Este mix é bem eclético, bastante coisa que tenho pesquisado e ouvido nos últimos meses. No começo tem um pouco de hip-hop e IDM mais experimental. Depois já entra um lance pouco mais pista, músicas com melodias e atmosfera que são coisas que sempre procuro. Música eletrônica evolui muito rápido, mas você sempre acaba encontrando uma essência comum em diferentes estilos e maneiras de se produzir. Resumindo, são músicas que gosto e quero compartilhar, na verdade o mix poderia ser muito mais longo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não acho assim que existe um momento ideal para se ouvir. Trabalhando, no trânsito, em casa, em club. É onde eu gostaria de ouvir tudo isso. Na verdade, ouvir música pra mim, muitas vezes, é uma maneira de entrar em contato comigo mesmo e de elevar um pouco o espírito, por isso meus sets acabam sendo mais introspectivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como surgiu seu interesse pela música eletrônica? Você se lembra da primeira música ou festa que esteve?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Interesse por música na verdade, rola desde criança. Sempre fui muito curioso em relação a música. Eu meio que deitava no chão com a cabeça do lado da caixa para sentir o grave das músicas. Meu pai tinha um “aparelho de som” que você podia colocar mais de um disco e eles iam caindo pra tocar, eu achava aquilo lindo. É o receiver que uso até hoje para tocar em casa. Conheço algumas pessoas que são verdadeiras bíblias de música, na verdade eu diria que tenho até uma certa dificuldade pra guardar nome de músicas, mas o que me vem na memória agora são coisas como Technotronic, Snap, KLF, New Order, Depeche Mode e etc. Acho que a primeira referência das músicas pra “bailinho” que tenho são estas. Na época até cheguei a ir em galeria, comprar discos, tinha lá os Djs Ricardo Guedes, Irai Campos e Cuca que costumava ouvir no rádio, curtia, gravava as fitinhas cassete mas na época não cheguei a frequentar nenhuma “danceteria” rs.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos anos 90 entrei numa fase rock ‘n roll, dava um jeito de alugar em uma locadora perto da escola uns 5 CDs por semana, gravava em fitas, imprimia capinhas, tenho tudo aqui até hoje. A MTV, também confesso, foi uma referência, muita coisa que vi lá em programas como Lado B e AMP acabava correndo atrás e descobrindo outras em efeito cascata. Desta época Radiohead, Jamiroquai e Sonic Youth são coisas que ainda ouço até hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Música eletrônica mais underground, eu diria que Jamiroquai, Chemical Brothers e o drum ‘n bass do Marky foram que meio a porta de entrada. Daí, procurando onde ouvir algo parecido com isso achei a U-Turn, Lov.e e Manga Rosa. Na verdade, começando em 1999 acabei passando muitas sextas e sábados da minha vida nestes clubs, especialmente no Lov.e. Depois vieram as festas da Circuito, o D-Edge e por ai vai até hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais as três gigs ou apresentações mais memoráveis para você?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
1. Red Bull Music Lounge Sónar 2007 em Barcelona.&lt;br /&gt;
2. 31/05/2008 Mothership @ D-Edge com Tommy Jacobs e Mau Mau: nessa noite eu tinha sido roubado na porta de casa, montei outro case com os discos e resolvi ir tocar mesmo assim, uma mistura de [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>São diversas as referências e influências do DJ Augusto Merli. Dono de um gosto musical eclético, o seu deepbeep 30 passa com alto-nível pelo hip-hop, IDM e dubstep. O mix traz faixas de Flying Lotus, Dimlite, Lusine, Redshape e mais.</itunes:subtitle>
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		<title>db29 Hero Zero</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db29-hero-zero/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 05:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<category><![CDATA[sets-relacionados]]></category>
		<category><![CDATA[Caravana da Coragem]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Hero Zero]]></category>
		<category><![CDATA[Hero Zero]]></category>
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		<description><![CDATA[Bruno, o Hero Zero, é o DJ convidado da semana do deepbeep 29 e traz um set com produções nacionais de amigos para ouvir com amigos. Além de ser um dos responsáveis pela Caravana da Coragem, Hero Zero é residente do Vegas Club, A Lôca e ainda possui um programa na rádio Levis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 2006 ouvimos falar do <strong>DJ Hero Zero</strong>, que já passou pelas principais festas e clubs do país. Dono de um estilo único, com sets que vão do electro ao minimal techno, ele também é conhecido como idealizador e DJ da festa Caravana da Coragem, que acontece mensalmente no club Vegas, em São Paulo.</p>
<p>Apoena Maracá é o nome dado para o <strong>deepbeep 29</strong>, “Eu escolhi um nome em tupi pra ficar bem brazuca mesmo -:)”, comenta Bruno. “Apoena significa ‘aquele que enxerga ao longe’ e maracá é um instrumento musical usado em rituais. Quis passar a idéia de uma música visionária, como julgo que é o atual cenário de produção nacional”, completa. O mix tem faixas do Monsters at Work, Voodoo Drops, Glocal, Renato Patriarca, 609, remixes de <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/renato-cohen/">Renato Cohen</a>, Gui Boratto e mais.</p>
<p><strong>Qual o melhor momento para ouvir este set?</strong><br />
Este set é feito com produções de amigos e para amigos. Então acredito que o melhor momento seja ao lado deles durante uma boa conversa descompromissada com uma cerveja gelada e talvez um baralho na mão.</p>
<p><strong>Quando e por que você começou a carreira de DJ?</strong><br />
Meu primeiro contato com a música foi por influência do meu tio que é radialista. Vendo ele trabalhar era apaixonante e eu queria muito isso. Na época eu virei rato de rádio, ouvia de tudo um pouco e foi aí que descobri um programa antigo, mais ou menos em 1993, na rádio Nova FM. O Garagem 70 capitaneado pelo Ricardo Guedes. Ali descobri com prazer um lado da música eletrônica nada convencional, o que me fez cair na noite em clubs como Toco, Overnight, Nation, Sound Factory. Aos poucos os desejos foram se aflorando e a vontade de ser radialista acabou sendo substituída por tocar na noite ao ver grandes performances de DJs como <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/magal/">Magal</a>, Julião, Mau Mau, Marky… (Grande época que deixou saudades!)</p>
<p><strong>O que você recomenda a quem quer ser DJ?</strong><br />
Acho que o mais importante é ser um viciado em pesquisa musical. Com certeza um DJ deve conhecer de tudo um pouco na história da música, não devendo nem mesmo se limitar somente a música eletrônica. Esse conhecimento somado a paixão e ao tesão de tocar trará um resultado de qualidade inevitável.</p>
<p><strong>O que você tem escutado atualmente?</strong><br />
Hummm… difícil destacar alguns, mas em casa ouço muito Radiohead, David Bowie, Depeche Mode, Kraftwerk, Ellen Allien, Apparat, Moderat, Kiki, Smashing Pumpkins, Chico Science e Nação Zumbi, SoundGarden, The Clash, Queens of the Stone Age entre outros 350 GB de música.</p>
<p><strong>Quais são seus planos futuros?</strong><br />
Produzir! Há tempos tenho criado e experimentado muito e creio que em breve devo ter algo finalizado para apresentar a vocês.</p>
<p>Fotos: Dani Vargas</p>
]]></content:encoded>
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&lt;p&gt;Apoena Maracá é o nome dado para o &lt;strong&gt;deepbeep 29&lt;/strong&gt;, “Eu escolhi um nome em tupi pra ficar bem brazuca mesmo -:)”, comenta Bruno. “Apoena significa ‘aquele que enxerga ao longe’ e maracá é um instrumento musical usado em rituais. Quis passar a idéia de uma música visionária, como julgo que é o atual cenário de produção nacional”, completa. O mix tem faixas do Monsters at Work, Voodoo Drops, Glocal, Renato Patriarca, 609, remixes de &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/renato-cohen/&quot;&gt;Renato Cohen&lt;/a&gt;, Gui Boratto e mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual o melhor momento para ouvir este set?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Este set é feito com produções de amigos e para amigos. Então acredito que o melhor momento seja ao lado deles durante uma boa conversa descompromissada com uma cerveja gelada e talvez um baralho na mão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando e por que você começou a carreira de DJ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Meu primeiro contato com a música foi por influência do meu tio que é radialista. Vendo ele trabalhar era apaixonante e eu queria muito isso. Na época eu virei rato de rádio, ouvia de tudo um pouco e foi aí que descobri um programa antigo, mais ou menos em 1993, na rádio Nova FM. O Garagem 70 capitaneado pelo Ricardo Guedes. Ali descobri com prazer um lado da música eletrônica nada convencional, o que me fez cair na noite em clubs como Toco, Overnight, Nation, Sound Factory. Aos poucos os desejos foram se aflorando e a vontade de ser radialista acabou sendo substituída por tocar na noite ao ver grandes performances de DJs como &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/magal/&quot;&gt;Magal&lt;/a&gt;, Julião, Mau Mau, Marky… (Grande época que deixou saudades!)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você recomenda a quem quer ser DJ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Acho que o mais importante é ser um viciado em pesquisa musical. Com certeza um DJ deve conhecer de tudo um pouco na história da música, não devendo nem mesmo se limitar somente a música eletrônica. Esse conhecimento somado a paixão e ao tesão de tocar trará um resultado de qualidade inevitável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você tem escutado atualmente?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Hummm… difícil destacar alguns, mas em casa ouço muito Radiohead, David Bowie, Depeche Mode, Kraftwerk, Ellen Allien, Apparat, Moderat, Kiki, Smashing Pumpkins, Chico Science e Nação Zumbi, SoundGarden, The Clash, Queens of the Stone Age entre outros 350 GB de música.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são seus planos futuros?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Produzir! Há tempos tenho criado e experimentado muito e creio que em breve devo ter algo finalizado para apresentar a vocês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fotos: Dani Vargas&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Bruno, o Hero Zero, é o DJ convidado da semana do deepbeep 29 e traz um set com produções nacionais de amigos para ouvir com amigos. Além de ser um dos responsáveis pela Caravana da Coragem, Hero Zero é residente do Vegas Club, A Lôca e [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Oscar Bueno</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 21:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo mundo se acostumou a ver e ouvir Oscar Bueno já pela manhã, no after hours Paradise. Mas faz tempo que Oscar se joga na noite e nem sempre tão tarde (ou cedo) e isso vem desde antes do Hell’s Club, primeiro after brasileiro. De top clubber, ele virou DJ, promoter e até sócio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo se acostumou a ver e ouvir <strong>Oscar Bueno</strong> já pela manhã, no after hours Paradise. Mas faz tempo que Oscar se joga na noite e nem sempre tão tarde (ou cedo) e isso vem desde antes do Hell’s Club, primeiro after brasileiro. De top clubber, ele virou DJ, promoter e até sócio de clube (Stereo, onde hoje é o D-Edge). Como DJ, Oscar é bastante eclético – vai do minimal ao electro, passando por diversas vertentes da house, que ele apresenta Brasil afora e na Europa. Depois do sucesso longevo do after hours Paradise, há 11 anos na ativa, agora ele vai passar a apresentar os muitos estilos da house music na festa LA Back to House, no clube Glória (a primeira festa rola dia 11/11/09). Ouça o set gravado no club D-Edge, durante uma manhã no Paradise, e saiba mais o que pensa esse grande nome da música eletrônica brasileira.</p>
<p><strong>Você tem um repertório bastante abrangente, uma época ficou mais electro, em outra fase ficou mais house, e já se embrenhou no techno. Hoje vale tudo para divertir a pista de dança? Qual a sua opinião sobre o atual estágio da música eletrônica?</strong><br />
Acho que a minha história é a mesma de outros DJs que são da época quando não existiam bons CD players no mercado e o profissional para ser respeitado e reconhecido era obrigado a tocar disco de vinil. A única saída eram as bolachas negras, o que limitava o artista a um ou dois estilos de música por não conseguir comprar tudo que gostava ou que gostaria de tocar. O vinil pra gente aqui no Brasil saia e sai caro e os DJs compravam só o que tinham certeza que iam tocar. Arriscava-se e experimentava-se menos.</p>
<p>Hoje, acabado esse preconceito e com as mídia virtuais, o artista pode trabalhar com vários estilos de música, abriu-se o leque, ficou mais barato e mais facil adquirir, armazenar e transportar música. Acabou aquele egoísmo que rolava em torno das faixas, agora os DJs trocam músicas. Quando vou tocar levo comigo cerca de 200 CDs, o que é muita coisa, antes levava apenas um case com 80 vinis. Tenho de lounge a techno passando por deep house, house, techouse, minimal, electro, funky, jazzy, breakbeat. O DJ bom é aquele que tem feeling e material pra mudar totalmente o set se não estiver rolando bem.</p>
<p>No Brasil a música eletrônica vai bem, ao que me parece. Nunca vi tantos produtores, DJs, promoters, festas e entendidos em e-music. Parece que vivemos uma espécie de utopia techno atrasada, tem muita gente descobrindo o ecstasy e se jogando em rave. Coisa que em outros lugares do mundo já não rola mais, perderam a inocência. Brasileiro gosta de bagunça, vamos aproveitar esse final de festa até desligarem o som.</p>
<p><strong>O que te levou a tocar back-to-back e criar os projetos MooM (com Jeremy) e Bueníssimos (com Jean)?</strong><br />
O MooM nasceu do amor ao techno e o “Bueníssimos” do amor a house. Os projetos são uma intensa troca de infos e idéias que tenho com esses dois supertalentosos artistas sobre música. Nosso dialogo é através da apresentação <em>back to back</em>. Cada um coloca duas músicas e apresenta um pouco de si. Um sempre tenta surpreender o outro com uma música melhor e quem ganha é a pista. A atuaçaõ é no minimo divertida. Eu gosto porque dá para dançar enquanto o outro toca…</p>
<p><strong>Com a sua alta quilometragem de festas e loucurinhas, desde Hell’s, Lov.e e muitos outros clubs e festas, o que está in e o que está out na noite paulistana atualmente?</strong><br />
In é saber aonde pisa. Sair de casa informado sobre o lugar que você está indo e não ter surpresas desagradáveis depois que já está lá dentro. Dar uma olhada nos sites das casas e saber quem toca, por exemplo, funciona. Caso não conheça o DJ que vai tocar e está na dúvida, dê uma pesquisada. Out é ser paraquedista, cair na balada sem saber o que rola e ainda reclamar do som. Fazer a louca desinformada não dá, né?</p>
<p><strong>Onde você estará realmente no verão?</strong><br />
Eu quero e vou estar junto com meus amigos na Bahia em tour com o “Paradise”, que começa no Universo Parallelo, passa por Trancoso e Arraial e termina em Salvador.</p>
<p><strong>Como promoter do after hour mais descolado do Brasil, qual a receita para se jogar num after sem fazer feio?</strong><br />
Passar na padaria antes de ir pro clube e tomar um café da manhã substancioso. Nem pense em chegar bêbado ou cansado que é mico total.</p>
<p>Texto e entrevista: Ivi Brasil<br />
Fotos: <a href="http://www.flickr.com/photos/ppaulo/" target="_blank">Paulo Otero</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Todo mundo se acostumou a ver e ouvir &lt;strong&gt;Oscar Bueno&lt;/strong&gt; já pela manhã, no after hours Paradise. Mas faz tempo que Oscar se joga na noite e nem sempre tão tarde (ou cedo) e isso vem desde antes do Hell’s Club, primeiro after brasileiro. De top clubber, ele virou DJ, promoter e até sócio de clube (Stereo, onde hoje é o D-Edge). Como DJ, Oscar é bastante eclético – vai do minimal ao electro, passando por diversas vertentes da house, que ele apresenta Brasil afora e na Europa. Depois do sucesso longevo do after hours Paradise, há 11 anos na ativa, agora ele vai passar a apresentar os muitos estilos da house music na festa LA Back to House, no clube Glória (a primeira festa rola dia 11/11/09). Ouça o set gravado no club D-Edge, durante uma manhã no Paradise, e saiba mais o que pensa esse grande nome da música eletrônica brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você tem um repertório bastante abrangente, uma época ficou mais electro, em outra fase ficou mais house, e já se embrenhou no techno. Hoje vale tudo para divertir a pista de dança? Qual a sua opinião sobre o atual estágio da música eletrônica?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Acho que a minha história é a mesma de outros DJs que são da época quando não existiam bons CD players no mercado e o profissional para ser respeitado e reconhecido era obrigado a tocar disco de vinil. A única saída eram as bolachas negras, o que limitava o artista a um ou dois estilos de música por não conseguir comprar tudo que gostava ou que gostaria de tocar. O vinil pra gente aqui no Brasil saia e sai caro e os DJs compravam só o que tinham certeza que iam tocar. Arriscava-se e experimentava-se menos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, acabado esse preconceito e com as mídia virtuais, o artista pode trabalhar com vários estilos de música, abriu-se o leque, ficou mais barato e mais facil adquirir, armazenar e transportar música. Acabou aquele egoísmo que rolava em torno das faixas, agora os DJs trocam músicas. Quando vou tocar levo comigo cerca de 200 CDs, o que é muita coisa, antes levava apenas um case com 80 vinis. Tenho de lounge a techno passando por deep house, house, techouse, minimal, electro, funky, jazzy, breakbeat. O DJ bom é aquele que tem feeling e material pra mudar totalmente o set se não estiver rolando bem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Brasil a música eletrônica vai bem, ao que me parece. Nunca vi tantos produtores, DJs, promoters, festas e entendidos em e-music. Parece que vivemos uma espécie de utopia techno atrasada, tem muita gente descobrindo o ecstasy e se jogando em rave. Coisa que em outros lugares do mundo já não rola mais, perderam a inocência. Brasileiro gosta de bagunça, vamos aproveitar esse final de festa até desligarem o som.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que te levou a tocar back-to-back e criar os projetos MooM (com Jeremy) e Bueníssimos (com Jean)?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O MooM nasceu do amor ao techno e o “Bueníssimos” do amor a house. Os projetos são uma intensa troca de infos e idéias que tenho com esses dois supertalentosos artistas sobre música. Nosso dialogo é através da apresentação &lt;em&gt;back to back&lt;/em&gt;. Cada um coloca duas músicas e apresenta um pouco de si. Um sempre tenta surpreender o outro com uma música melhor e quem ganha é a pista. A atuaçaõ é no minimo divertida. Eu gosto porque dá para dançar enquanto o outro toca…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Com a sua alta quilometragem de festas e loucurinhas, desde Hell’s, Lov.e e muitos outros clubs e festas, o que está in e o que está out na noite paulistana atualmente?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
In é saber aonde pisa. Sair de casa informado sobre o lugar que você está indo e não ter surpresas desagradáveis depois que já está lá dentro. Dar uma olhada nos sites das casas e saber quem toca, por exemplo, funciona. Caso não conheça o DJ que vai tocar e está na dúvida, dê uma [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Todo mundo se acostumou a ver e ouvir Oscar Bueno já pela manhã, no after hours Paradise. Mas faz tempo que Oscar se joga na noite e nem sempre tão tarde (ou cedo) e isso vem desde antes do Hell’s Club, primeiro after brasileiro. De top [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db28 Hubert</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 05:24:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No repertório do DJ Hubert, as boas referências do passado dialogam constantemente com as inovações atuais. Dono de um gosto afiado e intenso pesquisador, suas influências vão desde clássicos funk e de hip-hop até faixas atuais de disco e house. Alguns de seus próprios edits estão, com exclusividade, no deepbeep 28.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O paulistano <strong>Hubert</strong> cultiva sua paixão pela música desde os 13 anos, quando já discotecava nas festas dos amigos e em eventos particulares. Há mais de uma década como DJ profissional, mantém hoje a festa Diamond, que propõe um flerte entre grooves raros e novas propostas musicais.</p>
<p>Fã de BPMs baixos, Hubert também exerce sua criatividade fazendo edits de clássicos e faixas de disco, funk, hip-hop e house, descobertas durante suas incansáveis pesquisas. Muitas de suas versões estão na refinada seleção feita para o <strong>deepbeep</strong>, que conta com Robot Trio, Ulysses 82 e Ronnie Gee.</p>
<p><strong>Quais suas inspirações e referências pra gravar este set? </strong><br />
Este set tem a característica de como eu me apresento nos clubs que aceitam músicas bem elaboradas com vocais oldschool em alguns momentos e as novidades de estilos que podem variar entre o broken beat, funky, disco, re-edits e entre outros que aprecio e procuro me atualizar.</p>
<p>O que realmente me empolgou fazer este set foi a possibilidade de poder tocar músicas abaixo de 105 BPM no ínicio do set e mostrar meus edits de faixas do passado resgatadas na minha incansável pesquisa.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você começou a discotecar, comprar discos, etc.</strong><br />
Sempre adorei ouvir música de todos os estilos e modalidades. Depois que descobri a primeira loja de discos, passava todos os dias para comprar os lançamentos e conhecer os artistas, selos, gravadoras e entender todo o processo de discotecar e saber distinguir álbum de singles e remixes. Isso foi no início dos anos 90 onde muitos DJs estavam conquistando seu espaço até chegar na atual cultura que existe em torno deste artista.</p>
<p>Aos 13 anos sabia mixar qualquer música nos toca discos, adorava escolher um vinil e colocar nas pick ups com volume bem alto. A sensação de maior prazer era colocar a agulha no ponto e sentir o sulco do disco começando a tocar a faixa. Nessa época já discotecava nas festas dos amigos e em eventos particulares ou da escola onde estudava.</p>
<p>Em 1998 iniciei profissionalmente como DJ. Fui residente do extinto club Orbital que ficava em São Caetano do Sul (no ABC Paulista). O club tinha proposta de música eletrônica e suas vertentes com uma forte aderência ao conceito underground já meio que esquecido atualmente! Frequentava muitas festas, era daqueles que ouvia todos os DJs do lineup. Era muito gratificante poder ouvir tanta música, dançar a noite toda e voltar para casa feliz da vida.</p>
<p><strong>O que você tem ouvido quando está em casa ou andando com o MP3 player?</strong><br />
Ultimamente ouço de tudo do jazz ao freestyle, oldschool, boogie, disco, funk, as novas tendências da acid-house, nu disco, broken beat, funky-club house. O que realmente acho incrível é ouvir música boa que me faça acreditar que ainda posso encontrar uma faixa dançante com ou sem vocal mas que me surpreenda e me emocione.</p>
<p><strong>Quais são seus projetos atuais e planos futuros como DJ?</strong><br />
Sou um dos idealizadores da festa itinerante Diamond – em parceria com o <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/marcio-vermelho/">Márcio Vermelho</a> – voltada para um público mais crítico e que tem como objetivo cultivar essa proposta entre o velho e o novo reinventado com muito groove e BPMs reduzidos. Frequentemente divido as cabines de noites nos clubs como o Vegas, D-Edge, Glória, Bar Secreto, 8 Bar, Torre.</p>
<p>Terei um programa mensal na web radio Raydio Storm que está em vias de lançamento. Em 2010 quero lançar meus re-dits e se der tempo vou produzir as faixas utilizando instrumentos como baixo, guitarras e percussão.</p>
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&lt;p&gt;Fã de BPMs baixos, Hubert também exerce sua criatividade fazendo edits de clássicos e faixas de disco, funk, hip-hop e house, descobertas durante suas incansáveis pesquisas. Muitas de suas versões estão na refinada seleção feita para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, que conta com Robot Trio, Ulysses 82 e Ronnie Gee.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais suas inspirações e referências pra gravar este set? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Este set tem a característica de como eu me apresento nos clubs que aceitam músicas bem elaboradas com vocais oldschool em alguns momentos e as novidades de estilos que podem variar entre o broken beat, funky, disco, re-edits e entre outros que aprecio e procuro me atualizar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que realmente me empolgou fazer este set foi a possibilidade de poder tocar músicas abaixo de 105 BPM no ínicio do set e mostrar meus edits de faixas do passado resgatadas na minha incansável pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você começou a discotecar, comprar discos, etc.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sempre adorei ouvir música de todos os estilos e modalidades. Depois que descobri a primeira loja de discos, passava todos os dias para comprar os lançamentos e conhecer os artistas, selos, gravadoras e entender todo o processo de discotecar e saber distinguir álbum de singles e remixes. Isso foi no início dos anos 90 onde muitos DJs estavam conquistando seu espaço até chegar na atual cultura que existe em torno deste artista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aos 13 anos sabia mixar qualquer música nos toca discos, adorava escolher um vinil e colocar nas pick ups com volume bem alto. A sensação de maior prazer era colocar a agulha no ponto e sentir o sulco do disco começando a tocar a faixa. Nessa época já discotecava nas festas dos amigos e em eventos particulares ou da escola onde estudava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1998 iniciei profissionalmente como DJ. Fui residente do extinto club Orbital que ficava em São Caetano do Sul (no ABC Paulista). O club tinha proposta de música eletrônica e suas vertentes com uma forte aderência ao conceito underground já meio que esquecido atualmente! Frequentava muitas festas, era daqueles que ouvia todos os DJs do lineup. Era muito gratificante poder ouvir tanta música, dançar a noite toda e voltar para casa feliz da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você tem ouvido quando está em casa ou andando com o MP3 player?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ultimamente ouço de tudo do jazz ao freestyle, oldschool, boogie, disco, funk, as novas tendências da acid-house, nu disco, broken beat, funky-club house. O que realmente acho incrível é ouvir música boa que me faça acreditar que ainda posso encontrar uma faixa dançante com ou sem vocal mas que me surpreenda e me emocione.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são seus projetos atuais e planos futuros como DJ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sou um dos idealizadores da festa itinerante Diamond – em parceria com o &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/marcio-vermelho/&quot;&gt;Márcio Vermelho&lt;/a&gt; – voltada para um público mais crítico e que tem como objetivo cultivar essa proposta entre o velho e o novo reinventado com muito groove e BPMs reduzidos. Frequentemente divido as cabines de noites nos clubs como o Vegas, D-Edge, Glória, Bar Secreto, 8 Bar, Torre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Terei um programa mensal na web radio Raydio Storm que está em vias de lançamento. Em 2010 quero lançar meus re-dits e [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>No repertório do DJ Hubert, as boas referências do passado dialogam constantemente com as inovações atuais. Dono de um gosto afiado e intenso pesquisador, suas influências vão desde clássicos funk e de hip-hop até faixas atuais de disco e [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Mauro Farina</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 20:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O DJ Mauro Farina toca profissionalmente há 7 anos e divide mensalmente a cabine do Paradise After Hours com o DJ Oscar Bueno, aos sábados no D-Edge. Seu currículo tem discotecagens ao lado de Mau Mau, Funk D’void, David Moreno, Hernan Cattaneo, entre outros, gigs na África do Sul e uma prometida tour pela Europa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>DJ Mauro Farina</strong> toca profissionalmente há 7 anos e divide mensalmente a cabine do Paradise After Hours com o DJ Oscar Bueno, aos sábados no D-Edge. Seu currículo tem discotecagens ao lado de Mau Mau, Funk D’void, David Moreno, Hernan Cattaneo, entre outros, gigs na África do Sul e uma prometida tour pela Europa no próximo ano.</p>
<p>Farina é entusiasta de novos subgêneros da house music e da eletrônica, com o propósito de injetar groove e sonoridades frescas na pistas. Seus sets mixam referências de techno com faixas de breakbeat, fidget ou house ‘n bass. O set gravado ao vivo durante o after hours, com exclusividade para o <strong>deepbeep</strong>, é prova que o DJ põe qualquer um pra dançar até o amanhecer.</p>
<p><strong>Onde você gravou o set e quais referências/influências/técnicas/estilos musicais usados?</strong><br />
Gravei esse set no Paradise After Hours – onde sou residente mensal – que acontece no club D-Edge todo sábado para domingo, a partir das 5 horas. Ele contempla basicamente sonoridades diferentes da house music, desde o funk house até faixas de tech house e também com um momento mais fidget house, no meio do set.</p>
<p>Tenho feito sets assim, reunindo a maior variedade possível de subgêneros da house music na pista de dança, deixando o som com uma cara mais <em>fresh</em>.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde quando? Como começou seu interesse pela música eletrônica e como se tornou DJ?</strong><br />
Sou ligado à música e à vida boêmia desde muito novo. Meus pais sempre tiveram um círculo de amizade cheio de músicos: meu pai sempre foi o técnico de som da banda dos amigos e minha mãe, além de artista plástica, cantava e tocava violão. Eu fiz aula de piano e bateria, mas nunca levei a sério esse lance de ser músico, achava que não dava grana ou que era coisa de maluco beleza.</p>
<p>Conheci música eletrônica quando comecei a sair com meu pai, com 15 para 16 anos. Nessa época fui com ele ao B.A.S.E. algumas vezes, e também ao Lov.e. Pra mim era tudo novo naquela época, mas eu nunca vi mistério no que os DJs estavam fazendo, sempre pensava “ah, isso eu também consigo fazer”.</p>
<p>Quando eu estava no primeiro ano do colegial, tinha uma turma que sempre ia às festas de techno como a Patrol. Eles me levavam e eu fui tomando gosto pela coisa, comecei a pesquisar alguns nomes e colecionar discos (alguns de nós éramos menores de idade ainda). Em 2000, conheci um amigo que tinha ganhado um par de decks e um mixer, então estava feita a parceria. Começamos a treinar diariamente na minha casa e não paramos mais de colecionar música e treinar técnicas de mixagens. Minhas primeiras festas foram de 2002 para 2003. No ano seguinte fiz minha primeira tour na Cidade do Cabo, África do Sul. Fui para ficar 2 meses e acabei ficando 5, mas por lá tive uma das minhas melhores gigs, com certeza.</p>
<p><strong>Quais seus projetos atuais e planos futuros?</strong><br />
Atualmente estou com a residência mensal no Paradise After Hours, onde faço a escolha e organização do line-up junto com o Oscar Bueno. Tenho gostado muito porque tem a ver com minha pesquisa musical que tenho feito como lição de casa: achar novos subgêneros da house music e colocar no after.</p>
<p>Continuo com meu programa de web radio, a <a href="http://www.blogradiopirata.blogspot.com/" target="_blank">Radio Pirata</a>, que rola há mais ou menos 4 anos. Comecei junto com uns amigos e a brincadeira acabou ficando séria. Hoje tenho 2 parceiros que me ajudam na programação e na produção também, já que é um programa de 4 horas que sempre tocam de 3 a 4 artistas. Muito equipamento, parafernália e sem contar a Internet do nosso país, que é motivo de vergonha.</p>
<p>A Radio Pirata está num espaço novo no Studio Filé, com estrutura nova de iluminação e equipamento muito mais profissional. Os responsáveis pela força e por não deixarem os Piratas caírem em calmaria são Juca Nas (Krazytape/ Filé Studio) e o Vicentin (a.k.a. Gordz/Radio Pirata). Esses dois têm sido essenciais na evolução do programa que cada dia está com um formato mais bacana.</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;DJ Mauro Farina&lt;/strong&gt; toca profissionalmente há 7 anos e divide mensalmente a cabine do Paradise After Hours com o DJ Oscar Bueno, aos sábados no D-Edge. Seu currículo tem discotecagens ao lado de Mau Mau, Funk D’void, David Moreno, Hernan Cattaneo, entre outros, gigs na África do Sul e uma prometida tour pela Europa no próximo ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Farina é entusiasta de novos subgêneros da house music e da eletrônica, com o propósito de injetar groove e sonoridades frescas na pistas. Seus sets mixam referências de techno com faixas de breakbeat, fidget ou house ‘n bass. O set gravado ao vivo durante o after hours, com exclusividade para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, é prova que o DJ põe qualquer um pra dançar até o amanhecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onde você gravou o set e quais referências/influências/técnicas/estilos musicais usados?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Gravei esse set no Paradise After Hours – onde sou residente mensal – que acontece no club D-Edge todo sábado para domingo, a partir das 5 horas. Ele contempla basicamente sonoridades diferentes da house music, desde o funk house até faixas de tech house e também com um momento mais fidget house, no meio do set.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho feito sets assim, reunindo a maior variedade possível de subgêneros da house music na pista de dança, deixando o som com uma cara mais &lt;em&gt;fresh&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde quando? Como começou seu interesse pela música eletrônica e como se tornou DJ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sou ligado à música e à vida boêmia desde muito novo. Meus pais sempre tiveram um círculo de amizade cheio de músicos: meu pai sempre foi o técnico de som da banda dos amigos e minha mãe, além de artista plástica, cantava e tocava violão. Eu fiz aula de piano e bateria, mas nunca levei a sério esse lance de ser músico, achava que não dava grana ou que era coisa de maluco beleza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conheci música eletrônica quando comecei a sair com meu pai, com 15 para 16 anos. Nessa época fui com ele ao B.A.S.E. algumas vezes, e também ao Lov.e. Pra mim era tudo novo naquela época, mas eu nunca vi mistério no que os DJs estavam fazendo, sempre pensava “ah, isso eu também consigo fazer”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando eu estava no primeiro ano do colegial, tinha uma turma que sempre ia às festas de techno como a Patrol. Eles me levavam e eu fui tomando gosto pela coisa, comecei a pesquisar alguns nomes e colecionar discos (alguns de nós éramos menores de idade ainda). Em 2000, conheci um amigo que tinha ganhado um par de decks e um mixer, então estava feita a parceria. Começamos a treinar diariamente na minha casa e não paramos mais de colecionar música e treinar técnicas de mixagens. Minhas primeiras festas foram de 2002 para 2003. No ano seguinte fiz minha primeira tour na Cidade do Cabo, África do Sul. Fui para ficar 2 meses e acabei ficando 5, mas por lá tive uma das minhas melhores gigs, com certeza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos atuais e planos futuros?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Atualmente estou com a residência mensal no Paradise After Hours, onde faço a escolha e organização do line-up junto com o Oscar Bueno. Tenho gostado muito porque tem a ver com minha pesquisa musical que tenho feito como lição de casa: achar novos subgêneros da house music e colocar no after.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Continuo com meu programa de web radio, a &lt;a href=&quot;http://www.blogradiopirata.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Radio Pirata&lt;/a&gt;, que rola há mais ou menos 4 anos. Comecei junto com uns amigos e a brincadeira acabou ficando séria. Hoje tenho 2 parceiros que me ajudam na programação e na produção também, já que é um programa de 4 horas que sempre tocam de 3 a 4 artistas. Muito equipamento, parafernália e sem contar a [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>O DJ Mauro Farina toca profissionalmente há 7 anos e divide mensalmente a cabine do Paradise After Hours com o DJ Oscar Bueno, aos sábados no D-Edge. Seu currículo tem discotecagens ao lado de Mau Mau, Funk D’void, David Moreno, Hernan [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db27 Pejota</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db27-pejota/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 07:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aniversariante do dia é o convidado da semana. Em celebração, o DJ Pejota gravou um set que pode ser escutado a dois ou com os amigos. O deepbeep 27 está recheado de faixas antigas e atuais, de In Flagranti a The Revenge, Little Boots, LCD Soundsystem e Spargo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aniversariante do dia é o convidado da semana. Em celebração, o <strong>DJ Pejota</strong> gravou um set que pode ser escutado a dois ou com os amigos. Além das discotecagens ao lado de nomes como Prins Thomas, Pete Herbert, Luiz Pareto e Marcos Morcerf – com o qual também lançou o projeto Pink Monkey Flower – Pejota também tem investido em produções próprias e seu selo, o <a href="http://www.myspace.com/rainbowsocksdiscos" target="_blank">Rainbow Socks</a>.</p>
<p>O <strong>deepbeep 27</strong> está recheado de faixas antigas e atuais, de In Flagranti a The Revenge, Little Boots, LCD Soundsystem e Spargo.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o gravou, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Esse set foi elaborado especialmente para o deepbeep, com uma mescla de faixas antigas e atuais de produtores que eu gosto muito mostrando seus lados “passionais”. O resultado foi um set que fala desse sentimento de várias maneiras e feito para ouvir a dois ou com os amigos.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde quando? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você começou a discotecar.</strong><br />
Minha paixão por conhecer música é bem antiga. Começou com uns 4 anos quando ganhei uma vitrola portátil dos meus pais e, na sequência, dezenas de discos de vinil da minha madrinha. No meio, algumas pérolas como Sly &amp; The Family Stone, Van McCoy, Alan Parsons, Stylistics, etc… Eu colocava a vitrola no quintal de casa e brincava escutando tudo isso. O resultado foi entrar em uma escola de música aos 6 anos.</p>
<p>Na adolescência tive bandas que faziam cover dos clássicos de rock e já “flertava” um pouco com o eletrônico dos anos 90. Nesse período eu já tinha equipamentos de DJ em casa e mexia com programas de produção musical para PCs.</p>
<p>Em 97, conheci o produtor Roberto F. (Mikrob) que me apresentou ao “Buzz”, um software que foi o responsável por popularizar a produção de músicas em computador. Com isso, por consequência, a vontade de me aprofundar e conhecer mais sobre música eletrônica foi imediata até que, anos mais tarde em 2003, fiz a minha estréia como DJ no projeto B.E.C. (residência e programação musical do <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/acacio-moura">DJ Acácio Moura</a>), da grife de roupas Slam.</p>
<p>Nesses 6 anos de profissão tive a honra de dividir a cabine com importantes DJs nacionais e internacionais, tocar em projetos / noites diversas e fazer parcerias musicais muito prazerosas como o projeto Pink Monkey Flower com o amigo Marcos Morcerf.</p>
<p><strong>Quais artistas ou selos têm chamado a sua atenção nos últimos tempos, seja pra tocar na pista ou ouvir em casa?</strong><br />
Falando em música eletrônica para pista eu estou gostando muito dessa recente influência do Acid House que alguns produtores como The Revenge, TBD, Dirt Metal Choir e selos como DFA, I’m a Cliche e Dissident estão explorando.</p>
<p>Para ouvir em casa recomendo explorar selos como K7!, Compost, Klein e Freestyle. Todos têm ótimos álbuns e artistas.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, residências, festas atuais e planos pro futuro?</strong><br />
De residência, atualmente tenho a festa “Discoteca Talismã” (junto com <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/leiloca-pantoja/">Leiloca Pantoja</a>). A festa rola de maneira itinerante e já teve edições no Vegas, Bar Secreto, 8 Bar e Astronete.</p>
<p>Em breve sai o segundo release do meu selo digital (Rainbow Socks) e tenho planos de realizar outros lançamentos no futuro.</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;O aniversariante do dia é o convidado da semana. Em celebração, o &lt;strong&gt;DJ Pejota&lt;/strong&gt; gravou um set que pode ser escutado a dois ou com os amigos. Além das discotecagens ao lado de nomes como Prins Thomas, Pete Herbert, Luiz Pareto e Marcos Morcerf – com o qual também lançou o projeto Pink Monkey Flower – Pejota também tem investido em produções próprias e seu selo, o &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/rainbowsocksdiscos&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rainbow Socks&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;deepbeep 27&lt;/strong&gt; está recheado de faixas antigas e atuais, de In Flagranti a The Revenge, Little Boots, LCD Soundsystem e Spargo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o gravou, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Esse set foi elaborado especialmente para o deepbeep, com uma mescla de faixas antigas e atuais de produtores que eu gosto muito mostrando seus lados “passionais”. O resultado foi um set que fala desse sentimento de várias maneiras e feito para ouvir a dois ou com os amigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde quando? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você começou a discotecar.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Minha paixão por conhecer música é bem antiga. Começou com uns 4 anos quando ganhei uma vitrola portátil dos meus pais e, na sequência, dezenas de discos de vinil da minha madrinha. No meio, algumas pérolas como Sly &amp; The Family Stone, Van McCoy, Alan Parsons, Stylistics, etc… Eu colocava a vitrola no quintal de casa e brincava escutando tudo isso. O resultado foi entrar em uma escola de música aos 6 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na adolescência tive bandas que faziam cover dos clássicos de rock e já “flertava” um pouco com o eletrônico dos anos 90. Nesse período eu já tinha equipamentos de DJ em casa e mexia com programas de produção musical para PCs.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 97, conheci o produtor Roberto F. (Mikrob) que me apresentou ao “Buzz”, um software que foi o responsável por popularizar a produção de músicas em computador. Com isso, por consequência, a vontade de me aprofundar e conhecer mais sobre música eletrônica foi imediata até que, anos mais tarde em 2003, fiz a minha estréia como DJ no projeto B.E.C. (residência e programação musical do &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/acacio-moura&quot;&gt;DJ Acácio Moura&lt;/a&gt;), da grife de roupas Slam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesses 6 anos de profissão tive a honra de dividir a cabine com importantes DJs nacionais e internacionais, tocar em projetos / noites diversas e fazer parcerias musicais muito prazerosas como o projeto Pink Monkey Flower com o amigo Marcos Morcerf.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais artistas ou selos têm chamado a sua atenção nos últimos tempos, seja pra tocar na pista ou ouvir em casa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Falando em música eletrônica para pista eu estou gostando muito dessa recente influência do Acid House que alguns produtores como The Revenge, TBD, Dirt Metal Choir e selos como DFA, I’m a Cliche e Dissident estão explorando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para ouvir em casa recomendo explorar selos como K7!, Compost, Klein e Freestyle. Todos têm ótimos álbuns e artistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, residências, festas atuais e planos pro futuro?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
De residência, atualmente tenho a festa “Discoteca Talismã” (junto com &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/leiloca-pantoja/&quot;&gt;Leiloca Pantoja&lt;/a&gt;). A festa rola de maneira itinerante e já teve edições no Vegas, Bar Secreto, 8 Bar e Astronete.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em breve sai o segundo release do meu selo digital (Rainbow Socks) e tenho planos de realizar outros lançamentos no futuro.&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>O aniversariante do dia é o convidado da semana. Em celebração, o DJ Pejota gravou um set que pode ser escutado a dois ou com os amigos. O deepbeep 27 está recheado de faixas antigas e atuais, de In Flagranti a The Revenge, Little Boots, LCD [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db26 Daniel UM</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 05:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O DJ Daniel UM parte de um clima atmosférico com trechos de trilhas sci-fi, rumo à uma odisséia eletrônica, mixando clássicos que marcaram suas passagens por clubs como Lov.e, U-Turn, D-Edge e Alôca, até faixas atuais de techno. O deepbeep 26 mais parece uma trilha sonora de uma viagem espacial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da house ao techno, o <strong>DJ Daniel UM</strong> é conhecido no underground paulistano pelo seu repertório sofisticado e técnica precisa. Da época em que surgiu com o grupo de amigos-DJs, Underground Minds – daí a origem das siglas U.M. – Daniel discotecou, desde então, ao lado de nomes internacionais como Heiko Laux, Laurent Garnier e Kevin Saunderson, foi residente da noite Technova no extinto Lov.e e comandou o conceituado after-hours Wicked, às sextas, no club Alôca.</p>
<p>Um bom exemplo do seu gosto apurado e da sua pesquisa musical é o <strong>deepbeep 26</strong>. Gravado com o nome de “Sci-Fi Theory”, o DJ abre num tom atmosférico com faixas que remetem à trilhas de ficção científica, misturadas com clássicos que marcacam sua carreira, até sua fase mais atual de discotecagem.</p>
<p><strong>Quais suas inspirações e referências para gravar este set?</strong><br />
Me inspirei em trilhas de filmes sci-fi que gosto muito. Pra mim uma boa trilha sonora ajuda a contar qualquer história, e é um pouco da minha história que quis contar nesse set. Os primeiros 30 minutos contém algumas faixas clássicas que toquei pelos principais clubs por onde passei, Columbia (Hell’s Club), Alôca (Wicked) e Lov.e (Technova), que foram verdadeiros “laboratórios” musicais pra mim. No restante do set mostro a minha fase atual, mais direcionada pra pista, mas sem esquecer das minhas origens.</p>
<p><strong>Quais são suas 3 trilhas sonoras de filmes preferidas?</strong><br />
– Blade Runner do Vangelis: Sem dúvida é minha favorita. O filme não teria toda aquela atmosfera futurista sem essa trilha.<br />
– A.I. Artificial Inteligence do John Williams: Também é boa, com música clássica em meio a todo aquele universo futurista. Destaco a parte final do filme.<br />
– 2001 The Space Odyssey: Sem comentários. Até o silêncio, às vezes, é uma ótima trilha sonora.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você começou a discotecar.</strong><br />
Só lá pelos meus 13 anos é que comecei a ouvir as bandas do final dos anos 80. Eu e um amigo pegávamos os discos do irmão dele pra ouvir, álbums do Tears For Fears, Pet Shop Boys, New Order, Depeche Mode e outros. Depois dessa fase comecei a frequentar os clubs da época e aí veio meu interesse pela profissão de DJ.</p>
<p>Entendi a música como forma de expressão, mas não foi fácil: pra treinar tinha que “roubar emprestado” o 3 em 1 do meu pai, levar na casa de um amigo, colocar junto com o dele pra poder mixar os discos piratas sem <em>pitch</em>, no dedo (!), aumentando e abaixando o volume de cada um. Fora a história que inventei pra poder fazer o curso de DJ na Rock &amp; Soul em 1991. Na época só estudava e disse que ia fazer um curso de informática, imagina o final quando descobriram e a festa que fiz em casa que deu umas 50 pessoas. Detalhe que eu nem tinha avisado meus pais… Hoje dou risada lembrando de tudo isso.</p>
<p><strong>O que você tem ouvido ultimamente no trabalho, no carro, em casa, no ipod ou nos clubs?</strong><br />
Durante a semana só tenho tempo de ouvir o iPod no caminho do trabalho. Escuto coisas variadas dependendo do ânimo, de Bowie, Doors à Radiohead passando por música clássica, ambient, drum &amp; bass, house e techno e muitos sets e podcasts de DJs. Hoje, quando vou a algum club eu quero é me divertir, na pista ou tocando. Faixas de house e techno inteligentes é que me fazem continuar acreditando em e-music.</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Da house ao techno, o &lt;strong&gt;DJ Daniel UM&lt;/strong&gt; é conhecido no underground paulistano pelo seu repertório sofisticado e técnica precisa. Da época em que surgiu com o grupo de amigos-DJs, Underground Minds – daí a origem das siglas U.M. – Daniel discotecou, desde então, ao lado de nomes internacionais como Heiko Laux, Laurent Garnier e Kevin Saunderson, foi residente da noite Technova no extinto Lov.e e comandou o conceituado after-hours Wicked, às sextas, no club Alôca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um bom exemplo do seu gosto apurado e da sua pesquisa musical é o &lt;strong&gt;deepbeep 26&lt;/strong&gt;. Gravado com o nome de “Sci-Fi Theory”, o DJ abre num tom atmosférico com faixas que remetem à trilhas de ficção científica, misturadas com clássicos que marcacam sua carreira, até sua fase mais atual de discotecagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais suas inspirações e referências para gravar este set?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Me inspirei em trilhas de filmes sci-fi que gosto muito. Pra mim uma boa trilha sonora ajuda a contar qualquer história, e é um pouco da minha história que quis contar nesse set. Os primeiros 30 minutos contém algumas faixas clássicas que toquei pelos principais clubs por onde passei, Columbia (Hell’s Club), Alôca (Wicked) e Lov.e (Technova), que foram verdadeiros “laboratórios” musicais pra mim. No restante do set mostro a minha fase atual, mais direcionada pra pista, mas sem esquecer das minhas origens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são suas 3 trilhas sonoras de filmes preferidas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
– Blade Runner do Vangelis: Sem dúvida é minha favorita. O filme não teria toda aquela atmosfera futurista sem essa trilha.&lt;br /&gt;
– A.I. Artificial Inteligence do John Williams: Também é boa, com música clássica em meio a todo aquele universo futurista. Destaco a parte final do filme.&lt;br /&gt;
– 2001 The Space Odyssey: Sem comentários. Até o silêncio, às vezes, é uma ótima trilha sonora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você começou a discotecar.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Só lá pelos meus 13 anos é que comecei a ouvir as bandas do final dos anos 80. Eu e um amigo pegávamos os discos do irmão dele pra ouvir, álbums do Tears For Fears, Pet Shop Boys, New Order, Depeche Mode e outros. Depois dessa fase comecei a frequentar os clubs da época e aí veio meu interesse pela profissão de DJ.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entendi a música como forma de expressão, mas não foi fácil: pra treinar tinha que “roubar emprestado” o 3 em 1 do meu pai, levar na casa de um amigo, colocar junto com o dele pra poder mixar os discos piratas sem &lt;em&gt;pitch&lt;/em&gt;, no dedo (!), aumentando e abaixando o volume de cada um. Fora a história que inventei pra poder fazer o curso de DJ na Rock &amp; Soul em 1991. Na época só estudava e disse que ia fazer um curso de informática, imagina o final quando descobriram e a festa que fiz em casa que deu umas 50 pessoas. Detalhe que eu nem tinha avisado meus pais… Hoje dou risada lembrando de tudo isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você tem ouvido ultimamente no trabalho, no carro, em casa, no ipod ou nos clubs?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Durante a semana só tenho tempo de ouvir o iPod no caminho do trabalho. Escuto coisas variadas dependendo do ânimo, de Bowie, Doors à Radiohead passando por música clássica, ambient, drum &amp; bass, house e techno e muitos sets e podcasts de DJs. Hoje, quando vou a algum club eu quero é me divertir, na pista ou tocando. Faixas de house e techno inteligentes é que me fazem continuar acreditando em e-music.&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>O DJ Daniel UM parte de um clima atmosférico com trechos de trilhas sci-fi, rumo à uma odisséia eletrônica, mixando clássicos que marcaram suas passagens por clubs como Lov.e, U-Turn, D-Edge e Alôca, até faixas atuais de techno. O deepbeep [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db25 Marco Andreol</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db25-marco-andreol/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 05:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Briga de galo em Bali é a primeira faixa do set que o produtor e DJ Marco Andreol gravou com exclusividade para o deepbeep. Na época mais quente da música em Madri e São Paulo, Marco viu nas pistas quanto o eletrônico reúne gente interessante e alto astral e desde então, procura criar sets impecáveis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marco Andreol</strong> começou a produzir há quase 15 anos e viu nascer vários momentos da música eletrônica em São Paulo. No começo fez músicas e sets exclusivamente para seus amigos, foi desenvolvendo o seu trabalho e lançou nesse ano seu primeiro CD, <a href="http://www.myspace.com/campbrazil" target="_blank">o projeto Camp</a>, em parceria com Manoel Vanni. Marco já trabalhou com Cláudia Wonder nos anos 90, e agora também faz música para videoarte. Quase todo seu tempo livre é dedicado à pesquisa da música alternativa, do novo, do desconhecido e do esquecido.</p>
<p>Além de seu set inédito, o <strong>deepbeep</strong> disponibiliza pela primeira vez uma música para download: Mirror Ball Jet, do seu projeto Camp (<a href="http://www.deepbeep.com.br/mp3/%28320kbps%29_camp_-_mirror_ball_jet_-_2009.mp3" target="_blank">clique aqui para baixar</a>). O set aqui disponível é daqueles para seguir escutando em muitas festas, sempre em alto e bom som.</p>
<p><strong>Qual o melhor momento para ouvir este set?<br />
</strong>O melhor momento possível seria ouvi-lo na savana africana, sem roupa, com amigos e <em>colocón</em>. Depois uma chuvinha, e volta o Sol. Mas dá pra fazer parecido num chill-out bem animado em casa.  O set tem músicas de diferentes períodos e vai sempre dialogando com as músicas mais atuais. No começo dos anos 90, acho que os DJs de música eletrônica tinham que misturar os gêneros para fazer um bom set. Aos poucos eles foram se especializando em subgêneros. De repente, na contracorrente, tudo virou um revival sem fim. Serviu, principalmente, pra “desanarcisar” a cena. Hoje, com a música se redirecionando aos poucos para o presente, já é possível mesclar o leque de referências anteriores com o que há de mais contemporâneo sem datar demais, pelo contrário: na dose certa o set se torna mais atemporal, sem ficar descartável. A grande maioria dos novos gêneros ainda remete a outros momentos da música, porém, diferentemente do começo desta década, existe um amadurecimento técnico.  Algumas faixas foram construídas com 3 ou 4 músicas. Todas as músicas foram bastante manipuladas e editadas no Logic 8, nenhuma está igual à versão original. Também acrescentei outros elementos às músicas.</p>
<p><strong>Quando e como você começou a produzir?<br />
</strong>Comecei a experimentar com um sampler em 1995, o ASR-10. Mas descobri a música eletrônica alternativa em 1991, quando ouvi o remix de Joey Beltram para <em>Dominator</em>: completamente diferente do que havia escutado até então. Com o tempo, comecei a freqüentar semanalmente o Velvet Underground, que veio a se transformar logo em seguida no Hell’s Club, em 1994.  Tive aulas com o Xerxes de Oliveira, que me ensinou o essencial para se produzir música eletrônica, e cursei o IAV. Cheguei a fazer uma dupla com a Cláudia Wonder, em 1998, em que ela cantava e eu compunha. Depois mudei pra Madri, fiquei uns anos sem produzir, e retomei tudo em 2004. Em dezembro de 2006, conheci o Renato Patriarca que me apresentou o Manoel Vanni, ex-M4J, e durante mais de dois anos ficamos produzindo uma série de músicas para o projeto Camp. O CD acaba de sair pela Lua Music e é meu primeiro trabalho lançado. Também este ano, realizei a concepção musical da videoinstalação “O Paciente Circular” de Carlito Contini, exposição que aconteceu em agosto e setembro na Casa Triângulo.</p>
<p><strong>O que você tem escutado atualmente?<br />
</strong>Além da nu-disco de Prins Thomas, Padded Cell, etc, o que mais gosto são os produtores turcos (Istambul) que vivem em Berlim, como Tolga Fidan, Onur Özer e Ahmet Sisman, esse último principalmente. O modo como eles processam esses sons do oriente, gerando novos sons, surreais, é fascinante. Há camadas de som, profundidade, transparências, uma música riquíssima. Na verdade, um desdobramento da música do Ricardo Villalobos, só que mais rítmica e étnica. Diferentemente da nu-disco que, pela própria estética, busca uma sonoridade mais vintage e usa timbres mais comuns, que já existem na memória. Essas características ficam mais perceptíveis ao fazer o download do set, que tem melhor definição de áudio do que no player da rádio (Ahmet Sisman no começo, e nu-disco no final com Mental Overdrive, In Flagranti, Padded Cell).  Também venho escutando muito o período 1987/1992 de house, techno, e seus híbridos. Há centenas de músicas e produtores interessantes.</p>
<p><strong>Quais são seus planos futuros?<br />
</strong>Estou com um estúdio em casa, dando aulas de produção para iniciantes, ou para DJs que queiram fazer música. Também mixo e produzo as faixas de outros produtores. Estou super aberto para contatar os que desejam começar. Sei muito bem como ainda é difícil produzir música eletrônica em SP, por falta de um direcionamento apropriado, principalmente.  Penso que os produtores teriam que se comunicar mais entre si, remixar as faixas uns dos outros para se promover e criar um meio musical mais sólido em SP.</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marco Andreol&lt;/strong&gt; começou a produzir há quase 15 anos e viu nascer vários momentos da música eletrônica em São Paulo. No começo fez músicas e sets exclusivamente para seus amigos, foi desenvolvendo o seu trabalho e lançou nesse ano seu primeiro CD, &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/campbrazil&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;o projeto Camp&lt;/a&gt;, em parceria com Manoel Vanni. Marco já trabalhou com Cláudia Wonder nos anos 90, e agora também faz música para videoarte. Quase todo seu tempo livre é dedicado à pesquisa da música alternativa, do novo, do desconhecido e do esquecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de seu set inédito, o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt; disponibiliza pela primeira vez uma música para download: Mirror Ball Jet, do seu projeto Camp (&lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/mp3/%28320kbps%29_camp_-_mirror_ball_jet_-_2009.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;clique aqui para baixar&lt;/a&gt;). O set aqui disponível é daqueles para seguir escutando em muitas festas, sempre em alto e bom som.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual o melhor momento para ouvir este set?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O melhor momento possível seria ouvi-lo na savana africana, sem roupa, com amigos e &lt;em&gt;colocón&lt;/em&gt;. Depois uma chuvinha, e volta o Sol. Mas dá pra fazer parecido num chill-out bem animado em casa.  O set tem músicas de diferentes períodos e vai sempre dialogando com as músicas mais atuais. No começo dos anos 90, acho que os DJs de música eletrônica tinham que misturar os gêneros para fazer um bom set. Aos poucos eles foram se especializando em subgêneros. De repente, na contracorrente, tudo virou um revival sem fim. Serviu, principalmente, pra “desanarcisar” a cena. Hoje, com a música se redirecionando aos poucos para o presente, já é possível mesclar o leque de referências anteriores com o que há de mais contemporâneo sem datar demais, pelo contrário: na dose certa o set se torna mais atemporal, sem ficar descartável. A grande maioria dos novos gêneros ainda remete a outros momentos da música, porém, diferentemente do começo desta década, existe um amadurecimento técnico.  Algumas faixas foram construídas com 3 ou 4 músicas. Todas as músicas foram bastante manipuladas e editadas no Logic 8, nenhuma está igual à versão original. Também acrescentei outros elementos às músicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando e como você começou a produzir?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Comecei a experimentar com um sampler em 1995, o ASR-10. Mas descobri a música eletrônica alternativa em 1991, quando ouvi o remix de Joey Beltram para &lt;em&gt;Dominator&lt;/em&gt;: completamente diferente do que havia escutado até então. Com o tempo, comecei a freqüentar semanalmente o Velvet Underground, que veio a se transformar logo em seguida no Hell’s Club, em 1994.  Tive aulas com o Xerxes de Oliveira, que me ensinou o essencial para se produzir música eletrônica, e cursei o IAV. Cheguei a fazer uma dupla com a Cláudia Wonder, em 1998, em que ela cantava e eu compunha. Depois mudei pra Madri, fiquei uns anos sem produzir, e retomei tudo em 2004. Em dezembro de 2006, conheci o Renato Patriarca que me apresentou o Manoel Vanni, ex-M4J, e durante mais de dois anos ficamos produzindo uma série de músicas para o projeto Camp. O CD acaba de sair pela Lua Music e é meu primeiro trabalho lançado. Também este ano, realizei a concepção musical da videoinstalação “O Paciente Circular” de Carlito Contini, exposição que aconteceu em agosto e setembro na Casa Triângulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você tem escutado atualmente?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Além da nu-disco de Prins Thomas, Padded Cell, etc, o que mais gosto são os produtores turcos (Istambul) que vivem em Berlim, como Tolga Fidan, Onur Özer e Ahmet Sisman, esse último principalmente. O modo como eles processam esses [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Briga de galo em Bali é a primeira faixa do set que o produtor e DJ Marco Andreol gravou com exclusividade para o deepbeep. Na época mais quente da música em Madri e São Paulo, Marco viu nas pistas quanto o eletrônico reúne gente interessante [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db24 Tahira</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db24-tahira/</link>
		<comments>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db24-tahira/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 07:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA["How do you say delicious?" Delicioso é o set gravado pelo DJ Tahira para o deepbeep. Conhecido pelo seu repertório abrangente, a seleção inclui faixas de Fudge Fingas, ÂME, Deee Lite, em meio a Carl Craig e Rita Lee. Eclético e, definitivamente, "deeegroovy".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alexandre Tahira</strong> é um dos principais nomes no Brasil quando se fala em discotecagem com influências de black music, jazz, soul, funk e sonoridades latinas. Seu repertório é eclético e faz juz à sua fama de pesquisador musical, misturando Mathew Herbert com Herbie Hancock e clássicos da disco.</p>
<p>O DJ de lounge mais requisitado da atualidade tem passagem por clubs na Alemanha e Finlândia, além dos principais clubs brasileiros e eventos como a Virada Cultural de São Paulo, ao lado de <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/greg-wilson/">Greg Wilson</a>. Em entrevista para o <strong>deepbeep</strong>, Tahira fala sobre o seu selo, o <a href="http://www.ebsdiggin.com/home/" target="_blank">EBS Diggin</a>, achados em sebos, gêneros musicais e sobre as festas que aconteciam no club Jive, em SP.</p>
<p><strong>Quais suas inspirações e referências pra gravar este set?</strong><br />
Na verdade foram duas ideias que tive durante a gravação. A primeira é que meu nome sempre foi ligado à música mais orgânica, soul, jazz, afro, brazuca e 70’s funk, ou seja, música negra em geral. Foram poucas vezes que pude tocar algo mais sintético ou deep. Acho esses lances ligados à Detroit bem legais, e a cidade também não deixa de ser uma “vertente” da música negra, então resolvi mostrar um pouco desse lado.</p>
<p>A segunda idéia é que sou um DJ eclético. Gosto de fazer sets de 3 a 4 horas que transitam por diversos estilos e épocas, misturando o novo e o velho constantemente. Aqui meu set foi curto, com menos de 50 minutos, então dei uma passeada básica. Começa downtempo, depois algo de Detroit, soul, deep e fechando mais feliz na pegada boogie.</p>
<p><strong>O que você tem escutado ultimamente ?</strong><br />
– Estou muito viciado em Floating Points.<br />
– Saíram algumas coisas novas do Damn Funk, que, pra mim, foi a revelação do ano passado.<br />
– Tenho escutado umas bandas de jazz do Japão, como Soil Pimp, Quasimode e Kyoto Jazz Massive.<br />
– Esses dias fui no sebo esses dias e comprei um disco de um trio de samba jazz chamado Jorge Autuori Trio.<br />
– O álbum de um duo de beatmakers aqui de SP, o Mental Abstrato.<br />
– O álbum novo do Quantic and His Combo Barbaro.<br />
– Muita coisa do Mr. Scruff, como sempre.<br />
– Também saiu um som novo do Greenwood Rhythm Coalition, de NY, que mistura música latina com dubstep. Chama-se Cubano.<br />
– Também voltei a ouvir muito Robson Jorge &amp; Lincolm Olivetti, e o primeiro álbum da Erykah Badu.</p>
<p><strong>Cite os três artistas mais marcantes para você.</strong><br />
Stevie Wonder – Um dos melhores artistas de todos os tempos. A discografia do cara é muito foda! A pegada de soul que ele tem nas músicas me assusta, consegue fazer qualquer estilo e deixar sua marca. É uma lenda viva, detalhista ao extremo e um puta músico. Não é a toa que é um dos artistas mais sampleados e regravados da história.</p>
<p>Gilles Peterson – Me influenciou musicalmente por muito tempo, acompanhei o trabalho dele desde os anos 90. Inventor do termo acid jazz, foi diretor artistíco dos selos Acid Jazz e Talkin Loud e hoje do Brownswood Basement. Tem seu programa de rádio Worldwide que é transmitido para mais de 10 países. É um grande pesquisador e ajudou muitos estilos e artistas a se estabelecerem no mundo da música. Alguns dizem que ele é o substituto do John Peel, se isso é verdade eu não sei, mas aprendi muito ouvindo o programa dele, principalmente sobre personalidade de repertório e pesquisa musical.</p>
<p>4hero/Carl Craig/Mr. Scruff – Sem ordem de preferência. Os três fazem parte da cultura DJ (não gosto do termo música eletrônica) e têm background musical parecido. São incríveis pesquisadores e apesar de terem suas influências musicais parecidas, fazem um som bem diferente e original. Acho que eles não se preocupam muito com a moda dos clubs, fazem clássicos. Daqui a 10 anos estarei escutando os álbuns deles com a mesma empolgação da época que comprei.</p>
<p><strong>Quais seus próximos passos?</strong><br />
Em outubro viajo para o Europa pelo terceiro ano consecutivo para discotecar. Ainda estou fechando algumas datas (França, Alemanha, Estonia são os confirmados até agora), mas o outro objetivo da viagem é a movimentação do meu selo, o <a href="http://www.ebsdiggin.com/home/" target="_blank">EBS Diggin</a>, que ficou parado no ano passado. Retomei recentemente e vou apresentá-lo na Womex, pra selos e artistas europeus.</p>
<p>Fiz um remix com o Fernando TRZ (tecladista do Lavoura e Cerebro Eletrônico) que também sairá em outubro pelo selo NYTrust, para o Greenwood Rhythm Coalition de NY, um projeto do Monk-Onem DJ. Ele é pesquisador e colaborador da revista Wax Poetics, considerada a bíblia dos apreciadores de funk, soul e jazz. É um dos primeiros passos na produção musical e fiquei bem contente com o resultado.</p>
<p>Quando voltar em janeiro, continuarei com minhas residências no Tapas (nos domingos, tocando dancefloor jazz, funk, afro, samba, boogie na festa Soulfire), Criolina (música negra em geral e world music), no bar Skye (na cobertura do Hotel Unique) e no Wiener de Jundiaí. Em ambos faço um lounge eclético de quatro horas, tocando soul, jazz, afrobeat, 70’s funk, house, nu-jazz, boogie, house, hip hop e nu-soul.</p>
<p>Quero voltar a ter uma noite com uma proposta musical eclética, que vá desde os anos 60 até hoje. Fiz isso em 2000 no Jive com o Marcos Guzman e o China Mothership, mas era algo muito avançado pra época. Tivemos alguns bons momentos, tocávamos James Brown, Chateau Flight, Jamiroquai, Theo Parish, Jorge Ben, ÂME, Marcos Valle, St. Germain, OJays, MAW, LTJ Bukem, entre outros. Infelizmente ainda não tem algo assim em São Paulo, apesar de já ser muito comum na Europa e nos EUA. Acho que precisamos abrir um espaço para essa opção de discotecagem na noite.</p>
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&lt;p&gt;O DJ de lounge mais requisitado da atualidade tem passagem por clubs na Alemanha e Finlândia, além dos principais clubs brasileiros e eventos como a Virada Cultural de São Paulo, ao lado de &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/greg-wilson/&quot;&gt;Greg Wilson&lt;/a&gt;. Em entrevista para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, Tahira fala sobre o seu selo, o &lt;a href=&quot;http://www.ebsdiggin.com/home/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;EBS Diggin&lt;/a&gt;, achados em sebos, gêneros musicais e sobre as festas que aconteciam no club Jive, em SP.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais suas inspirações e referências pra gravar este set?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Na verdade foram duas ideias que tive durante a gravação. A primeira é que meu nome sempre foi ligado à música mais orgânica, soul, jazz, afro, brazuca e 70’s funk, ou seja, música negra em geral. Foram poucas vezes que pude tocar algo mais sintético ou deep. Acho esses lances ligados à Detroit bem legais, e a cidade também não deixa de ser uma “vertente” da música negra, então resolvi mostrar um pouco desse lado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A segunda idéia é que sou um DJ eclético. Gosto de fazer sets de 3 a 4 horas que transitam por diversos estilos e épocas, misturando o novo e o velho constantemente. Aqui meu set foi curto, com menos de 50 minutos, então dei uma passeada básica. Começa downtempo, depois algo de Detroit, soul, deep e fechando mais feliz na pegada boogie.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você tem escutado ultimamente ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
– Estou muito viciado em Floating Points.&lt;br /&gt;
– Saíram algumas coisas novas do Damn Funk, que, pra mim, foi a revelação do ano passado.&lt;br /&gt;
– Tenho escutado umas bandas de jazz do Japão, como Soil Pimp, Quasimode e Kyoto Jazz Massive.&lt;br /&gt;
– Esses dias fui no sebo esses dias e comprei um disco de um trio de samba jazz chamado Jorge Autuori Trio.&lt;br /&gt;
– O álbum de um duo de beatmakers aqui de SP, o Mental Abstrato.&lt;br /&gt;
– O álbum novo do Quantic and His Combo Barbaro.&lt;br /&gt;
– Muita coisa do Mr. Scruff, como sempre.&lt;br /&gt;
– Também saiu um som novo do Greenwood Rhythm Coalition, de NY, que mistura música latina com dubstep. Chama-se Cubano.&lt;br /&gt;
– Também voltei a ouvir muito Robson Jorge &amp; Lincolm Olivetti, e o primeiro álbum da Erykah Badu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cite os três artistas mais marcantes para você.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Stevie Wonder – Um dos melhores artistas de todos os tempos. A discografia do cara é muito foda! A pegada de soul que ele tem nas músicas me assusta, consegue fazer qualquer estilo e deixar sua marca. É uma lenda viva, detalhista ao extremo e um puta músico. Não é a toa que é um dos artistas mais sampleados e regravados da história.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gilles Peterson – Me influenciou musicalmente por muito tempo, acompanhei o trabalho dele desde os anos 90. Inventor do termo acid jazz, foi diretor artistíco dos selos Acid Jazz e Talkin Loud e hoje do Brownswood Basement. Tem seu programa de rádio Worldwide que é transmitido para mais de 10 países. É um grande pesquisador e ajudou muitos estilos e artistas a se estabelecerem no mundo da música. Alguns dizem que ele é o substituto do John Peel, se isso é verdade eu não sei, mas aprendi muito ouvindo o programa dele, principalmente sobre personalidade de repertório e pesquisa musical.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4hero/Carl Craig/Mr. Scruff – Sem ordem de preferência. Os três fazem parte da cultura DJ (não gosto [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>&quot;How do you say delicious?&quot; Delicioso é o set gravado pelo DJ Tahira para o deepbeep. Conhecido pelo seu repertório abrangente, a seleção inclui faixas de Fudge Fingas, ÂME, Deee Lite, em meio a Carl Craig e Rita Lee. Eclético e, [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db23 Acácio Moura</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db23-acacio-moura/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 05:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Urban Dance Records]]></category>

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		<description><![CDATA["Eu gosto de tocar para a pista". O set com 51 tracks "escolhidas a dedo" tenta sintentizar, em duas horas, a paixão do DJ e produtor Acácio Moura. O set foi mixado em vinil com exclusividade para o deepbeep e traz ritmos raros dos anos 70 e 80 como soul, nostalgia black, hip-hop, disco e flash house.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além de DJ, <strong>Acácio Moura</strong>, é produtor há oito anos e possui faixas lançadas pela marca Slam e o selo B. E. C. (Brazilian Electronic Community), do qual é mentor ao lado de Mário Viana. No rádio, participou da Metropolitana FM, Energia 97 FM, Jovem Pan em São Paulo e atualmente, apresenta e coordena os programas “Night Energy” na <a href="http://www.poolwebradio.com.br/" target="_blank">www.poolwebradio.com.br</a> às sextas-feiras das 20h às 21h e o “Cena Brasileira” na <a href="http://www.sosni.com.br/" target="_blank">Rádio Web Sosni</a> aos sábados das 15h às 17h.</p>
<p>Além disso, Acácio também coordena a programação de DJs da marca de jeans premium DIESEL e produz o projeto Pizza Hut Hits Music &amp; Lounge By B.E.C., sempre com top DJs convidados, além de incentivar novos talentos.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Fiz esse set para mostrar todas as minhas influências e tudo que ouvia de bom antes de me tornar um DJ em 1988. A inspiração venho através do meu irmão Abílio, mais velho que eu, que já fazia bailes de garagens e escolas no início do anos 80. Nessa época, eu ainda com 12 anos, carregava as caixas de som e equipamentos para poder discotecar meia hora de set onde tocava-se de tudo um pouco: soul, funk, flash-rap, breaks, R&amp;B e samba-rock.</p>
<p>Então resolvi mostrar também o meu outro lado com relação a música. Escolhi os discos a dedo, tem várias músicas nesse set que foram totalmente ou parcialamente usadas para produção de grandes hits. O set inteiro de duas horas foi mixado em vinil, com 49 músicas, 1 abertura e 1 encerramento em singles e LP’s originais. Falo isso pois ainda gasto muita grana com vinil, sou um maníaco com vinil e não consigo largar essa droga tão boa.</p>
<p>Tem no set uma música que gostaria destacar, chama-se “Sexy” do grupo de rap Masters Of Ceremony, que foi o meu primeiro disco importado de 12 polegadas, que comprei na Truck’s Discos com o Aritana. Me lembro como se fosse hoje, pois esse disco era impossível de encontrar e dei a sorte de estar passando por lá e, quando vi o disco na parede, não pensei duas vezes.</p>
<p><strong>Como você descobriu a música eletrônica?</strong><br />
No final de 88 e começo de 90 teve o boom das danceterias, época em que os grandes nomes eram os DJs Gregão, Iraí Campos, Ricardo Guedes, Vadão, Badinha,Tibor, Dalton, Silvio Muller, Silvio Calmon, Porkinho (<em>in memorian</em>), Marquinhos MS (<em>in memorian</em>), Magal, Alain (<em>in memorian</em>), GianCarlo Secchi, Beto Nini, Cuca, Renato Lopes, Mau Mau, entre outros e todos com programas nas rádios. Comecei a frequentar uma danceteria chamada Hollyday, na Zona Sul de SP que mais tarde se tornou Arena Music Hall, onde o DJ Tibor era o DJ Residente e eu era o DJ segundinho, como chamava-se na época, daí o contato com a música eletrônica.</p>
<p>Na época era chamada de flash-house e depois veio o techno, techno-rave e hardcore e outros estilos. Como não existia internet, para ter acesso às músicas a gente ouvia as rádios ou sempre tinha que ir nas lojas de discos para ver o que chegava de novo.</p>
<p><strong>Cite 3 discos que mudaram a sua vida.</strong><br />
1º Masters Of Ceremony – Dynamite – 4th &amp; B’way Records – Além de ter sido o grupo de rap do meu primeiro disco 12 polegadas, foi um dos primeiros que eu ouvi fazendo <em>beatbox</em>. Incrível.</p>
<p>2º – Massive Attack – Blue Lines – Unfinished Sympathy – Wild Bunch Records – Essa música já me fez chorar uma vez tocando numa festa, bem no auge, com gritos e palmas. Talvez teria sido o momento certo e local certo, mas essa música é realmente demais. Destaque para a versão de Paul Oakenfold.</p>
<p>3º – Tim Maia – Racional vol. 1 e 2 – Quando consegui esses discos no começo dos anos 90, ouvi e percebi com muita atenção o quanto é tão poderosa a nossa música brasileira.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Atualmente tenho o meu prórpio selo chamado <a href="http://www.deepbeep.com.br/deepbeep23-acacio-moura/www.myspace/urbandancerecords" target="_blank">Urban Dance Records</a>, onde lanço apenas produções nacionais em formato digital para download. Com a volta da Polysom, pretendo lançar em formato vinil também. Também faço parte do projeto <a href="http://www.mysapce.com/ghettoglamlive" target="_blank">Ghetto Glam</a>, em parceria com o DJ George Actv e com a nossa cantora Angela Rage, onde temos um live PA com músicas próprias.</p>
<p>Organizo o line up de DJs das lojas DIESEL do Shopping Iguatemi e da Haddock Lobo e faço um projeto social na periferia da zona sul de São Paulo, chamado Projeto Raridade, onde tocam sempre DJs convidados da velha guarda ou aqueles que não atuam mais e que fizeram grandes festas e bailes nas décadas de 70/80. Todos se apresentam apenas com vinil.</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Além de DJ, &lt;strong&gt;Acácio Moura&lt;/strong&gt;, é produtor há oito anos e possui faixas lançadas pela marca Slam e o selo B. E. C. (Brazilian Electronic Community), do qual é mentor ao lado de Mário Viana. No rádio, participou da Metropolitana FM, Energia 97 FM, Jovem Pan em São Paulo e atualmente, apresenta e coordena os programas “Night Energy” na &lt;a href=&quot;http://www.poolwebradio.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.poolwebradio.com.br&lt;/a&gt; às sextas-feiras das 20h às 21h e o “Cena Brasileira” na &lt;a href=&quot;http://www.sosni.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rádio Web Sosni&lt;/a&gt; aos sábados das 15h às 17h.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, Acácio também coordena a programação de DJs da marca de jeans premium DIESEL e produz o projeto Pizza Hut Hits Music &amp; Lounge By B.E.C., sempre com top DJs convidados, além de incentivar novos talentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Fiz esse set para mostrar todas as minhas influências e tudo que ouvia de bom antes de me tornar um DJ em 1988. A inspiração venho através do meu irmão Abílio, mais velho que eu, que já fazia bailes de garagens e escolas no início do anos 80. Nessa época, eu ainda com 12 anos, carregava as caixas de som e equipamentos para poder discotecar meia hora de set onde tocava-se de tudo um pouco: soul, funk, flash-rap, breaks, R&amp;B e samba-rock.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então resolvi mostrar também o meu outro lado com relação a música. Escolhi os discos a dedo, tem várias músicas nesse set que foram totalmente ou parcialamente usadas para produção de grandes hits. O set inteiro de duas horas foi mixado em vinil, com 49 músicas, 1 abertura e 1 encerramento em singles e LP’s originais. Falo isso pois ainda gasto muita grana com vinil, sou um maníaco com vinil e não consigo largar essa droga tão boa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tem no set uma música que gostaria destacar, chama-se “Sexy” do grupo de rap Masters Of Ceremony, que foi o meu primeiro disco importado de 12 polegadas, que comprei na Truck’s Discos com o Aritana. Me lembro como se fosse hoje, pois esse disco era impossível de encontrar e dei a sorte de estar passando por lá e, quando vi o disco na parede, não pensei duas vezes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como você descobriu a música eletrônica?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No final de 88 e começo de 90 teve o boom das danceterias, época em que os grandes nomes eram os DJs Gregão, Iraí Campos, Ricardo Guedes, Vadão, Badinha,Tibor, Dalton, Silvio Muller, Silvio Calmon, Porkinho (&lt;em&gt;in memorian&lt;/em&gt;), Marquinhos MS (&lt;em&gt;in memorian&lt;/em&gt;), Magal, Alain (&lt;em&gt;in memorian&lt;/em&gt;), GianCarlo Secchi, Beto Nini, Cuca, Renato Lopes, Mau Mau, entre outros e todos com programas nas rádios. Comecei a frequentar uma danceteria chamada Hollyday, na Zona Sul de SP que mais tarde se tornou Arena Music Hall, onde o DJ Tibor era o DJ Residente e eu era o DJ segundinho, como chamava-se na época, daí o contato com a música eletrônica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na época era chamada de flash-house e depois veio o techno, techno-rave e hardcore e outros estilos. Como não existia internet, para ter acesso às músicas a gente ouvia as rádios ou sempre tinha que ir nas lojas de discos para ver o que chegava de novo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cite 3 discos que mudaram a sua vida.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
1º Masters Of Ceremony – Dynamite – 4th &amp; B’way Records – Além de ter sido o grupo de rap do meu primeiro disco 12 polegadas, foi um dos primeiros que eu ouvi fazendo &lt;em&gt;beatbox&lt;/em&gt;. Incrível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2º – Massive Attack – Blue Lines – Unfinished Sympathy – Wild Bunch Records – Essa música já me fez chorar uma vez tocando numa festa, bem no [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>&quot;Eu gosto de tocar para a pista&quot;. O set com 51 tracks &quot;escolhidas a dedo&quot; tenta sintentizar, em duas horas, a paixão do DJ e produtor Acácio Moura. O set foi mixado em vinil com exclusividade para o deepbeep e traz ritmos [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db22 Renato Cohen</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db22-renato-cohen/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 05:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No primeiro set da série assinada pela URBR Underground Records Brasil em parceria com o deepbeep, o DJ Renato Cohen mistura com sua notória habilidade faixas de house, disco e acid. O produtor da celebrada "Pontapé" lançou em julho deste ano o álbum "Sixteen Billion Drum Kicks", além do novo live act Sino Live, ao lado de Charles Siegling do Technasia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Renato Cohen</strong> foi bateirista da banda punk <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lpWUCXTHmbg" target="_blank">Disk-Putas</a> com Marcelo Ferrari e começou sua carreira de DJ em 1996, no Hell’s Club de <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/pil-marques">Pil Marques</a> junto com o DJ Mau Mau. Ele comandava as pick-ups levando techno e hard house para o famoso after hours paulistano.</p>
<p>Em 2001, lançou a faixa “Pontapé” pela Intec Records de Carl Cox e em 2002 ganhou o prêmio de melhor produtor brasileiro de música eletrônica pela coluna “Noite Ilustrada” da Folha de São Paulo. Ele também se apresentou nos principais clubs e festivais de música eletrônica do mundo como o Fabric, I Love Techno, Dance Valley, Awakenings, Gorilla, U60, Space, Turnmills, MINT entre outros. Em julho deste ano, lançou seu primeiro álbum autoral, o “Sixteen Billion Drum Kicks” pela Sino Records.</p>
<p>No set gravado para o <strong>deepbeep series</strong> em parceria com a Underground Records Brasil, Cohen mixa suas faixas preferidas de house, disco e acid, num set fora do habitual que “funciona tanto para ouvir em casa como na pista”, comenta.</p>
<p><strong>Desde seu primeiro live no Hell’s, até atualmente com o Sino Live, o que mudou na sua maneira de produzir (além da tecnologia e ferramentas, claro)?</strong><br />
Uma coisa legal da música eletrônica, desde os anos 80, é que é uma música extremamente caseira, feita em <em>home studios</em>, relativamente simples e com equipamentos baratos. No começo do anos 2000 os hardwares foram se tornando cada vez mais dispensáveis e com o avanço dos processadores, softwares, plug-ins etc, foi ficando ainda mais barato chegar numa sonoridade mais aprimorada.</p>
<p>Essa é uma pergunta interessante porque falando além da tecnologia e das ferramentas, eu acho que minha maneira de produzir não mudou muito. A essência é a mesma desde o começo, apenas se aprimorou. Um cara num super estúdio, com todos os recursos, não vai necessariamente fazer uma música boa. Alguém com criatividade sem nenhum recurso vai sempre fazer algo interessante e diferente. Apesar de ser uma música basicamente sintética e de precisão, o mais importante ainda é a única coisa que as máquinas não podem produzir: idéias.</p>
<p><strong>Seu primeiro álbum, o “Sixteen…”, tem influências desde jazz até disco e samba. Fale um pouco mais de como você organizou suas referências para esse lançamento.</strong><br />
A idéia do álbum era justamente tentar incluir tudo que eu escuto normalmente. Eu queria juntar todo tipo de música que faz parte do meu dia a dia e chegar numa unidade. Como eu sou basicamente um DJ de techno, tentei colocar tudo isso soando de um “jeito techno”. Uma coisa que funciona tanto para ouvir em casa como na pista. Espero que eu tenho conseguido.</p>
<p><strong>Você ainda toca bateria?</strong><br />
Hahaha, não. Já faz mais de 10 anos que eu só toco mouse.</p>
<p><strong>Quais são seus projetos atuais?</strong><br />
Estou organizando um novo selo que vai ter a mesma cara do meu álbum, ou seja, uma visão musical bem aberta, mas focada na pista de dança. Estou terminando os primeiros releases que devem começar a sair em vinil e MP3 até o final do ano.</p>
<p>Fotos: <a href="http://www.flickr.com/photos/lucaslima/" target="_blank">Lucas Lima</a><strong></strong></p>
<p><strong>Agradecimentos</strong><br />
<a href="http://www.urbr.com/" target="_blank">URBR Underground Records Brasil</a><br />
Michel Palazzo<br />
<a href="http://djmag.com.br/" target="_blank">Revista DJMAG</a><br />
Piti Vieira</p>
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&lt;p&gt;Em 2001, lançou a faixa “Pontapé” pela Intec Records de Carl Cox e em 2002 ganhou o prêmio de melhor produtor brasileiro de música eletrônica pela coluna “Noite Ilustrada” da Folha de São Paulo. Ele também se apresentou nos principais clubs e festivais de música eletrônica do mundo como o Fabric, I Love Techno, Dance Valley, Awakenings, Gorilla, U60, Space, Turnmills, MINT entre outros. Em julho deste ano, lançou seu primeiro álbum autoral, o “Sixteen Billion Drum Kicks” pela Sino Records.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No set gravado para o &lt;strong&gt;deepbeep series&lt;/strong&gt; em parceria com a Underground Records Brasil, Cohen mixa suas faixas preferidas de house, disco e acid, num set fora do habitual que “funciona tanto para ouvir em casa como na pista”, comenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desde seu primeiro live no Hell’s, até atualmente com o Sino Live, o que mudou na sua maneira de produzir (além da tecnologia e ferramentas, claro)?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Uma coisa legal da música eletrônica, desde os anos 80, é que é uma música extremamente caseira, feita em &lt;em&gt;home studios&lt;/em&gt;, relativamente simples e com equipamentos baratos. No começo do anos 2000 os hardwares foram se tornando cada vez mais dispensáveis e com o avanço dos processadores, softwares, plug-ins etc, foi ficando ainda mais barato chegar numa sonoridade mais aprimorada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa é uma pergunta interessante porque falando além da tecnologia e das ferramentas, eu acho que minha maneira de produzir não mudou muito. A essência é a mesma desde o começo, apenas se aprimorou. Um cara num super estúdio, com todos os recursos, não vai necessariamente fazer uma música boa. Alguém com criatividade sem nenhum recurso vai sempre fazer algo interessante e diferente. Apesar de ser uma música basicamente sintética e de precisão, o mais importante ainda é a única coisa que as máquinas não podem produzir: idéias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Seu primeiro álbum, o “Sixteen…”, tem influências desde jazz até disco e samba. Fale um pouco mais de como você organizou suas referências para esse lançamento.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A idéia do álbum era justamente tentar incluir tudo que eu escuto normalmente. Eu queria juntar todo tipo de música que faz parte do meu dia a dia e chegar numa unidade. Como eu sou basicamente um DJ de techno, tentei colocar tudo isso soando de um “jeito techno”. Uma coisa que funciona tanto para ouvir em casa como na pista. Espero que eu tenho conseguido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você ainda toca bateria?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Hahaha, não. Já faz mais de 10 anos que eu só toco mouse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são seus projetos atuais?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Estou organizando um novo selo que vai ter a mesma cara do meu álbum, ou seja, uma visão musical bem aberta, mas focada na pista de dança. Estou terminando os primeiros releases que devem começar a sair em vinil e MP3 até o final do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fotos: &lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/lucaslima/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Lucas Lima&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Agradecimentos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.urbr.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;URBR Underground Records Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Michel Palazzo&lt;br /&gt;
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		<title>db21 L_cio</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db21-l_cio/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 05:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<category><![CDATA[techno]]></category>

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		<description><![CDATA[No primeiro live act gravado por um convidado para o deepbeep, o paulistano L_cio mostra suas faixas autorais que permeiam o minimal techno com percussões, vocais étnicos e passagens bíblicas. Se você ainda não conhece, não perca a ótima oportunidade de vê-lo ao vivo nesta sexta 11/9, na festa Baixaria no Vegas Club.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Todo o trabalho do homem é para a sua boca, e contudo nunca se satisfaz o seu espírito”. O produtor Laercio Schwantes, a.k.a. <strong>L_cio</strong>, já lançou suas produções por <em>labels</em> e <em>netlabels</em>, entre eles o NuLogic (Espanha), Seta Label (Eslováquia), Proc-Records e Difusion Records (EUA). Destaque em matérias da DJ Mag Brasil e com apresentações nos clubs Vegas e Tapas, seu estilo ganha identidade com a utilização das harmonias hipnóticas do techno, mesclando passagens bíblicas com percussão (ele também é instrumentista de capoeira) e poesia concreta narrada em português.</p>
<p>O primeiro <em>live</em> gravado para o <strong>deepbeep</strong> é uma prévia do som do jovem produtor, que apresenta suas faixas autorais ao vivo na <a href="http://www.tranquera.org/baixaria/" target="_blank">festa Baixaria</a> nesta sexta-feira, 11/9.</p>
<p><strong>Quando e como você começou a produzir?</strong><br />
Comecei a produzir mesmo em 2005/2006, mas me aproximei da produção de música eletrônica em 2004. Fui na minha primeira e única rave e quis saber como aquelas músicas haviam sido feitas. Assim, fiz um curso de produção numa escola de DJ… quando vi as possibilidades de criação de timbres e melodias fiquei louco e não parei mais. Primeiramente, tive contato com os softwares Acid e Reason; pouco tempo depois conheci o Ableton Live, que uso até hoje para produção e apresentação do meu <em>live act</em>. Nesse processo de aprendizagem tive contato com várias figuras que contribuíram demais na construção do meu som, principalmente George Alveskog e <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/bruno-belluomini/">Bruno Belluomini</a>.</p>
<p><strong>Por que você só apresenta em <em>live act</em>?</strong><br />
Meu maior interesse na música eletrônica sempre foi saber como as faixas eram construídas, consequentemente meu envolvimento com a produção se tornou o link para a construção da minha apresentação no formato <em>live act</em>. Gosto muito da apresentação autoral ao vivo, pois cada apresentação torna-se única, mesmo quando tocadas as mesmas faixas.</p>
<p><strong>Qual a relação das passagens bíblicas com a sua música?</strong><br />
Tive muita influência da bíblia na infância e adolescência, pois minha família é adventista. Sempre gostei das mensagens dos livros Provérbios e Eclesiastes escritos por Salomão, pois seus dizeres podem ser aplicados mesmo nos dias atuais. Fora que timbres de voz em português são muito bonitos. Uso também vocais étnicos, algumas poesias da minha namorada (Karine Rossi) e poesia concreta.</p>
<p><strong>Qual o melhor momento para ouvir este set?</strong><br />
A qualquer hora, de preferência num bom <em>sound system</em>, pois também trabalho com frequências baixas que provavelmente serão pouco percebidas na caixinha de som do computador ou no fone do iPod.</p>
<p><strong>Quais são seus projetos atuais?</strong><br />
Tenho trabalhado intensamente na divulgação do meu projeto L_cio e em algumas parcerias – todas de live act. Uma delas é com o compositor e músico Miro Silveira (tem uma demo nossa no meu MySpace). Outra parceria é um lance mais experimental com dois amigos de Atibaia-SP (Leo e Jaime – do projeto Digital Madness). Além de mais uma parceria iniciada com Bruno Belluomini.</p>
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&lt;p&gt;O primeiro &lt;em&gt;live&lt;/em&gt; gravado para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt; é uma prévia do som do jovem produtor, que apresenta suas faixas autorais ao vivo na &lt;a href=&quot;http://www.tranquera.org/baixaria/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;festa Baixaria&lt;/a&gt; nesta sexta-feira, 11/9.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando e como você começou a produzir?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Comecei a produzir mesmo em 2005/2006, mas me aproximei da produção de música eletrônica em 2004. Fui na minha primeira e única rave e quis saber como aquelas músicas haviam sido feitas. Assim, fiz um curso de produção numa escola de DJ… quando vi as possibilidades de criação de timbres e melodias fiquei louco e não parei mais. Primeiramente, tive contato com os softwares Acid e Reason; pouco tempo depois conheci o Ableton Live, que uso até hoje para produção e apresentação do meu &lt;em&gt;live act&lt;/em&gt;. Nesse processo de aprendizagem tive contato com várias figuras que contribuíram demais na construção do meu som, principalmente George Alveskog e &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/bruno-belluomini/&quot;&gt;Bruno Belluomini&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por que você só apresenta em &lt;em&gt;live act&lt;/em&gt;?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Meu maior interesse na música eletrônica sempre foi saber como as faixas eram construídas, consequentemente meu envolvimento com a produção se tornou o link para a construção da minha apresentação no formato &lt;em&gt;live act&lt;/em&gt;. Gosto muito da apresentação autoral ao vivo, pois cada apresentação torna-se única, mesmo quando tocadas as mesmas faixas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual a relação das passagens bíblicas com a sua música?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tive muita influência da bíblia na infância e adolescência, pois minha família é adventista. Sempre gostei das mensagens dos livros Provérbios e Eclesiastes escritos por Salomão, pois seus dizeres podem ser aplicados mesmo nos dias atuais. Fora que timbres de voz em português são muito bonitos. Uso também vocais étnicos, algumas poesias da minha namorada (Karine Rossi) e poesia concreta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual o melhor momento para ouvir este set?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A qualquer hora, de preferência num bom &lt;em&gt;sound system&lt;/em&gt;, pois também trabalho com frequências baixas que provavelmente serão pouco percebidas na caixinha de som do computador ou no fone do iPod.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são seus projetos atuais?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tenho trabalhado intensamente na divulgação do meu projeto L_cio e em algumas parcerias – todas de live act. Uma delas é com o compositor e músico Miro Silveira (tem uma demo nossa no meu MySpace). Outra parceria é um lance mais experimental com dois amigos de Atibaia-SP (Leo e Jaime – do projeto Digital Madness). Além de mais uma parceria iniciada com Bruno Belluomini.&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>No primeiro live act gravado por um convidado para o deepbeep, o paulistano L_cio mostra suas faixas autorais que permeiam o minimal techno com percussões, vocais étnicos e passagens bíblicas. Se você ainda não conhece, não perca a ótima [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db20 Daniel Auster</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db20-daniel-auster/</link>
		<comments>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db20-daniel-auster/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 07:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alta fidelidade, mas temos muito mais que cinco motivos para ouvir este set. O DJ novaiorquino Daniel Auster é também o responsável pela incrível loja de discos A1 Records, em Nova Iorque. No deepbeep20 ele nos leva em uma viagem musical com faixas novas e antigas de house, que vão de Lindbaek &#38; Lindstrom, Bobby Konders até uma surpreendente aparição dos brasileiros do Azymuth.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DJ há 15 anos, <strong>Daniel Auster</strong> conversa de sua loja de vinis em Nova Iorque sobre a cena musical dos EUA e a variedade do seu case. Ansioso por tocar no Brasil, Daniel acaba de retornar de São Francisco, onde discotecou durante o verão, para Nova Iorque. Lá ele é residente e criador da festa no Le Poisson Rouge. Para o <strong>deepbeep</strong>, o DJ gravou um mix poderoso e atmosférico que, segundo o próprio, funciona como uma viagem feita com elementos reais.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Sempre que faço um mix, meu principal objetivo é levar o ouvinte em uma viagem musical. Esta mix leva você numa viagem do começo ao fim e te deixa num lugar completamente diferente de onde começou. Primeiro eu quero entrar na cabeça das pessoas e gira-las até um estado psicodélico, o que fiz usando faixas com muita reverberação, ecos e outros efeitos agradáveis.</p>
<p>Depois de ter sido completamente virado de cabeça para baixo eu encosto o mix num lugar calmo, deixando o ouvinte relaxar e desfrutar de belas melodias e ritmos. Eu também adoro variar usando faixas antigas e novas e também muitos estilos diferentes de house, deixando-os dialogar uns com os outros. Tanto a velha quanto a nova house são surpreendetes. Finalmente, gostaria de reunir as emoções de quem ouve este set, seja a alegria completa ou alguma tristeza. Espero que ambos.</p>
<p><strong>Como começou seu interesse pela música eletrônica?</strong><br />
Depois que deixei a minha primeira rave em Nova York, em 1993, eu estava mudado para sempre. A música foi como nada que eu nunca tinha ouvido antes. Ela não seguia um padrão típico: te segurava na palma da sua mão e, se fosse capaz de liberar, então você estava em seu poder. As pessoas pensam que porque é chamada demúsica eletrônica, não tem alma ou toque humano, mas para mim é justamente o oposto. Nunca ouvi tanta emoção e sentimento vindos dos alto-falantes.</p>
<p><strong>Como está a cena eletrônica e musical dos EUA?</strong><br />
A cena agora aqui nos EUA está OK. Apenas OK. Não está tão incrível, cheia de energia, com experiências inovadoras ou boa Depois que deixei a minha primeira rave em Nova York, em 1993, eu estava mudado para sempre. A música foi como nada que eu tinha ouvido antes. Ela não seguia um padrão típico: te segurava na palma da sua mão e, se fosse capaz de liberar, então você estava em seu poder. As pessoas pensam que porque é chamada de música eletrônica, não tem alma ou toque humano, mas para mim é justamente o oposto. Nunca ouvi tanta emoção e sentimento saindo dos alto-falantes.</p>
<p>O nível de energia em alguns clubs, quando a música é boa e o público está concentrado nela, é surpreendente. Isso é porque a nossa música tem um poder, um poder de unir e levar-nos todos para o alto!</p>
<p><strong>Qual o melhor momento para ouvir este set?</strong><br />
Ouça este set quando você estiver pronto pra ir em uma viagem. Tente ouvir a coisa toda do começo ao fim sem interrupção. Os <em>headphones</em> são uma boa enquanto você anda por aí, o som do carro é muito bom enquanto você dirige, e os alto-falantes são bons quando você pode dançar em casa. Se você fuma, então fume primeiro, mas não é necessário! O mix foi feito em uma sessão sem edições, interrupções ou uso de computador. Eu só usei dois turntables Technics 1210, um mixer e vinis. Assim, as coisas podem não parecer perfeitas, mas eles são reais!</p>
]]></content:encoded>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;DJ há 15 anos, &lt;strong&gt;Daniel Auster&lt;/strong&gt; conversa de sua loja de vinis em Nova Iorque sobre a cena musical dos EUA e a variedade do seu case. Ansioso por tocar no Brasil, Daniel acaba de retornar de São Francisco, onde discotecou durante o verão, para Nova Iorque. Lá ele é residente e criador da festa no Le Poisson Rouge. Para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, o DJ gravou um mix poderoso e atmosférico que, segundo o próprio, funciona como uma viagem feita com elementos reais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sempre que faço um mix, meu principal objetivo é levar o ouvinte em uma viagem musical. Esta mix leva você numa viagem do começo ao fim e te deixa num lugar completamente diferente de onde começou. Primeiro eu quero entrar na cabeça das pessoas e gira-las até um estado psicodélico, o que fiz usando faixas com muita reverberação, ecos e outros efeitos agradáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de ter sido completamente virado de cabeça para baixo eu encosto o mix num lugar calmo, deixando o ouvinte relaxar e desfrutar de belas melodias e ritmos. Eu também adoro variar usando faixas antigas e novas e também muitos estilos diferentes de house, deixando-os dialogar uns com os outros. Tanto a velha quanto a nova house são surpreendetes. Finalmente, gostaria de reunir as emoções de quem ouve este set, seja a alegria completa ou alguma tristeza. Espero que ambos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como começou seu interesse pela música eletrônica?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Depois que deixei a minha primeira rave em Nova York, em 1993, eu estava mudado para sempre. A música foi como nada que eu nunca tinha ouvido antes. Ela não seguia um padrão típico: te segurava na palma da sua mão e, se fosse capaz de liberar, então você estava em seu poder. As pessoas pensam que porque é chamada demúsica eletrônica, não tem alma ou toque humano, mas para mim é justamente o oposto. Nunca ouvi tanta emoção e sentimento vindos dos alto-falantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como está a cena eletrônica e musical dos EUA?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A cena agora aqui nos EUA está OK. Apenas OK. Não está tão incrível, cheia de energia, com experiências inovadoras ou boa Depois que deixei a minha primeira rave em Nova York, em 1993, eu estava mudado para sempre. A música foi como nada que eu tinha ouvido antes. Ela não seguia um padrão típico: te segurava na palma da sua mão e, se fosse capaz de liberar, então você estava em seu poder. As pessoas pensam que porque é chamada de música eletrônica, não tem alma ou toque humano, mas para mim é justamente o oposto. Nunca ouvi tanta emoção e sentimento saindo dos alto-falantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O nível de energia em alguns clubs, quando a música é boa e o público está concentrado nela, é surpreendente. Isso é porque a nossa música tem um poder, um poder de unir e levar-nos todos para o alto!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual o melhor momento para ouvir este set?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ouça este set quando você estiver pronto pra ir em uma viagem. Tente ouvir a coisa toda do começo ao fim sem interrupção. Os &lt;em&gt;headphones&lt;/em&gt; são uma boa enquanto você anda por aí, o som do carro é muito bom enquanto você dirige, e os alto-falantes são bons quando você pode dançar em casa. Se você fuma, então fume primeiro, mas não é necessário! O mix foi feito em uma sessão sem edições, interrupções ou uso de computador. Eu só usei dois turntables Technics 1210, um mixer e vinis. Assim, as coisas podem não parecer perfeitas, mas eles são reais!&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Alta fidelidade, mas temos muito mais que cinco motivos para ouvir este set. O DJ novaiorquino Daniel Auster é também o responsável pela incrível loja de discos A1 Records, em Nova Iorque. No deepbeep20 ele nos leva em uma viagem musical com [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Glaucia++</title>
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		<comments>http://www.deepbeep.com.br/db-live/dblive-glaucia-maismais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 20:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gláucia++ é conhecida na noite paulistana desde o sempre relembrado Sra. Krawitz, onde era barwoman e lançou o seu drink “Bolacha no Cio”.
Em 1997, nasceu o Cio 80’s no The Cube e desde então, tanto a festa quanto a DJ passaram por importantes clubs da cidade (Glitter, Egotrip, Torre, Stereo, Ultralounge, Massivo) até aportar no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gláucia++</strong> é conhecida na noite paulistana desde o sempre relembrado Sra. Krawitz, onde era barwoman e lançou o seu drink “Bolacha no Cio”.</p>
<p>Em 1997, nasceu o Cio 80’s no The Cube e desde então, tanto a festa quanto a DJ passaram por importantes clubs da cidade (Glitter, Egotrip, Torre, Stereo, Ultralounge, Massivo) até aportar no D-Edge. Por alguns anos, no formato after, aconteceu o Cio Eletrônico e hoje o projeto é conhecido como Cio e ocupam as clássicas noites de quarta-feira do D-Edge.</p>
<p>Com passagens pelas pick-ups dos principais clubs do Brasil (D-Edge, Lov.e, Ultralounge, Fosfobox, Dama de Ferro, Torre, Casa do Lado, entre muitos outros), Gláucia++ gravou seu set especial na merecida comemoração dos 12 anos de Cio, que podem ser brindados com o seu famoso drink.</p>
<p><strong>Receita Bolacha no Cio</strong><br />
– Vodca<br />
– Gatorade de tangerina<br />
– Xarope de Guaraná</p>
<p><strong>Modo de preparo</strong><br />
No copo alto, coloque gelo primeiro e uma dose de vodca. Complete com Gatorade de tangerina e um fio de xarope de guaraná.</p>
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&lt;p&gt;Em 1997, nasceu o Cio 80’s no The Cube e desde então, tanto a festa quanto a DJ passaram por importantes clubs da cidade (Glitter, Egotrip, Torre, Stereo, Ultralounge, Massivo) até aportar no D-Edge. Por alguns anos, no formato after, aconteceu o Cio Eletrônico e hoje o projeto é conhecido como Cio e ocupam as clássicas noites de quarta-feira do D-Edge.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com passagens pelas pick-ups dos principais clubs do Brasil (D-Edge, Lov.e, Ultralounge, Fosfobox, Dama de Ferro, Torre, Casa do Lado, entre muitos outros), Gláucia++ gravou seu set especial na merecida comemoração dos 12 anos de Cio, que podem ser brindados com o seu famoso drink.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Receita Bolacha no Cio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
– Vodca&lt;br /&gt;
– Gatorade de tangerina&lt;br /&gt;
– Xarope de Guaraná&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Modo de preparo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No copo alto, coloque gelo primeiro e uma dose de vodca. Complete com Gatorade de tangerina e um fio de xarope de guaraná.&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Gláucia++ é conhecida na noite paulistana desde o sempre relembrado Sra. Krawitz, onde era barwoman e lançou o seu drink “Bolacha no Cio”.
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		<title>db19 Bezzi</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 05:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com passagens pela Torre, Funhouse, Atari Club e AmpGalaxy, o DJ paulistano Alexandre Bezzi mostra no deepbeep um set que passeia pelo indie rock (Primal Scream, Bat For Lashes), o eletrônico/pop (Phoenix, Telefon Tel Aviv) até alguns clássicos (Split Enz, Kate Bush). Ótimo pra esquentar a noite.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Bezzi, ou simplesmente <strong>Bezzi</strong> (como foi homenageado pela banda Cansei De Ser Sexy) sempre teve como base o rock, mas nunca deixou de lado suas referências da acid house, dos ícones Madchester e da disco music e seus subgêneros, como a italo e discopunk. Clássicos de época misturam-se à novidades em seus sets. Em 2006, Bezzi assinou seu primeiro contrato com uma agência de DJs, estabelecendo-se como o segundo DJ de rock agenciado na América Latina – o primeiro foi João Gordo. Mantém hoje, seja por conta própria ou parcerias, sua festa e blog; além das recentes investidas nos <em>edits</em> e remixes de artistas como Tetine, Spacemen 3 e <a href="http://soundcloud.com/bezzi/thieves-like-us-heart-feels-bezzi-edit" target="_blank">Thieves Like Us</a>.</p>
<p><strong>Quando você gravou o set e qual seria o melhor momento para ouvi-lo? </strong><br />
Gravei numa quarta à noite e estava fazendo bastante frio. Imaginei produzir algo que servisse como uma trilha sonora pré-balada e que também pudesse ser ouvido num chill-out. Misturei artistas novos que gosto (Club Silêncio, Telefon Tel Aviv, Bat for Lashes), sons que estavam esquecidos (Split Enz, The Other Two) e coisas que nunca parei de ouvir (Kate Bush, Primal Scream).</p>
<p><strong>Quando e como seu lado mais indie/roqueiro encontrou o lado eletrônico? </strong><br />
No final de 1996. Eu já curtia muita coisa de disco, tecnopop, industrial e pirava nas bandas do Reino Unido que mesclavam acid-house com rock. Muitos desses artistas incluíam remixes em seus singles. Após muitas audições de CDs e vinis do Happy Mondays, Stone Roses e New Order, achei que era hora e fui perdendo o “medo” de me inteirar neste universo. Leftfield, 808 State, Prodigy,Chemical Brothers, e Orbital foram a minha porta de entrada. Me apaixonei de vez em 97 após ver inspiradas apresentações de <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/renato-lopes">Renato Lopes</a> e Mau Mau. Nessa época, música ainda era mais importante que “sair na foto”.</p>
<p><strong>Quais inspirações ou referências que você usa pra trabalhar?</strong><br />
Eu costumo me espelhar em pessoas desbravadoras, porém, que sempre mantêm o pé no chão. Existem muitos nomes fora do Brasil que eu gosto e outros daqui que respeito e mantenho contato. Se fosse citar todos, essa resposta ocuparia toda a entrevista (risos). Tem muita gente boa. De produtores e DJs que gosto, posso citar: Fábio Pop (Club Silêncio/DF), Fernando Britto (Tin God), <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/hisato">Hisato</a>, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/luis-depeche/">Luís Depeche</a> e <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/edu-corelli/">Edu Corelli</a>, Liberato, Bispo, Plínio, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/eneas-neto">Eneas Neto</a>, Glocal, Mitkus, Guab,Edinho &amp; Tito Figueiredo (RJ)…são muitos!</p>
<p><strong>Quais seus projetos atuais? </strong><br />
Atualmente, estou com um projeto quinzenal (que às vezes acontece três vezes por mês) chamado “Sexta Esquenta” no Drops Bar, que produzo ao lado da minha esposa Tatiana Ribeiro. Ele começou como uma happy hour e agora se estende até de madrugada. Tanto eu como os convidados, tocamos de maneira despretensiosa e fazemos sets que misturam rock, synthpop a clássicos da década de 90. Também continuo discotecando como convidado e volta e meia, pintam datas interestaduais. De 2006 a 2008, cheguei a passar tempo demais em aeroportos. Eu amo viajar, mas, resolvi dar uma desacelerada neste ano. Minha agenda completa está disponível no blog “<a href="http://djbezzi.wordpress.com/" target="_blank">Discoteca Kamikaze</a>” e no meu perfil do <a href="http://www.myspace.com/djbezzi" target="_blank">MySpace</a>.</p>
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando você gravou o set e qual seria o melhor momento para ouvi-lo? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Gravei numa quarta à noite e estava fazendo bastante frio. Imaginei produzir algo que servisse como uma trilha sonora pré-balada e que também pudesse ser ouvido num chill-out. Misturei artistas novos que gosto (Club Silêncio, Telefon Tel Aviv, Bat for Lashes), sons que estavam esquecidos (Split Enz, The Other Two) e coisas que nunca parei de ouvir (Kate Bush, Primal Scream).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando e como seu lado mais indie/roqueiro encontrou o lado eletrônico? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No final de 1996. Eu já curtia muita coisa de disco, tecnopop, industrial e pirava nas bandas do Reino Unido que mesclavam acid-house com rock. Muitos desses artistas incluíam remixes em seus singles. Após muitas audições de CDs e vinis do Happy Mondays, Stone Roses e New Order, achei que era hora e fui perdendo o “medo” de me inteirar neste universo. Leftfield, 808 State, Prodigy,Chemical Brothers, e Orbital foram a minha porta de entrada. Me apaixonei de vez em 97 após ver inspiradas apresentações de &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/renato-lopes&quot;&gt;Renato Lopes&lt;/a&gt; e Mau Mau. Nessa época, música ainda era mais importante que “sair na foto”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais inspirações ou referências que você usa pra trabalhar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Eu costumo me espelhar em pessoas desbravadoras, porém, que sempre mantêm o pé no chão. Existem muitos nomes fora do Brasil que eu gosto e outros daqui que respeito e mantenho contato. Se fosse citar todos, essa resposta ocuparia toda a entrevista (risos). Tem muita gente boa. De produtores e DJs que gosto, posso citar: Fábio Pop (Club Silêncio/DF), Fernando Britto (Tin God), &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/hisato&quot;&gt;Hisato&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/luis-depeche/&quot;&gt;Luís Depeche&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/edu-corelli/&quot;&gt;Edu Corelli&lt;/a&gt;, Liberato, Bispo, Plínio, &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/eneas-neto&quot;&gt;Eneas Neto&lt;/a&gt;, Glocal, Mitkus, Guab,Edinho &amp; Tito Figueiredo (RJ)…são muitos!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos atuais? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Atualmente, estou com um projeto quinzenal (que às vezes acontece três vezes por mês) chamado “Sexta Esquenta” no Drops Bar, que produzo ao lado da minha esposa Tatiana Ribeiro. Ele começou como uma happy hour e agora se estende até de madrugada. Tanto eu como os convidados, tocamos de maneira despretensiosa e fazemos sets que misturam rock, synthpop a clássicos da década de 90. Também continuo discotecando como convidado e volta e meia, pintam datas interestaduais. De 2006 a 2008, cheguei a passar tempo demais em aeroportos. Eu amo viajar, mas, resolvi dar uma desacelerada neste ano. Minha agenda completa está disponível no blog “&lt;a href=&quot;http://djbezzi.wordpress.com/&quot; [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Com passagens pela Torre, Funhouse, Atari Club e AmpGalaxy, o DJ paulistano Alexandre Bezzi mostra no deepbeep um set que passeia pelo indie rock (Primal Scream, Bat For Lashes), o eletrônico/pop (Phoenix, Telefon Tel Aviv) até alguns clássicos [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db18 Tee</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 05:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tee]]></category>

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		<description><![CDATA[Um tracklist fora do comum. O DJ Tee mostra a qualidade dos melhores e mais desconhecidos artistas de netlabels do planeta. Dificilmente você já ouviu falar de algum deles e essa é a melhor, senão a grande surpresa do deepbeep18. Do ponto de vista do DJ e produtor, "o set representa o que sou e como penso, na pista ou no estúdio".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tadeus Mucelli</strong>, a.k.a. <strong>DJ Tee</strong>, tem sua trajetória marcada com o surgimento da cena eletrônica de Belo Horizonte e pelo pioneirismo dos <em>netlabels</em> no Brasil. Lançando EPs e faixas por selos estrangeiros ou pelo seu próprio, o digital <a href="http://www.conteudorecords.com.br/" target="_blank">Conteúdo Records</a>, Tee também é 3nity, projeto de eletrônica que acaba de lançar o primeiro álbum em julho, em formatos digital e físico. Artista e incentivador, ele também está envolvido em projetos na área cultural, como o BPM (Beats Por Mineiros), com shows e oficinas de música eletrônica ao vivo, e o festival de arte digital FAD.</p>
<p>O set gravado para o <strong>deepbeep</strong> soa como uma trilha sonora atmosférica de <em>landscapes</em> inóspitos e momentos mais alegres com faixas/produtores totalmente desconhecidos – como a clandestina Sebastian de Unknow entre diversos – demonstrando uma profunda pesquisa pelo árido, porém fértil, campo dos <em>netlabels</em>.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Primeiramente, é um prazer participar do deepbeep. Bem, minhas referências em 10 anos como DJ são muito diversas. Inicialmente o set seria bem eclético, com nomes mais experimentais e outros mais pop. Porém, nos últimos 5 anos me dedico a estudar os <em>netlabels</em> que existem pelo mundo. Tentei simplificar, de uma maneira que me represente bem, a forma como sinto e toco música. Eu sempre imagino paisagens sonoras, como DJ ou produtor. Minha escola de discotecagem é clássica.</p>
<p>Para o deepbeep, procurei manter isso, apesar das tecnologias, com mixagens longas ou com um <em>crossfader</em> de texturas.</p>
<p>O set também apresenta somente artistas desconhecidos de <em>netlabels</em>, ainda mais desconhecidos, ao redor do planeta. Dificilmente alguém ouviu falar deles, mas a intenção é mostrar também a variedade, qualidade de personagens ocultos da grande cena <em>mainstream</em> imposta por selos e lojas digitais, entre outras particularidades irrelevantes que várias cenas do mundo inteiro possuem.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Sou o caçula de 4 irmãos e a diferença de idade entre nós é considerável, portanto tive diversas e boas influências na minha infância e adolescência. Eu também sempre me candidatei a ser o “DJ” com dois decks de fita K7 na festinhas do primeiro grau no colégio. Fazia o <em>pitch</em> dos decks com uma caneta Bic, além de soltar o “pause” na hora certa das batidas. Conhecia as fitinhas K7 de trás pra frente.</p>
<p>Em 1996, um amigo – Bruno Gabrielli – me chamou para que eu o ajudasse como <em>LightJockey</em> em uma casa noturna, a POP. Observei muita coisa. Já em 97, decidi ser DJ e focar na eletrônica e comecei pelo techno/trance europeu. Ninguém tocava isso na época e muita gente virou o nariz, mas foi minha porta de entrada para a eletrônica e tenho orgulho, mesmo hoje me encontrando no techno. Minha história também se confunde com o surgimento da cena eletrônica de BH. Claro, me incluo como a segunda geração após o pioneirismo do Anderson Noise. Mas os fatos relevantes se iniciaram em 2000, quando junto com o Filipe Forattini decidi fazer uma rave (a Hipnotik) em pleno Aeroporto de Confins em funcionamento. Foi um marco. Até então ninguém tinha colocado 7 mil pessoas à 35 km de BH. Tenho ótimas memórias disso. Casey Hogan era o <em>headliner</em> do evento. Você imagina? Depois disso veio agência de DJs, a terceira do país na época, e muitas festas por segmento musical produzidas pela empresa. Fui residente mensal d’A Lôca durante um ano que agradeço muito, pois muita coisa surgiu dessa época. Trouxe a Lov.e Tour pra BH e toquei em vários lugares do Brasil, com vários DJs do tech-house inglês, onde me dediquei mais e tive a minha maior influência nestes 10 anos.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Nossa… são alguns. Ao final de 2003 me dediquei a montar um <em>home studio</em> e, com meu amigo Samuel Menorah, aprendi a produzir. Surgiu então o 3nity, primeiro projeto de produção autoral. Meu primeiro <em>release</em> foi pelo canadense Subtropical, do Vicent Casanova, que também ajudou o Pheek a fundar o Epslon Lab. Depois foram mais 4 EPs e um mini álbum, usando o nome Frantznn Krupp. Depois lancei 3 faixas pela nacional URBR do Michel Palazzo, em compilações. Em 2004, conheci o VJ 1mpar em uma ótima coincidência. Já faz 5 anos que fazemos o ADDD, projeto audiovisual que está um pouco parado, mas vamos entrar em estúdio pra produzir um DVD. Ainda na área artística, lancei em julho o primeiro álbum completo do projeto 3nity, com 14 faixas na versão digital e 11 no CD. Me orgulho bem do que montei nesse trabalho. É um grande resumo da história toda até aqui. O disco está sendo resenhado em alguns lugares e estou gostando das respostas.</p>
<p>Como eu não consigo fazer uma coisa só, infelizmente, e viver de arte é sempre difícil, desde o ano de 2003, trabalho na área cultural, com projetos de cunho estritamente culturais. Um é de música eletrônica ao vivo, com shows e oficinas, chamado BPM (Beats Por Mineiros), e o outro voltado às novas tecnologias, o FAD, que acaba sendo um festival de arte digital. Ambos rolam anualmente e já estão em sua terceira edição.</p>
<p>Além destes dois projetos tento um tempo pra tocar o Conteúdo Records (um dos <em>netlabels</em> pioneiros no Brasil), que fundei junto com Menorah e Duduart. Começou como <em>netlabel</em> e hoje é também um selo digital, possuindo dois catálogos: um gratuito e outro pago. Já lançamos <em>releases</em> de alguns artistas Brasileiros como Clickbox, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/max-underson">Max Underson</a>, Menorah, 2 Divided by Zero, Mimi, Tobé Pecini, Alvinho L. Noise. Hoje toco o selo sozinho, mas com o site novo, que sairá em breve com loja e tudo, pretendo voltar a lançar mais <em>releases</em> por mês. Mas o foco é longe dos top 10 de hoje em dia.</p>
<p><strong>Como produtor, quais suas expectativas em relação a comercialização de música na internet? O mercado e o público consumidor ainda têm muito a crescer/amadurecer?</strong><br />
No Brasil, existe um deserto a se percorrer. O catálogo gratuito do Conteúdo Records é baixado em mais de 80% por usuários da Europa, Ásia e América do Norte. Conteúdo digital seja áudio ou vídeo só existe em celular no Brasil, e mesmo assim é outro perfil de produto e consumidor. Para se ter idéia do absurdo, falei pro Max Underson que do Brasil só duas pessoas tinham comprado as faixas do álbum dele. Isso em muitos downloads.</p>
<p>O brasileiro, queira ou não, vai ter que se habituar a pagar pelo que consome. E não sou eu que digo, mas a internet daqui para frente. Seja à <em>la carte</em> ou mensalidades em planos, a vez do teste e tudo <em>free</em> acabou. Vai da política das empresas daqui em diante. Por isso manteremos no Conteúdo, por exemplo, a opção do catálogo <em>free</em>, além do pago, mas são outros formatos e outra filosofia sobre o conteúdo destinado à ele.</p>
<p>Como artista, vejo a comercialização digital de forma promocional quase. Mas mesmo com tanta coisa pirata hoje em dia, o <em>publish</em> continua, e isso é algo que dá dinheiro, como colocar uma música em coletâneas e produtos segmentados específicos, físicos ou digitais.</p>
<p>Eu tenho uma boa perspectiva sobre arte, internet e comercialização. Porém não me esqueço nunca que arte sempre precisou de incentivos, patronos, mecenatos e que nunca na história se sustentou sozinha. Eu não me iludo.</p>
<p>Fotos: Sillas Henrique</p>
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&lt;p&gt;O set gravado para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt; soa como uma trilha sonora atmosférica de &lt;em&gt;landscapes&lt;/em&gt; inóspitos e momentos mais alegres com faixas/produtores totalmente desconhecidos – como a clandestina Sebastian de Unknow entre diversos – demonstrando uma profunda pesquisa pelo árido, porém fértil, campo dos &lt;em&gt;netlabels&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Primeiramente, é um prazer participar do deepbeep. Bem, minhas referências em 10 anos como DJ são muito diversas. Inicialmente o set seria bem eclético, com nomes mais experimentais e outros mais pop. Porém, nos últimos 5 anos me dedico a estudar os &lt;em&gt;netlabels&lt;/em&gt; que existem pelo mundo. Tentei simplificar, de uma maneira que me represente bem, a forma como sinto e toco música. Eu sempre imagino paisagens sonoras, como DJ ou produtor. Minha escola de discotecagem é clássica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o deepbeep, procurei manter isso, apesar das tecnologias, com mixagens longas ou com um &lt;em&gt;crossfader&lt;/em&gt; de texturas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O set também apresenta somente artistas desconhecidos de &lt;em&gt;netlabels&lt;/em&gt;, ainda mais desconhecidos, ao redor do planeta. Dificilmente alguém ouviu falar deles, mas a intenção é mostrar também a variedade, qualidade de personagens ocultos da grande cena &lt;em&gt;mainstream&lt;/em&gt; imposta por selos e lojas digitais, entre outras particularidades irrelevantes que várias cenas do mundo inteiro possuem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sou o caçula de 4 irmãos e a diferença de idade entre nós é considerável, portanto tive diversas e boas influências na minha infância e adolescência. Eu também sempre me candidatei a ser o “DJ” com dois decks de fita K7 na festinhas do primeiro grau no colégio. Fazia o &lt;em&gt;pitch&lt;/em&gt; dos decks com uma caneta Bic, além de soltar o “pause” na hora certa das batidas. Conhecia as fitinhas K7 de trás pra frente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1996, um amigo – Bruno Gabrielli – me chamou para que eu o ajudasse como &lt;em&gt;LightJockey&lt;/em&gt; em uma casa noturna, a POP. Observei muita coisa. Já em 97, decidi ser DJ e focar na eletrônica e comecei pelo techno/trance europeu. Ninguém tocava isso na época e muita gente virou o nariz, mas foi minha porta de entrada para a eletrônica e tenho orgulho, mesmo hoje me encontrando no techno. Minha história também se confunde com o surgimento da cena eletrônica de BH. Claro, me incluo como a segunda geração após o pioneirismo do Anderson Noise. Mas os fatos relevantes se iniciaram em 2000, quando junto com o Filipe Forattini decidi fazer uma rave (a Hipnotik) em pleno Aeroporto de Confins em funcionamento. Foi um marco. Até então ninguém tinha colocado 7 mil pessoas à 35 km de BH. Tenho ótimas memórias disso. Casey [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Um tracklist fora do comum. O DJ Tee mostra a qualidade dos melhores e mais desconhecidos artistas de netlabels do planeta. Dificilmente você já ouviu falar de algum deles e essa é a melhor, senão a grande surpresa do deepbeep18. Do ponto de [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db17 dunw:ch</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db17-dunwich/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 06:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.deepbeep.com.br/v2/?p=18247</guid>
		<description><![CDATA[Lançando em selos como Turbo, L.D.T. (de Erik Rug), Diamondtraxx, 4line e Autist, o DJ e produtor dunw:ch mostra seus grooves minimais no deepbeep. Tem Nathan Fake, Miguel Puente, Bloody Mary, Voodeux e, claro, uma faixa própria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paris, 2006. Um simpático apartamento nas imediações do cemitério do Père Lachaise, um laptop e duas picapes. Conheci Xavier, aka <strong>dunw:ch</strong> em uma <em>soirée</em> de vinhos e caipirinhas comandada pelo próprio, em sua casa. Alguns meses mais tarde, fiz os contatos para que ele pudesse discotecar em clubes de São Paulo (Glória, ao lado de Renato Lopes) e Porto Alegre (Cabaret do Beco) – no ano seguinte, voltou ao Brasil e tocou na festa Cio (D-Edge). Dessa amizade veio boa parte do meu conhecimento de minimal e minimal-techno, especialidades do DJ e produtor francês que começou na música eletrônica em 2000, no circuito de festas independentes da capital francesa.</p>
<p>Radicado em São Paulo desde 2008, frequentemente em trânsito para discotecar (Alemanha, Estados Unidos, Espanha, França, Suíca), dunw:ch explora em suas produções a faceta ambient do minimal, contrária à atmosfera mais dançante que apresenta atrás dos toca-disco. Também já compôs trilha para cinema – musicou o curta <em>Un Peu Plus Prêt / U.P.P.P.</em>, 2007, de Clément Brin &amp; Emmanuel Vieilly. Em seu simpático apartamento paulistano, o DJ de influências post-punk e krautrock me apresenta suas novas tracks enquanto conversamos e fazemos as fotos para o <strong>deepbeep</strong>.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Estou contente com o resultado, ficou de acordo com o que eu tinha pensado para o deepbeep: um dj set delicado e groovy, que você pode escutar em casa e não tão violento como os que eu toco nos clubes – mas perfeito para um começo de noite, talvez um domingo ensolarado. :)</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Sou ligado em música desde os 7 anos. Toquei piano até os 12. Meu primeiro CD comprado foi de heavy-metal. :) Descobri música eletrônica em seguida e sou DJ desde 2000 – toquei pela primeira vez em Nova Iorque.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? </strong><br />
– Convidado pra tocar no festival de musica independente francesa “Décalage”, que ocorre em novembro, em Porto Alegre, pelo Ano da França, com bons artistas da cena rock e eletrônica francesa.<br />
– Produções pessoais e gigs para o selo brasileiro INminimax, de Gabriel Boni, e outros selos de fora.<br />
– Parceria com o franco-alemão Patrick Petzold (ex RichandKool, The Man e Nachlader) para um projeto krautrock-electro.<br />
– Parecia com um musico brasileiro de MPB, Lupa Mabuze, que me pediu algumas bases para seu terceiro álbum.</p>
<p>Texto e fotos: <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a><br />
Tratamento das fotos: <a href="http://www.flickr.com/photos/lucianospinelli/" target="_blank">Luciano Spinelli</a></p>
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&lt;p&gt;Radicado em São Paulo desde 2008, frequentemente em trânsito para discotecar (Alemanha, Estados Unidos, Espanha, França, Suíca), dunw:ch explora em suas produções a faceta ambient do minimal, contrária à atmosfera mais dançante que apresenta atrás dos toca-disco. Também já compôs trilha para cinema – musicou o curta &lt;em&gt;Un Peu Plus Prêt / U.P.P.P.&lt;/em&gt;, 2007, de Clément Brin &amp; Emmanuel Vieilly. Em seu simpático apartamento paulistano, o DJ de influências post-punk e krautrock me apresenta suas novas tracks enquanto conversamos e fazemos as fotos para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Estou contente com o resultado, ficou de acordo com o que eu tinha pensado para o deepbeep: um dj set delicado e groovy, que você pode escutar em casa e não tão violento como os que eu toco nos clubes – mas perfeito para um começo de noite, talvez um domingo ensolarado. :)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sou ligado em música desde os 7 anos. Toquei piano até os 12. Meu primeiro CD comprado foi de heavy-metal. :) Descobri música eletrônica em seguida e sou DJ desde 2000 – toquei pela primeira vez em Nova Iorque.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
– Convidado pra tocar no festival de musica independente francesa “Décalage”, que ocorre em novembro, em Porto Alegre, pelo Ano da França, com bons artistas da cena rock e eletrônica francesa.&lt;br /&gt;
– Produções pessoais e gigs para o selo brasileiro INminimax, de Gabriel Boni, e outros selos de fora.&lt;br /&gt;
– Parceria com o franco-alemão Patrick Petzold (ex RichandKool, The Man e Nachlader) para um projeto krautrock-electro.&lt;br /&gt;
– Parecia com um musico brasileiro de MPB, Lupa Mabuze, que me pediu algumas bases para seu terceiro álbum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Texto e fotos: &lt;a href=&quot;http://joaoperassolo.carbonmade.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;João Pedro Perassolo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Tratamento das fotos: &lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/lucianospinelli/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Luciano Spinelli&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Lançando em selos como Turbo, L.D.T. (de Erik Rug), Diamondtraxx, 4line e Autist, o DJ e produtor dunw:ch mostra seus grooves minimais no deepbeep. Tem Nathan Fake, Miguel Puente, Bloody Mary, Voodeux e, claro, uma faixa própria.</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Colors</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 20:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os DJs e irmãos Jota Wagner e Wander A são os responsáveis pelo conceito musical apurado por trás da Colors, uma das melhores festas de house music de São Paulo, que há oito anos aposta no gênero. Com edições memoráveis no Copan, Jive (Anderson Soares), Brahminha (Nego Moçambique), Supperclub (Jay J) e atualmente no Vegas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os DJs e irmãos <strong>Jota Wagner</strong> e <strong>Wander A</strong> são os responsáveis pelo conceito musical apurado por trás da Colors, uma das melhores festas de house music de São Paulo, que há oito anos aposta no gênero. Com edições memoráveis no Copan, Jive (Anderson Soares), Brahminha (Nego Moçambique), Supperclub (Jay J) e atualmente no Vegas Club, a dupla apresenta no <strong>deepbeep</strong> seu projeto <strong>Colors Sound System</strong> com um set gravado ao vivo em quatro picapes.</p>
<p>A comemoração da família e dos fãs da Colors acontece na sexta, 14 de agosto, quando o club da Rua Augusta recebe um pouco da energia contagiante da festa. Em entrevista exclusiva, Wander e Wagner falam sobre o set, a festa e seus projetos, que inclui o lançamento de um CD mixado.</p>
<p><strong>Falem um pouco mais sobre o set.</strong><br />
Nós gravamos este set em Julho, no <em>basement</em> do Vegas. Foi uma noite muito especial. Muitos amigos que há tempos não apareciam e da pista tivemos uma vibração muito boa. Foi decididamente um dos nossos melhores sets do ano.</p>
<p>Já sabíamos que o set seria gravado para o deepbeep… então caprichamos. Adiantadamente, pedimos desculpas ao público do deepbeep por não termos o tracklist para disponibilizar agora. Afinal o set tem três horas e meia… a lista ficaria gigantesca. No entanto, se alguém chorar com alguma música em especial e quiser saber qual é, escrevam que nós procuraremos o nome e responderemos.</p>
<p><strong>Qual foi o primeiro vinil de house que vocês compraram e como começaram a tocar?</strong><br />
Nosso primeiro disco de house foi Dirty Larry, do Dimitri From Paris. Começamos a tocar poucos meses depois de frequentar as primeiras raves organizadas pela turma de SP como Oribapu, Avonts, Xxxperience, Groovenation…</p>
<p>Já estávamos envolvidos com música, eu (Jota Wagner) era guitarrista e vocalista de uma banda chamada Burt Reynolds. Nossas primeiras festas foram uma espécie de renascimento. Descobrimos que aquela coisa testosterônica e egocêntrica do rock era uma coisa ridícula e nos encantamos com a contravenção cultural daquela música sem refrão, sem letra, de artistas sem rosto. Foi uma revolução! Nosso primeiro set foi num bar chamado Alquimia em Jundiaí, já como uma dupla, usando o nome de Namaguederaz (!). No meio do set veio a polícia e fechou o bar. Achamos o máximo!</p>
<p>Aliás, está rolando algo louco com esta pergunta… Esta música do Dimitri from Paris, Dirty Larry, tinha o sample da trilha de Operação Dragão, do Bruce Lee e coincidentemente é ele quem está na arte do nosso CD, treze anos depois…</p>
<p>Acho que o Bruce olha por nóscomo no clássico trash “Render-se Nunca, Retroceder Jamais” em que o “herói” do filme é meio esquizofrênico e fala com o defunto do Bruce Lee nos momentos de angústia.</p>
<p><strong>Vocês são DJs há 14 anos, como não entrar em uma rotina enfadonha?</strong><br />
Não é enfadonho de forma alguma porque não há rotina. A cada festa rola uma história diferente e, na noite, as histórias que acontecem são mais do que diferentes, são surreais.</p>
<p>Escolhemos continuar morando nos arredores de São Paulo (Jundiaí) e chegamos na cidade à noite para tocar. Chegamos cheio de pilha, entramos na cidade, vemos suas luzes e ficamos sempre encantados. Nós somos como uma moréia… a gente sai da toca, morde, envenena… e volta pro buraco.</p>
<p>Às vezes pensamos que, se tocássemos todos os dias em festas contratadas, convenções, estas coisas, podíamos ficar de saco cheio ao pegar um público que não tem nada a ver com você, mas nessa teimosia de não fazer concessões a gente acabou dando a sorte de tocar quase sempre em festas muito, muito boas. Isso é um presente!</p>
<p><strong>O sucesso de 8 anos de colors foram decisivos para o lançamento do primeiro CD mixado?</strong><br />
Sim. A história do cd foi um conjunto de fatores. Queríamos algo diferente neste ano, além da super festa que sempre rola. Os gringos que conhecemos facilitaram as coisas na hora de licenciar as faixas.</p>
<p>Além disso, queríamos algo palpável, que as pessoas poderiam levar pra casa e guardar na estante. Por isso caprichamos na arte e na qualidade musical do CD, porque queremos que isso fique na história das pessoas que gostam de house no Brasil.</p>
<p>O CD teve um super apoio das duas casas onde somos residentes: o Vegas em São Paulo e o Wiener Bar em Jundiaí. Estas parcerias tornaram este projeto possível e as pessoas poderão encontrar o CD a venda (com preço mais barato) nos lugares onde a gente toca, mas existe a opção de comprar direto no website da Colors, graças à distribuição da empresa Music Delivery.</p>
<p><strong>Quais seus projetos em andamento?</strong><br />
Lançaremos em setembro (2009) um EP pelo selo Candy Music, do DJ Jay West. O disco se chama “Loves &amp; Hates” com duas faixas que estão muito, muito boas! “Yeah Mate I Hate” e “Let Me Tell Ya”, com remixes de Christian Maloni e Manuel Sahagun.</p>
<p>Temos outras coisas já negociadas com outros selos legais, mas não dá pra divulgar porque não está formalizado.</p>
<p>Vamos também dar um rolê por aí pra divulgar esta história do CD, que será vendido nas festas em esquema independente. Vamos para Belo Horizonte, Serra Negra, Brasília e talvez Curitiba ainda em setembro ou começo de outubro.</p>
<p>E ainda tem todo o planejamento 2010 da Colors… espero que a coisa seja tão legal quanto foi este ano.</p>
<p>Fotos: Divulgação Colors</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Os DJs e irmãos &lt;strong&gt;Jota Wagner&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Wander A&lt;/strong&gt; são os responsáveis pelo conceito musical apurado por trás da Colors, uma das melhores festas de house music de São Paulo, que há oito anos aposta no gênero. Com edições memoráveis no Copan, Jive (Anderson Soares), Brahminha (Nego Moçambique), Supperclub (Jay J) e atualmente no Vegas Club, a dupla apresenta no &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt; seu projeto &lt;strong&gt;Colors Sound System&lt;/strong&gt; com um set gravado ao vivo em quatro picapes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comemoração da família e dos fãs da Colors acontece na sexta, 14 de agosto, quando o club da Rua Augusta recebe um pouco da energia contagiante da festa. Em entrevista exclusiva, Wander e Wagner falam sobre o set, a festa e seus projetos, que inclui o lançamento de um CD mixado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Falem um pouco mais sobre o set.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nós gravamos este set em Julho, no &lt;em&gt;basement&lt;/em&gt; do Vegas. Foi uma noite muito especial. Muitos amigos que há tempos não apareciam e da pista tivemos uma vibração muito boa. Foi decididamente um dos nossos melhores sets do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já sabíamos que o set seria gravado para o deepbeep… então caprichamos. Adiantadamente, pedimos desculpas ao público do deepbeep por não termos o tracklist para disponibilizar agora. Afinal o set tem três horas e meia… a lista ficaria gigantesca. No entanto, se alguém chorar com alguma música em especial e quiser saber qual é, escrevam que nós procuraremos o nome e responderemos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual foi o primeiro vinil de house que vocês compraram e como começaram a tocar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nosso primeiro disco de house foi Dirty Larry, do Dimitri From Paris. Começamos a tocar poucos meses depois de frequentar as primeiras raves organizadas pela turma de SP como Oribapu, Avonts, Xxxperience, Groovenation…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já estávamos envolvidos com música, eu (Jota Wagner) era guitarrista e vocalista de uma banda chamada Burt Reynolds. Nossas primeiras festas foram uma espécie de renascimento. Descobrimos que aquela coisa testosterônica e egocêntrica do rock era uma coisa ridícula e nos encantamos com a contravenção cultural daquela música sem refrão, sem letra, de artistas sem rosto. Foi uma revolução! Nosso primeiro set foi num bar chamado Alquimia em Jundiaí, já como uma dupla, usando o nome de Namaguederaz (!). No meio do set veio a polícia e fechou o bar. Achamos o máximo!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aliás, está rolando algo louco com esta pergunta… Esta música do Dimitri from Paris, Dirty Larry, tinha o sample da trilha de Operação Dragão, do Bruce Lee e coincidentemente é ele quem está na arte do nosso CD, treze anos depois…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que o Bruce olha por nóscomo no clássico trash “Render-se Nunca, Retroceder Jamais” em que o “herói” do filme é meio esquizofrênico e fala com o defunto do Bruce Lee nos momentos de angústia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vocês são DJs há 14 anos, como não entrar em uma rotina enfadonha?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não é enfadonho de forma alguma porque não há rotina. A cada festa rola uma história diferente e, na noite, as histórias que acontecem são mais do que diferentes, são surreais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escolhemos continuar morando nos arredores de São Paulo (Jundiaí) e chegamos na cidade à noite para tocar. Chegamos cheio de pilha, entramos na cidade, vemos suas luzes e ficamos sempre encantados. Nós somos como uma moréia… a gente sai da toca, morde, envenena… e volta pro buraco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Às vezes pensamos que, se tocássemos todos os dias em festas contratadas, convenções, estas coisas, podíamos ficar de saco cheio ao pegar um público que não tem nada a ver com você, mas nessa teimosia de não fazer concessões a gente [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Os DJs e irmãos Jota Wagner e Wander A são os responsáveis pelo conceito musical apurado por trás da Colors, uma das melhores festas de house music de São Paulo, que há oito anos aposta no gênero. Com edições memoráveis no Copan, Jive [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db16 Paula Chalup</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db16-paula-chalup/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 06:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DJ e produtora, Paula Chalup mostra que deephouse não é música apenas para warm-ups. A prova é o set gravado para o deepbeep, que traz faixas de Ada, Jimpster e Mark Farina pra segurar a pista, como costuma fazer às quintas-feiras, no D-Edge.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DJ profissional desde 1996 com residência no Hell’s Club, <strong>Paula Chalup</strong> ganhou o prêmio revelação no “Melhores da Noite Ilustrada” daquele ano, promovido pela Folha de São Paulo. Desde então, a DJ seguiu carreira nas principais capitais do Brasil, além de discotecar em Bogotá, Chile, Argentina, Uruguai, Paris, Equador e Londres ao lado de DJs internacionais consagrados. Seu lado produtora também foi responsável por remixes para a trilha sonora de “Cidade de Deus” e por faixas pelo selo Special Series, que emplacaram nos cases de Carl Cox, Mauro Piccoto e Umek.</p>
<p>No <strong>deepbeep</strong>, Paula molda o gênero que considera a sua maior influência atual, o deephouse. Passando por faixas de Ada, Mark Farina e Ekkohaus, a DJ garante que segura a pista com o som que costuma fazer fama nas quintas-feiras do D-Edge, e ainda fala sobre seus novos projetos.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Há algum tempo penso em fazer um trabalho paralelo com deephouse. Tá aí: Tempoldeep é o nome do filho (risos). Esse set é composto só por faixas de deephouse, mas saindo do conceito de que deep é música para warm-up, ou algo assim. Nele tento mostrar exatamente o contrário. É um set pra pista com faixas de artistas que também fazem esse trabalho paralelo produzindo deephouse. Minha maior inspiração são os meus sets atuais, em noites como Moving no D-Edge e Máfia no Vegas, onde consigo trabalhar com este gênero.</p>
<p><strong>Você é ligada em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Eu sempre vivi música… mesmo quando criança, estava sempre nas rodinhas de dança das festas. Depois de um tempo frequentando clubs como o Contra Mão (quem não conheceu?) comecei a comprar muitos vinis de dance. Mas onde tive certeza trabalharia com isso foi no Sra. Kravitz, club onde Mau Mau e Renato Lopes eram residentes. Conheci e não parei mais de frequentar, batia cartão mesmo (risos).</p>
<p>Acabei conhecendo os DJs e fiquei muito amiga do Mau Mau, DJ que me ajuda muito até hoje e foi quem passou tudo sobre a música eletrônica. Depois dessa aula comecei a me dedicar à música profissionalmente.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? </strong><br />
No momento estou me dedicando bastante ao Tempoldeep, projeto que vai de festas à selo de música eletrônica. Sou residente no Club Clash, da festa Máfia, que acontece no Vegas, e d’A Lôca. Todos são projetos mensais. Também está em andamento um CD mixado com distribuição pelo selo da 3Plus e um projeto com o Renato Patriarca, em algumas <em>tracks</em>.</p>
<p><strong>Como foi sua experiência de participar da cena eletrônica em Londres?</strong><br />
Experiência obrigatória pra qualquer DJ, mesmo que seja por pouco tempo. Foi muito especial tocar em cada club daquele lugar absurdo. Amo Londres e todos que conheci estando lá. Mas o mais importante foi abrir os ouvidos para outros estilos musicais que só acrescentaram na minha carreira como DJ.</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;DJ profissional desde 1996 com residência no Hell’s Club, &lt;strong&gt;Paula Chalup&lt;/strong&gt; ganhou o prêmio revelação no “Melhores da Noite Ilustrada” daquele ano, promovido pela Folha de São Paulo. Desde então, a DJ seguiu carreira nas principais capitais do Brasil, além de discotecar em Bogotá, Chile, Argentina, Uruguai, Paris, Equador e Londres ao lado de DJs internacionais consagrados. Seu lado produtora também foi responsável por remixes para a trilha sonora de “Cidade de Deus” e por faixas pelo selo Special Series, que emplacaram nos cases de Carl Cox, Mauro Piccoto e Umek.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, Paula molda o gênero que considera a sua maior influência atual, o deephouse. Passando por faixas de Ada, Mark Farina e Ekkohaus, a DJ garante que segura a pista com o som que costuma fazer fama nas quintas-feiras do D-Edge, e ainda fala sobre seus novos projetos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Há algum tempo penso em fazer um trabalho paralelo com deephouse. Tá aí: Tempoldeep é o nome do filho (risos). Esse set é composto só por faixas de deephouse, mas saindo do conceito de que deep é música para warm-up, ou algo assim. Nele tento mostrar exatamente o contrário. É um set pra pista com faixas de artistas que também fazem esse trabalho paralelo produzindo deephouse. Minha maior inspiração são os meus sets atuais, em noites como Moving no D-Edge e Máfia no Vegas, onde consigo trabalhar com este gênero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligada em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Eu sempre vivi música… mesmo quando criança, estava sempre nas rodinhas de dança das festas. Depois de um tempo frequentando clubs como o Contra Mão (quem não conheceu?) comecei a comprar muitos vinis de dance. Mas onde tive certeza trabalharia com isso foi no Sra. Kravitz, club onde Mau Mau e Renato Lopes eram residentes. Conheci e não parei mais de frequentar, batia cartão mesmo (risos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acabei conhecendo os DJs e fiquei muito amiga do Mau Mau, DJ que me ajuda muito até hoje e foi quem passou tudo sobre a música eletrônica. Depois dessa aula comecei a me dedicar à música profissionalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No momento estou me dedicando bastante ao Tempoldeep, projeto que vai de festas à selo de música eletrônica. Sou residente no Club Clash, da festa Máfia, que acontece no Vegas, e d’A Lôca. Todos são projetos mensais. Também está em andamento um CD mixado com distribuição pelo selo da 3Plus e um projeto com o Renato Patriarca, em algumas &lt;em&gt;tracks&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como foi sua experiência de participar da cena eletrônica em Londres?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Experiência obrigatória pra qualquer DJ, mesmo que seja por pouco tempo. Foi muito especial tocar em cada club daquele lugar absurdo. Amo Londres e todos que conheci estando lá. Mas o mais importante foi abrir os ouvidos para outros estilos musicais que só acrescentaram na minha carreira como DJ.&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>DJ e produtora, Paula Chalup mostra que deephouse não é música apenas para warm-ups. A prova é o set gravado para o deepbeep, que traz faixas de Ada, Jimpster e Mark Farina pra segurar a pista, como costuma fazer às quintas-feiras, no D-Edge.</itunes:subtitle>
	</item>
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		<title>dblive Pil Marques</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-live/dblive-pil-marques/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 20:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Don’t Forget Your Sunglasses
Já faz muito tempo que um grupo de pessoas se aglomerava numa portinha quase discreta ao lado da entrada principal do clube Columbia, ali na esquina das ruas Augusta com Estados Unidos. Ainda era escuro e todos esperavam ansiosos a saída do público da noite de Black music que rolava todo sábado.
Ai, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Don’t Forget Your Sunglasses</em><br />
Já faz muito tempo que um grupo de pessoas se aglomerava numa portinha quase discreta ao lado da entrada principal do clube Columbia, ali na esquina das ruas Augusta com Estados Unidos. Ainda era escuro e todos esperavam ansiosos a saída do público da noite de Black music que rolava todo sábado.</p>
<p>Ai, meus amores, o babado era certo, fosse na pista com Mau Mau arrasando nas pick-ups junto com os DJs convidados, no banheiro feminino que virava sala de estar com muita conversinha, na chapelaria junto com a Normanda, no palco com todas as pocahontas arrasando nas dancinhas.</p>
<p>Hoje o Hell’s funciona do outro lado da Paulista, no baixo Augusta, ali no Vegas e comemorou 4 anos no local. A festa foi à fantasia, fundamento já clássico do Pil e seu clã, e só acabou no domingão de manhã <em>as usual</em>…</p>
<p><strong>Qual edição mais memorável que você tem lembrança do Hell’s na fase do Columbia e do Vegas?</strong><br />
No Columbia em 95, com o long set do Laurent Garnier e  no Vegas com as festas à fantasia e o Jingle Hell’s, no final do ano.</p>
<p><strong>Quais seus projetos em andamento?</strong><br />
– Hell’s nas madrugadas de sábado para domingo no Vegas.<br />
– Katclub uma quarta-feira por mês no Subvegas, onde faço um set back-to-back de 6 horas com o Mau Mau.<br />
– Um novo projeto com o DJ e produtor Thiago Salvioni, onde criamos faixas que serão lançadas nas edições das festas.<br />
– A turnê de 15 anos do Hell’s Club e um CD mixado para o final do ano.</p>
<p><strong>Quais os clássicos do Hell’s Club?</strong><br />
O staff, as festas à fantasia e o pastel depois na feira.</p>
<p><strong>Texto:</strong> <a href="http://www.coisasdemarcelle.com/" target="_blank">Marcelo Ferrari a.k.a Marcelona</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Don’t Forget Your Sunglasses&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Já faz muito tempo que um grupo de pessoas se aglomerava numa portinha quase discreta ao lado da entrada principal do clube Columbia, ali na esquina das ruas Augusta com Estados Unidos. Ainda era escuro e todos esperavam ansiosos a saída do público da noite de Black music que rolava todo sábado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ai, meus amores, o babado era certo, fosse na pista com Mau Mau arrasando nas pick-ups junto com os DJs convidados, no banheiro feminino que virava sala de estar com muita conversinha, na chapelaria junto com a Normanda, no palco com todas as pocahontas arrasando nas dancinhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje o Hell’s funciona do outro lado da Paulista, no baixo Augusta, ali no Vegas e comemorou 4 anos no local. A festa foi à fantasia, fundamento já clássico do Pil e seu clã, e só acabou no domingão de manhã &lt;em&gt;as usual&lt;/em&gt;…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual edição mais memorável que você tem lembrança do Hell’s na fase do Columbia e do Vegas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No Columbia em 95, com o long set do Laurent Garnier e  no Vegas com as festas à fantasia e o Jingle Hell’s, no final do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
– Hell’s nas madrugadas de sábado para domingo no Vegas.&lt;br /&gt;
– Katclub uma quarta-feira por mês no Subvegas, onde faço um set back-to-back de 6 horas com o Mau Mau.&lt;br /&gt;
– Um novo projeto com o DJ e produtor Thiago Salvioni, onde criamos faixas que serão lançadas nas edições das festas.&lt;br /&gt;
– A turnê de 15 anos do Hell’s Club e um CD mixado para o final do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais os clássicos do Hell’s Club?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O staff, as festas à fantasia e o pastel depois na feira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Texto:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://www.coisasdemarcelle.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Marcelo Ferrari a.k.a Marcelona&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Don’t Forget Your Sunglasses
Já faz muito tempo que um grupo de pessoas se aglomerava numa portinha quase discreta ao lado da entrada principal do clube Columbia, ali na esquina das ruas Augusta com Estados Unidos. Ainda era escuro e todos [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db15 Eneas Neto</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 06:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O site FiberOnline completou 12 anos em julho e seu comandante, Eneas Neto, é o convidado desta semana no deepbeep. Do synthpop ao pop eletrônico, o DJ passeia com despretensão por faixas de Depeche Mode, Pink Industry, MGMT e Röyksopp, marcando a versatilidade de sua carreira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jornalista, empresário e DJ. Multimídia é um termo que define melhor <strong>Eneas Neto</strong>, envolvido há mais de 20 anos no universo eletrônico. Desde a época das matinês do Tênis Clube em Santo André e do seu programa de rádio – o Zensor, transmitido pela 97 FM no começo dos anos 90 – Eneas é um dos principais responsáveis pela divulgação de gêneros alternativos como o industrial, EBM, new beat e synthpop no Brasil. Seu finado selo, o Cri Du Chat Disques, também foi o primeiro a lançar artistas de música eletrônica no país, com um <a href="http://www.discogs.com/label/Cri+Du+Chat" target="_blank">catálogo</a> que inclui nomes como Simbolo, Harry, LoopB, Lassigue Bendthaus, Pink Industry, entre outros.</p>
<p>Hoje, além de produzir as festas Machina, Hotzilla, Silvertape e Trash 80’s, o incansável DJ ainda comanda o <a href="http://www.fiberonline.com.br/" target="_blank">FiberOnline</a>, portal que funciona como vitrine para que produtores, dos mais diversos gêneros da eletrônica, divulguem seus trabalhos. Em julho o site completou 12 anos de vida com direito à festa e lançamento de sua versão 3.0, disponível em breve com grandes novidades para seus usuários. Em clima de comemoração, Eneas gravou para o <strong>deepbeep</strong> uma seleção que vai do synthpop obscuro ao electro-disco-pop “descarado”, marcando a versatilidade de suas diversas fases musicais.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Desde que recebi o convite fiquei pensando num set e, como sempre, saiu na hora sem nada pré-estabelecido. Como toco em diversas festas, com temáticas díspares, tentei pegar a essência de todo esse percurso e ficou essencial pop. Do synthpop clássico à disco. Tem várias fases minhas neste set. Um pouco de Madame Satã, outro tanto de Retrô e Zensor, pitadas de Hotzilla e FiberOnline e até mesmo da Trash. Optei por mixar as que achei que mereciam e respeitar fades de outras.</p>
<p>Analiso esse set como a minha trajetória, do obscuro, cool, sintético ao pop melodioso cheio de alegria. Um set despretensioso, sem pós-produção ou efeitos. Apenas músicas que sempre gostei de ouvir e nunca tinha colocado numa sequência como esta.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Música faz parte da minha vida desde os primórdios, das vitrolinhas portáteis tocando trilhas de novela, coletâneas disco e muito soul. Na adolescência, o lado alternativo tomou meu corpo e negava tudo que era considerado popular. Isso influenciou diretamente a minha discotecagem, na década de 80 tocando pós-punk e industrial no (Madame) Satã e Retrô, hip-hop nas festas do Espaço Mambembe, de synthpop à rock indie nas matinês do Tênis Clube de Santo André. Hoje em dia, me encontro na fase mais light e pop, querendo menos coisas complicadas e mais diversão.</p>
<p>Música virou negócio pra mim, criei selo, tive programa de rádio e, agora, sites. Tentei ficar um tempo longe das picapes, mas não durou mais do que poucos meses. Depois dos 40, ainda toco ao menos 3 vezes por semana.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? </strong><br />
Os núcleos de festas atuais são: Hotzilla (com Bezzi e Luis Depeche – indie rock/synth/electro), Silvertape (com Luis Depeche – eletronices), Machina (industrial/EBM) e Trash 80’s (com DJ Tonyy – 80’s e cafonalha). Fora isso, comando festas com outros parceiros como a Fever (mensal), Absurdinha (mensal) e dezenas de outras que sou convidado/contratado.</p>
<p><strong>Você já desenvolveu diversos projetos, de gravadoras independentes à festas. Qual foi a motivação para a criação do FiberOnline há 12 anos e a que você atribui o sucesso do portal?</strong><br />
O FiberOnline nasceu exatamente após o break que quis dar no meio musical e não consegui, em 1997. Trabalhava para um portal que estava começando e tinha deixado a Cri Du Chat (gravadora) e Muzik (loja de discos). A intenção era falar sobre novidades musicais que eu continuava em contato, críticas de discos, entre outros. Comecei a apoiar alguns projetos nacionais colocando MP3 gratuitos para download. A procura cresceu e hoje temos mais de 3 mil projetos/produtores hospedados. Nos últimos anos, o trabalho aumentou demais e o pobre FiberOnline sofreu as consequências, mas finalmente a nova versão toma corpo nas próximas semanas e será um ótima plataforma para experimentar novidades eletrônicas.</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Jornalista, empresário e DJ. Multimídia é um termo que define melhor &lt;strong&gt;Eneas Neto&lt;/strong&gt;, envolvido há mais de 20 anos no universo eletrônico. Desde a época das matinês do Tênis Clube em Santo André e do seu programa de rádio – o Zensor, transmitido pela 97 FM no começo dos anos 90 – Eneas é um dos principais responsáveis pela divulgação de gêneros alternativos como o industrial, EBM, new beat e synthpop no Brasil. Seu finado selo, o Cri Du Chat Disques, também foi o primeiro a lançar artistas de música eletrônica no país, com um &lt;a href=&quot;http://www.discogs.com/label/Cri+Du+Chat&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;catálogo&lt;/a&gt; que inclui nomes como Simbolo, Harry, LoopB, Lassigue Bendthaus, Pink Industry, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, além de produzir as festas Machina, Hotzilla, Silvertape e Trash 80’s, o incansável DJ ainda comanda o &lt;a href=&quot;http://www.fiberonline.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FiberOnline&lt;/a&gt;, portal que funciona como vitrine para que produtores, dos mais diversos gêneros da eletrônica, divulguem seus trabalhos. Em julho o site completou 12 anos de vida com direito à festa e lançamento de sua versão 3.0, disponível em breve com grandes novidades para seus usuários. Em clima de comemoração, Eneas gravou para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt; uma seleção que vai do synthpop obscuro ao electro-disco-pop “descarado”, marcando a versatilidade de suas diversas fases musicais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Desde que recebi o convite fiquei pensando num set e, como sempre, saiu na hora sem nada pré-estabelecido. Como toco em diversas festas, com temáticas díspares, tentei pegar a essência de todo esse percurso e ficou essencial pop. Do synthpop clássico à disco. Tem várias fases minhas neste set. Um pouco de Madame Satã, outro tanto de Retrô e Zensor, pitadas de Hotzilla e FiberOnline e até mesmo da Trash. Optei por mixar as que achei que mereciam e respeitar fades de outras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Analiso esse set como a minha trajetória, do obscuro, cool, sintético ao pop melodioso cheio de alegria. Um set despretensioso, sem pós-produção ou efeitos. Apenas músicas que sempre gostei de ouvir e nunca tinha colocado numa sequência como esta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Música faz parte da minha vida desde os primórdios, das vitrolinhas portáteis tocando trilhas de novela, coletâneas disco e muito soul. Na adolescência, o lado alternativo tomou meu corpo e negava tudo que era considerado popular. Isso influenciou diretamente a minha discotecagem, na década de 80 tocando pós-punk e industrial no (Madame) Satã e Retrô, hip-hop nas festas do Espaço Mambembe, de synthpop à rock indie nas matinês do Tênis Clube de Santo André. Hoje em dia, me encontro na fase mais light e pop, querendo menos coisas complicadas e mais diversão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Música virou negócio pra mim, criei selo, tive programa de rádio e, agora, sites. Tentei ficar um tempo longe das picapes, mas não durou mais do que poucos meses. Depois dos 40, ainda toco ao menos 3 vezes por semana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os núcleos de festas atuais são: Hotzilla (com Bezzi e Luis Depeche – indie rock/synth/electro), Silvertape (com Luis Depeche – eletronices), Machina (industrial/EBM) e Trash 80’s (com DJ Tonyy – 80’s e cafonalha). Fora isso, comando festas com outros parceiros como a Fever (mensal), Absurdinha (mensal) e dezenas de outras que sou [...]</itunes:summary>
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		<title>db14 Bera</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 06:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O convidado desta semana é Bera, dono de um som pesado e grooveado pelas bases do electro-techno. No seu set para o deepbeep o grave está espalhado por todos os lados com faixas de Umek, Stephan Bodzin e Oliver Huntemann. Mas não precisa ter medo: "dá pra ouvir de dia ou de noite", garante o DJ.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bernardo Lopes, o <strong>Bera</strong>, rodou a Bela Vista de skate quando adolescente sem imaginar que seu rumo seguiria pela música eletrônica. Seu interesse surgiu na época em que trabalhava no OnSpeed Café, comandado pelo <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/renato-lopes/">DJ Renato Lopes</a>, quando Bera mergulhou na pesquisa de estilos, DJs e produtores. O contato com suas principais referências aconteceu durante uma experiência na Europa, onde morou e também foi residente em clubs de Barcelona e Lisboa, além de ter discotecado na França e Alemanha.</p>
<p>Em São Paulo, o DJ integra o projeto de breaks e electro-techno, o XXXTrala, que acontece no Audio Delicatessen e também é convidado das festas do gênero que acontecem no D-Edge e n’A Lôca. Seu som é pesado e marcante, mas o set gravado para o <strong>deepbeep</strong> “tá tão bem selecionado que eu diria que pode ser escutado a qualquer hora do dia ou da noite”, garante o DJ.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Me inspirei em artistas antigos de peso como Umek, Stephan Bodzin, Oliver Huntemann… bons DJs e grandes produtores de techno, que hoje em dia mudaram muito seu conceito musical, voltando-se para o electro e o minimal techno.</p>
<p>Também fui inspirado por um live do Oliver Huntemann que vi em Berlim, no Panorama Bar, que foi incrível. Ainda vi também os lives do Umek e Stephan Bodzin em Barcelona. No set coloquei músicas que não toco em clubs e que não ouço muito por aí.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Escuto música eletrônica desde 95, mas depois de uma viagem que fiz para Europa em 96, fui atraído. Descobri novos DJs, estilos e produtores e me interessei muito pelo electro e o techno que são minhas referências hoje em dia, nas minhas sessões. Em 2000, trabalhei no OnSpeed Café onde funcionava a agência SmartBiz, que foi onde despertou ainda mais o meu interesse. Em 2001 já tocava profissionalmente em clubs como o Lov.e , A Lôca , D-Edge, entre outros.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? </strong><br />
Atualmente faço parte do projeto XXXTrala junto com o produtor Phantazma, que acontece uma vez por mês no Audio Delicatessen. Convidamos DJs de diversos estilos, como electro, techno, breakbeat, wonky techno, etc… uma batalha sonora!</p>
<p>Em breve teremos o Technologic, um projeto que comecei em Barcelona e agora estou trazendo para o Brasil com a DJ Patricia Luna, que acontecerá no CCPC (Centro Cultural Popular Consolação).</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Bernardo Lopes, o &lt;strong&gt;Bera&lt;/strong&gt;, rodou a Bela Vista de skate quando adolescente sem imaginar que seu rumo seguiria pela música eletrônica. Seu interesse surgiu na época em que trabalhava no OnSpeed Café, comandado pelo &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/renato-lopes/&quot;&gt;DJ Renato Lopes&lt;/a&gt;, quando Bera mergulhou na pesquisa de estilos, DJs e produtores. O contato com suas principais referências aconteceu durante uma experiência na Europa, onde morou e também foi residente em clubs de Barcelona e Lisboa, além de ter discotecado na França e Alemanha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em São Paulo, o DJ integra o projeto de breaks e electro-techno, o XXXTrala, que acontece no Audio Delicatessen e também é convidado das festas do gênero que acontecem no D-Edge e n’A Lôca. Seu som é pesado e marcante, mas o set gravado para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt; “tá tão bem selecionado que eu diria que pode ser escutado a qualquer hora do dia ou da noite”, garante o DJ.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Me inspirei em artistas antigos de peso como Umek, Stephan Bodzin, Oliver Huntemann… bons DJs e grandes produtores de techno, que hoje em dia mudaram muito seu conceito musical, voltando-se para o electro e o minimal techno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também fui inspirado por um live do Oliver Huntemann que vi em Berlim, no Panorama Bar, que foi incrível. Ainda vi também os lives do Umek e Stephan Bodzin em Barcelona. No set coloquei músicas que não toco em clubs e que não ouço muito por aí.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Escuto música eletrônica desde 95, mas depois de uma viagem que fiz para Europa em 96, fui atraído. Descobri novos DJs, estilos e produtores e me interessei muito pelo electro e o techno que são minhas referências hoje em dia, nas minhas sessões. Em 2000, trabalhei no OnSpeed Café onde funcionava a agência SmartBiz, que foi onde despertou ainda mais o meu interesse. Em 2001 já tocava profissionalmente em clubs como o Lov.e , A Lôca , D-Edge, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Atualmente faço parte do projeto XXXTrala junto com o produtor Phantazma, que acontece uma vez por mês no Audio Delicatessen. Convidamos DJs de diversos estilos, como electro, techno, breakbeat, wonky techno, etc… uma batalha sonora!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em breve teremos o Technologic, um projeto que comecei em Barcelona e agora estou trazendo para o Brasil com a DJ Patricia Luna, que acontecerá no CCPC (Centro Cultural Popular Consolação).&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>O convidado desta semana é Bera, dono de um som pesado e grooveado pelas bases do electro-techno. No seu set para o deepbeep o grave está espalhado por todos os lados com faixas de Umek, Stephan Bodzin e Oliver Huntemann. Mas não precisa ter [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Atum</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 20:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DJ Atum? Mas quem seria esse cara com nome de peixe? Soava estranho, mas era só o nome, o som dele me levou pra pista de dança. Todo mundo se divertindo. A primeira impressão é a que fica, né? E isso continua se repetindo faz tempo, desde uma noite no lendário Susi em Transe, finado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>DJ Atum</strong>? Mas quem seria esse cara com nome de peixe? Soava estranho, mas era só o nome, o som dele me levou pra pista de dança. Todo mundo se divertindo. A primeira impressão é a que fica, né? E isso continua se repetindo faz tempo, desde uma noite no lendário Susi em Transe, finado club-buraco do centrão de São Paulo que recebeu até Ellen Allien, quando eu e Nenê Krawitz rimos muito e nos jogamos mais ainda ouvindo DJ Atum. Depois disso peguei uma noitada no clube Sugar Factory, em Amsterdã, onde Atum descolou umas faixas de pop pra misturar com minimal techno. <em>Just to bring groove to the dancefloor.</em></p>
<p>A mistura musical equilibrada, com surpresas como velhos hits pop-house no meio de sets de minimal e electro, faz a diferença. Depois saquei que Atum – William Atum é seu nome real – gosta de coisas muito diferentes entre si, como Larry Levan e Maria Bethânia ou Magda e Daft Punk. Primeiro, ele era ligado com a cena electro paulistana do começo dessa década, tocando em várias festas no também finado ampgalaxy, reduto de electroclashers, ao lado de Princess Superstar, Beroshima, Roussia, John Taylor (Punx Soundcheck) e Princess Julia. Logo, Atum abriu o leque de referências, influências e confluências e é um dos DJs mais versáteis em São Paulo atualmente.</p>
<p>Abaixo ele conta mais sobre o set que você está ouvindo aqui no <strong>deepbeep</strong> – gravado na festa Tapa na Pantera, n’A Lôca – e sobre a vida, as inspirações e os gostos.</p>
<p><strong>Este seu set foi gravado na Lôca, como você o compôs, quais as inspirações? </strong><br />
Para essa noite do projeto Tapa na Pantera preparei o case com faixas bem oldschool. Escolhi um repertório groovado, com levadas bem funky, graves potentes, um pouco de disco e uma pitada de acid e chicago house. O set é composto por faixas produzidas entre 1980 e 1987, com exceção de duas músicas atuais – “Pleasure For Your Treasure” e “Color Correction” – que soam completamente atemporais.</p>
<p><strong>Você é de uma leva de DJs que começou a aparecer no começo dessa década, quais as suas influências musicais mais fortes e os DJs que te inspiram?</strong><br />
Curto transitar por diferentes estilos, dependendo da festa e da ocasião. Os meus sets têm influência forte de electro, justamente porque quando comecei profissionalmente esse estilo vivia um momento muito fértil. Adoro rock, disco, techno, acid, chicago, soul, hip hop, pop. Os DJs daqui que me inspiram são Julião, Leiloca Pantoja, Mau Mau, Maurício Lopes, Mauro Borges e Renato Lopes. Entre os gringos: Magda, Seth Troxler, Joakim, Chloé, Ewan Pearson… Nos anos 90 eu adorava ouvir o programa de rádio Novas Tendências do DJ carioca Zé Roberto Mahr. Foi uma escolinha à distância. Depois de anos, finalmente conheci Zé Roberto e ficamos amigos. Foi um prazer tocar na mesma festa que ele. Outras influências fortes foram as noitadas nos clubes Toco e Overnight, quando eu era adolescente.</p>
<p><strong>Conte pra gente uma ou duas gigs que marcaram sua carreira e porquê? </strong><br />
Foram as duas vezes em que fui convidado para tocar nos clubes mais legais de Amsterdã, o Melkweg (2005) e o Sugar Factory (2007). O que pra mim caracteriza reconhecimento e valor no que eu faço.</p>
<p><strong>Você tem muitos discos clássicos de MPB, que tipo de influência a música brasileira exerce no seu gosto musical?</strong><br />
Amo e pesquiso muita música brasileira. Meu primeiro disco da vida foi o do Secos &amp; Molhados de 1973, e ainda continua sendo meu disco de cabeceira. Teve uma vez que fechei um set com “Sangue Latino”, faixa desse disco, e a pista enlouqueceu. Em outra festa toquei “A Rã”, do João Donato, e a resposta da pista foi muito positiva. Mas tem a hora e local certo de tocar.</p>
<p><strong>Além da própria música, que outras áreas exercem influência ou te dão referência.</strong><br />
Me ligo bastante em estética e cultura de massas. Busco referências no cinema, na moda, na literatura, na tecnologia e nas artes de maneira geral. Procuro ficar atento e ligado em tudo o que acontece ao meu redor. Pra mim, informação é uma ferramente essencial.</p>
<p><strong>Onde você toca em julho e agosto? </strong><br />
Toco nas minhas duas residências mensais no Clube A Lôca: Tapa Na Pantera na primeira terça do mês, e Atomik no segundo sábado de cada mês ao lado do DJ Luca Lauri. Neste mês de julho, no dia 18, Luca e eu convidamos o DJ Darko, de Bruxelas, para dividir a cabine conosco para tocarmos sets inspirados em David Bowie. Em julho ainda toco no Cio, dia 22 no D-Edge, e no Supersonique, dia 29 no Sonique.</p>
<p><strong>Texto e entrevista:</strong> Ivi Brasil</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;DJ Atum&lt;/strong&gt;? Mas quem seria esse cara com nome de peixe? Soava estranho, mas era só o nome, o som dele me levou pra pista de dança. Todo mundo se divertindo. A primeira impressão é a que fica, né? E isso continua se repetindo faz tempo, desde uma noite no lendário Susi em Transe, finado club-buraco do centrão de São Paulo que recebeu até Ellen Allien, quando eu e Nenê Krawitz rimos muito e nos jogamos mais ainda ouvindo DJ Atum. Depois disso peguei uma noitada no clube Sugar Factory, em Amsterdã, onde Atum descolou umas faixas de pop pra misturar com minimal techno. &lt;em&gt;Just to bring groove to the dancefloor.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mistura musical equilibrada, com surpresas como velhos hits pop-house no meio de sets de minimal e electro, faz a diferença. Depois saquei que Atum – William Atum é seu nome real – gosta de coisas muito diferentes entre si, como Larry Levan e Maria Bethânia ou Magda e Daft Punk. Primeiro, ele era ligado com a cena electro paulistana do começo dessa década, tocando em várias festas no também finado ampgalaxy, reduto de electroclashers, ao lado de Princess Superstar, Beroshima, Roussia, John Taylor (Punx Soundcheck) e Princess Julia. Logo, Atum abriu o leque de referências, influências e confluências e é um dos DJs mais versáteis em São Paulo atualmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abaixo ele conta mais sobre o set que você está ouvindo aqui no &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt; – gravado na festa Tapa na Pantera, n’A Lôca – e sobre a vida, as inspirações e os gostos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Este seu set foi gravado na Lôca, como você o compôs, quais as inspirações? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para essa noite do projeto Tapa na Pantera preparei o case com faixas bem oldschool. Escolhi um repertório groovado, com levadas bem funky, graves potentes, um pouco de disco e uma pitada de acid e chicago house. O set é composto por faixas produzidas entre 1980 e 1987, com exceção de duas músicas atuais – “Pleasure For Your Treasure” e “Color Correction” – que soam completamente atemporais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é de uma leva de DJs que começou a aparecer no começo dessa década, quais as suas influências musicais mais fortes e os DJs que te inspiram?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Curto transitar por diferentes estilos, dependendo da festa e da ocasião. Os meus sets têm influência forte de electro, justamente porque quando comecei profissionalmente esse estilo vivia um momento muito fértil. Adoro rock, disco, techno, acid, chicago, soul, hip hop, pop. Os DJs daqui que me inspiram são Julião, Leiloca Pantoja, Mau Mau, Maurício Lopes, Mauro Borges e Renato Lopes. Entre os gringos: Magda, Seth Troxler, Joakim, Chloé, Ewan Pearson… Nos anos 90 eu adorava ouvir o programa de rádio Novas Tendências do DJ carioca Zé Roberto Mahr. Foi uma escolinha à distância. Depois de anos, finalmente conheci Zé Roberto e ficamos amigos. Foi um prazer tocar na mesma festa que ele. Outras influências fortes foram as noitadas nos clubes Toco e Overnight, quando eu era adolescente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conte pra gente uma ou duas gigs que marcaram sua carreira e porquê? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Foram as duas vezes em que fui convidado para tocar nos clubes mais legais de Amsterdã, o Melkweg (2005) e o Sugar Factory (2007). O que pra mim caracteriza reconhecimento e valor no que eu faço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você tem muitos discos clássicos de MPB, que tipo de influência a música brasileira exerce no seu gosto musical?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Amo e pesquiso muita música brasileira. Meu primeiro disco da vida foi o do Secos &amp; Molhados de 1973, e ainda continua sendo meu disco de cabeceira. Teve uma vez que fechei um set com “Sangue Latino”, faixa desse disco, e a pista enlouqueceu. Em outra festa toquei “A Rã”, do João Donato, e a [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>DJ Atum? Mas quem seria esse cara com nome de peixe? Soava estranho, mas era só o nome, o som dele me levou pra pista de dança. Todo mundo se divertindo. A primeira impressão é a que fica, né? E isso continua se repetindo faz tempo, desde uma [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db13 Victor A.</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 06:14:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O paulistano Victor A. produz, remixa e edita faixas tocadas pelos melhores DJs do país. Algumas de suas próprias criações estão no set gravado exclusivamente para o deepbeep, onde ele lança suas apostas na house do começo dos anos 90 e surpreende com um megamix de clássicos da década.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O palíndromo Rotciv revela a criatividade do paulistano <strong>Victor A</strong>. Discotecando desde 1996 nas principais festas e clubs de São Paulo, entre eles os finados Lov.e, U-Turn, Stereo e B.A.S.E, Victor hoje apresenta seus DJ sets e live PAs viajando pelo país. D-Edge (SP e CG), A Lôca, Vegas, Dama de Ferro (RJ), Confraria das Artes e Circuit (ambos em Florianópolis, cidade onde reside atualmente) são alguns dos nomes que estão no currículo.</p>
<p>Sob a alcunha de Rotciv, ele também produz, remixa e edita faixas pelo seu selo Mister Mistery, que vem lançando artistas nacionais e ainda promete futuras colaborações internacionais de peso. Com exclusividade para o <strong>deepbeep</strong>, Victor apresenta algumas de suas influências do final dos anos 80 e começo dos 90, mixando suas próprias produções à sonoridade peculiar de um divertido megamix de clássicos, como ele mesmo define.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Neste set procurei explorar a house music dos anos 90 e suas várias facetas, com algumas das minhas músicas favoritas, clássicos e obscuridades da época: muita acid, deep e hip house, pianos, vocais, proto-techno/house, etc. Nos últimos minutos do set tem uma surpresinha: um megamix bem divertido feito por mim com algumas músicas clássicas que marcaram os 90.</p>
<p>Acredito que depois de mais uma década explorando e tocando produções retrôs oitentistas de synthpop, italo, electro, disco e suas evoluções, as atenções agora começam a se voltar para a house e seus elementos noventistas. Muitos produtores e DJs já estão experimentando esse revival e no set existem exemplos disso. Não aposto no fim das referências dos anos 80, que ainda gosto muito, mas a sonoridade peculiar do final dos 80 e início dos 90 definitivamente está voltando com força total.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
A música sempre me fascinou e tive vontade de conhecer mais a fundo desde criança, estudando piano, sempre ouvindo e pesquisando muito. Tive forte influência dos meus irmãos mais velhos, que já gostavam e ouviam música eletrônica na virada dos anos 80 pros 90, tanto em casa como em clubs, como o Sra. Krawitz, US Beef Rock, Hoellish, etc.</p>
<p>Comecei a sair na noite frequentando clubs como o Latino, Hell’s e Retro, além das raves nos meados dos anos 90. Em 96 comprei meu par de picapes e viajei pra Londres trazendo muito material. Estreei profissionalmente tocando no clube B.A.S.E, em São Paulo, e em raves do núcleo Oribapu e Avonts. Continuei tocando e produzindo algumas raves até a epoca das festas Groove Nation, da promoter e DJ Eli Iwasa, nas quais também toquei nas primeiras edições, no pico da febre do acid techno em São Paulo. No final de 98 meu som ficou um pouco sofisticado para este tipo de festa e comecei a me interessar pela house, techno e breakbeats, quando fui apoiado pelo Luiz Pareto pra tocar em festas de house.</p>
<p>No início de 2000 produzi e toquei em algumas festas em parceria com o <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/marcio-vermelho/">DJ Márcio Vermelho</a>, como a Nectar, Selector de Frecuencias e Magiclick. Todas com propostas focando as evoluções que a house foi sofrendo com o passar do tempo, sem deixar de lado os clássicos, as nossas referências e influências. Nesse período também comecei a me dedicar à produção musical, com músicas voltadas para pista e com todas as influências que já conhecia. Hoje, sob o pseudônimo de Rotciv, produzo, remixo e re-edito músicas que já estão sendo tocadas aos montes por vários DJs de house no Brasil e no exterior. Também apresentei meus primeiros lives nas festas Avesso (Vegas), Perversa (Glória), Plastik Elektronik (Tapas) e Devassa (Late Casablanca e Hi-Fi, ambos em Floripa).</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? </strong><br />
Em 2008 lancei o Mister Mistery, selo digital com um <em>cast</em> crescente de novos e talentosos artistas brasileiros, como Luiz Pareto, Pedro Zopelar, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/davis">Davis</a>, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/glocal">Glocal </a>(Chaosmopolitan), Ledgroove, além de futuras colaborações de Renato Patriarca (Minima), <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/pejota">Pejota </a>(PMF), Mondino (Memorabilia Records) e Zeela. O selo está a todo vapor e as produções aparecem frequentemente em playlists e sets de vários DJs pelo mundo. Em breve teremos novidades com a participação de artistas internacionais de peso.</p>
<p>Alguns dos DJs que tocam e destacam minhas produções em seus sets frequentemente são Márcio Vermelho, Luiz Pareto, Renato Ratier, Davis, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/paulo-tessuto">Paulo Tessuto</a>, Pejota, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/hubert">Hubert</a>, Benjamin Ferreira, Mauricio U.M., Ricardo Gonzalez, <a href="http://www.deepbeep.com.br/djs/leiloca-pantoja">Leiloca Pantoja</a>, Mondino, Maltchique, Marcos Morcerf, Ícaro Matias (todos em SP), Serge, Cau Lopes, Thiago Morello, Gustavo Tatá, Filipe Mustache (RJ), Kureb, Jota e Pedro Zopelar (MG), Raul Aguilera e Bogus (CWB), Ledgroove e Gustavo Pamplona (SC), Cevallos (POA), entre muitos outros no Brasil e exterior.</p>
<p>Também neste ano começo um programa para a <a href="http://www.raydiostorm.com/" target="_blank">Raydio Storm</a>, rádio online que entrará no ar em breve. O programa <em>Mistery Mix</em> trará novidades e velharias da música eletronica com sets mixados por mim e por outros DJs convidados.</p>
<p><strong>Qual é a sua percepção sobre a comercialização de música na internet?</strong><br />
Sob o ponto de vista lucrativo a indústria fonográfica vem perdendo, seja pelo baixo valor dessa nova forma de mídia, pelas condições contratuais com as lojas estrangeiras e até pela pirataria. Mas acredito que também estamos ainda nos adaptando a comercialização desses novos formatos digitais, como o MP3, WAV, etc. Já para o novo produtor, a internet vem ajudando pela sua forma de divulgação instantânea, colocando pessoas com interesses em comum em contato de forma mais rápida.</p>
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&lt;p&gt;Sob a alcunha de Rotciv, ele também produz, remixa e edita faixas pelo seu selo Mister Mistery, que vem lançando artistas nacionais e ainda promete futuras colaborações internacionais de peso. Com exclusividade para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, Victor apresenta algumas de suas influências do final dos anos 80 e começo dos 90, mixando suas próprias produções à sonoridade peculiar de um divertido megamix de clássicos, como ele mesmo define.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Neste set procurei explorar a house music dos anos 90 e suas várias facetas, com algumas das minhas músicas favoritas, clássicos e obscuridades da época: muita acid, deep e hip house, pianos, vocais, proto-techno/house, etc. Nos últimos minutos do set tem uma surpresinha: um megamix bem divertido feito por mim com algumas músicas clássicas que marcaram os 90.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acredito que depois de mais uma década explorando e tocando produções retrôs oitentistas de synthpop, italo, electro, disco e suas evoluções, as atenções agora começam a se voltar para a house e seus elementos noventistas. Muitos produtores e DJs já estão experimentando esse revival e no set existem exemplos disso. Não aposto no fim das referências dos anos 80, que ainda gosto muito, mas a sonoridade peculiar do final dos 80 e início dos 90 definitivamente está voltando com força total.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A música sempre me fascinou e tive vontade de conhecer mais a fundo desde criança, estudando piano, sempre ouvindo e pesquisando muito. Tive forte influência dos meus irmãos mais velhos, que já gostavam e ouviam música eletrônica na virada dos anos 80 pros 90, tanto em casa como em clubs, como o Sra. Krawitz, US Beef Rock, Hoellish, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comecei a sair na noite frequentando clubs como o Latino, Hell’s e Retro, além das raves nos meados dos anos 90. Em 96 comprei meu par de picapes e viajei pra Londres trazendo muito material. Estreei profissionalmente tocando no clube B.A.S.E, em São Paulo, e em raves do núcleo Oribapu e Avonts. Continuei tocando e produzindo algumas raves até a epoca das festas Groove Nation, da promoter e DJ Eli Iwasa, nas quais também toquei nas primeiras edições, no pico da febre do acid techno em São Paulo. No final de 98 meu som ficou um pouco sofisticado para este tipo de festa e comecei a me interessar pela house, techno e breakbeats, quando fui apoiado pelo Luiz Pareto pra tocar em festas de house.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início de 2000 produzi e toquei em algumas festas em parceria com o &lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/djs/marcio-vermelho/&quot;&gt;DJ Márcio Vermelho&lt;/a&gt;, como a Nectar, Selector de Frecuencias e Magiclick. Todas com propostas focando as evoluções que a house foi sofrendo com o passar do tempo, sem deixar de lado os clássicos, as nossas referências e influências. Nesse período também comecei a me dedicar à produção musical, com músicas voltadas para pista e com todas as influências que já conhecia. Hoje, sob o pseudônimo de Rotciv, produzo, remixo e re-edito músicas que já estão sendo tocadas [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>O paulistano Victor A. produz, remixa e edita faixas tocadas pelos melhores DJs do país. Algumas de suas próprias criações estão no set gravado exclusivamente para o deepbeep, onde ele lança suas apostas na house do começo dos anos 90 e [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db12 Audioviva</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 06:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O bom aluno é o DJ da semana. Residente do celebrado Hell's Club, Audioviva apresenta um set grooveado, mixando faixas que vão do minimal techno ao deep e tech house e entrega sua personalidade única e bem-humorada. "É tanta coisa que não caberia aqui!", diz Junior - como é conhecido entre os amigos - sobre suas histórias e referências musicais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Edgar de Oliveira Junior, nome por trás de <strong>Audioviva</strong>, cresceu com os ouvidos abertos pra música. Desde criança acompanhava a mãe no coral da igreja, passou a adolescência fugindo para as matinês, colecionando discos e frequentando os primeiros clubes e festas de música eletrônica de São Paulo, como o lendário Hell’s Club, Espaço Retrô e Madame Satã. Ao longo de muitos anos de experiência, Junete – como também é conhecido entre os amigos – colecionou não só discos, mas também referências musicais que fizeram com que se tornasse um DJ além da técnica.</p>
<p>A aparente sisudez é contrastante com o set gravado para o <strong>deepbeep</strong>, no qual o convidado destila um som grooveado, com faixas de minimal, techno e tech house e entrega sua personalidade única e bem-humorada.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Acho bacana pensar num set bem à granel <em>(risos)</em>. Você vai e escolhe na hora com a mão na massa. Tanto quando toco ao vivo ou gravo em casa, abro o case e deixo a coisa fluir naturalmente. Comparo também à uma boa redação que tem início, meio e fim. Unindo tudo, você se joga nos decks, CDJs, mas isso também pouco importa hoje em dia. Bom, espero que gostem.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Meu envolvimento com a música começou muito cedo. Quando criança acompanhava minha mãe aos ensaios do coral, ela é soprano lírica. Aos 10 anos um grande amigo me convidou pra ir à uma matinê perto de casa, num clube chamado Skualidus <em>(cuen, risos)</em>. Me lembro exatamente da sensação, que entendo hoje por ser DJ. Peguei tanto gosto pela coisa, mas meu pai só me deixava ir às matinês se fossem na escola, durante a semana. E eu arrasava, claro.</p>
<p>Enfim vieram os 15 anos, 20, 30 anos e os 40… ouvi muita música, comprei muito disco e passei por muitas loucuras no meio disso tudo. Cheguei a dar meu salário pra comprar o <em>Kill In All</em> do Metallica <em>(cuen 2, risos)</em>, em 86. Isso tudo acompanhado de muito clube, mas essa parte é longa demais pra contar. Em 92, depois de conhecer o Sra. Krawitz, o Mau Mau, Renato Lopes, a Selma Self-Service (Edu Corelli), entrei num mundo novo. Comecei a frequentar o extinto clube The Cube em 97, e meu generoso amigo, e até então promoter, Oscar Bueno, me convidou pra tocar no seu projeto Hot Stuff. A coisa começou por aí e em 98 minha amiga e promoter Glaucia ++ também me convidou pra tocar no seu projeto Cio Eletrônico, junto com o Pet Duo. Amo cada vez mais o que faço e até hoje ainda tenho muita coisa pra contar.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? </strong><br />
Sou residente trimestral do Hell’s Club no Vegas.</p>
<p><strong>Cite algumas de suas influências como DJ, sejam discos, artistas, estilos ou faixas.</strong><br />
Adagio em Sol menor de Albinoni, Party Mix! do B-52’s, Agrepo, Mau Mau, Renato Lopes, Erik Caramelo, tambores, batuques, África, EBM, industrial. É tanta coisa que não caberia aqui!</p>
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&lt;p&gt;A aparente sisudez é contrastante com o set gravado para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, no qual o convidado destila um som grooveado, com faixas de minimal, techno e tech house e entrega sua personalidade única e bem-humorada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Acho bacana pensar num set bem à granel &lt;em&gt;(risos)&lt;/em&gt;. Você vai e escolhe na hora com a mão na massa. Tanto quando toco ao vivo ou gravo em casa, abro o case e deixo a coisa fluir naturalmente. Comparo também à uma boa redação que tem início, meio e fim. Unindo tudo, você se joga nos decks, CDJs, mas isso também pouco importa hoje em dia. Bom, espero que gostem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Meu envolvimento com a música começou muito cedo. Quando criança acompanhava minha mãe aos ensaios do coral, ela é soprano lírica. Aos 10 anos um grande amigo me convidou pra ir à uma matinê perto de casa, num clube chamado Skualidus &lt;em&gt;(cuen, risos)&lt;/em&gt;. Me lembro exatamente da sensação, que entendo hoje por ser DJ. Peguei tanto gosto pela coisa, mas meu pai só me deixava ir às matinês se fossem na escola, durante a semana. E eu arrasava, claro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim vieram os 15 anos, 20, 30 anos e os 40… ouvi muita música, comprei muito disco e passei por muitas loucuras no meio disso tudo. Cheguei a dar meu salário pra comprar o &lt;em&gt;Kill In All&lt;/em&gt; do Metallica &lt;em&gt;(cuen 2, risos)&lt;/em&gt;, em 86. Isso tudo acompanhado de muito clube, mas essa parte é longa demais pra contar. Em 92, depois de conhecer o Sra. Krawitz, o Mau Mau, Renato Lopes, a Selma Self-Service (Edu Corelli), entrei num mundo novo. Comecei a frequentar o extinto clube The Cube em 97, e meu generoso amigo, e até então promoter, Oscar Bueno, me convidou pra tocar no seu projeto Hot Stuff. A coisa começou por aí e em 98 minha amiga e promoter Glaucia ++ também me convidou pra tocar no seu projeto Cio Eletrônico, junto com o Pet Duo. Amo cada vez mais o que faço e até hoje ainda tenho muita coisa pra contar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sou residente trimestral do Hell’s Club no Vegas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cite algumas de suas influências como DJ, sejam discos, artistas, estilos ou faixas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Adagio em Sol menor de Albinoni, Party Mix! do B-52’s, Agrepo, Mau Mau, Renato Lopes, Erik Caramelo, tambores, batuques, África, EBM, industrial. É tanta coisa que não caberia aqui!&lt;/p&gt;
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		<title>db11 Lucio Ka-hara</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 06:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<category><![CDATA[house]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Ka-hara]]></category>
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		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>

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		<description><![CDATA[Nome por trás das melhores festas de Porto Alegre, Lucio Ka-hara mostra no deepbeep algumas de suas influências oitentistas, referências atuais da house e outras supresas agradáveis. Tem edit de Michael Jackson, Mutantes, Mock &#38; Toof, In Flagranti e a versão de Fernando para Kick In The Eye, do Bauhaus.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lucio Carrara a.k.a <strong>Lucio Ka-hara</strong> é publicitário, designer gráfico e DJ. Há alguns anos produz e toca em festas com propostas diferentes do circuito <em>mainstream</em> de Porto Alegre, como a Neon e a Wow!. É ele o responsável por trazer nomes internacionais como Greg Wilson, Lopazz e Pantha du Prince para discotecar na capital gaúcha. Além da noite, o DJ também dedica boa parte do seu tempo à pesquisa, através do seu blog de música, o <a href="http://www.baseeletronica.blogspot.com/" target="_blank">Base Eletrônica</a>.</p>
<p>O set gravado para o <strong>deepbeep</strong> abre com uma faixa dos Mutantes, que segundo o próprio, “ficou irreconhecível, mas gostei do efeito final”. Ka-hara ainda mostra algumas de suas influências oitentistas, além de referências mais atuais da house e de uma agrádavel surpresa: um edit de Don’t Stop ‘Til You Get Enough, de Michael Jackson.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Acho que todo DJ tem no computador ou iPod uma pasta com aquelas músicas que gosta, mas que não teve coragem de tocar ou que esqueceu. Acontece comigo e acabo deixando muita coisa de lado. Fora isso, sou muito influenciado pelos anos 80, pra mim foi uma década de descobertas incríveis. Por isso estou sempre procurando um remix novo da época ou de artistas influenciados por ela.</p>
<p>Também fiz uma brincadeirinha com a música dos Mutantes, Panis Et Circenses, em cima da Iko-Iko do Glass Candy, no começo do set. Tem faixas de disco como a versão de Don’t Stop ‘Til You Get Enough, do Michael Jackson, feita pelo T&amp;T. Tem um funk meio dub-break, da La Roux, que usei numa versão mais calma do Mad Decent. Não é new rave, não estou nessa praia. Outra influência forte dos 80 vem na faixa do Fernando (Silver City), que é um mix de Kick In The Eye do Bauhaus. Ainda tem In Flagranti, Chaz Jankel, Tomas Barfod, WhoMadeWho, entre outros.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Sempre gostei muito de música. Minhas tias costumavam me levar na Sundey, uma festa da paróquia que acontecia nos domingos à tarde. Tocava muito disco e ali que começou tudo. Por mais estranho que pareça, meu primeiro vinil foi do AC/DC, influenciado pelo meu irmão que era roqueiro. Aos poucos fui me apaixonando por Kraftwerk, que na época era considerado de outro planeta, pra muita gente. Quase furei o <em>The Man Machine</em> de tanto ouvir. Por aí foi até chegar na house, nos anos 90.</p>
<p>Eu também costumava fazer compilações e colocar som em 3 em 1 com vinil e fitas K7 nas festas dos amigos. Acho que foi aí que começou a surgir o interesse pela profissão de DJ. Nos anos 90 começei a frequentar clubes como o Taj Mahal, Ocidente e Fim de Século, em Porto Alegre. Fiz amizades com DJs e assim tudo começou, <em>a long time ago</em>, em uma galáxia distante…</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? </strong><br />
A Neon, festa mensal no Cabaret do Beco, na qual tenho o DJ Cevallos como sócio. Começou às quintas-feiras de verão, mas agora é sempre no segundo sábado do mês. Já tem 1 ano e 7 meses e todas as edições são sempre muito cheias. Como sou designer gráfico, a identidade visual da festa também é por minha conta. Já tocaram artistas como Ben Mono, Greg Wilson, Lopazz, Pantha du Prince, Database, Boss in Drama, Edu K e Donatinho, que fez um set eletrônico com fortes influências de house, disco e electro.</p>
<p>Também temos a Wow!, outro projeto que acontece no coração do Bom Fim, bairro boêmio de Porto Alegre, com o DJ Lucas Rocha como residente. A estréia foi em abril, na Casa do Lado e ficamos muito contentes com o sucesso. A segunda edição foi ainda mais cheia e acabou virando uma noite fixa, no último sábado de cada mês. A proposta é diferente da Neon, o som é mais 4×4.</p>
<p><strong>Como você vê a cena eletrônica em Porto Alegre? Ela já foi muito forte, no fim dos anos 90 e começo dos anos 2000 (Fim de Século, NEO), e depois deu uma esfriada e misturou bastante com festas de rock/eletrorock, sobretudo no Cabaret do Beco. As raves diminuíram e algumas casas dedicadas ao gênero, como a Spin e o Laika, fecharam. Como analisa essas mudanças? Acha que ela pode voltar a crescer?</strong><br />
Muita coisa mudou. Raves só de psy-trance. Recentemete o Laika fechou, mas vai reabrir onde era a Spin. Acho que faz parte da renovação, com algumas exceções como o Ocidente, que está aí há muitos anos. Mas assim como o eletrônico esteve em alta, agora é a vez do rock, são ciclos. Agora eletrônico é <em>underground</em> e eu estou adorando, mas ao mesmo tempo é estranho, porque produzo uma festa eletrônica num clube que é praticamente roqueiro, e é umas das festas mais cheias. Acredito que existe público desde que você ofereça um produto interessante.</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Lucio Carrara a.k.a &lt;strong&gt;Lucio Ka-hara&lt;/strong&gt; é publicitário, designer gráfico e DJ. Há alguns anos produz e toca em festas com propostas diferentes do circuito &lt;em&gt;mainstream&lt;/em&gt; de Porto Alegre, como a Neon e a Wow!. É ele o responsável por trazer nomes internacionais como Greg Wilson, Lopazz e Pantha du Prince para discotecar na capital gaúcha. Além da noite, o DJ também dedica boa parte do seu tempo à pesquisa, através do seu blog de música, o &lt;a href=&quot;http://www.baseeletronica.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Base Eletrônica&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O set gravado para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt; abre com uma faixa dos Mutantes, que segundo o próprio, “ficou irreconhecível, mas gostei do efeito final”. Ka-hara ainda mostra algumas de suas influências oitentistas, além de referências mais atuais da house e de uma agrádavel surpresa: um edit de Don’t Stop ‘Til You Get Enough, de Michael Jackson.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Acho que todo DJ tem no computador ou iPod uma pasta com aquelas músicas que gosta, mas que não teve coragem de tocar ou que esqueceu. Acontece comigo e acabo deixando muita coisa de lado. Fora isso, sou muito influenciado pelos anos 80, pra mim foi uma década de descobertas incríveis. Por isso estou sempre procurando um remix novo da época ou de artistas influenciados por ela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também fiz uma brincadeirinha com a música dos Mutantes, Panis Et Circenses, em cima da Iko-Iko do Glass Candy, no começo do set. Tem faixas de disco como a versão de Don’t Stop ‘Til You Get Enough, do Michael Jackson, feita pelo T&amp;T. Tem um funk meio dub-break, da La Roux, que usei numa versão mais calma do Mad Decent. Não é new rave, não estou nessa praia. Outra influência forte dos 80 vem na faixa do Fernando (Silver City), que é um mix de Kick In The Eye do Bauhaus. Ainda tem In Flagranti, Chaz Jankel, Tomas Barfod, WhoMadeWho, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sempre gostei muito de música. Minhas tias costumavam me levar na Sundey, uma festa da paróquia que acontecia nos domingos à tarde. Tocava muito disco e ali que começou tudo. Por mais estranho que pareça, meu primeiro vinil foi do AC/DC, influenciado pelo meu irmão que era roqueiro. Aos poucos fui me apaixonando por Kraftwerk, que na época era considerado de outro planeta, pra muita gente. Quase furei o &lt;em&gt;The Man Machine&lt;/em&gt; de tanto ouvir. Por aí foi até chegar na house, nos anos 90.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu também costumava fazer compilações e colocar som em 3 em 1 com vinil e fitas K7 nas festas dos amigos. Acho que foi aí que começou a surgir o interesse pela profissão de DJ. Nos anos 90 começei a frequentar clubes como o Taj Mahal, Ocidente e Fim de Século, em Porto Alegre. Fiz amizades com DJs e assim tudo começou, &lt;em&gt;a long time ago&lt;/em&gt;, em uma galáxia distante…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A Neon, festa mensal no Cabaret do Beco, na qual tenho o DJ Cevallos como sócio. Começou às quintas-feiras de verão, mas agora é sempre no segundo sábado do mês. Já tem 1 ano e 7 meses e todas as edições são sempre muito cheias. Como sou designer gráfico, a identidade visual da festa também é por minha conta. Já tocaram artistas como Ben Mono, Greg Wilson, Lopazz, Pantha du Prince, Database, Boss in Drama, Edu K e Donatinho, que fez um set eletrônico com fortes influências de house, disco e electro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também temos a [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Nome por trás das melhores festas de Porto Alegre, Lucio Ka-hara mostra no deepbeep algumas de suas influências oitentistas, referências atuais da house e outras supresas agradáveis. Tem edit de Michael Jackson, Mutantes, Mock &amp; Toof, In [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db10 Paulo Tessuto</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 06:21:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do you smoke marijuana? pergunta uma voz séria aos 30 minutos do set de Paulo Tessuto. Alto-astral, groove e uma dose de humor são os elementos que você encontra na seleção do moço por trás da festa Plastik Eletronik para o deepbeep.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez você já tenha se deparado com Paulo Tessuto em clubes tradicionalmente rock como A Loca, FunHouse ou o extinto Dynamite Pub. O DJ paulistano desenvolveu seu interesse pela música eletrônica aos poucos: a primeira edição da festa pela qual se tornou conhecido, a Plastik Eletronik, aconteceu em 2006 e completou três anos de vida em junho, no Tapas Club.</p>
<p>O DJ construiu seu nome tocando em mega-eventos como a Virada Cultural e a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, e da última edição do Ilhabela SummerStage. Hoje, além da residência na Plastik Eletronik, também é convidado de festas como a LUDO, Caravana da Coragem e Paradise.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Nesse set, eu fiz um mix de ideias. Usei músicas com timbres ligeiramente exóticos – a maioria delas eu não costumo tocar nas boates. Coloquei também algumas curiosidades da minha coleção, com vocais mirabolantes, uma ou outra novidade e faixas que já deixei de tocar. O set foi gravado em BPM bem reduzido, o que cria um clima ótimo.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Minha história com a música vem de família. Meu bisavô era violinista, meu avô, pianista, minha prima, soprano. Com oito anos comecei a me ligar em rock e a colecionar discos, com quinze montei uma banda com meus colegas da escola, eu era o vocalista. Aos dezoito comecei a tocar bateria e, aos vinte, a discotecar profissionalmente e promover a minha festa, que acabou sendo a porta de entrada para festas e clubes da cidade como D-Edge, Vegas, Clash, entre outros.</p>
<p>Um fato bem curioso aconteceu este ano, em uma festa no litoral norte de São Paulo. Eu estava tocando e reparei que havia um rapaz muito simpático. Depois de um tempo ele veio até mim e pediu para tocar um “funk casca grossa”, literalmente. Eu respondi que tinha esquecido esse disco em casa, e ele rebateu logo em seguida: “Eu vou lá no carro pegar!”</p>
<p><strong>Quais seus projetos, residências, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Continuo promovendo a Plastik, juntamente com Renato Patriarca e Pedro Lattari. O projeto acabou de completar 3 anos, com uma festa no Tapas Club, com direito a after-hour e line-up bem recheado. Sempre procuramos trazer para o público as novas sonoridades da house music, do deep ao tech, com uma pitada de techno e nu disco. A festa é itinerante e nesse mesmo mês fizemos uma edição no D-Edge, juntamente com a (<em>noite</em>) Paradise. Além disso, estou trabalhando em um projeto para a Raydio Storm, uma rádio online com um conceito peculiar, que será lançada em breve.</p>
<p><strong>Fotos e texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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&lt;p&gt;O DJ construiu seu nome tocando em mega-eventos como a Virada Cultural e a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, e da última edição do Ilhabela SummerStage. Hoje, além da residência na Plastik Eletronik, também é convidado de festas como a LUDO, Caravana da Coragem e Paradise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nesse set, eu fiz um mix de ideias. Usei músicas com timbres ligeiramente exóticos – a maioria delas eu não costumo tocar nas boates. Coloquei também algumas curiosidades da minha coleção, com vocais mirabolantes, uma ou outra novidade e faixas que já deixei de tocar. O set foi gravado em BPM bem reduzido, o que cria um clima ótimo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Minha história com a música vem de família. Meu bisavô era violinista, meu avô, pianista, minha prima, soprano. Com oito anos comecei a me ligar em rock e a colecionar discos, com quinze montei uma banda com meus colegas da escola, eu era o vocalista. Aos dezoito comecei a tocar bateria e, aos vinte, a discotecar profissionalmente e promover a minha festa, que acabou sendo a porta de entrada para festas e clubes da cidade como D-Edge, Vegas, Clash, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um fato bem curioso aconteceu este ano, em uma festa no litoral norte de São Paulo. Eu estava tocando e reparei que havia um rapaz muito simpático. Depois de um tempo ele veio até mim e pediu para tocar um “funk casca grossa”, literalmente. Eu respondi que tinha esquecido esse disco em casa, e ele rebateu logo em seguida: “Eu vou lá no carro pegar!”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, residências, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Continuo promovendo a Plastik, juntamente com Renato Patriarca e Pedro Lattari. O projeto acabou de completar 3 anos, com uma festa no Tapas Club, com direito a after-hour e line-up bem recheado. Sempre procuramos trazer para o público as novas sonoridades da house music, do deep ao tech, com uma pitada de techno e nu disco. A festa é itinerante e nesse mesmo mês fizemos uma edição no D-Edge, juntamente com a (&lt;em&gt;noite&lt;/em&gt;) Paradise. Além disso, estou trabalhando em um projeto para a Raydio Storm, uma rádio online com um conceito peculiar, que será lançada em breve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fotos e texto:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://joaoperassolo.carbonmade.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;João Pedro Perassolo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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		<title>dblive Fabio Spavieri</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 20:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A equipe de som montada com os amigos na garagem de casa em São Bernardo do Campo, aos 14 anos; as discotecagens de Eneas Neto, Pequê e Bola no Tênis Clube de Santo André; a incursão pelo universo do extinto clube Hoellisch, na Praça Roosevelt, e as noites do clube Nation. Foi na virada dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A equipe de som montada com os amigos na garagem de casa em São Bernardo do Campo, aos 14 anos; as discotecagens de Eneas Neto, Pequê e Bola no Tênis Clube de Santo André; a incursão pelo universo do extinto clube Hoellisch, na Praça Roosevelt, e as noites do clube Nation. Foi na virada dos 80 para os 90 que o então jovem Fabio Spavieri tomou contato com as sonoridades que marcaram sua base musical (gothic rock, industrial, house, technopop), em um período da noite de São Paulo que deixou saudade em seus frequentadores.</p>
<p>Hoje, aos 35 anos, o carismático DJ anima pistas tanto em casas underground quanto mainstream da capital paulista, e já dividiu a cabine com os tops Stephan Bodzin, Tiga, Sven Vath, Mathias Aguayo e Phonique, além de passar em importantes clubes do país (Dama de Ferro, no Rio de Janeiro, Beco, em Porto Alegre, e Mary In Hell, em Belo Horizonte).</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
O set foi gravado na festa do meu aniversário, dia 27 de maio, no D-Edge. Nele, tentei colocar de tudo um pouco, começando com o deep house do trio francês dOP, que tem um vocalista com uma voz muito boa, bem jazzy.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Sem dúvida, minha mãe tem grande influência, pois ela ouviu Beatles, Julio Iglesias, Tim Maia, Ray Connif, etc. Todo dia em casa eu acordava com alguma coisa. <em>(risos)</em> Aos 14 anos me reuni com os amigos da rua (morava em São Bernardo do Campo) e decidimos montar uma equipe de som, que batizamos de Sound Corporation. Eu fiz o logo (deve ter sido aí que a dobradinha DJ x designer gráfico surgiu) e a estréia foi na garagem de casa.</p>
<p>Mas a primeira chance como DJ foi por indicação do Magal (<a href="http://www.deepbeep.com.br/deepbeep4-magal/">convidado do deepbeep4</a>), feita ao seu irmão Ronaldo (já falecido), no clube Zoster, em São Caetano do Sul. De lá, fui tocar no Cais, Columbia e tantas outras casas.</p>
<p>A primeira festa que consegui emplacar foi a I Like Mondays, na extinta Cha Cha Cha, em 1994. Eu cuidava da programação visual e de parte da organização, além de tocar. A base sonora da festa eram os clássicos da década de 80, alguns dos anos 90 e as novidades bacanas.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Olha, ainda não estou produzindo, apesar de ter tudo em mente! <em>(risos)</em> No momento estou sem residência, mas toco como convidado mensal no D-Edge, em noites distintas. Basicamente faço dois tipos de sets: um de rock, electro-rock, remixes dos anos 80, anos 90 e coisas novas que me agradam. E outro com base house (como o do deepbeep), mas sem se prender a rótulos. Busco sempre o groove, alguns vocais, toques de jazzy, rock, etc.</p>
<p><strong>Texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;A equipe de som montada com os amigos na garagem de casa em São Bernardo do Campo, aos 14 anos; as discotecagens de Eneas Neto, Pequê e Bola no Tênis Clube de Santo André; a incursão pelo universo do extinto clube Hoellisch, na Praça Roosevelt, e as noites do clube Nation. Foi na virada dos 80 para os 90 que o então jovem Fabio Spavieri tomou contato com as sonoridades que marcaram sua base musical (gothic rock, industrial, house, technopop), em um período da noite de São Paulo que deixou saudade em seus frequentadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, aos 35 anos, o carismático DJ anima pistas tanto em casas underground quanto mainstream da capital paulista, e já dividiu a cabine com os tops Stephan Bodzin, Tiga, Sven Vath, Mathias Aguayo e Phonique, além de passar em importantes clubes do país (Dama de Ferro, no Rio de Janeiro, Beco, em Porto Alegre, e Mary In Hell, em Belo Horizonte).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O set foi gravado na festa do meu aniversário, dia 27 de maio, no D-Edge. Nele, tentei colocar de tudo um pouco, começando com o deep house do trio francês dOP, que tem um vocalista com uma voz muito boa, bem jazzy.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sem dúvida, minha mãe tem grande influência, pois ela ouviu Beatles, Julio Iglesias, Tim Maia, Ray Connif, etc. Todo dia em casa eu acordava com alguma coisa. &lt;em&gt;(risos)&lt;/em&gt; Aos 14 anos me reuni com os amigos da rua (morava em São Bernardo do Campo) e decidimos montar uma equipe de som, que batizamos de Sound Corporation. Eu fiz o logo (deve ter sido aí que a dobradinha DJ x designer gráfico surgiu) e a estréia foi na garagem de casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a primeira chance como DJ foi por indicação do Magal (&lt;a href=&quot;http://www.deepbeep.com.br/deepbeep4-magal/&quot;&gt;convidado do deepbeep4&lt;/a&gt;), feita ao seu irmão Ronaldo (já falecido), no clube Zoster, em São Caetano do Sul. De lá, fui tocar no Cais, Columbia e tantas outras casas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira festa que consegui emplacar foi a I Like Mondays, na extinta Cha Cha Cha, em 1994. Eu cuidava da programação visual e de parte da organização, além de tocar. A base sonora da festa eram os clássicos da década de 80, alguns dos anos 90 e as novidades bacanas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Olha, ainda não estou produzindo, apesar de ter tudo em mente! &lt;em&gt;(risos)&lt;/em&gt; No momento estou sem residência, mas toco como convidado mensal no D-Edge, em noites distintas. Basicamente faço dois tipos de sets: um de rock, electro-rock, remixes dos anos 80, anos 90 e coisas novas que me agradam. E outro com base house (como o do deepbeep), mas sem se prender a rótulos. Busco sempre o groove, alguns vocais, toques de jazzy, rock, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Texto:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://joaoperassolo.carbonmade.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;João Pedro Perassolo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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		<title>db9 Edu Corelli &amp; Luis Depeche</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 06:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana da São Paulo Fashion Week, o deepbeep convidou os DJs Edu Corelli e Luis Depeche - parceiros há nove anos na produção de trilhas de desfiles de moda - para gravarem um set. A seleção que prepararam é recheada de bons nomes da eletrônica e de vinhetas especiais. É "dadaismo antigo", diz Corelli.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Envolvidos no universo musical há mais de 20 anos, Edu Corelli e Luis Depeche deixaram suas marcas na cultura da noite paulistana. Corelli, seja tocando acid house nos anos 80, seja encarnando a primeira DJ-drag do país (Selma Self-Service, no clube Sra. Krawitz, em São Paulo, meados dos 90), seja como produtor musical de Edson Cordeiro ou hoje como DJ de casas e festas alternativas. Depeche, conhecido por ser uma “enciclopédia musical”, se envolveu com a cena eletrônica quando integrou a equipe da Stilleto Records, na virada dos 80 para os 90, – atualmente trabalha no selo Fiber Records e é editor do site FiberOnline, além de discotecar em festas como a Hotzilla, a FiberOnLive e Debut.</p>
<p>Há quase uma década os dois amigos dividem ideias musicais: mantêm o projeto de eletrônica Suntrax, além de produzirem trilhas para desfiles de moda. Ellus, Ocimar Versolato, Amapô, New Balance, Canal, Simone Nunes e Fábia Bercsek são algumas das grifes que já receberam as boas melodias da dupla. Ao ouvir o set, atente para as interferências com samples de clássicos da house durante o tema de <em>Blade Runner</em>, de Vangelis, seguido de um mix do Suntrax com Toto.</p>
<p><strong>Falem sobre o set. Como o compuseram, quais as inspirações, por que escolheram estas faixas?</strong><br />
<strong>Luis</strong> – Esse set mistura humores diferentes, mas na maior parte é pontuado por um pouco de melancolia e romantismo. A idéia foi reunir músicas que para nós são inesquecíveis, independentemente se foram gravadas e escutadas pela gente pela primeira vez há quase trinta, vinte, dez ou um ano atrás, e de um jeito não muito linear, que é mais ou menos como funciona o nosso emocional. Aproveitamos para expressar isso até na maneira como trabalhamos, como é o caso dos samples que mixamos sobre a “Love Theme”, do Vangelis (aquela do Blade Runner) e gravações de amigos introduzindo o nosso projeto de música eletrônica. São alguns dos momentos “mafuá jeans” que fazemos pra quebrar um pouco a seriedade e rigidez das coisas.</p>
<p><strong>Edu</strong> – Dadaismo antigo.</p>
<p><strong>Vocês são ligados em música desde quando? Contem um pouco sobre suas histórias e se há fatos curiosos, até o momento em que viraram DJs e começaram a tocar em clubes/festas.</strong><br />
<strong>Edu</strong> – Comecei a colecionar discos quando meu avô me deu uma revista que comentava os capítulos semanais das novelas e vinha um compacto com duas músicas. De um lado tinha o tema da novela Dancing Days e uma do Scotch Machine. isso ainda eram os anos 1970. Na época já bateu uma vontade de me montar pra ficar parecida com a Julia Matos, que era a personagem da Sônia Braga na novela. Vinte anos depois, o desejo virou realidade, me montei nos anos 90 de Selma Self Service (meu personagem como DJ-drag) e numa determinada festa em que fui tocar na Zona Leste, especificamente num circo, achei que o povo de lá não gostava de house porque a pista ficou vazia. Só fui saber depois que, por ser num circo, o leão havia fugido da jaula e o povo ídem.</p>
<p><strong>Luis</strong> – Comecei a colecionar vinis desde a primeira vez que escutei a “Hall of Mirrors”, do Kraftwerk, num comercial da Star Sax que passava na TV há muuuito tempo. O envolvimento profissional com a música veio nos tempos em que passei a trabalhar na Stiletto Records, com o Thomas Pappon, que hoje em dia mora em Londres e trabalha na BBC. As primeiras discotecagens vieram deste trabalho, quando comecei a receber convites pra participar de programas de rádio e tocar discos em casa noturnas (a primeira vez no Madame Satã, em 1990, quando levei algumas coisas que lançamos na época, talvez o primeiro – e único – set de acid house e indie dance que rolou por lá).</p>
<p><strong>Quais seus projetos, residências, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
<strong>Luis</strong> – Fora o Suntrax, que é o projeto de música eletrônica que criei e que desde o começo conta com a participação do Edu (principalmente na mixagem, pois os ouvidos e sensibilidade dele pra pista são bem melhores que os meus) e o trabalho de produção de trilhas que temos juntos, sou residente nas festas que estão ligadas diretamente ao FiberOnline, que é o site de música eletrônica em que trabalho como editor. As festas são a FiberOnLive, Silver Tape, Hotel House, Machina Festival, Machina Redux e também a Hotzilla, que é também um blog de música alternativa e indie. De uns tempos pra cá tenho discotecado algumas vezes com o Edu, quando fazemos sets no formato back to back. Vira uma verdadeira festa na cabine e tocamos num esquema completamente “no escuro”, sem combinar nada, nem mesmo quem vai tocar a primeira música.</p>
<p><strong>Edu</strong> – Não gosto da palavra residência pois soa muito a plantão médico e anos 90. Toco mensalmente no Vegas (Rebel! vs Debut), no Glória na Luxo Pop Show, na Torre (Debut!) e como convidado nas festas Freak Chic, Perversa, Bafón Báfu e Alelux.</p>
<p><strong>Desde quando vocês trabalham juntos fazendo trilhas para desfiles? Como funciona o processo de composição?</strong><br />
<strong>Luis e Edu</strong> – Completamos agora nove anos fazendo as trilhas juntos. O processo de composição depende muito da carta branca que temos pra pirar e da disposição do estilista. A trilha pode ser uma música inteira estendida, ou em outros casos faixas que editamos à nossa maneira, remixes que fazemos, músicas compostas a partir do zero e até produções que contam com a participação dos estilistas. Pra deixar a coisa mais interativa e com um <em>imprint</em> ainda mais pessoal, convidamos eles pra literalmente “colocarem a mão na massa”, ou melhor, o gogó na música.</p>
<p><strong>No que o trabalho de um completa o outro? Além das trilhas, têm outra ligação com moda?</strong><br />
<strong>Luis</strong> – Na hora juntamos tudo – background musical, técnica, ouvidos, coração, vontade de experimentar, abstração. Geralmente, eu que sou mais nerd fico no comando do computador, softwares, dos botões, e a voz do Edu de produtor musical fala mais alto. Depois de tentativas, erros e acertos, batemos o martelo juntos.</p>
<p><strong>Edu</strong> – Resumindo, o Luis é o macarrão com ovos, e eu sou a Renata… kkkkkkk</p>
<p><strong>Texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Envolvidos no universo musical há mais de 20 anos, Edu Corelli e Luis Depeche deixaram suas marcas na cultura da noite paulistana. Corelli, seja tocando acid house nos anos 80, seja encarnando a primeira DJ-drag do país (Selma Self-Service, no clube Sra. Krawitz, em São Paulo, meados dos 90), seja como produtor musical de Edson Cordeiro ou hoje como DJ de casas e festas alternativas. Depeche, conhecido por ser uma “enciclopédia musical”, se envolveu com a cena eletrônica quando integrou a equipe da Stilleto Records, na virada dos 80 para os 90, – atualmente trabalha no selo Fiber Records e é editor do site FiberOnline, além de discotecar em festas como a Hotzilla, a FiberOnLive e Debut.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há quase uma década os dois amigos dividem ideias musicais: mantêm o projeto de eletrônica Suntrax, além de produzirem trilhas para desfiles de moda. Ellus, Ocimar Versolato, Amapô, New Balance, Canal, Simone Nunes e Fábia Bercsek são algumas das grifes que já receberam as boas melodias da dupla. Ao ouvir o set, atente para as interferências com samples de clássicos da house durante o tema de &lt;em&gt;Blade Runner&lt;/em&gt;, de Vangelis, seguido de um mix do Suntrax com Toto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Falem sobre o set. Como o compuseram, quais as inspirações, por que escolheram estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Luis&lt;/strong&gt; – Esse set mistura humores diferentes, mas na maior parte é pontuado por um pouco de melancolia e romantismo. A idéia foi reunir músicas que para nós são inesquecíveis, independentemente se foram gravadas e escutadas pela gente pela primeira vez há quase trinta, vinte, dez ou um ano atrás, e de um jeito não muito linear, que é mais ou menos como funciona o nosso emocional. Aproveitamos para expressar isso até na maneira como trabalhamos, como é o caso dos samples que mixamos sobre a “Love Theme”, do Vangelis (aquela do Blade Runner) e gravações de amigos introduzindo o nosso projeto de música eletrônica. São alguns dos momentos “mafuá jeans” que fazemos pra quebrar um pouco a seriedade e rigidez das coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Edu&lt;/strong&gt; – Dadaismo antigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vocês são ligados em música desde quando? Contem um pouco sobre suas histórias e se há fatos curiosos, até o momento em que viraram DJs e começaram a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Edu&lt;/strong&gt; – Comecei a colecionar discos quando meu avô me deu uma revista que comentava os capítulos semanais das novelas e vinha um compacto com duas músicas. De um lado tinha o tema da novela Dancing Days e uma do Scotch Machine. isso ainda eram os anos 1970. Na época já bateu uma vontade de me montar pra ficar parecida com a Julia Matos, que era a personagem da Sônia Braga na novela. Vinte anos depois, o desejo virou realidade, me montei nos anos 90 de Selma Self Service (meu personagem como DJ-drag) e numa determinada festa em que fui tocar na Zona Leste, especificamente num circo, achei que o povo de lá não gostava de house porque a pista ficou vazia. Só fui saber depois que, por ser num circo, o leão havia fugido da jaula e o povo ídem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Luis&lt;/strong&gt; – Comecei a colecionar vinis desde a primeira vez que escutei a “Hall of Mirrors”, do Kraftwerk, num comercial da Star Sax que passava na TV há muuuito tempo. O envolvimento profissional com a música veio nos tempos em que passei a trabalhar na Stiletto Records, com o Thomas Pappon, que hoje em dia mora em Londres e trabalha na BBC. As primeiras discotecagens vieram deste trabalho, quando comecei a receber convites pra participar de programas de rádio e tocar discos em casa noturnas (a primeira vez no Madame Satã, em 1990, quando levei algumas coisas que lançamos na época, talvez o primeiro – e único – set de acid house e indie dance que rolou por [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Na semana da São Paulo Fashion Week, o deepbeep convidou os DJs Edu Corelli e Luis Depeche - parceiros há nove anos na produção de trilhas de desfiles de moda - para gravarem um set. A seleção que prepararam é recheada de bons nomes da [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db8 Paulinho Boghosian</title>
		<link>http://www.deepbeep.com.br/db-series/db8-paulinho-boghosian/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 06:36:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Exercise One, Echo Space, white label de Radiohead, remix de Junior Boys e mais. Em 18 faixas, o residente do clube Warung, em Balneário Camboriú, e da noite Moving (D-Edge, São Paulo) Paulinho Boghosian apresenta seu set para o deepbeep: “O que eu gosto de escutar num chill out, ou então em casa ou no meu iPod quando estou sozinho, nos momentos introspectivos”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Warung Beach Club (Praiva Brava), Ibiza (Balneário Camboriú), Disco, Lov.e, D-Edge, Base, Sutra, Clash e Pacha (todos em São Paulo), Anzu (Itu), Sirena (litoral paulista), Trend (Brasília), Space (Espanha), Creamfields, Skol Beats e South America Music Conference. É extensa a lista de clubes e festivais em que <strong>Paulinho Boghosian</strong> se apresentou em dez anos de carreira. Foi como vencedor do Phillips Expression, em 1999, que começou a tocar profissionalmente. A partir daí, suas conceituadas discotecagens de house e vertentes – tech house, progressive, minimal – passaram a ser requisitadas.</p>
<p>Paralelo a seu trabalho atrás das picapes, o paulistano é também remixer e produtor. Ele acaba de lançar o disco <em>Concept</em>, com tracks próprias mixadas a outras de Gui Boratto, King Unique e Philip Braunstein, que fizeram parte das pistas que Boghosian comandou em 2008. Para Rita Lee, remixou as faixas “Atlântida” e “Brasyx Muamba”, no álbum <em>Rita Releeda</em> (2004), compilação de leituras de faixas da musa do pop pelas mãos de DJs e produtores eletrônicos. Antes de partir para datas em clubes da Europa e dos EUA, o DJ falou com o <strong>deepbeep</strong>.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Sou apaixonado por música em geral, tenho um gosto musical que abrange muito mais estilos do que o que eu toco nos clubes. Acho que todo DJ é assim. Mas acho que ser DJ não é apenas tocar aquilo que gosta, tem que estar atento ao que funciona na pista, e tem que fazer um som que combine com o ambiente da noite. Por isso, nós DJs nem sempre temos a oportunidade de mostrar tudo aquilo que apreciamos musicalmente.</p>
<p>Quando estou pesquisando música, me deparo com muitas tracks que adoro, mas que não são necessariamente dançantes ou de pista. Nesse set, tem muitas que são influências pra mim, tanto as faixas quanto os selos, mas pouquíssimas eu já toquei na pista. O set chama “The Day After”, tem um clima bem <em>laidback</em>, o que eu gosto de escutar num chill out, ou então em casa ou no meu iPod quando eu estou sozinho, nos momentos introspectivos.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Sou, sim! Comecei gravando fitas k7 pros meus amigos no colégio. Depois fui pra faculdade e o hobby começou a virar profissão – teve uma época que eu ia pra faculdade de manhã, estágio à tarde, e tocava à noite…nem sei como aguentava, tem que gostar muito. Meu primeiro single foi um do Danny Tenaglia pela Twisted chamado “Oh No!”, meu primeiro vinil foi um disco de garage, Boris Duglosh – Hold Your Head Up High, comprei do DJ Buga. Com o tempo acumulei mais de mil discos de vinil, do deep house até techno. Hoje estão decorando meu quarto, mas às vezes pego alguma coisa para samplear. Queria poder tocar meus clássicos preferidos um dia… só vinil.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, residências, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Estou com duas residências atualmente, no D-Edge (na noite Moving) e no Warung, em Balneário Camboriú (SC), que pra mim são muito importantes – é onde eu consigo desenvolver meu som e trabalhar com maior liberdade. Também tenho tocado em clubes como Garage (Campo Grande e Cuiabá) e Clash, que tem sido incríveis. Em julho, tenho uma tour pela Europa, onde tocarei em Barcelona, Ibiza, Copenhague e possivelmente na Itália. Em setembro, faço tour pelos EUA, passando por Las Vegas, Los Angeles, San Franciso e Miami. Estou muito feliz com este momento da carreira.</p>
<p><strong>Você tem várias tracks e remixes já lançados. Pensa em reuni-los num disco só com composições próprias?</strong><br />
Por enquanto acho que ainda não é o momento. Quero antes emplacar algumas tracks por selos respeitados no exterior. Quando tiver esse nível de reconhecimento, aí parto para o álbum solo, mesmo porque hoje em dia EPs vendem melhor que álbuns.</p>
<p><strong>Fotos e texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Warung Beach Club (Praiva Brava), Ibiza (Balneário Camboriú), Disco, Lov.e, D-Edge, Base, Sutra, Clash e Pacha (todos em São Paulo), Anzu (Itu), Sirena (litoral paulista), Trend (Brasília), Space (Espanha), Creamfields, Skol Beats e South America Music Conference. É extensa a lista de clubes e festivais em que &lt;strong&gt;Paulinho Boghosian&lt;/strong&gt; se apresentou em dez anos de carreira. Foi como vencedor do Phillips Expression, em 1999, que começou a tocar profissionalmente. A partir daí, suas conceituadas discotecagens de house e vertentes – tech house, progressive, minimal – passaram a ser requisitadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Paralelo a seu trabalho atrás das picapes, o paulistano é também remixer e produtor. Ele acaba de lançar o disco &lt;em&gt;Concept&lt;/em&gt;, com tracks próprias mixadas a outras de Gui Boratto, King Unique e Philip Braunstein, que fizeram parte das pistas que Boghosian comandou em 2008. Para Rita Lee, remixou as faixas “Atlântida” e “Brasyx Muamba”, no álbum &lt;em&gt;Rita Releeda&lt;/em&gt; (2004), compilação de leituras de faixas da musa do pop pelas mãos de DJs e produtores eletrônicos. Antes de partir para datas em clubes da Europa e dos EUA, o DJ falou com o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sou apaixonado por música em geral, tenho um gosto musical que abrange muito mais estilos do que o que eu toco nos clubes. Acho que todo DJ é assim. Mas acho que ser DJ não é apenas tocar aquilo que gosta, tem que estar atento ao que funciona na pista, e tem que fazer um som que combine com o ambiente da noite. Por isso, nós DJs nem sempre temos a oportunidade de mostrar tudo aquilo que apreciamos musicalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando estou pesquisando música, me deparo com muitas tracks que adoro, mas que não são necessariamente dançantes ou de pista. Nesse set, tem muitas que são influências pra mim, tanto as faixas quanto os selos, mas pouquíssimas eu já toquei na pista. O set chama “The Day After”, tem um clima bem &lt;em&gt;laidback&lt;/em&gt;, o que eu gosto de escutar num chill out, ou então em casa ou no meu iPod quando eu estou sozinho, nos momentos introspectivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sou, sim! Comecei gravando fitas k7 pros meus amigos no colégio. Depois fui pra faculdade e o hobby começou a virar profissão – teve uma época que eu ia pra faculdade de manhã, estágio à tarde, e tocava à noite…nem sei como aguentava, tem que gostar muito. Meu primeiro single foi um do Danny Tenaglia pela Twisted chamado “Oh No!”, meu primeiro vinil foi um disco de garage, Boris Duglosh – Hold Your Head Up High, comprei do DJ Buga. Com o tempo acumulei mais de mil discos de vinil, do deep house até techno. Hoje estão decorando meu quarto, mas às vezes pego alguma coisa para samplear. Queria poder tocar meus clássicos preferidos um dia… só vinil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, residências, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Estou com duas residências atualmente, no D-Edge (na noite Moving) e no Warung, em Balneário Camboriú (SC), que pra mim são muito importantes – é onde eu consigo desenvolver meu som e trabalhar com maior liberdade. Também tenho tocado em clubes como Garage (Campo Grande e Cuiabá) e Clash, que tem sido incríveis. Em julho, tenho uma tour pela Europa, onde tocarei em Barcelona, Ibiza, Copenhague e possivelmente na Itália. Em setembro, faço tour pelos EUA, passando por Las Vegas, Los Angeles, San Franciso e Miami. Estou muito feliz com este momento da [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Exercise One, Echo Space, white label de Radiohead, remix de Junior Boys e mais. Em 18 faixas, o residente do clube Warung, em Balneário Camboriú, e da noite Moving (D-Edge, São Paulo) Paulinho Boghosian apresenta seu set para o deepbeep: “O [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Ana Flávia</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 20:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ana Flávia é importante figura nos clubes e festas do circuito eletrônico de São Paulo. Discotecando profissionalmente desde 1999, Ana é hoje residente em projetos como a Máfia, no clube Vegas e Ladies Night, no clube ICE. Ela ainda toca projetos paralelos como o Rockfellas e Hannas Sisters, faz trilhas para desfiles e eventos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ana Flávia</strong> é importante figura nos clubes e festas do circuito eletrônico de São Paulo. Discotecando profissionalmente desde 1999, Ana é hoje residente em projetos como a Máfia, no clube Vegas e Ladies Night, no clube ICE. Ela ainda toca projetos paralelos como o Rockfellas e Hannas Sisters, faz trilhas para desfiles e eventos de moda, tudo em nome da música que se diz apaixonada.</p>
<p>Seus sets não se restringem ao techno ou a house: sempre que possível ela exercita seu gosto pessoal que vai desde a soul music, até o pop oitentista e o rock. Este, gravado recentemente no clube D-Edge, mostra um lado mais ousado e despretensioso da DJ. “Tem alguns edits, raridades e fecha com uma música do Apparat muito diferente do resto do set.” comenta.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Esse set foi gravado no D-Edge, em um coquetel de um navio e uma revista. Tava todo mundo chegando e bebendo no bar, a pista tava vazia e eu aproveitando pra gravar pro deepbeep. :-) É uma homenagem a blogs de música como o d-i-r-t-y e o Disco Devil, misturando com alguns dos meus vinis. A seleção vai de deep a flash house, sem seguir nenhuma lógica, tudo despretencioso e divertido. Eu amei gravar porque são músicas que ficam na cabeça enquanto você está na fila do banco ou passeando pela cidade.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Eu sempre amei música e festa. Nas festinhas de criança em casa sempre tinha alguma apresentação horrível da gente dublando o trio Los Angeles ou o Balão Mágico. Uma vizinha conta que eu andava com os discos do Roberto Carlos da minha mãe dentro do meu carrinho de boneca pra cima e pra baixo. Meu pai sempre comprou muito disco nos anos 70. Lembro até hoje quando ele chegou com o Bad Girls, da Donna Summer, de capa dupla e um povo muito estiloso na foto do encarte. Nos anos 80 curti de tudo, nos anos 90 rock e trip-hop até virar clubber, largar um negócio rentável e me jogar na noite com cara e coragem. Minha estreia foi no projeto Cio, no antigo clube Stereo. A Gláucia chamava os amigos pra tocarem músicas dos anos 80 e nessa noite eu ia dividir a cabine com a Marina e a Adriana, mas elas desistiram de última hora e a Gláucia foi comigo. A gente só tocou nossos vinis da adolescência e viramos uma dupla além da residência no projeto. Passamos alguns anos tocando juntas e depois cada uma seguiu seu rumo dentro da música eletrônica. Atormentei muito a Paula, o Andre Juliani e o Mau Mau pra me ensinarem a tocar e não desisti enquanto não aprendi. Vivi a loucura dos vinis em uma época que ninguém tocava CD e só comprava disco na Galeria Ouro Fino. Meus ídolos e amigos estavam sempre lá esperando a nova leva chegar da Europa e eu colava neles. Vi o quanto amava demais tudo isso e não parei mais. Daí tive projetos no Lov.e, Ampgalaxy, Mood e mais um punhado de lugares que já fecharam. Já toquei muito em restaurantes, festas de empresas, lounges e chillouts até engrenar. Entrei na Smartbiz e comecei a levar a sério. A Red Bull Music Academy foi muito importante também por me levar pra outros países.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Hoje meus projetos são a Máfia, no Vegas com o Juliani, a Paula Chalup e o Dubstrong, que é mais eletrônico. O De Polainas, um coletivo com mais 8 amigas, que vai começar no Glória em breve e vai tocar de tudo: pop, rock, coisa velhas e novas. O Hannas Sisters, no bar 8 com a Nega Nervous é um projeto mais soul. Além disso, sou residente mensal da festa Ladies Night no clube ICE, em Santana e do Rockfellas, também no Vegas. E também faço parte do cast da Smartbiz.</p>
<p><strong>Fotos e texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ana Flávia&lt;/strong&gt; é importante figura nos clubes e festas do circuito eletrônico de São Paulo. Discotecando profissionalmente desde 1999, Ana é hoje residente em projetos como a Máfia, no clube Vegas e Ladies Night, no clube ICE. Ela ainda toca projetos paralelos como o Rockfellas e Hannas Sisters, faz trilhas para desfiles e eventos de moda, tudo em nome da música que se diz apaixonada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seus sets não se restringem ao techno ou a house: sempre que possível ela exercita seu gosto pessoal que vai desde a soul music, até o pop oitentista e o rock. Este, gravado recentemente no clube D-Edge, mostra um lado mais ousado e despretensioso da DJ. “Tem alguns edits, raridades e fecha com uma música do Apparat muito diferente do resto do set.” comenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Esse set foi gravado no D-Edge, em um coquetel de um navio e uma revista. Tava todo mundo chegando e bebendo no bar, a pista tava vazia e eu aproveitando pra gravar pro deepbeep. :-) É uma homenagem a blogs de música como o d-i-r-t-y e o Disco Devil, misturando com alguns dos meus vinis. A seleção vai de deep a flash house, sem seguir nenhuma lógica, tudo despretencioso e divertido. Eu amei gravar porque são músicas que ficam na cabeça enquanto você está na fila do banco ou passeando pela cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Eu sempre amei música e festa. Nas festinhas de criança em casa sempre tinha alguma apresentação horrível da gente dublando o trio Los Angeles ou o Balão Mágico. Uma vizinha conta que eu andava com os discos do Roberto Carlos da minha mãe dentro do meu carrinho de boneca pra cima e pra baixo. Meu pai sempre comprou muito disco nos anos 70. Lembro até hoje quando ele chegou com o Bad Girls, da Donna Summer, de capa dupla e um povo muito estiloso na foto do encarte. Nos anos 80 curti de tudo, nos anos 90 rock e trip-hop até virar clubber, largar um negócio rentável e me jogar na noite com cara e coragem. Minha estreia foi no projeto Cio, no antigo clube Stereo. A Gláucia chamava os amigos pra tocarem músicas dos anos 80 e nessa noite eu ia dividir a cabine com a Marina e a Adriana, mas elas desistiram de última hora e a Gláucia foi comigo. A gente só tocou nossos vinis da adolescência e viramos uma dupla além da residência no projeto. Passamos alguns anos tocando juntas e depois cada uma seguiu seu rumo dentro da música eletrônica. Atormentei muito a Paula, o Andre Juliani e o Mau Mau pra me ensinarem a tocar e não desisti enquanto não aprendi. Vivi a loucura dos vinis em uma época que ninguém tocava CD e só comprava disco na Galeria Ouro Fino. Meus ídolos e amigos estavam sempre lá esperando a nova leva chegar da Europa e eu colava neles. Vi o quanto amava demais tudo isso e não parei mais. Daí tive projetos no Lov.e, Ampgalaxy, Mood e mais um punhado de lugares que já fecharam. Já toquei muito em restaurantes, festas de empresas, lounges e chillouts até engrenar. Entrei na Smartbiz e comecei a levar a sério. A Red Bull Music Academy foi muito importante também por me levar pra outros países.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Hoje meus projetos são a Máfia, no Vegas com o Juliani, a Paula Chalup e o Dubstrong, que é mais eletrônico. O De Polainas, um coletivo com mais 8 amigas, que vai começar no Glória em breve e vai tocar de tudo: pop, rock, coisa velhas e novas. O Hannas Sisters, no bar 8 com a Nega Nervous é um projeto mais soul. Além disso, sou residente mensal da festa Ladies Night no clube ICE, em [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Ana Flávia é importante figura nos clubes e festas do circuito eletrônico de São Paulo. Discotecando profissionalmente desde 1999, Ana é hoje residente em projetos como a Máfia, no clube Vegas e Ladies Night, no clube ICE. Ela ainda toca [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db7 Hisato</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 06:39:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Disc-jóquei em clubes alternativos, mentor da banda Hello, Kate!! e do experimental The Hisato Elektrojazz Quintet, trilheiro de curtas-metragens, documentários e desfiles de moda. Hisato, um tanto produtor musical, outro tanto DJ, apresenta no deepbeep um set para desacelerar, com remixes de Friendly Fires, Calvin Harris, Grace Jones e mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Metade produtor, metade DJ. <strong>Hisato </strong>é um nome conhecido em diversos meios de São Paulo. Seja tocando em casas alternativas (Torre, A Loca, D-Edge, Glória, Funhouse), no papel de vocalista/guitarrista do duo de electro-rock Hello, Kate!!, ou em seu projeto de IDM The Hisato Elektrojazz Quintet, o jornalista de formação é <em>workaholic</em> assumido. Recentemente, fez intervenções sonoras ao vivo em mostra de curtas-metragens na Caixa Cultural, no Rio de Janeiro, além de ter sido chamado para musicar documentários.</p>
<p>Apaixonado por moda, Hisato compõe trilhas para a apresentação de coleções de estilistas – a que fez para a grife UMA, na São Paulo Fashion Week 2009/inverno, foi considerada a melhor da temporada. “A verdade é que eu não faço tantas trilhas assim, ao menos junto aos eventos mais conhecidos (SPFW e Fashion Rio). Mas como as poucas trilhas que eu faço chamam muito a atenção, ganho essa fama de trilheiro. O fato dos meus sets, independente de serem num evento chique ou na diversão dA Loca, serem muito climáticos, que mexem com o público, também contribuem para a fama”, comenta. A sessão de fotos para o <strong>deepbeep</strong> na Estação da Luz teve um toque nostálgico, já que ele, natural de Santo André, pegou muitos trens ali antes de fixar residência em São Paulo.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
No minimal/no maximal, com bpm baixo e difícil de ser tocado na atual onda dos clubes. Elegante, como poderia ser, num clube hoje imaginário. Tem remixes lindos de Friendly Fires, Calvin Harris, Grace Jones, mais Henrik Schwarz, Meg, Kelley Polar etc. É a cara do meu lado eletrônico e os ouvidos desavisados (eu diria deseducados) diriam que é lounge. Numa pista, de qualquer modo, eu costumo incluir coisas bem mais fervidas e brincar mais.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Acho que desde criança, quando dormia com o ouvido grudado no radinho de pilha, e com ele bem baixinho pros pais não descobrirem. O trabalho mesmo começou com produção de trilhas para desfiles, o que me abriu um considerável currículo em clubes e eventos (ESMOD, Vivo Open Air, Virada Cultural, Nokia Trends, SPFW, Fashion Rio, Teen Fashion, Fashion Kids).</p>
<p><strong>Quais seus projetos, residências, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
A minha banda de electro-rock Hello, Kate!! (ex-Hisato &amp; The 1970s), feita em homenagem à top Kate Moss. É comigo mais a Debora X, baixista e também estilista de streetwear, mais músicos convidados. Começamos a fazer DJ sets juntos também, e um deles foi ao ar na Oi FM faz pouco tempo. A banda tem aberto muitas portas para mim no exterior. Além de algumas reportagens junto à imprensa mais descolada, o projeto me pôs em contato com gente da moda em todo o planeta e parceiros profissionais como Tom Durack (que trabalha com Chic, B-52’s, Lou Reed). Fora isso, tenho feito fotos com gente da noite aqui, no Rio e em Londres para o site Streetpeeper.com, de Nova York. E tenho gostado de produzir videoclipes e fotos, assim como de ter voltado a produzir música eletrônica mais experimental para curtas e documentários.</p>
<p><strong>Como funciona o processo de composição da trilha para um desfile? Pode citar curiosidades e se você tem alguma preferida?</strong><br />
Para compor uma trilha de desfile, cada história é uma história. E eu me sinto mais confortável ao partir de um briefing prévio com o(a) estilista, onde ver a coleção toda não é necessário, mas captar as inspirações e motivações, sim. Desfiles para mim são como curtas-metragens feitos ali, ao vivo e em cinco, sete minutos. A música é só um dos elementos (dos mais importantes) do fashion show (termo utilizado lá fora para o que conhecemos como desfile), onde o estilista expõe as suas propostas e idéias e é dono da festa. Parece um evento curto, mas todo desfile tem o seu timing específico, a hora de virar ou estender, os contrapontos para também não ser óbvio e manter o clima ou animação. Não é muito diferente de pista, mas é mais “concentrado”. Minhas idéias e concepções estéticas também ajudam nessa aproximação com o povo da moda. Já ouvi de estilista com carreira internacional, que “dá vontade de criar um desfile para o seu set/show” e de outros, “estava na pista e tive inspirações e momentos cinematográficos”, quer dizer, rola uma boa sintonia com esse pessoal criativo e inquieto, cheio de referências. Da minha parte, sei que tudo não passa de bom repertório, respeito e sintonia para com a pista.</p>
<p>Como sou pesquisador/apoiador exaustivo de boa música, tenho sempre à mão repertório que julgo adequado, seja eletrônico, rock ou outro gênero. Difícil escolher dentre as trilhas já feitas, talvez a da UMA by Raquel Davidowicz onde resolvi trazer o clima da cinematografia de Wong Kar Wai (olha o cinema de novo!). Mas a abertura do Nokia Trends do final de 2007 também foi legal, com mixes elegantes e inesperados, às vezes hilários, que deixaram passados os convidados internacionais, ali nos bastidores.</p>
<p>Venho sendo requisitado pra trabalhar com gente do cinema, apesar de que ainda prefiro a moda. Sonorizei curtas underground, desfiles virtuais, infantis, de chapéus e até vídeos oficiais do Google. E também evento do concorrente Yahoo!, desfiles de estudantes de moda internacionais, musiquei filmes históricos de vanguarda que eram mudos no original. Mas ter as pistas dA Loca, Torre, Glória e outros clubes gritando, o povo da noite querido, sempre foi a principal inspiração.</p>
<p><strong>Fotos e texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Metade produtor, metade DJ. &lt;strong&gt;Hisato &lt;/strong&gt;é um nome conhecido em diversos meios de São Paulo. Seja tocando em casas alternativas (Torre, A Loca, D-Edge, Glória, Funhouse), no papel de vocalista/guitarrista do duo de electro-rock Hello, Kate!!, ou em seu projeto de IDM The Hisato Elektrojazz Quintet, o jornalista de formação é &lt;em&gt;workaholic&lt;/em&gt; assumido. Recentemente, fez intervenções sonoras ao vivo em mostra de curtas-metragens na Caixa Cultural, no Rio de Janeiro, além de ter sido chamado para musicar documentários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apaixonado por moda, Hisato compõe trilhas para a apresentação de coleções de estilistas – a que fez para a grife UMA, na São Paulo Fashion Week 2009/inverno, foi considerada a melhor da temporada. “A verdade é que eu não faço tantas trilhas assim, ao menos junto aos eventos mais conhecidos (SPFW e Fashion Rio). Mas como as poucas trilhas que eu faço chamam muito a atenção, ganho essa fama de trilheiro. O fato dos meus sets, independente de serem num evento chique ou na diversão dA Loca, serem muito climáticos, que mexem com o público, também contribuem para a fama”, comenta. A sessão de fotos para o &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt; na Estação da Luz teve um toque nostálgico, já que ele, natural de Santo André, pegou muitos trens ali antes de fixar residência em São Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No minimal/no maximal, com bpm baixo e difícil de ser tocado na atual onda dos clubes. Elegante, como poderia ser, num clube hoje imaginário. Tem remixes lindos de Friendly Fires, Calvin Harris, Grace Jones, mais Henrik Schwarz, Meg, Kelley Polar etc. É a cara do meu lado eletrônico e os ouvidos desavisados (eu diria deseducados) diriam que é lounge. Numa pista, de qualquer modo, eu costumo incluir coisas bem mais fervidas e brincar mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Acho que desde criança, quando dormia com o ouvido grudado no radinho de pilha, e com ele bem baixinho pros pais não descobrirem. O trabalho mesmo começou com produção de trilhas para desfiles, o que me abriu um considerável currículo em clubes e eventos (ESMOD, Vivo Open Air, Virada Cultural, Nokia Trends, SPFW, Fashion Rio, Teen Fashion, Fashion Kids).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, residências, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A minha banda de electro-rock Hello, Kate!! (ex-Hisato &amp; The 1970s), feita em homenagem à top Kate Moss. É comigo mais a Debora X, baixista e também estilista de streetwear, mais músicos convidados. Começamos a fazer DJ sets juntos também, e um deles foi ao ar na Oi FM faz pouco tempo. A banda tem aberto muitas portas para mim no exterior. Além de algumas reportagens junto à imprensa mais descolada, o projeto me pôs em contato com gente da moda em todo o planeta e parceiros profissionais como Tom Durack (que trabalha com Chic, B-52’s, Lou Reed). Fora isso, tenho feito fotos com gente da noite aqui, no Rio e em Londres para o site Streetpeeper.com, de Nova York. E tenho gostado de produzir videoclipes e fotos, assim como de ter voltado a produzir música eletrônica mais experimental para curtas e documentários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona o processo de composição da trilha para um desfile? Pode citar curiosidades e se você tem alguma preferida?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para compor uma trilha de desfile, cada história é uma história. E eu me sinto mais confortável ao partir de um briefing prévio com o(a) estilista, onde ver a coleção toda não é necessário, mas captar as [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Disc-jóquei em clubes alternativos, mentor da banda Hello, Kate!! e do experimental The Hisato Elektrojazz Quintet, trilheiro de curtas-metragens, documentários e desfiles de moda. Hisato, um tanto produtor musical, outro tanto DJ, apresenta no [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db6 Bruno Belluomini</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 06:44:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O coletivo Tranquera é o maior representante do dubstep no Brasil. Seu mentor, Bruno Belluomini, mostra no deepbeep6 um set de batidas quebradas e graves possantes. Pra estourar as caixas de som!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo começa em 2006, quando Ollie Jones, um moleque inglês de 20 anos que trabalhou na loja de discos Big Apple – epicentro do UK garage, onde teve contato com produtores como Benga e Hatcha – lança o álbum <em>Skream!</em>. O disco tem a faixa “Midnight Request Line”, uma das essenciais do dubstep, gênero de batidas graves que ressoam na caixa torácica ao misturarem dub jamaicano e linhas de baixo possantes com techno e drum’n&#8217;bass. Estavam dados os primeiros passos para que este tipo de som, nascido na cultura underground e urbana de Londres, ao redor da Big Apple Records, da festa FWD&gt;&gt; e de selos como Tempa e Hyperdub (este último, do produtor/DJ Kode 9, um dos pais do movimento), saísse do gueto e chegasse ao mainstream.</p>
<p>Prosseguimos para 2007. Burial causa burburinho no meio musical com o disco <em>Untrue</em>, carregado de tons escuros e sombrios. No ano seguinte, Benga lança o elogiado <em>Diary of an Afro Warrior</em> (quatro estrelas de cinco, no Allmusic.com), com graves e vocais robóticos que estouram as caixas de som. No início de 2009, <em>London Zoo</em>, do inglês The Bug, figura em várias listas: melhor álbum de 2008 da revista The Wire, 38ª posição (de cinqüenta) no site Pitchforkmedia, e primeira no Metacritic.com. O dubstep cresce e atrai mais adeptos.</p>
<p>Por aqui, o coletivo Tranquera, sediado em São Paulo, é o principal agitador do gênero. Fundado por Bruno Belluomini e atuante desde 2005, o Tranquera se divide em projeto audiovisual (Subcut, no clube Tapas), festa (Baixaria, no Vegas), <a href="http://www.tranquera.org/" target="_blank">o site Tranquera.org</a>, <a href="http://mtv.uol.com.br/tranquera/blog" target="_blank">blog no Portal da MTV</a> e podcasts. Como estamos no Brasil, à intersecção de gêneros que formaram o dubstep (grime, garage, drum’n&#8217;bass) é acrescentada a bass culture genuinamente local: Deize Tigrona e MC Gi já participaram da Baixaria. &#8220;O baile funk é nosso grime e a Deize Tigrona é nossa Warrior Queen&#8221;, comenta Belluomini.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Esse mix se chama Caribbean Clash. É uma colisão sonora mesmo. O vôo sai de Kingston e desce em Londres. Mas é uma viagem longa, com escalas em Chicago, Berlim, Bristol, Detroit e São Paulo. Não é dub, não é techno, não é house, não é garage – não é nada disso. É um lance diferente e novo para a maioria das pessoas. É um som grave, feito para ser sentido com o estômago, na frente do sound system. Esse é o som que toco e que me faz sentir vivo.</p>
<p>Escolhi esses sons porque não consigo tocar algo que não faça sentido para mim ou que não tenha alguma relação com meu trabalho. Tudo nessa gravação é vinil, com exceção de um dubplate com produções próprias. Uso um processador de defeitos e um radinho de pilha também, basicamente para disparar samples e criar ambiências – tudo gravado ao vivo mesmo. A maioria dos artistas desse mix conheço pessoalmente. São pessoas que têm um trabalho excepcional e que merecem ser ouvidas.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
A música é algo que me acompanha desde pequeno – a sonoridade do rádio principalmente, o chiado, o ruído, a interferência, etc. O interesse pelo vinil veio depois, com o hardcore, o punk rock, o DIY. A discotecagem surgiu no final dos anos 90, no momento que parti para os decks com discos de música eletrônica mesmo.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, residências, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
O Tranquera está no ar desde 2005. Depois veio o Subcut com o Ninguém e o Hugo Frasa – que no momento é nossa festa mensal no Tapas. A noite Baixaria, que rola no basement do Vegas, é uma residência minha e do Felicio Marmitex. Além disso, tenho novas produções que devem sair em breve – algumas delas feitas de forma colaborativa com artistas de outros países. Corto meus próprios dubplates e deixo a masterização para quem entende do assunto. O Xerxes foi quem masterizou minhas últimas faixas.</p>
<p><strong>Como você vê esse crescimento do dubstep de 2008 para cá? Você acha que o dubstep pode se tornar mais comercial, no sentido de atrair mais público e ficar maior aqui no Brasil?</strong><br />
Meu trabalho no momento é oferecer o que há de melhor na bass culture atual. É uma tarefa trabalhosa, cheia de responsabilidade. O dubstep cresceu demais nesses últimos anos e é preciso separar os oportunistas dos nomes que vieram para ficar. Para isso conto com artistas que estão realmente levando o som para frente e se recusam a ficar parados. Alguns deles já passaram pelo Tranquera: Geiom, Elemental, Untold, Helixir.</p>
<p>Na minha opinião, o baile funk é nosso grime e a Deize Tigrona é nossa Warrior Queen. Se, por um lado, a molecada do subúrbio britânico pega o garage e faz dele suas bases instrumentais com poucos recursos, aqui no Brasil os produtores de baile funk fazem o mesmo com samples diversos: o baile funk é canibal, vai se apropriando de tudo e de todos para criar algo local; o grime é a mesma coisa.</p>
<p>É bem provável que um bedroom producer de grime tivesse simpatia pelo trabalho de um moleque do Rio e vice-versa. A Deize Tigrona já trabalhou com o The Bug e o Soul Jazz já lançou um disco com produções colaborativas destes dois artistas. Também tenho um disco (o EP Gent São Paulo) por um selo belga (Unity Trax) que traz os vocais do Jimmy Luv, um dos poucos MCs brasileiros que sabem exatamente o que é grime. Nosso som já foi tocado pelo Kode 9 na Rinse FM, uma das piratas mais importantes da cena grime, dubstep, funky house no Reino Unido.</p>
<p><strong>Fotos e texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Tudo começa em 2006, quando Ollie Jones, um moleque inglês de 20 anos que trabalhou na loja de discos Big Apple – epicentro do UK garage, onde teve contato com produtores como Benga e Hatcha – lança o álbum &lt;em&gt;Skream!&lt;/em&gt;. O disco tem a faixa “Midnight Request Line”, uma das essenciais do dubstep, gênero de batidas graves que ressoam na caixa torácica ao misturarem dub jamaicano e linhas de baixo possantes com techno e drum’n’bass. Estavam dados os primeiros passos para que este tipo de som, nascido na cultura underground e urbana de Londres, ao redor da Big Apple Records, da festa FWD&gt;&gt; e de selos como Tempa e Hyperdub (este último, do produtor/DJ Kode 9, um dos pais do movimento), saísse do gueto e chegasse ao mainstream.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Prosseguimos para 2007. Burial causa burburinho no meio musical com o disco &lt;em&gt;Untrue&lt;/em&gt;, carregado de tons escuros e sombrios. No ano seguinte, Benga lança o elogiado &lt;em&gt;Diary of an Afro Warrior&lt;/em&gt; (quatro estrelas de cinco, no Allmusic.com), com graves e vocais robóticos que estouram as caixas de som. No início de 2009, &lt;em&gt;London Zoo&lt;/em&gt;, do inglês The Bug, figura em várias listas: melhor álbum de 2008 da revista The Wire, 38ª posição (de cinqüenta) no site Pitchforkmedia, e primeira no Metacritic.com. O dubstep cresce e atrai mais adeptos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por aqui, o coletivo Tranquera, sediado em São Paulo, é o principal agitador do gênero. Fundado por Bruno Belluomini e atuante desde 2005, o Tranquera se divide em projeto audiovisual (Subcut, no clube Tapas), festa (Baixaria, no Vegas), &lt;a href=&quot;http://www.tranquera.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;o site Tranquera.org&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://mtv.uol.com.br/tranquera/blog&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;blog no Portal da MTV&lt;/a&gt; e podcasts. Como estamos no Brasil, à intersecção de gêneros que formaram o dubstep (grime, garage, drum’n’bass) é acrescentada a bass culture genuinamente local: Deize Tigrona e MC Gi já participaram da Baixaria. “O baile funk é nosso grime e a Deize Tigrona é nossa Warrior Queen”, comenta Belluomini.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Esse mix se chama Caribbean Clash. É uma colisão sonora mesmo. O vôo sai de Kingston e desce em Londres. Mas é uma viagem longa, com escalas em Chicago, Berlim, Bristol, Detroit e São Paulo. Não é dub, não é techno, não é house, não é garage – não é nada disso. É um lance diferente e novo para a maioria das pessoas. É um som grave, feito para ser sentido com o estômago, na frente do sound system. Esse é o som que toco e que me faz sentir vivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escolhi esses sons porque não consigo tocar algo que não faça sentido para mim ou que não tenha alguma relação com meu trabalho. Tudo nessa gravação é vinil, com exceção de um dubplate com produções próprias. Uso um processador de defeitos e um radinho de pilha também, basicamente para disparar samples e criar ambiências – tudo gravado ao vivo mesmo. A maioria dos artistas desse mix conheço pessoalmente. São pessoas que têm um trabalho excepcional e que merecem ser ouvidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A música é algo que me acompanha desde pequeno – a sonoridade do rádio principalmente, o chiado, o ruído, a interferência, etc. O interesse pelo vinil veio depois, com o hardcore, o punk rock, o DIY. A discotecagem surgiu no final dos anos 90, no momento que parti para os decks com discos de música eletrônica mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, residências, [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>O coletivo Tranquera é o maior representante do dubstep no Brasil. Seu mentor, Bruno Belluomini, mostra no deepbeep6 um set de batidas quebradas e graves possantes. Pra estourar as caixas de som!</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Andre Juliani</title>
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		<pubDate>Sun, 24 May 2009 20:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Baterista e ex-professor de conservatórios, Andre Juliani traz no currículo uma forte ligação com a música orgânica, antes da eletrônica. A paixão pelos sintetizadores e mixers começou em 1994, quando o conhecedor de rock e jazz freqüentou o Hell’s Club, after-hours de São Paulo que, em sua primeira edição (94 a 98), formou uma geração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Baterista e ex-professor de conservatórios, Andre Juliani traz no currículo uma forte ligação com a música orgânica, antes da eletrônica. A paixão pelos sintetizadores e mixers começou em 1994, quando o conhecedor de rock e jazz freqüentou o Hell’s Club, after-hours de São Paulo que, em sua primeira edição (94 a 98), formou uma geração de DJs e amantes da cultura de noite. Foi na pista do Columbia que ouviu techno pela primeira vez, dando os passos iniciais na carreira de disc-jóquei e tornando-se muito conhecido pelo clube do qual foi sócio, o PIX.</p>
<p>Graças à sua história com as picapes, foi indicado seis vezes ao extinto prémio Noite Ilustrada, da jornalista Erika Palomino (Folha de S. Paulo), como melhor DJ de house e tech-house e, este ano, foi indicado como melhor DJ no prêmio Best Brasil, da DJ Mag. Atualmente, além de diretor artístico do clube Vegas, Juliani, 33, também trabalha como produtor: acaba de lançar o EP Rulio (Trusty/ProImusic), com seis faixas que, sem esquecer as influências orgânicas, transitam pelo downtempo, IDM e break. Neste set para o deepbeep, gravado ao vivo na festa Máfia, ele mostra sua faceta de baixos bpms em house e nu-disco.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
O set foi gravado ao vivo na edição de novembro de 2008 da Máfia, festa que sou residente no Vegas. Nesta noite fiz um set um pouco diferente do que as pessoas estão acostumadas a me ouvir tocar. Basicamente, house e nu-disco com bpm bem baixo e com elementos acústicos. Eu nunca preparo um set com antecedência pois prefiro “sentir” a pista, acho que fica mais espontâneo. Meu gosto é bastante eclético e levo músicas para as mais diversas ocasiões, sempre com idéia de mostrar algo novo para a audiência.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Meu avô foi trombonista da Orchestra Municipal de São Paulo nos anos 40, e tenho a imagem dele ensaiando em casa quando eu tinha seis anos de idade. Meu pai e meu avô tinham juntos uma bela coleção de discos de jazz e soul. Sou músico, baterista: toquei em várias bandas de rock e jazz nos anos 90 e ainda lecionei em alguns conservatórios. Foi uma escola e tanto.</p>
<p>Minha primeira experiência com música eletrônica e clubes foi em 1994, no extinto e lendário Hell’s Club. A convite de um amigo fui escutar o Mau Mau tocar e fiquei impressionado com o que vi. Toda aquela gente totalmente conectada com aquele som completamente inovador. Foi paixão a primeira vista. Logo fiz amizade com o Mau Mau e, em 1997, comecei a discotecar.</p>
<p>Tive uma sorte muito grande porque, quando estava começando o processo interminável de pesquisa musical, ganhei um case com 200 discos do DJ Alfred, que acabara de falecer. Ele era residente do Hell’s e, neste case, vieram muitos clássicos de selos de Detroit e Chicago, o que serviu de base para o meu som. Fui sócio do PIX, um pré-clube que funcionou entre os anos de 1998 e 2004, no qual eu tocava todas as sextas e sábados. Era um lugar bastante intimista (150 pessoas), e que deixou saudades.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Sou residente do Vegas, na festa Máfia, que acontece sempre no último sábado de cada mês, e toco também, às quintas-feiras, na noite Rockfellas, no mesmo clube, festa na qual abro meu acervo de raridades soul, rocksteady, ska, dub e rock n’ roll. É bem divertido.</p>
<p><strong>Fotos e texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Baterista e ex-professor de conservatórios, Andre Juliani traz no currículo uma forte ligação com a música orgânica, antes da eletrônica. A paixão pelos sintetizadores e mixers começou em 1994, quando o conhecedor de rock e jazz freqüentou o Hell’s Club, after-hours de São Paulo que, em sua primeira edição (94 a 98), formou uma geração de DJs e amantes da cultura de noite. Foi na pista do Columbia que ouviu techno pela primeira vez, dando os passos iniciais na carreira de disc-jóquei e tornando-se muito conhecido pelo clube do qual foi sócio, o PIX.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Graças à sua história com as picapes, foi indicado seis vezes ao extinto prémio Noite Ilustrada, da jornalista Erika Palomino (Folha de S. Paulo), como melhor DJ de house e tech-house e, este ano, foi indicado como melhor DJ no prêmio Best Brasil, da DJ Mag. Atualmente, além de diretor artístico do clube Vegas, Juliani, 33, também trabalha como produtor: acaba de lançar o EP Rulio (Trusty/ProImusic), com seis faixas que, sem esquecer as influências orgânicas, transitam pelo downtempo, IDM e break. Neste set para o deepbeep, gravado ao vivo na festa Máfia, ele mostra sua faceta de baixos bpms em house e nu-disco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O set foi gravado ao vivo na edição de novembro de 2008 da Máfia, festa que sou residente no Vegas. Nesta noite fiz um set um pouco diferente do que as pessoas estão acostumadas a me ouvir tocar. Basicamente, house e nu-disco com bpm bem baixo e com elementos acústicos. Eu nunca preparo um set com antecedência pois prefiro “sentir” a pista, acho que fica mais espontâneo. Meu gosto é bastante eclético e levo músicas para as mais diversas ocasiões, sempre com idéia de mostrar algo novo para a audiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Meu avô foi trombonista da Orchestra Municipal de São Paulo nos anos 40, e tenho a imagem dele ensaiando em casa quando eu tinha seis anos de idade. Meu pai e meu avô tinham juntos uma bela coleção de discos de jazz e soul. Sou músico, baterista: toquei em várias bandas de rock e jazz nos anos 90 e ainda lecionei em alguns conservatórios. Foi uma escola e tanto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Minha primeira experiência com música eletrônica e clubes foi em 1994, no extinto e lendário Hell’s Club. A convite de um amigo fui escutar o Mau Mau tocar e fiquei impressionado com o que vi. Toda aquela gente totalmente conectada com aquele som completamente inovador. Foi paixão a primeira vista. Logo fiz amizade com o Mau Mau e, em 1997, comecei a discotecar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tive uma sorte muito grande porque, quando estava começando o processo interminável de pesquisa musical, ganhei um case com 200 discos do DJ Alfred, que acabara de falecer. Ele era residente do Hell’s e, neste case, vieram muitos clássicos de selos de Detroit e Chicago, o que serviu de base para o meu som. Fui sócio do PIX, um pré-clube que funcionou entre os anos de 1998 e 2004, no qual eu tocava todas as sextas e sábados. Era um lugar bastante intimista (150 pessoas), e que deixou saudades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sou residente do Vegas, na festa Máfia, que acontece sempre no último sábado de cada mês, e toco também, às quintas-feiras, na noite Rockfellas, no mesmo clube, festa na qual abro meu acervo de raridades soul, rocksteady, ska, dub e rock n’ roll. É bem divertido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fotos e texto:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://joaoperassolo.carbonmade.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;João [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Baterista e ex-professor de conservatórios, Andre Juliani traz no currículo uma forte ligação com a música orgânica, antes da eletrônica. A paixão pelos sintetizadores e mixers começou em 1994, quando o conhecedor de rock e jazz [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db5 Max Underson</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 06:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gravado originalmente em março de 2009 com o título de Sensores, o deepbeep5 traz uma seleção de alto nível que vai do ambient ao IDM, passando pelo deep e dub techno, numa atmosfera diferente da que caracteriza os sets de Max Underson quando toca em clubes. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É de São Paulo um dos nomes mais quentes do techno brasileiro atual. Max Underson, o DJ, trilhou um conhecido caminho da cena eletrônica da capital: house e acid house no fim dos anos 80, techno na década de 90, até começar a tocar em clubes no início dos anos 2000. Max Underson, o produtor, que se apresenta e compõe sob o pseudônimo Modern Process, traz na bagagem EPs e tracks lançadas por selos brasileiros e portugueses – o quarto e mais recente EP, <em>Orquídea</em>, recém saiu pelo netlabel Motronic, que disponibiliza gratuitamente trabalhos de artistas brasileiros e internacionais de minimal techno/house.</p>
<p>Gravado originalmente em março de 2009 com o título de <em>Sensores</em>, o <strong>deepbeep5</strong> traz uma seleção de alto nível que vai do ambient ao IDM, passando pelo deep e dub techno, numa atmosfera diferente da que caracteriza os sets de Underson quando toca em clubes.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Procurei fazer a seleção de algumas músicas que gosto de escutar em casa ou quando estou me locomovendo pela cidade. O set tem um contexto experimental, foge um pouco da linha de house e techno que costumo tocar em clubes. Eu queria que as pessoas sentissem a música sendo os “sensores” do set, daí o nome, que acontece como uma trilha sonora passeando por momentos calmos, melancólicos e tensos, uma mistura de IDM, ambient, techno, eletrônica e acústico, destacando a melodia e a emoção das faixas. Uma das inspirações começou algum tempo atrás, numa pesquisa musical onde encontrei o netlabel Sutemos e me interessei a pesquisar mais sobre essa sonoridade vasta de eletrônica.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Desde criança escutava bastante música através dos meus pais, que gostavam de rock, pop e black. A eletrônica, especificamente, começou em 89, quando eu acompanhava a Nova FM, que era uma rádio com programação predominante de dance e house music. Nos anos seguintes a coisa ficou mais underground, foi uma paixão natural que seguiu e perdura até hoje. Comecei a tocar em 1994 mas, profissionalmente, em clube, minha primeira apresentação foi n’A Loca, em 2000. Na época, me apresentei num campeonato de onde saíram alguns DJs que estão em destaque atualmente. Desde então passei por clubes e festas nas quais tive o prazer de tocar ao lado de todos os grandes DJs que eu sempre admirei e tenho respeito.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, residências, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Tenho um projeto de produção de música eletrônica chamado Modern Process, já com alguns EPs digitais lançados pelo selo Benthic, de Portugal. Por selos brasileiros tenho um álbum que saiu pela Conteúdo Recordings (Belo Horizonte) e uma faixa pelo selo Puzzle Heads. Saiu agora em maio um EP chamado <em>Orquídea</em>, pelo netlabel Motronic. No momento continuo com a discotecagem pelos bares, festas e clubes de São Paulo e outras cidades; quero ainda futuramente realizar um projeto de live e outro de audiovisual.</p>
<p><strong>Como funciona seu processo de criação, das inspirações até a produção final?</strong><br />
Meu processo de criação tanto em DJ set ou na produção de uma faixa começa pela minha pesquisa musical, das sonoridades que estou escutando no momento, dos amigos que me mostram outros sons ou de uma saída na noite escutando algum DJ ou live que me chame atenção – essas coisas me inspiram e em algum momento procuro fazer um trabalho temático pra não ficar repetitivo. Eu acredito muito no fator de identidade e coerência, ao menos acho que estou conseguindo manter, estou tentando, é uma questão difícil. (risos)</p>
<p><strong>Dos selos, DJs e produtores que existem por aí, quais são seus favoritos?</strong><br />
Na linha do set gosto muito do selo Ghostly International. Sutemos, também, é um dos que aparecem mais no set, eles tem uma visão bem vanguarda na música eletrônica, com bons lançamentos e novos artistas. Eu diria que tenho favoritos de tempos em tempos. Para citar alguns nomes, teve época que escutei muito Apparat, Anders Ilar, Lusine, Deru, entre outros…, sempre escuto Repair, Worm is Green, M83, Hauschka, a doce voz de Ella Blixt e seu projeto Bobby Baby. Mais recentemente tenho escutado o álbum da banda Faunts.</p>
<p><strong>Fotos:</strong> Thiago Ribeiro<br />
<strong>Texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;É de São Paulo um dos nomes mais quentes do techno brasileiro atual. Max Underson, o DJ, trilhou um conhecido caminho da cena eletrônica da capital: house e acid house no fim dos anos 80, techno na década de 90, até começar a tocar em clubes no início dos anos 2000. Max Underson, o produtor, que se apresenta e compõe sob o pseudônimo Modern Process, traz na bagagem EPs e tracks lançadas por selos brasileiros e portugueses – o quarto e mais recente EP, &lt;em&gt;Orquídea&lt;/em&gt;, recém saiu pelo netlabel Motronic, que disponibiliza gratuitamente trabalhos de artistas brasileiros e internacionais de minimal techno/house.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gravado originalmente em março de 2009 com o título de &lt;em&gt;Sensores&lt;/em&gt;, o &lt;strong&gt;deepbeep5&lt;/strong&gt; traz uma seleção de alto nível que vai do ambient ao IDM, passando pelo deep e dub techno, numa atmosfera diferente da que caracteriza os sets de Underson quando toca em clubes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Procurei fazer a seleção de algumas músicas que gosto de escutar em casa ou quando estou me locomovendo pela cidade. O set tem um contexto experimental, foge um pouco da linha de house e techno que costumo tocar em clubes. Eu queria que as pessoas sentissem a música sendo os “sensores” do set, daí o nome, que acontece como uma trilha sonora passeando por momentos calmos, melancólicos e tensos, uma mistura de IDM, ambient, techno, eletrônica e acústico, destacando a melodia e a emoção das faixas. Uma das inspirações começou algum tempo atrás, numa pesquisa musical onde encontrei o netlabel Sutemos e me interessei a pesquisar mais sobre essa sonoridade vasta de eletrônica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Desde criança escutava bastante música através dos meus pais, que gostavam de rock, pop e black. A eletrônica, especificamente, começou em 89, quando eu acompanhava a Nova FM, que era uma rádio com programação predominante de dance e house music. Nos anos seguintes a coisa ficou mais underground, foi uma paixão natural que seguiu e perdura até hoje. Comecei a tocar em 1994 mas, profissionalmente, em clube, minha primeira apresentação foi n’A Loca, em 2000. Na época, me apresentei num campeonato de onde saíram alguns DJs que estão em destaque atualmente. Desde então passei por clubes e festas nas quais tive o prazer de tocar ao lado de todos os grandes DJs que eu sempre admirei e tenho respeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, residências, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tenho um projeto de produção de música eletrônica chamado Modern Process, já com alguns EPs digitais lançados pelo selo Benthic, de Portugal. Por selos brasileiros tenho um álbum que saiu pela Conteúdo Recordings (Belo Horizonte) e uma faixa pelo selo Puzzle Heads. Saiu agora em maio um EP chamado &lt;em&gt;Orquídea&lt;/em&gt;, pelo netlabel Motronic. No momento continuo com a discotecagem pelos bares, festas e clubes de São Paulo e outras cidades; quero ainda futuramente realizar um projeto de live e outro de audiovisual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona seu processo de criação, das inspirações até a produção final?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Meu processo de criação tanto em DJ set ou na produção de uma faixa começa pela minha pesquisa musical, das sonoridades que estou escutando no momento, dos amigos que me mostram outros sons ou de uma saída na noite escutando algum DJ ou live que me chame atenção – essas coisas me inspiram e em algum momento procuro fazer um trabalho temático pra não ficar repetitivo. [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Gravado originalmente em março de 2009 com o título de Sensores, o deepbeep5 traz uma seleção de alto nível que vai do ambient ao IDM, passando pelo deep e dub techno, numa atmosfera diferente da que caracteriza os sets de Max Underson quando [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Kim Ann Foxman</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 20:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Designer de jóias. Vocalista do grupo de neo disco Hercules &#38; Love Affair. DJ. Figura da noite underground de Nova Iorque. Kim Ann Foxman soma todos estes atributos. Em sua discotecagem na festa Ludo, na madrugada de 9 para 10 de maio, no clube Vegas, a garota mostrou seu elogiado set de acid e clássicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Designer de jóias. Vocalista do grupo de neo disco Hercules &amp; Love Affair. DJ. Figura da noite underground de Nova Iorque. <strong>Kim Ann Foxman</strong> soma todos estes atributos. Em sua discotecagem na festa Ludo, na madrugada de 9 para 10 de maio, no clube Vegas, a garota mostrou seu elogiado set de acid e clássicos da house que já teve apresentações no Le Pulp (Paris) e no programa Beats In Space (Nova Iorque).</p>
<p>Nascida no Hawaii e com passagem em São Francisco durante a faculdade, quando participou de uma banda de indietronica, Kim Ann mudou para a Big Apple e fez fama com a festa gay Mad Clams, no clube The Hole, ao lado de seu amigo e parceiro profissional Andrew Butler, DJ residente da festa, com quem mais tarde formou o Hercules &amp; Love Affair.</p>
<p><strong>Fotos e texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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&lt;p&gt;Nascida no Hawaii e com passagem em São Francisco durante a faculdade, quando participou de uma banda de indietronica, Kim Ann mudou para a Big Apple e fez fama com a festa gay Mad Clams, no clube The Hole, ao lado de seu amigo e parceiro profissional Andrew Butler, DJ residente da festa, com quem mais tarde formou o Hercules &amp; Love Affair.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fotos e texto:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://joaoperassolo.carbonmade.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;João Pedro Perassolo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Designer de jóias. Vocalista do grupo de neo disco Hercules &amp; Love Affair. DJ. Figura da noite underground de Nova Iorque. Kim Ann Foxman soma todos estes atributos. Em sua discotecagem na festa Ludo, na madrugada de 9 para 10 de maio, no [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db4 Magal</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 06:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Magal tem 43 anos. Destes, mais de 25 foram dedicados às pick ups. Quando convidado a participar do deepbeep, ele pediu para divulgarmos seu novo set, que tem tocado na noite Cio (D-edge), às quartas, que você confere em breve. Algum tempo depois, perguntou se poderia enviar um outro set, desta vez com faixas de produtores que mais o influenciaram. O resultado funciona como um retrospectiva musical deste importante nome da eletrônica nacional, e mostrando seu trânsito por estilos distintos como techno, acid house e EBM.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Magal </strong>tem 43 anos. Destes, mais de 25 foram dedicados às picapes. Quando convidado a participar do <strong>deepbeep</strong>, ele pediu para divulgarmos seu novo set, que tem tocado na noite Cio (D-edge), às quartas – e que você ouvirá em breve, aqui no site. Algum tempo depois, perguntou se poderia enviar outro set – que você escuta agora – desta vez com faixas dos produtores que mais o influenciaram. Os sets funcionam como um retrospectiva musical deste importante nome da eletrônica nacional, e mostram seu trânsito por estilos distintos como techno, acid house e EBM.</p>
<p>O DJ começou sua trajetória apadrinhado pelo falecido Marquinhos MS – juntos, colocavam para dançar a pista do clube Madame Satã. Eram os anos 80, época de new wave e post punk, de um lado, e industrial, de outro. Em seguida vieram a casa Rose Bom Bom, a acid house e o EBM; depois, o big beat e, mais tarde, a noite I Like Mondays (1997), dedicada aos anos 80, que Magal dividia com o DJ Fabio Spavieri. Por ter atravessado diferentes épocas e estilos, Magal é sempre apontado como referência. Desde 2000, é residente do projeto Cio (pelo qual trouxe o electro ao Brasil), ao lado de Gláucia ++ e Oscar Bueno.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Este set é uma homenagem aos clubes em que toquei no passado. Nele, coloquei trechos de músicas de estilos diferentes, por isso foi difícil mixá-lo – o que eu acho muito bacana, por sinal. Tem EBM, house, acid house, new beat e disco, todas as referências que carrego até hoje nos meus sets.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Ouço música desde pequeno. Meu pai sempre comprava discos e deixava que eu e meus irmãos ficássemos ouvindo. Eram coisas que só ele gostava, e a gente adorava colocar os discos na vitrola. Na adolescência existiam as festas de garagem, com equipes de som. Meu irmão teve uma, sempre que dava eu ajudava na montagem dos equipamentos, divulgação, etc. Depois ia na festinha pra dançar, adorava fazer isso. Só em 83, no Madame Satã, é que eu me envolvi com a arte de tocar de uma maneira mais séria.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Produção. Estou me dedicando mais a isso, apesar de não ter muito tempo. Por isso resolvi trabalhar em parceria com outros produtores – acho que esse é o caminho.</p>
<p><strong>Texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Magal &lt;/strong&gt;tem 43 anos. Destes, mais de 25 foram dedicados às picapes. Quando convidado a participar do &lt;strong&gt;deepbeep&lt;/strong&gt;, ele pediu para divulgarmos seu novo set, que tem tocado na noite Cio (D-edge), às quartas – e que você ouvirá em breve, aqui no site. Algum tempo depois, perguntou se poderia enviar outro set – que você escuta agora – desta vez com faixas dos produtores que mais o influenciaram. Os sets funcionam como um retrospectiva musical deste importante nome da eletrônica nacional, e mostram seu trânsito por estilos distintos como techno, acid house e EBM.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O DJ começou sua trajetória apadrinhado pelo falecido Marquinhos MS – juntos, colocavam para dançar a pista do clube Madame Satã. Eram os anos 80, época de new wave e post punk, de um lado, e industrial, de outro. Em seguida vieram a casa Rose Bom Bom, a acid house e o EBM; depois, o big beat e, mais tarde, a noite I Like Mondays (1997), dedicada aos anos 80, que Magal dividia com o DJ Fabio Spavieri. Por ter atravessado diferentes épocas e estilos, Magal é sempre apontado como referência. Desde 2000, é residente do projeto Cio (pelo qual trouxe o electro ao Brasil), ao lado de Gláucia ++ e Oscar Bueno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Este set é uma homenagem aos clubes em que toquei no passado. Nele, coloquei trechos de músicas de estilos diferentes, por isso foi difícil mixá-lo – o que eu acho muito bacana, por sinal. Tem EBM, house, acid house, new beat e disco, todas as referências que carrego até hoje nos meus sets.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ouço música desde pequeno. Meu pai sempre comprava discos e deixava que eu e meus irmãos ficássemos ouvindo. Eram coisas que só ele gostava, e a gente adorava colocar os discos na vitrola. Na adolescência existiam as festas de garagem, com equipes de som. Meu irmão teve uma, sempre que dava eu ajudava na montagem dos equipamentos, divulgação, etc. Depois ia na festinha pra dançar, adorava fazer isso. Só em 83, no Madame Satã, é que eu me envolvi com a arte de tocar de uma maneira mais séria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Produção. Estou me dedicando mais a isso, apesar de não ter muito tempo. Por isso resolvi trabalhar em parceria com outros produtores – acho que esse é o caminho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Texto:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://joaoperassolo.carbonmade.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;João Pedro Perassolo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Magal tem 43 anos. Destes, mais de 25 foram dedicados às pick ups. Quando convidado a participar do deepbeep, ele pediu para divulgarmos seu novo set, que tem tocado na noite Cio (D-edge), às quartas, que você confere em breve. Algum tempo [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Greg Wilson</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 19:48:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pioneiro da música eletrônica na Inglaterra, conhecido pelos edits feitos manualmente com gilete, sobram louros para Greg Wilson, o (hoje) cinquentão que criou boa parte do culto ao disc jóquei. Pela segunda vez no Brasil, ele tocou na madrugada do dia 2 para o dia 3 de maio, no clube Vegas. Este set, que você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pioneiro da música eletrônica na Inglaterra, conhecido pelos <em>edits</em> feitos manualmente com gilete, sobram louros para <strong>Greg Wilson</strong>, o (hoje) cinquentão que criou boa parte do culto ao disc jóquei. Pela segunda vez no Brasil, ele tocou na madrugada do dia 2 para o dia 3 de maio, no clube Vegas. Este set, que você ouve com exclusividade no <strong>deepbeep</strong>, marca a estreia de uma parceria do site com o bar Volt – trazendo apresentações de nomes internacionais que se apresentam no Vegas, em São Paulo.</p>
<p>Atuando desde 1975, Wilson tem uma técnica peculiar: utiliza um tocador de fita de rolo Revox B77 associado a um laptop. Ele se apresentava no clube Haçienda, em Manchester, em meados da década de 80. Acompanhou o movimento post-punk de bandas como Joy Division e The Cure, e, em seguida, a madchester da ascensão da acid house e da cultura clubber – época representada no filme <em>24 Hour Party People</em>, de Michael Winterbottom, no qual Greg representa ele mesmo. Nomes importantes como Fat Boy Slim, Norman Jay, Gilles Peterson e a revista DJ Mag elegeram Greg Wilson como um dos melhores DJs e remixers de todos os tempos.</p>
<p><strong>Fotos:</strong> <a href="http://www.flickr.com/photos/silvanagarzaro/" target="_blank">Silvana Garzaro</a></p>
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&lt;p&gt;Atuando desde 1975, Wilson tem uma técnica peculiar: utiliza um tocador de fita de rolo Revox B77 associado a um laptop. Ele se apresentava no clube Haçienda, em Manchester, em meados da década de 80. Acompanhou o movimento post-punk de bandas como Joy Division e The Cure, e, em seguida, a madchester da ascensão da acid house e da cultura clubber – época representada no filme &lt;em&gt;24 Hour Party People&lt;/em&gt;, de Michael Winterbottom, no qual Greg representa ele mesmo. Nomes importantes como Fat Boy Slim, Norman Jay, Gilles Peterson e a revista DJ Mag elegeram Greg Wilson como um dos melhores DJs e remixers de todos os tempos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fotos:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/silvanagarzaro/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Silvana Garzaro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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		<title>db3 Renato Lopes</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 06:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O terceiro convidado do deepbeep, Renato Lopes, preparou um set cheio de tons atmosféricos. "Boa parte das faixas são de vinil. Daí alguns clecks e pulos, que espero tê-los deixado o menos abrupto possível", comenta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito conhecido por sua trajetória – <strong>Renato Lopes</strong> toca há mais de vinte anos, foi um dos responsáveis pela introdução e disseminação da música eletrônica no Brasil – o terceiro convidado do <strong>deepbeep</strong> preparou um set cheio de tons atmosféricos. “Boa parte das faixas são de vinil. Daí alguns clecks e pulos, que espero tê-los deixado o menos abrupto possível”, comenta.</p>
<p>Natural de Registro, interior de São Paulo, antes da cultura de noite Renato Lopes trabalhou como assistente de produção na Rádio Eldorado – local em que teve sua iniciação musical. Sua trajetória como DJ teve início em 1986, no Madame Satã, seguido do Nation Disco Club, de 1987 até 1991; passou pelos clubes Sra. Krawitz e Columbia nos anos 90, até chegar em 2000, quando montou a agência Smartbiz. Ao longo dos anos produziu com vários nomes como Dudu Marote, Appolo 9, Eraldo Palmero, Loop B, Francon Jr, Manoel Vanni e Suba (R.I.P.). Fez trilhas para desfiles e remixes para artistas tão distintos quanto Skank, Edgard Scandurra e Edson Cordeiro. Participou da Techno Parade em Paris, em 2003, além de outras apresentações em Londres, Berlin (SO 36 e Tresor), Colônia, Leipzig, Dresden, Paris e Madrid. Atualmente Lopes toca na noite Mothership no D-edge, Clash, Vegas e Loca. Apresenta a Rádio Smartbiz na Energia FM e o programa SeeTheSound TV.</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Escolhi faixas que sempre ouvi em casa, e toquei quando tive oportunidade. São baladas, coisas antigas, novas; algumas meio pista intimista.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Me interesso por música desde menino, quando ouvia os discos dos pais e irmãos. Sempre foi muito presente na minha vida, e nos anos 80 passou a ser a base do ofício mesmo.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Os projetos no momento são o SeeTheSound TV – programa na web sobre cultura de clubs e DJs, com entrevistas, matérias especias e indicações de videos – faço com o Ronaldo Mendoça, idealizador do projeto. Também faço há 5 anos a Rádio Smartbiz, transmitida pela Energia FM e em streaming no site da Smartbiz.</p>
<p><strong>Cite um ponto positivo e um negativo de tocar em 1986, quando você começou, e hoje, 2009.</strong><br />
O ponto positivo da cena de 86 era o fato de que tudo era novidade para nós. O conceito de festa, DJ, as músicas (era o surgimento de house techno!). A cena era pequena, mais intimista e aconchegante…. Bom, mas isso já começa a ficar com ares de um saudosismo, que não leva a nada.</p>
<p>O lado negativo era a escassez de informação. Chegava apenas pelas revistas e jornais que venerávamos (The Face, ID, NME, Melody Maker), que eram bem legais e indicavam o que era relevante – mas certamente havia muito mais música saindo. Também tinham as lojas e pessoas que nos traziam as listas que preparávamos. Era uma espera de duas, três, quatro semanas. As faixas eram exclusivas por um tempo, mas ao preço de uma espera longa. A grande oportunidade era quando viajávamos para a Europa e voltávamos com cases abarrotados de discos.</p>
<p>Nos dias de hoje, o positivo é a disponibilidade de música, a oportunidade de se conhecer muito mais facilmente o que tem de novo saindo. O público interessado cresceu, e isso torna muito mais divertido tocar e arriscar na pista. O lado ruim é que sai muita coisa parecida e/ou que não tem importância nenhuma. Já acontecia isso com o vinil, mas nesta era digital o processo de seleção ficou bem demorado. Tem que ter paciência e ficar no garimpo online. =)</p>
<p><strong>Fotos e texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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&lt;p&gt;Natural de Registro, interior de São Paulo, antes da cultura de noite Renato Lopes trabalhou como assistente de produção na Rádio Eldorado – local em que teve sua iniciação musical. Sua trajetória como DJ teve início em 1986, no Madame Satã, seguido do Nation Disco Club, de 1987 até 1991; passou pelos clubes Sra. Krawitz e Columbia nos anos 90, até chegar em 2000, quando montou a agência Smartbiz. Ao longo dos anos produziu com vários nomes como Dudu Marote, Appolo 9, Eraldo Palmero, Loop B, Francon Jr, Manoel Vanni e Suba (R.I.P.). Fez trilhas para desfiles e remixes para artistas tão distintos quanto Skank, Edgard Scandurra e Edson Cordeiro. Participou da Techno Parade em Paris, em 2003, além de outras apresentações em Londres, Berlin (SO 36 e Tresor), Colônia, Leipzig, Dresden, Paris e Madrid. Atualmente Lopes toca na noite Mothership no D-edge, Clash, Vegas e Loca. Apresenta a Rádio Smartbiz na Energia FM e o programa SeeTheSound TV.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Escolhi faixas que sempre ouvi em casa, e toquei quando tive oportunidade. São baladas, coisas antigas, novas; algumas meio pista intimista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Me interesso por música desde menino, quando ouvia os discos dos pais e irmãos. Sempre foi muito presente na minha vida, e nos anos 80 passou a ser a base do ofício mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os projetos no momento são o SeeTheSound TV – programa na web sobre cultura de clubs e DJs, com entrevistas, matérias especias e indicações de videos – faço com o Ronaldo Mendoça, idealizador do projeto. Também faço há 5 anos a Rádio Smartbiz, transmitida pela Energia FM e em streaming no site da Smartbiz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cite um ponto positivo e um negativo de tocar em 1986, quando você começou, e hoje, 2009.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O ponto positivo da cena de 86 era o fato de que tudo era novidade para nós. O conceito de festa, DJ, as músicas (era o surgimento de house techno!). A cena era pequena, mais intimista e aconchegante…. Bom, mas isso já começa a ficar com ares de um saudosismo, que não leva a nada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lado negativo era a escassez de informação. Chegava apenas pelas revistas e jornais que venerávamos (The Face, ID, NME, Melody Maker), que eram bem legais e indicavam o que era relevante – mas certamente havia muito mais música saindo. Também tinham as lojas e pessoas que nos traziam as listas que preparávamos. Era uma espera de duas, três, quatro semanas. As faixas eram exclusivas por um tempo, mas ao preço de uma espera longa. A grande oportunidade era quando viajávamos para a Europa e voltávamos com cases abarrotados de discos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos dias de hoje, o positivo é a disponibilidade de música, a oportunidade de se conhecer muito mais facilmente o que tem de novo saindo. O público interessado cresceu, e isso torna muito mais divertido tocar e arriscar na pista. O lado ruim é que sai muita coisa parecida e/ou que não tem importância nenhuma. Já acontecia isso com o vinil, mas nesta era [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>O terceiro convidado do deepbeep, Renato Lopes, preparou um set cheio de tons atmosféricos. &quot;Boa parte das faixas são de vinil. Daí alguns clecks e pulos, que espero tê-los deixado o menos abrupto possível&quot;, comenta.</itunes:subtitle>
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		<title>db2 Luca Lauri &amp; Leiloca Pantoja</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 06:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que acontece quando Luca Lauri, do Noporn, se junta com Leiloca Pantoja? O deepbeep2 mostra o alto-astral da dupla: house, clássicos da disco, Rita Lee em versão exclusiva e globos de espelhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Luca Lauri </strong>é conhecido por sua parceria com Liana Padilha, o duo Noporn (talvez você já tenha ouvido a faixa “Baile de Peruas”). Eles também dividem a residência do projeto Strip Poker, no Vegas, onde tocam electro, disco-punk e synthpop. Já <strong>Leiloca Pantoja</strong>, apaixonada por disco music e grooves, em suas apresentações nos clubes A Lôca e Glória, entre outros, traz sempre um diálogo com a moda, com a cultura gls e com as divas do cinema – pense em Carmem Miranda, pense na boate Studio 54, pense em Donna Summer.</p>
<p><strong>Falem sobre o set. Como o compuseram, quais as inspirações, por que escolheram estas faixas?</strong><br />
<strong>Luca</strong> – Fiz um set inspirado na disco da Leiloca e no nosso edit para “Atlântida” (<em>faixa da Rita Lee</em>). A idéia era elevar essa atmosfera festiva com músicas que sempre gostei. Tem clássicos da house music como a recentemente sampleada “Do It Now”, do Dubtribe Sound System, e “My Beat”, do Blaze, em um remix novo. “Intro”, da dupla Braxe &amp; Folke dá um toque afrancesado ao set. E finalizo com “Real Pain”, do surpreendente projeto Kraak &amp; Smaak.<br />
<strong>Leiloca</strong> – Estou num momento superfeminina, sensível e dramática, e ando curtindo coisinhas luxuosas, grooveadas e orquestradas, com os dois pezinhos no mulherismo! Entre elas, um edit para “Jolene”, da Dolly Parton, assinado por Ilya Santana e que é babado, e uma disco escandalosa e sensual da Dusty Springfield, chamada “That’s the Kinda Love I Got For You”, de 1978. Há ainda outro edit novíssimo para “Can’t Fake The Feeling”, clássicão glamuroso e poderoso da Geraldine Hunt, de 1980; e mais nu-disco boogie como Free Disco e produções maravilhosas do In Flagranti, que tô curtindo pencas! Há também o edit que fiz com o Luca Lauri, um mash up de “Atlântida”, da Rita Lee, com Jeanette Lady Day, uma cantora da Prelude Records, nos anos 80.</p>
<p><strong>Vocês são ligados em música desde criança? Contem um pouco sobre suas histórias e se há fatos curiosos, até o momento em que viraram DJs e começaram a tocar em clubes/festas.</strong><br />
<strong>Luca</strong> – Sou ligado em música desde criança. Colecionava disquinhos já aos 6 anos. Depois fui estudar música e montei uma banda com amigos do colégio. Nessa época já arriscava fazer meus edits no meu “3 em 1″, em K7. Minha mãe tinha um salão de beleza e eu adorava fazer a trilha sonora pras clientes dela.<br />
<strong>Leiloca</strong> – Sempre gostei das festinhas e bailinhos quando era adolescente, dançava muito, e minha família sempre foi muito festeira. Cresci ouvindo Rita Lee, Tim Maia, New Order, bandas de disco-funk como Chic, Brass Construction, Jocelyn Brown e coletâneas babadeiras da Furacão 2000. Anos depois, mergulhei na história musical das pistas do final dos anos 70 e começo dos 80, descobri produções maravilhosas e obscuras, e me apaixonei por todos os estilos da disco!</p>
<p><strong> Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
<strong>Luca</strong> – Continuo trabalhando com a Liana Padilha nas noites Strip Poker, no Vegas, e no nosso projeto Noporn. Estamos gravando músicas novas. Com a Leiloca estou fazendo edits/mashups de músicas da Rita Lee, por quem somos apaixonados. “Atlântida”, presente neste set, é o primeiro deles. Queremos fazer pelo menos mais um para lançar um single para os DJs. Queremos Rita de volta às pistas!<br />
<strong>Leiloca</strong> – Toco todo mês, às terças, na festa Tapa na Pantera, no clube A Lôca, e na festa Luxo Pop Show, sábado, no Glória, com o Johnny Luxo e o Dragão de Komodo a.k.a. Edu Corelli. Faço também com o DJ Pejota a Discoteca Talismã, festa de disco, nu-disco, grooves e afins, que acontece em bares e clubes como o Secreto e o Vegas!</p>
<p><strong>Fotos e texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Falem sobre o set. Como o compuseram, quais as inspirações, por que escolheram estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Luca&lt;/strong&gt; – Fiz um set inspirado na disco da Leiloca e no nosso edit para “Atlântida” (&lt;em&gt;faixa da Rita Lee&lt;/em&gt;). A idéia era elevar essa atmosfera festiva com músicas que sempre gostei. Tem clássicos da house music como a recentemente sampleada “Do It Now”, do Dubtribe Sound System, e “My Beat”, do Blaze, em um remix novo. “Intro”, da dupla Braxe &amp; Folke dá um toque afrancesado ao set. E finalizo com “Real Pain”, do surpreendente projeto Kraak &amp; Smaak.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Leiloca&lt;/strong&gt; – Estou num momento superfeminina, sensível e dramática, e ando curtindo coisinhas luxuosas, grooveadas e orquestradas, com os dois pezinhos no mulherismo! Entre elas, um edit para “Jolene”, da Dolly Parton, assinado por Ilya Santana e que é babado, e uma disco escandalosa e sensual da Dusty Springfield, chamada “That’s the Kinda Love I Got For You”, de 1978. Há ainda outro edit novíssimo para “Can’t Fake The Feeling”, clássicão glamuroso e poderoso da Geraldine Hunt, de 1980; e mais nu-disco boogie como Free Disco e produções maravilhosas do In Flagranti, que tô curtindo pencas! Há também o edit que fiz com o Luca Lauri, um mash up de “Atlântida”, da Rita Lee, com Jeanette Lady Day, uma cantora da Prelude Records, nos anos 80.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vocês são ligados em música desde criança? Contem um pouco sobre suas histórias e se há fatos curiosos, até o momento em que viraram DJs e começaram a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Luca&lt;/strong&gt; – Sou ligado em música desde criança. Colecionava disquinhos já aos 6 anos. Depois fui estudar música e montei uma banda com amigos do colégio. Nessa época já arriscava fazer meus edits no meu “3 em 1″, em K7. Minha mãe tinha um salão de beleza e eu adorava fazer a trilha sonora pras clientes dela.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Leiloca&lt;/strong&gt; – Sempre gostei das festinhas e bailinhos quando era adolescente, dançava muito, e minha família sempre foi muito festeira. Cresci ouvindo Rita Lee, Tim Maia, New Order, bandas de disco-funk como Chic, Brass Construction, Jocelyn Brown e coletâneas babadeiras da Furacão 2000. Anos depois, mergulhei na história musical das pistas do final dos anos 70 e começo dos 80, descobri produções maravilhosas e obscuras, e me apaixonei por todos os estilos da disco!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Luca&lt;/strong&gt; – Continuo trabalhando com a Liana Padilha nas noites Strip Poker, no Vegas, e no nosso projeto Noporn. Estamos gravando músicas novas. Com a Leiloca estou fazendo edits/mashups de músicas da Rita Lee, por quem somos apaixonados. “Atlântida”, presente neste set, é o primeiro deles. Queremos fazer pelo menos mais um para lançar um single para os DJs. Queremos Rita de volta às pistas!&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Leiloca&lt;/strong&gt; – Toco todo mês, às terças, na festa Tapa na Pantera, no clube A Lôca, e na festa Luxo Pop Show, sábado, no Glória, com o Johnny Luxo e o Dragão de Komodo a.k.a. Edu [...]</itunes:summary>
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		<title>db1 Márcio Vermelho</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 04:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deepbeep</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Márcio Vermelho inaugura o deepbeep. Bem diferente do que toca nas pistas, este set é recheado de grooves, batidas lentas e atmosféricas, em 64 minutos que passeiam pela italo-disco, house e funk.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tocando profissionalmente desde 2001, <strong>Márcio Vermelho</strong> é um respeitado nome na cena noturna de São Paulo. DJ de house e disco e suas vertentes, além de produtor musical, a qualidade de seu trabalho é reconhecida nas festas em que toca: Freak Chic, na D-Edge; Perversa, no Glória; Ludo, no Vegas. Completa sua bio uma participação no conceituado programa Beats In Space, de Nova Iorque, comandado pelo DJ e produtor Tim Sweeney (DFA Records)</p>
<p><strong>Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?</strong><br />
Selecionei faixas de diferentes estilos para o set, um material que gosto muito e nem sempre consigo tocar nas pistas, pois são músicas atmosféricas ou com bpms muito lentos. O início é mais eletrônico, com influências de italo e electro, mas logo o set dilui-se em uma disco lisérgica, e então seguem-se faixas com diversas referências, do discopunk ao funk e à house, voltando à disco viajante na reta final.</p>
<p><strong>Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.</strong><br />
Cresci em um ambiente musical: meus pais adoram música e desde muito jovem tive o fascínio e o hábito de colecionar discos. Sempre preferi a música dançante, e na adolescência costumava ser o DJ das festinhas dos amigos, da escola e das próprias festas que fazia em casa. Visitava uma rádio do meu bairro com frequência, e ali me diverti muito, ajudando os colegas nas seleções e entendendo um pouco como toda aquela parafernália funcionava. Quando lembro de tudo isso penso que me tornar DJ profissional foi um caminho natural, mas até aqui foi um longo percurso.</p>
<p><strong>Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?</strong><br />
Duas festas novas, a LUDO, que acontece mensalmente no Vegas, e a Diamond, um projeto itinerante que faço ao lado do DJ Hubert, onde tocamos o lado mais bruto do nosso som, as referências, clássicos, raridades e grooves obscuros. A LUDO estreou em março com muito sucesso e é um projeto onde pretendo, ao lado de convidados escolhidos a dedo, apresentar toda a renovação da house e disco music. Tenho produzido algumas faixas também, estou trabalhando em um remix para a banda Cellophane, em parceria com o Renato Patriarca. Além disso, estou elaborando um programa para a Raydio Storm, uma rádio online de música dance alternativa que deve estrear em breve.</p>
<p><strong>Como foi participar do Beats In Space? Como rolou o convite?</strong><br />
Conheci o Tim Sweeney através do Facundo (Vegas), no final de 2007. Na mesma época toquei com o Todd Terje na FASE, no Rio de Janeiro, quando vários artistas da DFA vieram com frequência ao Brasil. O Tim conheceu o meu som, ouviu os sets que eu já tinha gravado anteriormente, gostou muito e então surgiu o convite. Fiquei muito feliz e honrado em participar do programa, afinal sou fã do Beats In Space há anos. Considero uma ótima referência de boa música, com sets surpreendentes além de ser uma ótima fonte de pesquisa.</p>
<p><strong>Fotos e texto:</strong> <a href="http://joaoperassolo.carbonmade.com/" target="_blank">João Pedro Perassolo</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;Tocando profissionalmente desde 2001, &lt;strong&gt;Márcio Vermelho&lt;/strong&gt; é um respeitado nome na cena noturna de São Paulo. DJ de house e disco e suas vertentes, além de produtor musical, a qualidade de seu trabalho é reconhecida nas festas em que toca: Freak Chic, na D-Edge; Perversa, no Glória; Ludo, no Vegas. Completa sua bio uma participação no conceituado programa Beats In Space, de Nova Iorque, comandado pelo DJ e produtor Tim Sweeney (DFA Records)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Selecionei faixas de diferentes estilos para o set, um material que gosto muito e nem sempre consigo tocar nas pistas, pois são músicas atmosféricas ou com bpms muito lentos. O início é mais eletrônico, com influências de italo e electro, mas logo o set dilui-se em uma disco lisérgica, e então seguem-se faixas com diversas referências, do discopunk ao funk e à house, voltando à disco viajante na reta final.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há fatos curiosos, até o momento em que você virou DJ e começou a tocar em clubes/festas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Cresci em um ambiente musical: meus pais adoram música e desde muito jovem tive o fascínio e o hábito de colecionar discos. Sempre preferi a música dançante, e na adolescência costumava ser o DJ das festinhas dos amigos, da escola e das próprias festas que fazia em casa. Visitava uma rádio do meu bairro com frequência, e ali me diverti muito, ajudando os colegas nas seleções e entendendo um pouco como toda aquela parafernália funcionava. Quando lembro de tudo isso penso que me tornar DJ profissional foi um caminho natural, mas até aqui foi um longo percurso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais seus projetos, festas e/ou parcerias em andamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Duas festas novas, a LUDO, que acontece mensalmente no Vegas, e a Diamond, um projeto itinerante que faço ao lado do DJ Hubert, onde tocamos o lado mais bruto do nosso som, as referências, clássicos, raridades e grooves obscuros. A LUDO estreou em março com muito sucesso e é um projeto onde pretendo, ao lado de convidados escolhidos a dedo, apresentar toda a renovação da house e disco music. Tenho produzido algumas faixas também, estou trabalhando em um remix para a banda Cellophane, em parceria com o Renato Patriarca. Além disso, estou elaborando um programa para a Raydio Storm, uma rádio online de música dance alternativa que deve estrear em breve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como foi participar do Beats In Space? Como rolou o convite?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Conheci o Tim Sweeney através do Facundo (Vegas), no final de 2007. Na mesma época toquei com o Todd Terje na FASE, no Rio de Janeiro, quando vários artistas da DFA vieram com frequência ao Brasil. O Tim conheceu o meu som, ouviu os sets que eu já tinha gravado anteriormente, gostou muito e então surgiu o convite. Fiquei muito feliz e honrado em participar do programa, afinal sou fã do Beats In Space há anos. Considero uma ótima referência de boa música, com sets surpreendentes além de ser uma ótima fonte de pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fotos e texto:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://joaoperassolo.carbonmade.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;João Pedro Perassolo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>Márcio Vermelho inaugura o deepbeep. Bem diferente do que toca nas pistas, este set é recheado de grooves, batidas lentas e atmosféricas, em 64 minutos que passeiam pela italo-disco, house e funk.</itunes:subtitle>
<itunes:author>Marcio Vermelho</itunes:author>
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