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		<title>db71 Daniel Lucas</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 07:00:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[DJ e produtor, Daniel Lucas segue influências da disco, jazz, italo, acid e funk, tanto em seus sets quanto em suas produções. Faz parte do casting de artistas da Voyage Inc de São Paulo, grupo seleto que ganhou espaço na cena paulistana e possui residências em clubs como Hot Hot, Vegas e Livraria da Esquina. [...]]]></description>
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	<itunes:summary>DJ e produtor, Daniel Lucas segue influências da disco, jazz, italo, acid e funk, tanto em seus sets quanto em suas produções. Faz parte do casting de artistas da Voyage Inc de São Paulo, grupo seleto que ganhou espaço na cena paulistana e possui residências em clubs como Hot Hot, Vegas e Livraria da Esquina.
Recentemente lançou dois álbuns, sendo um pela label Voyage Inc Records e outro pela Mister Mistery do artista Rotciv onde entrou nos bestsellers da disco / nu disco já na mesma semana do lançamento.
Fale sobre o set. Por que escolheu estas faixas e qual o melhor momento para escutá-lo?
Neste mix toquei algumas faixas de artistas brasileiros e pra mim este é o ponto chave do set. Nossos produtores estão cada vez melhores e mais bem vistos lá fora. Recentemente conversei com o Bodie Lee e com um dos integrantes do Ajello e eles elogiaram demais as produções brasileiras. Decidi então tocar algumas das faixas que mais gosto de ouvir e de tocar também.
Acredito que o set combina com qualquer momento. Desde uma festinha em casa com amigos até no dancefloor mais paulera.
Quais são suas influências?
O fato de ser bastante eclético me dificulta a resposta. É claro que aparentemente as influencias do meu set permeiam a nu disco / italo / acid , porém gosto de introduzir ideias que inovem esse “clichê”.
Gosto muito de sons orgânicos: de percursões a baixos acústicos e tento sempre introduzir esses e outros elementos tanto nos sets quanto nas minhas produções.
Conte-nos como começou suas carreira de DJ.
Em 2001 comecei a fuçar softwares de produção musical e viciei. A partir dalí nunca mais parei e fui aprimorando minhas produções e me envolvendo cada vez mais com a música eletrônica. De ouvinte a produtor , de produtor a DJ . A minha vida de DJ comecou em meados de 2006, fiz o caminho inverso.  Adoro discotecar , pesquisar coisas novas e hoje em dia tenho passado tempo até demais no trabalho de DJ deixando a produção às vezes de lado…
Quais são seus projetos em andamento, novidades e planos para o futuro.
Recentemente me mudei pra Niterói e finalmente terminei de montar meu homestudio. Voltei a produzir a todo o vapor e já estou com umas 8 tracks quase prontas. Assim que terminar libero no meu Soundcloud as novidades.
Este ano começo a gerenciar o label Voyage Inc Records, pretendemos investir não só em festas. O label é importante pra criarmos nossa identidade e introduzir novos conceitos de música pra cena eletrônica nacional.
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<itunes:subtitle>DJ e produtor, Daniel Lucas segue influências da disco, jazz, italo, acid e funk, tanto em seus sets quanto em suas produções. Faz parte do casting de artistas da Voyage Inc de São Paulo, grupo seleto que ganhou espaço na cena paulistana e [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dbmixtape Alain Patrick</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 07:00:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aesthetic Soul Vol.IV – ‘Magnetic Phonk’ traz um saboroso convite aos gooves funky do passado, presente e futuro, cobrindo um período de três décadas (1980-2010). Trata-se do quarto episódio de uma série que começou há pouco mais de um ano, hospedada até então no programa VinylMorpher Radio, da Inglaterra, e que faz a sua estréia [...]]]></description>
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	<itunes:summary>Aesthetic Soul Vol.IV – ‘Magnetic Phonk’ traz um saboroso convite aos gooves funky do passado, presente e futuro, cobrindo um período de três décadas (1980-2010). Trata-se do quarto episódio de uma série que começou há pouco mais de um ano, hospedada até então no programa VinylMorpher Radio, da Inglaterra, e que faz a sua estréia no deepbeep. Só que, ao contrário dos três primeiros capítulos, esse episódio tem repertório totalmente mixado, e portanto um formato mais voltado para set mixado do que podcast com narrativa.
O formato muda, todavia o conteúdo permanece – incluindo talentos como a dupla Rene &amp; Angela, o ecletismo qualitativo de Fatback, a produçao de Reggie Lucas e a percussão de Mtume em obra-prima de Sunfire, épico ciborgue de Newclews, Electro futurista de Autechre, a nova geração de Detroit com Kyle Hall, entre outras jóias. Aesthetic Soul traz mais uma vez uma perspectiva de grande diversidade estilística e abordagem emocional e futurista.
Boa viagem!
Aesthetic Soul é uma série de ‘Electronic Standards’.
Alain Patrick é sócio da 4MZK Agency e autor das séries ‘Aesthetic Soul’ e ‘Electronic Standards’.
Créditos
Aesthetic Soul Vol.IV – ‘Magnetic Phonk’
Repertório: Alain Patrick
Mixagens: Davi Rodrigues
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<itunes:subtitle>Aesthetic Soul Vol.IV – ‘Magnetic Phonk’ traz um saboroso convite aos gooves funky do passado, presente e futuro, cobrindo um período de três décadas (1980-2010). Trata-se do quarto episódio de uma série que começou há pouco mais de um [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Sangria Digital 03 – 27 de agosto de 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 08:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cevallos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inspirado pelo anúncio de que no dia 17 de dezembro será lançado o filme Tron Legacy com a trilha assinada pela dupla Daft Punk, resolvi fazer uma compilação de trilhas cinematográficas que de alguma forma sintetizam as sonoridades vigentes nesse blog. Já vazaram algumas faixas dessa trilha, muitas creditadas coma falsa, então para preservar a [...]]]></description>
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Inspirado pelo anúncio de que no dia 17 de dezembro será lançado o filme Tron Legacy com a trilha assinada pela dupla Daft Punk, resolvi fazer uma compilação de trilhas cinematográficas que de alguma forma sintetizam as sonoridades vigentes nesse blog.
Já vazaram algumas faixas dessa trilha, muitas creditadas coma falsa, então para preservar a autenticidade deste post e também respeitar o tempo do lançamento resolvi não incluir nenhuma delas.
O set é composto por uma mistura de soundtracks (trilha sonora) e música original (Score), a diferença entre elas é às vezes confusa, resumindo: A trilha sonora é uma compilação de canções que não necessariamente são feitas para o filme, podendo aparecer ou não na película, e geralmente refletem o espírito da obra, ou simplesmente lançadas para promover comercialmente o filme.
A música original é composta especialmente para o filme, quase sempre orquestrada ou eletrônica, serve de pano de fundo para as ações, identifica personagens, contribui de uma forma mais direta na dramaticidade das cenas.
Arte da Sangria Digital by Landosystem.

***
Forbidden Planet (Planeta Proibido) -1956
Louis and Bebe Barron – Robby, The Cook, And 60 Gallons Of Booze
Casal pioneiro na experimentação da música eletrônica. A trilha desse filme é considerada a primeira inteiramente eletrônica na história do cinema, composta através de traquitanas criadas pelos próprios, em uma espécie de circuit bending. As composições refletem sons de um mundo e de objetos inexistentes, tornando o processo e o resultado muito mais criativo. Antes de o homem pisar na lua lançaram a pedra fundamental para o som do mundo sci-fi.

Greenberg – 2010
James Murphy – People
Um dos melhores filmes do ano para mim. James Murphy (LCD Sound System) assina a trilha, aparece no filme e deve ter dado pitaco no roteiro, visto que o filme tem um ar hipster nova-iorquino forte. A música transita entre low-fi pop, chillwave, como se um cara de Nova York estivesse fazendo música na Califórnia, exatamente a mesma migração que o Ben Stiller faz no filme.

The Beach (A Praia) – 2000
Moby – Porcelain
Quem não quis fazer essa aventura do Leo DiCaprio? Tailândia, Full Moon Party, campos verdes, praias… Mas nem tudo é alegria quando se fica muito doidão. A música do Moby é linda, mas não seria a minha escolha, como a música e o filme são contemporâneos da pra se entender.

Cool World (Mundo Proibido) – 1992
The Future Sound of London – Papua New Guinea
Essa seria minha música perfeita para a cena da praia sendo descoberta no filme acima! Mas o filme é outro, e contem uma Kim Basinger cartum em grande momento sexy. A música é uma pérola, progressiva, exótica, dub, ambient. Pra mim está no top 5 das melhores de todos os tempos.

A Clockwork Orange (Laranja Mecânica) – 1971
Wendy Carlos and Rachel Elkind – Title Music from A Clockwork Orange (from Purcell’s Music for the Funeral of Queen Mary)
A obra de arte de Stanley Kubrick, uma odisséia visual e musical sobre tudo e mais um pouco. A trilha composta por Walter Carlos que logo depois viria a se tornar Wendy Carlos é uma grande tentativa de transpor o mundo erudito em notas de sintetizadores, e pelo visto conseguiu. A música título é dramática e épica assim como a abertura do filme.

Taxidermia – 2006
Amon Tobin – Taxidermia
Essa obra Húngara é um dos filmes mais bizarros de que tenho lembrança. Personagens estranhos e uma estética apurada, costurada por uma trilha original soturna. O brasileiro de nascimento mestre em batidas experimentais foi a escolha perfeita para transpor musicalmente a demência do filme.

Snatch (Porcos e Diamantes) – 2000
The Herbaliser – Sexual Women
O submundo londrino que já virou até gênero, uma boa diversão pop. A música é um guia sussurrado de experiências sexuais e comportamento entre quarto paredes, acompanhado por uma batida arrastada e uma contra baixo [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Inspirado pelo anúncio de que no dia 17 de dezembro será lançado o filme Tron Legacy com a trilha assinada pela dupla Daft Punk, resolvi fazer uma compilação de trilhas cinematográficas que de alguma forma sintetizam as sonoridades vigentes [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db70 Pedro Zopelar</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 03:01:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O multiinstrumentista, produtor e DJ Pedro Zopelar é também incansável. A paixão de Pedro pela música impulsionou uma onda de lançamentos atuais, seja com o projeto The Drone Lovers (em parceria com o DJ Davis e Érica Alves), com a banda Dandi Dracula (com Gheihart), ou através de suas trilhas, gigs e produções que fazem [...]]]></description>
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	<itunes:summary>O multiinstrumentista, produtor e DJ Pedro Zopelar é também incansável. A paixão de Pedro pela música impulsionou uma onda de lançamentos atuais, seja com o projeto The Drone Lovers (em parceria com o DJ Davis e Érica Alves), com a banda Dandi Dracula (com Gheihart), ou através de suas trilhas, gigs e produções que fazem parte do case de diversos DJs atualmente.
No decorrer da sua socialização musical, Pedro já dividiu a cabine nos principais clubs do Brasil como D-Edge, Lions Nightclub, Hot Hot, Dama de Ferro, 00, Velvet, Musik com artistas como Matias Aguayo, Derrick Carter, Steve Kotey, Luiz Pareto, Márcio Vermelho, Davis, Victor A e Renato Ratier.
Com faixas do The Drone Lovers, Williams, Kid Who, Bomb the Bass e um faixa própria, seu mix pode ser escutado a qualquer momento e reflete aquilo que Pedro pensa ser realmente uma música atual, sofisticada e verdadeira.
Quais suas inspirações e referências pra gravar este set?
Escolhi para esse set faixas com sonoridades mais sintéticas. Em alguns momentos pode lembrar bastante faixas antigas de italo ou até alguns momentos do electro-house por exemplo. Estou fugindo um pouco da “Disco Fever”, que de vez em quando me parece demasiadamente datada e animada. Tenho gostado das músicas mais frias e sombrias.
Qual o momento ideal para ouvir este mix?
Acho que a qualquer momento. Esse set como todos os meus são experimentos. Acho que o momento influi bastante na experiência do ouvinte, mas qualquer momento é uma boa oportunidade para refletir sobre o que estamos ouvindo. Se um dia eu aprender “a fórmula” pode ter certeza de que é pra nunca mais usá-la!
Você é ligado em música desde criança? Conte um pouco sobre sua história e se há algum fato curioso.
Desde muito cedo via meu pai tocando violão e cantando nas festas em casa. O repertório dele variava entre Fagner, Chico Buarque e Geraldo Azevedo. Mas meu interesse pela música veio mesmo depois que comecei a aprender meu primeiro instrumento, o violão. Por muito tempo achei que para compreender a música era preciso estudá-la. Quando conheci alguns DJs esse pensamento mudou em mim, por isso admiro tanto alguns amigos DJs que aprenderam de tanto ouvir, ler e colecionar. Ainda sou um “formando” nessa faculdade.
Como conciliar a carreira de DJ, produtor e músico?
Bom, confesso que não é muito fácil. Tem a parte boa que é poder me dedicar ao que mais gosto de fazer, mas às vezes me sinto em falta com um desses três lados. Tem épocas em que eu estou pesquisando mais e tocando menos os instrumentos, ou então produzindo mais e não pesquisando como gostaria… Porque além do meu projeto “The Drone Lovers” eu tenho também minhas gigs como DJ, projeto solo, uma banda de rock e faço trilhas. Então as vezes as idéias se conflitam… É preciso ter bastante atenção e foco! Vamos ver até quando dá pra levar.
O que você tem ouvido quando está em casa ou andando com o mp3 player?
Bom, as bandas mais ouvidas do player são: Dandi Dracula, The Cure, Ariel Pink’s Haunted Grafitti,TDL, The Church, Connan Mockasin, Arcade Fire, Mew, Cocteau Twins, Clan Of Xymox,…
Quais são seus projetos atuais e planos futuros?
Finalizar o disco da minha banda, Dandi Dracula. No disco gravo todos os instrumentos, e divido as composições, vocais e produção com o “drácula”, Ozzie Gheihart! Aprimorar as gigs do meu live “The Drone Lovers”, com o DJ Davis e Érica Alves. Terminar mais uma leva de músicas originais, agora em parcerias com o produtor carioca “Felipe Sá” e a vocalista “Isabela Fernandez”. Para o futuro desejo continuar fazendo música sempre, independente do gênero e sempre experimentando em busca da identidade.
Fotos: Luciana Orvat
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<itunes:subtitle>O multiinstrumentista, produtor e DJ Pedro Zopelar é também incansável. A paixão de Pedro pela música impulsionou uma onda de lançamentos atuais, seja com o projeto The Drone Lovers (em parceria com o DJ Davis e Érica Alves), com a banda [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db69 Maurício UM</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 03:01:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Maurício Alves começou seu maior envolvimento com música eletrônica na produção de equipes de som e festas em meados dos 90, ao lado do amigo e DJ Daniel UM. Passaram-se residências em clubs lendários (U-Turn, Lov.e, Hell&#8217;s Club, BASE), participações em grandes festas e festivais (X-Demente, Skol Beats), discotecagens ao lado de nomes internacionais (Matthew [...]]]></description>
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	<itunes:summary>Maurício Alves começou seu maior envolvimento com música eletrônica na produção de equipes de som e festas em meados dos 90, ao lado do amigo e DJ Daniel UM. Passaram-se residências em clubs lendários (U-Turn, Lov.e, Hell’s Club, BASE), participações em grandes festas e festivais (X-Demente, Skol Beats), discotecagens ao lado de nomes internacionais (Matthew Bushwacka, Paul Oakenfold, Green Velvet) e muitas histórias que ainda fazem com que seu nome seja referência quando o assunto é house music.
Recentemente Maurício decidiu desacelerar o ritmo da carreira de DJ pra se dedicar à pesquisa e produção musical, “mas nunca parei de sair para dançar e consumir música de pista, continuo adorando toda essa história de noite, música, pessoas e diversão”, completa. Ficamos ansiosos pelo resultado de seu trabalho autoral – como ele mesmo nos conta na entrevista abaixo – que certamente deverá fazer juz à sua fama de DJ.
Quais são as novidades? No que você tem trabalhado atualmente?
Olá, tudo bem? Sem muitas novidades no momento. Musicalmente ando dedicando meu tempo no manuseio e aprendizado de softwares musicais, VSTs, plug-ins e toda essa parafernália tecnológica que possibilita produzir música na sala de estar. Há uns dois anos atrás decidi diminuir o ritmo da minha carreira de DJ, a fim de poder atingir algumas metas  para minha vida pessoal, que de certa forma estava em “segundo plano”, se é que posso pensar assim.
Fale um pouco sobre o set.
Para esse set fiz um apanhado de algumas músicas  já clássicas no meu case e  outras mais novas, de estilos mais lentos que venho escutando atualmente, como a nu disco e indie dance.
O set começa exatamente com esses estilos de BPMs mais baixos e vai subindo gradativamente, fazendo uma mistura que considero característica em meus sets, sempre passeando pela house e deep techno, privilegiando produções mais sérias, porém ao mesmo tempo divertidas. A construção progressiva acabou sendo uma característica desse set em especial: numa pista de dança gosto de subir e descer o BPM quantas vezes achar necessário.
Como começou seu contato com a música eletrônica? Fale sobre suas influências, fatos curiosos e histórias que te influenciaram na carreira de DJ.
Desde moleque sempre gostei de música e, de certa forma, sempre  me metia a fazer as festinhas da minha família. No começo, acredito que algumas coisas foram de suma importância para mim. Uma delas foi a possibilidade de fazer parte de uma equipe de som de bairro, daquelas em que você mesmo leva a caixa de som, iluminação, equipamentos e toca à noite. Essas equipes sempre copiavam o formato das grande equipes de atuavam em São Paulo no final da  década de 80, como Chic Show e Black Mad, ou seja, uma mistura musical que ia desde samba até hip-hop – esse último foi uma grande paixão e influência por muitos anos.
Em umas dessas festas acabei chamando um amigo que havia conhecido, chamado Daniel, para tocar em uma edição feita num colégio. Ele fez um set de uma hora de hardcore techno, deixando as pessoas histéricas. A partir daí também fui seduzido. Acabou que Daniel se tornou um dos meus grandes amigos e através dele descobri o trabalho de DJs como Julião e Marky, na Sound Factory e Toco. Descobrimos juntos, posteriormente, Luiz Pareto no Latino e a trupe do Musical Science (Gil Barbara, Guilherme M e Mau Mau), pessoas fundamentais na minha concepção tanto de música, quanto de pista.
Quais seus planos atuais para o futuro?
Em curto prazo meu foco é mesmo aperfeiçoar técnicas de produção musical. Deve sair até o final do ano um EP digital do meu projeto de downtempo chamado “Tio” pelo selo do DJ Acácio Moura, o Urban Dance Records. Em 2011 espero ter mais tempo para abrir meu próprio selo digital e lançar algumas tracks voltadas para pista, de minha autoria e de outros produtores brasileiros. Deve sair da gaveta também o projeto de [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Maurício Alves começou seu maior envolvimento com música eletrônica na produção de equipes de som e festas em meados dos 90, ao lado do amigo e DJ Daniel UM. Passaram-se residências em clubs lendários (U-Turn, Lov.e, Hell’s Club, BASE), [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dbmixtape Jackson Araujo</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 03:01:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jackson Araujo é jornalista, consultor de moda e sound-stylist. Atua como colaborador do portal inglês de trends WGSN e como consultor criativo do SCMC (Santa Catarina Moda Contemporânea), uma plataforma de experimentação criativa focada no desenvolvimento de uma identidade para o design das principais empresas do estado. Como sound-stylist, entende a música como uma experiência [...]]]></description>
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	<itunes:summary>Jackson Araujo é jornalista, consultor de moda e sound-stylist. Atua como colaborador do portal inglês de trends WGSN e como consultor criativo do SCMC (Santa Catarina Moda Contemporânea), uma plataforma de experimentação criativa focada no desenvolvimento de uma identidade para o design das principais empresas do estado.
Como sound-stylist, entende a música como uma experiência de entretenimento capaz de influenciar comportamentos de consumo e traduzir o zeitgeist. Cria trilhas onoras para lojas, exposições, museus, galerias, shopping centers, desfiles e festas.
Não gosta de ser chamado de DJ, pois se sente fora do movimento do turntablismo e da especialização de um estilo musical. Seu ecletismo e gosto por diferentes moods pode ser acompanhado no radioblog SHHH.FM, onde publica sons e palavras para serem degustados juntos ou separadamente.
Sua ideia é convidar os leitores/ouvintes a experimentar as mesmas sensações que inspiram seus textos analíticos, entrevistas e pensamentos sobre o mundo contemporâneo.
Shhh… “Music makes the people cum 2gether”.
VIOLENTLY HAPPY
Um mixtape inspirado na energia das cores blocadas, uma vibração que se desenha como a nova estamparia para a moda e design. Para ler mais, clique aqui.
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<itunes:subtitle>Jackson Araujo é jornalista, consultor de moda e sound-stylist. Atua como colaborador do portal inglês de trends WGSN e como consultor criativo do SCMC (Santa Catarina Moda Contemporânea), uma plataforma de experimentação criativa focada no [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db67 Ricardo Gonzalez</title>
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		<description><![CDATA[Das matinées dos anos 90 até a residência do projeto Danceteria no Hot Hot, o DJ Ricardo Gonzalez passou das pistas para as pick-ups dos principais clubs do Brasil onde se apresentou com artistas como Booka Shade, Tocadisco, Faze Action, Magda, Swayzak, Marc Houle, Troy Pierce, SCIS-9 (Kompakt), Kenny Larkin e Freemasons. Para o deepbeep, [...]]]></description>
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	<itunes:summary>Das matinées dos anos 90 até a residência do projeto Danceteria no Hot Hot, o DJ Ricardo Gonzalez passou das pistas para as pick-ups dos principais clubs do Brasil onde se apresentou com artistas como Booka Shade, Tocadisco, Faze Action, Magda, Swayzak, Marc Houle, Troy Pierce, SCIS-9 (Kompakt), Kenny Larkin e Freemasons.
Para o deepbeep, além do ótimo e criativo ensaio fotográfico, o DJ gravou um set animado com faixas italo e disco para ser escutado a qualquer momento.
Se pudesse descrever o momento perfeito para ouvir este set, como seria?
Enchendo a cara com os amigos ou limpando a casa, passando aspirador de pó enlouquecidamente, rs…
Fiz um set bem pista, partindo do approach italo e disco, escolhi faixas dançantes de décadas passadas misturando com faixas atuais que remetam a proposta musical do set. Ficou bem animado com tracks descompromissadas de sonoridade pop, então acho que um momento bacana seria ouvir em casa animando para a noite junto com os amigos bebericando até a hora de sair ou voltando de uma festa bacana mas com bastante energia para gastar em casa sozinho ou acompanhado, ou mesmo fazendo sua própria festa na falta de um DJ ou de equipamentos de mixagem. Acho que o momento pode ser qualquer um, isso vai de pessoa pra pessoa, eu mesmo ouço música pra pista em casa, no carro ou mesmo deitado na cama.
Como começou a sua história musical? Quem foram suas grandes referências e influências?
Eu começei a sair no meio dos anos 90, ia às matinês de poperô da época; Up &amp; Down, Us, Stravaganza, Enigma, Krypton, Kiron e na Sound Factory de Pinheiros, não tinha muita informação de música de vanguarda, ouvia o que os DJs tocavam e até mesmo músicas não tão radiofônicas, mas esse canal era via clubs. Não tinhamos o acesso avançado da internet dos 00′s.
Em 1998 fui há uma rave com uns amigos da faculdade, ouvir o tal “techno indiano” que na verdade era o Goa Trance, foi quando descobri esse outro lado e desisti das boates em que não se podia entrar de boné, frequentei um tempo, mas quando fui na Groove Nation no começo de 2000 foi que me apaixonei de vez pelo techno e suas vertentes, fiquei doido! E então passei a ouvir os artistas do gênero e me interessar pela história da noite e tudo o que acontecia relacionado a ela. Ouvi muito hard techno, Ana &amp; David, Advent, Rush, Ben Sims, Chris Liebing… Depois passei a frequentar o Lov.e e começei a ouvir outras sonoridades do estilo… Marco Carola e o time do techno italiano, Slam, Mark Broom, Samuel L Session, Oxia, Jori Hulkkoken, Technasia, entre outros. Depois começou a época do neo electro, Miss Kittin, David Carretta, Vitalic, Hell… Eu vivi tudo isso no Lov.e, onde trabalhei durante anos, vi e ouvi muita coisa, era obrigação nossa estar atento a tudo que rolava de música na época.
Dos DJs daqui ouvi muito Mau, Cohen, Gu, Mara, Magal, Camilo e Eli Iwasa, com esses dois aprendi muita coisa e com certeza tiveram grande referência e influência para mim.
Quais são suas referências musicais?
Vamos lá: Human League, Cabaret Voltaire, Michael Jackson, Giorgio Moroder, Joy Division, Kate Bush, A-Ha, Sade, Devo, The Cassandra Complex, Front 242, Siouxie and the Banshes, Enya, ABBA, Madonna, Cindy Lauper, Snap, Technotronic, Gino Soccio, Donna Summer, B-52s, The Commoders, Zig Zig Sputnik, Underworld, Yazz, Wham, George Michael, Van Halen, Placebo, Pretenders, Ramones, The Cure, Tears For fears, Prince, Daft Punk, Parliament Funkadelic, Bauhaus, Peter Frampton, Pet Shop Boys, New Order, Neil Young, Depeche Mode, Mantronix, Run DMC, Bobby “O”, Liquid Liquid, Armand Van Helden, Black Box, David Morales, L7,Prodigy, Everything But The Girl, Cassius, Salt N Pepa, Jamiroquai, Beastie Boys, Malcom Mclaren, Moloko, Cocteau Twins, Bronski Beat, Gloria Estefan &amp; Miami Sound Machine, REM, Smash Mouth, Cardigans, Tori Amos, Arthur Baker, Quincy Jones, Patrick Cowley, Letfield, Primal Scream, INXS, [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Das matinées dos anos 90 até a residência do projeto Danceteria no Hot Hot, o DJ Ricardo Gonzalez passou das pistas para as pick-ups dos principais clubs do Brasil onde se apresentou com artistas como Booka Shade, Tocadisco, Faze Action, Magda, [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Sangria Digital 02 – 8 de agosto de 2010</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 21:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cevallos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais do que palavras e teorias a respeito de estilos, a intenção central desse blog é fazer através da seleção musical uma colagem das minhas predileções sonoras. É essencialmente um blog para se escutar, a força do playlist deve ser maior do que qualquer texto. Acredito que a grande maioria das pessoas que estão lendo [...]]]></description>
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Mais do que palavras e teorias a respeito de estilos, a intenção central desse blog é fazer através da seleção musical uma colagem das minhas predileções sonoras. É essencialmente um blog para se escutar, a força do playlist deve ser maior do que qualquer texto.
Acredito que a grande maioria das pessoas que estão lendo isso (e escutando o set como trilha) são pessoas já iniciadas na música eletrônica, e a escutam com regularidade, estão em um site especializado no gênero, e sabem o que querem! Corredor 15 Techno, corredor 7 Disco, corredor 22 House. Estamos em um grande empório musical e tem tudo para todos os gostos.
Penso que a dissociação de música eletrônica e balada pode ser algo traiçoeiro, até mesmo para nós, pessoas iniciadas. Eu mesmo durante a gravação desse set tive que resistir aos impulsos dos BPMs que queriam se acelerar e arrastar tudo para a pista de dança, mas como esse corredor é voltado para o antes ou depois da pista, voltemos à morte da bezerra.
Posso estar sendo redundante com alguns, mas seria bom darmos mais atenção ao lado “fora da pista” da força. Descubra a melhor forma de escutar esse set, dance se quiser.
P.S: Junto de feras como Stevie Wonder e Thomas Fehlmann, tem dois guris de Porto Alegre fechando o set, Rossano Snel e Will Phono aka Jarrier Modrow, fiquem de olho.
Playlist
1 – Oneohtrix Point Never- Betrayed In The Octagon
2 – Nicolas Jaar – Marks
3 – Nick Cave &amp; The Bad Seeds – Red Right Hand (A Rio Lobotomy Op)
4 – Dead Man’s Bones – Lose Your Soul (Turbotito Remix)
5 – Dam Funk – A Day At The Carnival
6 – Alex B – You And I Both Know
7 – B.Fleischmann – First Times
8 – Duff Disco – Fame
9 – Stevie Wonder – Superstition (Todd Terje Edit)
10 – Thomas Fehlmann – Permanent Touch
11 – Jimmy Edgar – Jns-2000
12 – Holy Ghost! – Say My Name
13 – Geneva Jacuzzi – Group Dynamic
14 – J Dilla – Safety Dance
15 – Rossano Snel – Conte-me
16 – Will Phono – The Sad Clown Says Hello

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Cevallos – Sangria Digital 02 – 8 de agosto de 2010
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		<title>db66 Felipe Sá</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 03:34:21 +0000</pubDate>
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	<itunes:summary>O produtor Felipe Sá é DJ desde os 14 anos, quando começou a participar das famosas “equipes de som”, muito comuns no Rio de Janeiro.
Desde então, Felipe se apresentou em diferentes festas e clubs cariocas ao lado dos DJs Gustavo Tatá, Marcio Careca, Márcio Vermelho, Jonas Rocha, Nego Moçambique entre outros destaques. Apaixonado por house music, Felipe dedicou-se aos estudos de Tecnologia de Gravação e Produção Fonográfica na Universidade Estácio de Sá (RJ).
Em entrevista, Felipe fala sobre suas produções, seu set e sobre seu próximo lançamento, o EP “If You Love Me” que será lançado esse mês pelo selo Mister Mistery, com remixes de Gustavo Tatá, Pedro Zopelar e Rotciv.
***
Fale sobre o mix. Porque você escolheu essas faixas?
Esse set é pra dançar e escutar. Faço sempre meus sets pensando nisso, que tipo de música faz dançar e é boa para os ouvidos? Acho que esse set diz isso um pouco.
Quais são sua influências?
Minhas influências vem todas do Jazz, do soul e alguma parte do glitter rock. Uma vez fiz uma trilha pra um restaurante importante aqui do Rio e o dono quería me pagar com uma coleção de vinis antigos. A princípio achei estranho, mas depois de ver do que se tratava, decidi na hora pela coleção de 25 vinis europeus e originais de Jazz da Capitol, com álbuns exclusivos de Dizzy Gillespie, Nancy Wilson, Billie Holiday… Isso foi fundamental para mim.
Como conciliar a carreira de DJ e produtor?
Conciliar a carreira de Produtor e DJ não é um problema. Na realidade estudar e me aprimorar me deu mais confiança pra construir meus sets. Ultimamente tenho me dedicado mais a produção porque as coisas tem acontecido mais assim. Quem não sonha em receber pra fazer um remix? Eu já consegui isso.
Nos conte sobre uma apresentação memorável.
Minha apresentação mais memorável foi na edição da festa Bug que era realizada pelo Felippe Marques e pelo Gustavo Tatá. Naquela época eu era um DJ que tinha parado de tocar e acabado de se formar em produção, poucos haviam ouvido meu set, e tinham muitos bons DJs na cidade. A casa estava lotada, com fila na porta e não havia espectativa maior sobre minha apresentação, mesmo assim terminei meu set com aplausos e assobios aos montes.
Fotos: Carlos Alberto
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		<title>db65 MOO</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 03:01:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A MOO foi criada há 6 anos pelos amigos e DJs Eduardo Christoph, Diogo Reis e o produtor Bruno Guinle e é uma das melhores festas do Rio de Janeiro. O cuidado com os detalhes que vão dos flyers, locações escolhidas a dedo, variedade de estilos e passam por line ups de qualidade indiscutível por [...]]]></description>
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	<itunes:summary>A MOO foi criada há 6 anos pelos amigos e DJs Eduardo Christoph, Diogo Reis e o produtor Bruno Guinle e é uma das melhores festas do Rio de Janeiro. O cuidado com os detalhes que vão dos flyers, locações escolhidas a dedo, variedade de estilos e passam por line ups de qualidade indiscutível por onde já passaram Ellen Alien, Todd Terje, Anthony Rother, Osborne, Sneak-Thief, Isolée, Jacques Renault, Efdemin e James Murphy &amp; Pat Mahoney, Mock &amp; Toof, Magda, Barem, Daniel Wang, Phonique e Superpitcher.
Para o deepbeep, os DJs Eduardo e Diogo gravaram um set bem variado, e “pode ser ouvido em qualquer hora, no chill-in, chill-out, de tarde ou de noite“. Para começar ouvindo e terminar dançando!
***
O que inspirou os sets de vocês?
Eduardo: Muita música! Como estávamos fazendo uma noite semanal, a Super Shuffle Nights, acabamos escutando e tocando muita coisa nova toda a semana. Foi ótimo poder pegar o melhor disso tudo e transformar nessa gravação. Como nas nossas festas, esse set ficou bem variado. Acho que estou num momento muito bom com o Diogo, nossos sets juntos têm sido bem animados. Apesar da nossa afinidade, ainda temos o gosto musical um pouco diferente, assim a gente sempre acaba fazendo alguma coisa eclética e bem dançante.

Se pudessem descrever o momento perfeito para ouvi-lo, como seria? 
Diogo: O set é um crescendo, começa com BPMs mais baixos e vai acelerando e animando aos poucos. Ele pode ser ouvido em qualquer hora, no chill-in, no chill-out, de tarde ou de noite. É uma boa mostra da música que a gente ouve e dos diferentes climas que a gente gosta de tocar. O ideal seria que as pessoas começassem ouvindo e terminassem dançando.
Como começou a história musical de vocês? Quem foram suas grandes referências e influências?
Eduardo: A minha história musical existe desde sempre. Ouvi música e comprei discos a minha vida inteira. Meu gosto varia de David Bowie a R.E.M ou de Talking Heads a Isaac Hayes, claro que passando por Jazz, Clássicos etc etc etc… Na música eletrônica eu comecei pelo mesmo techno, principalmente o de Detroit. Derrick May, Mad Mike e Jeff Mills eram meus maiores ídolos. Depois fui me abrindo aos timbres mais acústicos do House de Nova York e por aí foi.
Diogo: Quando era moleque, não curtia muito música eletrônica, achava chato. Na verdade o que eu ouvia era praticamente bandas de garagem dos anos 60, tipo Count Five e The Seeds. Só depois, mais velho um pouco, que eu pirei em Kraut Rock e no Giorgio Moroder. Foi então que a musica eletronica passou a fazer mais sentido pra mim.
A MOO, criada há 5 anos em parceria com o Bruno Guinle, segue sendo uma das festas mais bem sucedidas da cena eletrônica carioca, em suas versões MOO, Discoland e moonãomoo. recentemente vocês lançaram uma nova festa, a Super Shuffle Nights, com um perfil mais intimista. contem um pouquinho sobre o futuro destes projetos e o que os levou a criar uma nova festa.
Eduardo: A Super Shuffle foi a oportunidade perfeita para colocar para fora e principalmente para a pista, toda a música que a gente escuta e gosta. Não fazíamos uma festa toda semana há muito tempo e essa experiência de ter uma residência semanal é muito boa. Não fica aquela sensação de desperdício, você pode tocar tudo o que passa pela sua cabeça, tudo que você ouviu de novo ou se lembrou que adora mas não toca faz tempo. A ideia era exatamente essa, tocar música num lugar menor e com um clima bem despretensioso, um bar embaixo e uma pista em cima. Mudar de locação, de tamanho, de frequência são coisas boas para se manter o público fresco e animado.
Diogo: A Super Shuffle Nights teve essa pilha descontraída mesmo, foi bom tambem pra chamar os djs amigos e tocar juntos numa boa.

Podemos esperar mais alguma surpresa de vocês para este ano?
Eduardo: Agora mesmo, no sábado 31 de Julho, vamos fazer uma MOO em Brasília, será a nossa primeira festa fora do Rio de Janeiro. [...]</itunes:summary>
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		<title>dbmixtape Johnny Luxo</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 03:01:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lembra quando o Fantástico apresentou um garoto magriiiiinho e andrógino, esquisito pros padrões brasileiros daquele começo dos anos 1990? Pois é, dali pra frente Johnny Luxo tornou-se o queridinho da moda, da música, do clubbing e do underground paulistano. Mas vamos parar de falar em tempos passados porque Johnny é atemporal e se joga com [...]]]></description>
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	<itunes:summary>Lembra quando o Fantástico apresentou um garoto magriiiiinho e andrógino, esquisito pros padrões brasileiros daquele começo dos anos 1990? Pois é, dali pra frente Johnny Luxo tornou-se o queridinho da moda, da música, do clubbing e do underground paulistano. Mas vamos parar de falar em tempos passados porque Johnny é atemporal e se joga com fervor em suas viagens absurdinhas, seja em modelitos idiossincráticos ou sets ultrapop que vão de Lady Gaga a Ru Paul passando por hits babadeiros como “Mafuá das Bunitas”, “Toda Cagada” e “A Roda”, que ele afirma que será (novamente) hit de verão. Depois de deixar o cargo de escudeiro-mor de Alexandre Herchcovitch, com quem atuou em curtas-metragens e nos toca-discos, Johnny passou definitivamente ao cargo de DJ e a desfilar seu humor afiadíssimo com personalidades/personagens que incluem Dragão de Komodo (aka Edu Corelli), Bianca Exótica, Dudu Bertholini, Eloanígena, Alisson Gothz e tantas outras amigas pra lá de performáticas.
Residente dos clubs A Lôca e Glória, Johnny ou Xhonny ou qualquer coisa engraçadinha assim se jogou bunita no bate-cabelo pop midiático e gravou essa deliciosa Mixtape especialmente pra gente catar por onde andam as preferências musicais da fofa. A seguir, entrevistinha com Johnny, que deu muitas gargalhadas pras perguntas sérias e chatas. Se manca, cafona! kkkkkkk
Por que e como você virou DJ?
No final dos anos 90′s o DJ Mauro Borges me convidou para tocar no seu club, depois disso começou a rolar vários convites e nunca mais parei. Sempre estive envolvido nesse universo da noite/música, trabalhei como host em vários clubs importantes da cena babadeira, como Sra. Krawitz, Columbia, Disco Fever etc. Quem tem mais de 35 anos sabe do que estou falando… Sorry, queridinhas, não cheguei ontem!

Os seus sets são sempre bem pop, você curte a linha eletrônica pra tocar ou dançar? Por que?
São sempre super pop! Tipo Luciana Gimenez, sabe?! kkk Dançar é algo raro, hoje em dia o máximo que faço é bater palmas e olhe lá! Gosto de ouvir em casa clássicos da soul, disco, até house do meu edi e suas vertentes… zzz

Você agora também está produzindo suas próprias músicas, como o hit “Mafuá das Bunitas”. Quem produz contigo e como tem sido as sessões de produção musical? De onde vem a inspiração?
A  “Mafuá das Bunitas” foi idealizada inicialmente pela dupla Luís Depeche e Edu Corelli com uma base mais acid. E aí resolvi convidar o Péricles Martins, do Boss in Drama, para fazer uma versão mais exótica/travesti. A inspiração veio da minha longa jornada de noite (1990 até agora). Não sei se vou fazer mais, talvez… Quem sabe? Vou perguntar pra mãe Dinah se vou lançar algo futuramente, quem sabe ela me dá uma luzzz… kkkkkk
Como está a noite em geral atualmente?
A noite nunca esteve tão boa e animada! As pessoas da nova geração são mais livres, sem preconceito, rápidas, sabe? Tipo edit… kkkkk Chato é ver o povo da minha geração tentando fazer noite como antigamente… Sorry! Updates são necessários para evolução em geral. A propósito, quem cuida dos meus updates é o Dr Hollywood… kkkkk Me sinto mais linda a cada novo procedimento. Kkkkkkkkkkk Se eu pudesse voltar no tempo para ferver, iria para os anos de 90, 91 e 92.
Além do Glória e d’A Lôca, onde mais tem tocado?
Glória e Lôca são os clubes onde tenho residência. Faço eventos corporativos e viagens. Não vou citar o nome de clube que me chama pra tocar uma vez a cada 6 meses… kkkk

Moda e música – quais os hits dessa estação fria? O que virá pro verão? (em termos de tendência de moda e música, tá?)
PREGUIÇA DA MODA. Muita gente chata, sem informação e equivocada nesse segmento, existem as exceções, mas tá foda! Estilista brasileiro é igual ao Bento Carneiro (vampiro brasileiro), sabe? Ou seja, os estilistas internacionais sempre serão melhores.
Imagina que até outro dia, tinha [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Lembra quando o Fantástico apresentou um garoto magriiiiinho e andrógino, esquisito pros padrões brasileiros daquele começo dos anos 1990? Pois é, dali pra frente Johnny Luxo tornou-se o queridinho da moda, da música, do clubbing e do [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Sangria Digital 01 – Julho 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cevallos</dc:creator>
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	<itunes:summary>Os ecos de um extinto projeto noturno se transformaram em uma mixtape quinzenal aqui no deepbeep.
Durante quatro anos o projeto Sangria Digital ocupou semanalmente as sextas do Prefácio Bar em Porto Alegre, dedicado a apresentar sonoridades eletrônicas opostas à pista de dança, com certa orientação ao experimental, mas sempre mantendo um ar de descontração e certo conforto.
Ao mesmo tempo em que explorava beats sintéticos com padrões rítmicos esquisitos, em um pulo alcançava a leveza de um Ambient Pop, tudo sempre em um Tempo lento e arrastado.
Poderíamos rotular como um projeto de Chill Out não fosse a conotação farofa New Age que o termo acabou sendo taxado, devido as centenas de coletâneas que só exploram os mesmos ritmos, perdendo a essência eclética e avant-garde que permitia ousar mais na mistura dos gêneros.
A música Chill Out nunca foi um estilo e sim uma amálgama deles, que se comunicam justamente nas sensações que podem causar e pelo contexto dos lugares onde é tocada.
O projeto tinha um slogan que ainda serve para descrevê-lo nessa nova etapa, pode dar um leve sentimento de vaguidão, mas ainda acho o mais adequado para definir os sets que aqui virão:
“Música eletrônica em todas suas vertentes e variações, priorizando batidas low-fi, BPMs humanizados, synths acalentadores, descontração e experimentação digital.”
Playlist
1 – Gonjasufi – Candylane
2 – RJD2 – Tin Flower (Feat. Heather Fortune)
3 – Persona La Ave – Beach 2 (Gobble Gobble’s R. Kelly Magic Carpet)
4 – Tame Impala – Solitude Is Bliss (Mickey Moonlight Remix)
5 – Krikor and The Dead Hillbillie – The Times
6 – Jaakko Eino Kalevi – I Wanna Win
7 – Charlotte Gainsbourg – Time of the Assassins (Matthew Dear Remix)
8 – 10lec6 – Drown Dogs
9 – Fina – Test of Simpler
10 – Pulshar – Sacrifice Of Love
11 – Stewrat – Disagreements
12 – Bibio – Fire Ant
13 – Baths – Lovely Bloodflow
14 – Bo’tox – Blue Steel
15 – James Pants – Thin Moon
16 – Midnight Magic – Beam Me Up (Gavin Russom)

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Cevallos – Sangria Digital 01 – Julho 2010
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 03:01:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Conhecido como uma das figuras chave responsáveis pela alta visibilidade do drum’n&#8217;bass brasileiro, o DJ Michael de Oliveira Nicassio, Xerxes, XRS ou XRS Land, teve sua estréia em 1993, quando venceu um concurso com o remix “Power 2 the People”, uma faixa de hardcore produzida com pequenos pedaços de fita de rolo editadas à mão. [...]]]></description>
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	<itunes:summary>Conhecido como uma das figuras chave responsáveis pela alta visibilidade do drum’n’bass brasileiro, o DJ Michael de Oliveira Nicassio, Xerxes, XRS ou XRS Land, teve sua estréia em 1993, quando venceu um concurso com o remix “Power 2 the People”, uma faixa de hardcore produzida com pequenos pedaços de fita de rolo editadas à mão.
Desde sua primeira apresentação internacional em Nova Iorque, 2001, XRS tocou em praticamente todos os continentes. Como noites memoráveis ele menciona Belém do Pará, “o público mais caloroso do Brasil”, as sessões do Soul:ution em Manchester, o soundsystem perfeito do clube The Womb em Tóquio e a festa da Innerground no The End, em Londres.
Gilberto Gil, Daniela Mercury, Fernanda Porto, Hugh Burrows, Cleveland Watkiss, Vikter Duplaix e Singing Fats figuram entre os parceiros de produção de Xerxes. Como remixer, o produtor transformou faixas de Roberto Carlos, Otto, Marina Lima, Fernanda Abreu, Jorge Ben, Paulinho Moska, Dave Angel, Roy Ayers, Bebel Gilberto, US3 e Tali MC.
Para o deepbeep, o DJ criou “uma viagem através do tempo, como os flashes do seriado Lost”. Por isso, aumente o som e aproveite a viagem.
***
Como compôs este set? Qual o melhor momento para escutá-lo?
Este é especial. De início, já sabia que iria gravar um set para uma audiência exigente (os sets e mixtapes do deepbeep são muito bons!). Então resolvi torná-lo uma viagem através do tempo, como os flashes do seriado Lost. Daí veio a idéia de começar o set com a faixa da Mama Cass Elliot. Começa soulful, e vai subindo bem devagarinho… gostoso de ouvir como warm up para a balada.
Conte-nos um pouco da sua trajetória como DJ.
O músico veio primeiro. Quando criança, aprendi teoria musical, hinos e saxofone na igreja; aos fins de semana, contrabaixo elétrico, samba e funk com meu pai. No comecinho da adolescência, gravava fitas para os amigos e para levar nos bailes. Usava a pausa do gravador para constuir versões estendidas das músicas. Na seleção de músicas lentas eu, que era muito tímido, acabava sempre dançando com a vassoura. Depois disso, tentei montar uma banda, mas brigávamos muito nos ensaios e nunca saiu nada de útil. Foi quando meu pai apareceu com um gravador cassete multipistas que eu descobri que dava para fazer overdubbing, ou seja, gravar um instrumento, depois gravar outro, e assim por diante. Com quatro canais, eu era o baterista, o baixista, o tecladista e o DJ da banda. Com o deck de rolo fazia loops e usava o toca discos para acrescentar efeitos. Nessa época, eu fazia parte de uma turminha do bairro e a gente se reunia aos finais de semana para fazer festas e falar de música. Resolvi aperfeiçoar e fui aluno do DJ Celsinho Double C na Rock &amp; Soul de Moema. Alguns anos depois, fui convidado pelo DJ Sylvio Müller a dividir a residência do club Aeroanta, em Pinheiros onde fiquei por 2 anos e daí em diante me profissionalizei como DJ.
Você foi um dos responsáveis pelo sucesso do drum ‘n bass no Brasil. Como desenvolveu este trabalho?
Além de DJ do Aeroanta, eu também trabalhava durante o dia como auxiliar de estúdio do DJ Grego. Lá, ele deixava eu usar as horas vagas para experimentar com equipamentos que até então não conhecia, como sampler e sequenciador. Conforme fui aprendendo, tive mais condições de sintetizar a quantidade enorme de informação musical que estava à minha volta. Essa foi a fase hardcore. Com o tempo, fui me refinando e ao mesmo tempo em que ensinava e aprendia coisas novas, fui fazendo novos amigos, como foi o caso do Drumagick. Além do Ramilson, parceiro desde o início, conheci uma infinidade de pessoas geniais, com quem sempre troquei informações, tais como a Fernanda Porto, o Rael Gimenes e o Luís Felipe Oliveira, que considero como meus mentores musicais. A acolhida que tive por projetos como o selo Sambaloco na Trama, a parceria com o Bispo no projeto Cool Bass, no Glitter, as festas de quarta-feira [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Conhecido como uma das figuras chave responsáveis pela alta visibilidade do drum’n’bass brasileiro, o DJ Michael de Oliveira Nicassio, Xerxes, XRS ou XRS Land, teve sua estréia em 1993, quando venceu um concurso com o remix “Power 2 the [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Leandro Bionic</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 20:29:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gravado durante o projeto Madchester no Lions Night Club, o set do DJ Leandro Bionic é um apanhado dos clássicos que transformaram uma geração. Madchester foi um movimento que levou até os roqueiros mais radicais para as pistas de dança graças a estilos como new beat, synthpop, techno, garage e acid house. Pai recente, Bionic [...]]]></description>
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	<itunes:summary>Gravado durante o projeto Madchester no Lions Night Club, o set do DJ Leandro Bionic é um apanhado dos clássicos que transformaram uma geração. Madchester foi um movimento que levou até os roqueiros mais radicais para as pistas de dança graças a estilos como new beat, synthpop, techno, garage e acid house.
Pai recente, Bionic fala em entrevista sobre seu início de carreira, sobre as influências recebidas em sua casa, sobre seus projetos e ainda dá dicas para organizar uma boa festa: “entretenimento de qualidade, DJ de verdade, música boa e muitos amigos na pista, acho que a união disto tudo só resulta em muita diversão”.
***
Onde este set foi gravado e qual o clima da festa?
Esse set foi gravado na noite Madchester do nosso querido DJ Magal no Lions Night Club. A Madchester é uma festa que resgata o BOOM da explosão da acid house e o techno rave entre os anos de 85 e 95 na Inglaterra, mais propriamente na cidade de Manchester. É um set muito especial, com vários clássicos que foram tocados por muito DJs aqui em São Paulo no início da décado de 90. Na festa, muitos amigos de longa data e pessoas novas, que buscam resgatar as lembranças desta saudosa época e adquirir cultura musical, uma vez que são raras as oportunidades de encontrarmos festas deste tipo. Muita diversão e animação na pista, conseguia perceber no rosto de cada um a energia e felicidade que estavam dançando!

Quais são suas inspirações?
Minhas inspirações vêm da cultura negra, desde criança fui criado em um ambiente regado por ela, meu pai era músico percusionista e se apresentava nas bandas da Elza Soares e Jorge Aragão, meu irmão DJ era muito ligado ao hip hop, pois discotecava em suas festas. Aí, em uma casa que metade do dia se ouvia muito partido alto e a outra só hip hop, fiquei muito ligado nisso. Quando comecei a entender realmente a música que agradava meus tímpanos, sempre optei em ouvir funk, R&amp;B e soul. Até hoje são rítimos que sou apaixonado, e sempre estou pesquisando coisas novas e velhas para inspirar tanto meu trabalho como meu dia a dia. Outra parcela da inspiração vem de minha família, sou muito ligado a ela e amo passar o maior tempo possível com todos eles, sempre me apoiaram com meu trabalho acreditando cada vez mais em meu sucesso!

Como começou a carreira como DJ?
Meu irmão foi DJ nas décadas de 80 e 90, teve passagem por importantes clubs em São Paulo como California 90, Sunshine, Broadway e Apple. Nesta época eu ainda era bem criança e adorava ficar ajudando meu irmão a editar as fitas de rolos para tocar nas festas. Eu, com 10 anos, já tinha aprendido a editar na gilete as mixagens da fita de rolo.  Logo depois ele adquiriu seu primeiro par de toca discos, e eu, como já estava apaixonado pela música, aprendi muito rápido a mixar com vinil. Aí vieram as primeiras festas que organizei em colégios e centro comunitários na zona leste de São Paulo, isso foi entre 92 e 96, época que comecei a sair para clubs undergrounds com RG falso e escondido de meus pais. Conheci muitos amigos que já promoviam festas em clubs, e sempre tinha comigo minhas mixtapes no bolso e saia distribuindo nas festas, foi quando surgiram os primeiros convites para discotecar em clubs. Me apresentei a primeira vez na lendária Sound Factory em 1996, e desde então não parei mais.
Fale de seus projetos atuais e futuros.
Meu futuro é o meu presente, tenho me dedicado muito de meu tempo a produção musical, onde busco lançar alguns releases durante 2011, é um mercado novo para eu ainda. Estou aprendendo muito nesta fase tanto em produzir quanto comercialmente, pois não basta ter as músicas prontas e não conseguir emplaca las no mercado fonográfico, são dois trabalhos muito difíceis e que correm paralelos, e por isso me consome muito tempo. Por isso estou um pouco afastado das festas, mas já nesse semestre estou retomando minhas apresentações como DJ em São Paulo e interior do [...]</itunes:summary>
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		<title>db63 Rafael RM2</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 03:01:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O carioca Rafael RM2 é DJ desde 1995 quando tocou no 1º after-hours do Rio, o Underbang. Hoje, é um dos principais nomes da cena eletrônica carioca. O DJ já se apresentou nas principais festas e clubes do Rio de Janeiro, como Oops, X-Demente, Moo, Bug, Skol Beats, Tim Festival, Oi Noites Cariocas e Fashion [...]]]></description>
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	<itunes:summary>O carioca Rafael RM2 é DJ desde 1995 quando tocou no 1º after-hours do Rio, o Underbang. Hoje, é um dos principais nomes da cena eletrônica carioca.
O DJ já se apresentou nas principais festas e clubes do Rio de Janeiro, como Oops, X-Demente, Moo, Bug, Skol Beats, Tim Festival, Oi Noites Cariocas e Fashion Rio e tocou com profissionais do porte de Matias Aguayo, Michael Mayer, Carl Craig e Tim Sweeney entre outros destaques.
Dedicado à house music, RM2 comemora seus 15 anos dedicados à música eletrônica com o lançamento de 10 sets que marcam a sua trajetória como DJ, o RM2 – 12 horas possui sets de nu-disco, electrohouse, indie dance, funk, garage house, house e algumas apresentações ao vivo.
Dono de um estilo rico em estilos, RM2 gravou um set que costuma fazer no Dama de Ferro (RJ), com breakbeats, deep house, house e sons pesados que vão de Kon Kan com o clássico “I beg your pardon” a Sandy Rivera and Haze.
***
Este ano você está comemorando 15 anos de carreira, um feito que comemorou com uma bela retrospectiva, “RM2 – 12 HORAS” que passeia por várias fases da sua discotecagem, do “Garage House” ao “Indie Dance”. O que inspirou este seu set para o deepbeep series?
Este set foi inspirado até onde posso chegar (início/meio/fim), tocando em um clube. Começando com breakbeats, indo pro deep house, levadas de guitarra e house com vocais, até sons mais pesados e instrumentais que costumo fazer, por exemplo, no after do Dama de Ferro. Bem variado, como gosto.
Ao longo destes 15 anos de carreira quais foram os momentos que mais te marcaram?
Tiveram muitos. Dividir a noite com grandes DJs que admiro. Como: Ian Pooley, David Carretta, Carl Craig, Captain Comatose, Zombie Nation, DJ D’gital, Matias Aguayo, Michael Mayer, Chris Lum, Pascal Feos, Tim Sweeney, Tom Gillieron, Asad Rizvi e muitos outros… Apresentar a house music – pós Nova Iorque  – vinda de Chicago, São Francisco e Europa para o público carioca e de outras cidades brasileiras, junto com um forte grupo de DJs amigos. E depois ver que o house continua em alta após um trabalho de anos. Ter amigos espalhados por diversas cidades brasileiras e gringas que continuam a produzir festas e a tocar, inicialmente (nos anos 90) através do grupo Br-raves e do site Rraurl. Também minha passagem de dois meses por Londres, onde pude tocar no AKA (The End, anexo), 54 e outras festas privês, em 2007.
Alguma história curiosa sobre como tudo começou?
Comecei a tocar nos clubes noturnos numa época em que brincávamos que no Rio existiam “eu e meus 35 amigos”, para se fazer uma noite de eletrônico. Tinha disposição pra pegar o ônibus de rodoviária para ir ao Hell’s, de uma a duas vezes por mês, e voltava logo após a balada. Nesta época (por volta de 94) tínhamos que cuidar de toda a estrutura da festa (desde filipetar, alugar som, comprar discos,…) não dava muita grana. Gastávamos mais que ganhávamos. Era pelo prazer de poder tocar mesmo.  A cena techno era forte, inclusive foi o estilo underground que comecei a tocar. Mais tarde, aproximando aos anos 2000, fui mudando gradativamente pro house, onde até hoje estou. Na fase garage house, só comprava discos, não tocava profissionalmente.
Nestes últimos 15 anos, tanto a cena noturna brasileira quanto a própria indústria da música passaram por enormes mudanças. Quais são os principais desafios que os novos DJs enfrentam hoje no mercado?
Se manter em um mercado onde se consegue a mídia (mp3) de graça é o maior desafio. Porque apareceram muitos DJs e, conseqüentemente, a qualidade diminuiu. Também devido a popularização do eletrônico. Quando existia só o vinil, era raro ver alguém tocando por hobby, devido o preço que pagávamos pelos discos. Acho que falta unidade e qualidade na música que os novos DJs tocam… Ok, isso se adquire com experiência, tocando, mas a internet também atrapalha o foco de quem está começando. Quando se comprava [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>O carioca Rafael RM2 é DJ desde 1995 quando tocou no 1º after-hours do Rio, o Underbang. Hoje, é um dos principais nomes da cena eletrônica carioca. O DJ já se apresentou nas principais festas e clubes do Rio de Janeiro, como Oops, X-Demente, [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dblive Bernardo Campos</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 03:01:00 +0000</pubDate>
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	<itunes:summary>Gravado durante o projeto Do Hauze no club carioca Dama de Ferro, o set do DJ Bernardo Campos passeia pela disco, funky e deep até o house e techno sempre com muito groove.
Entre seus planos, além de se dedicar aos futuros lançamentos musicais, Bernardo tem a meta de livrar a noite carioca da música ruim e por isso foi responsável pela vinda de diversas atrações ao Rio de Janeiro tais como Alex Kenji, Boris Brejcha, Beroshima, Kollektiv Turmstrasse, Manuel Sahagun, Jonas Kopp, Jamanta Crew, ClickBox, Daniel D, Anhanguera entre outros. O DJ dedica-se também ao Molotov21, coletivo que surgiu no início de 2009 com o intuito de embalar a cultura alternativa carioca em forma de informação e serviços, formado com o publicitário Felipe Tiradentes, o administrador JR Menezes e o DJ Pedro Mezzonato. O Molotov21 possui um site e um blog no rraurl. Incansável, junto com Ricardo Mrma criou o Road K com produções focadas no house e techno.
Confira o set de Bernardo Campos e confira porque o DJ é um dos nomes promissores da cena eletrônica carioca.
***
Quando foi gravado o set e como estava o clima da noite?
O set foi gravado no dia 6 de junho, sábado. Na minha residência, a Do Hauze. O clima era o de um sábado clássico no Dama de Ferro, que dura até o domingo a tarde, isto é, pista animada, gritinhos e liberdade para tocar o que bem entender. Ahhh como eu amo o Dama de Ferro! rs
Você é ligado em música desde quando?
Acho que desde que eu me entendo por gente. Meus pais eram colecionadores de vinil, sei que essa frase é meio cliche mas é a pura verdade! Me lembro de chegar da escola e espalhar milhares de vinis pelo chão da sala em frente a vitrola. Escutava muito rock’n&#039;roll nessa época, Nirvana, Guns’n&#039;Roses, Pink Floyd. Me lembro também que meus pais me incentivaram a ir a shows desde que era muito novo, o primeiro que me recordo foi um show do Mamonas, tinha uns 11 anos na época…
Quais são seus produtores e DJs favoritos? Se fôssemos fuçar no seu MP3 player, o que acharíamos de interessante?
Nossa, essa é bem dificil pois são muitos, mas vou tentar citar uma galera.
Brasileiros: Renato Cohen, Marcio Careca, Nepal, Mauricio Lopes e os jamantas Droors e Dudu Marote. Da nova geração, Daniel Lucas, Pedro Mezzonato e Os Ritmos Digitais.
Gringos: Juan Atkins, DJ Sneak, Neighbour, Inland Knights e All Good Funk Alliance.
Quais são seus projetos atuais e futuros?
Meu projeto atual é o Molotov21, minha produtora que está crescendo a cada dia e conquistando seu lugar ao sol. Meu plano futuro é acabar de montar meu estúdio e lançar mais músicas. Mas acima de tudo minha grande missão é salvar a noite carioca da musica ruim, missão dificil mas estou trabalhando forte para isso, disposição é o que não falta!
Fotos: Rauf Tauile
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		<title>db62 Mr. Gil</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 04:26:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Indicado aos prêmios DJ revelação, melhor DJ e melhor DJ de house, o produtor e DJ Mr. Gil já se apresentou em diversos países ao lado de artistas como Josh Wink, Derrick Carter,  Deadmau5 e New Order. Suas produções foram lançadas pelos selos Renaissance (Inglaterra), BugEyed (Canadá), Orbiter Music (Alemanha) e remixada pelos reconhecidos Propulse [...]]]></description>
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	<itunes:summary>Indicado aos prêmios DJ revelação, melhor DJ e melhor DJ de house, o produtor e DJ Mr. Gil já se apresentou em diversos países ao lado de artistas como Josh Wink, Derrick Carter,  Deadmau5 e New Order. Suas produções foram lançadas pelos selos Renaissance (Inglaterra), BugEyed (Canadá), Orbiter Music (Alemanha) e remixada pelos reconhecidos Propulse e Julio Torres (aka Crossover) por exemplo.
DJ desde os 13 anos, Mr. Gil gravou um set eclético para o deepbeep, dançante e com muito groove assim como são seus sets nos clubs onde se apresenta.
Com clássicos de Raze, Adonis, novidades de Tracey Thorn, Butch e Duoteque, este é o db62 para sua diversão e prazer.
***
Fale sobre o mix. Porque você escolheu essas faixas?
Neste mix coloquei algumas faixas novas que ando tocando ultimamente e também alguns clássicos que gosto muito, sempre gostei de misturar e tocar várias vertentes fazendo uma viagem por diferentes estilos e épocas.
Você sempre sonhou com a carreira de DJ e produtor? Como tudo começou?
Desde a primeira vez em que pisei meus pés numa pista de dança fiquei hipnotizado pelo trabalho do DJ. Passei a freqüentar muitas festas, na época eu tinha uns 13 anos e ficava atrás da cabine ou bem perto para poder ver o q o DJ fazia. Chegava em casa e treinava no aparelho de som mixando fitas cassete. Tudo começou assim. Da paixão pela música e pela pista e com muitos experimentos, broncas e aparelhos de som queimados em casa! rs.
Quais inspirações/equipamentos/softwares/setup que você utiliza atualmente para produzir e se apresentar ao vivo?
No momento para produção utilizo basicamente um MacBook Pro e o Ablenton Live. Muitas caixas de som em diferentes ambientes para testar o efeito das músicas e para tocar o bom e velho CDJ mesmo, além das Pick ups pros vinis.
O que costuma escutar quando não está pesquisando ou produzindo?
Escuto de tudo. rock ‘n roll, hip hop e o que mais me apresentarem ou estiver tocando. Tudo é referência e tenho um gosto bem eclético.
Conte quais são seus projetos em andamento, novidades e planos para o futuro próximo.
Meus projetos envolvem continuar produzindo muito. Gosto muito do trabalho de estúdio e a cada música nova eu aprendo alguma coisa. Pretendo continuar viajando para tocar fora do Brasil, além de continuar tocando por aqui também!
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<itunes:subtitle>Indicado aos prêmios DJ revelação, melhor DJ e melhor DJ de house, o produtor e DJ Mr. Gil já se apresentou em diversos países ao lado de artistas como Josh Wink, Derrick Carter,  Deadmau5 e New Order. Suas produções foram lançadas pelos [...]</itunes:subtitle>
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		<title>dbmixtape Nenê Krawitz</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 03:45:35 +0000</pubDate>
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	<itunes:summary>Meu primeiro contato com uma cabine de DJ foi no Madame Satã onde tive o prazer de conhecer o Marquinhos MS. Me apaixonei pela paixão dele pela música e discotecagem.
Nunca tive a pretensão de ser um grande DJ, mas sempre fui apaixonado pela música e cena underground da cidade. Ainda nos anos 80, trabalhei no fanzine do Satã com o Wilson José que me colocou pra tocar nas pick-ups do Imelda Marcos (club anexo ao Satã). Daí pra lá começou a minha aventura pelos clubs e bares de São Paulo atuando como promoter de festas como “Força na Peruca” no saudoso Nation, Espaço Retrô, Sra. Krawitz… é daí o Nene Krawitz.
Imagine que esta história começou nos anos 80, então também tive a oportunidade de discotecar em inúmeros bares e clubs que se possa imaginar.
Atualmente, às terças-feiras, abro as noites do meu projeto Tapa na Pantera n’A Lôca.
Deixo aqui uma pequena amostra do meu gosto musical, nesse set que eu fiz especialmente para o deepbeep e para todos vocês.
Foto: Fora de Moda
Agradecimentos: Atum
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<itunes:subtitle>Meu primeiro contato com uma cabine de DJ foi no Madame Satã onde tive o prazer de conhecer o Marquinhos MS. Me apaixonei pela paixão dele pela música e discotecagem. Nunca tive a pretensão de ser um grande DJ, mas sempre fui apaixonado pela [...]</itunes:subtitle>
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		<title>db61 Bruno Real</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 03:01:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O primeiro set do produtor e DJ Bruno Real para o deepbeep foi inspirado pelo clima frio de Curitiba. É uma viagem introspectiva e solitária, mas não por isso um set triste ou pesado. Bruno, dedicado à música eletrônica desde a infância, criou um set mais mental como ele mesmo classifica. Idealizador do solidalab!, Bruno [...]]]></description>
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	<itunes:summary>O primeiro set do produtor e DJ Bruno Real para o deepbeep foi inspirado pelo clima frio de Curitiba. É uma viagem introspectiva e solitária, mas não por isso um set triste ou pesado. Bruno, dedicado à música eletrônica desde a infância, criou um set mais mental como ele mesmo classifica.
Idealizador do solidalab!, Bruno tem se dedicado ao netlabel desde 2007 e em entrevista conta que o projeto surgiu com a intenção de dar vazão às faixas que ele e seus amigos produziam, e o melhor, que a “ideia sempre foi a de não deixar música parada no computador”. Com lançamentos de artistas como Dada Attack, L_cio, Laurent, Tee, Bgns, Christian Hawk, Bruno Belluomini, entre outros, o solidalab! disponibiliza seu conteúdo gratuitamente para download. O paulista radicado em Curitiba fala ainda de sua história, do mercado de música eletrônica e de seus planos futuros.
***
Fale sobre seu set. Como você o compôs, quais as inspirações, por que escolheu estas faixas?
Eu tenho uma paixão muito grande por faixas que utilizam a repetição e criação de atmosferas na concepção da ideia musical. Estamos vivendo uma fase bem interessante dentro desta temática na música eletrônica – o encontro entre Berlim e Bristol foi uma grande sacada ao retorno por uma música de pista um pouco mais mental e menos corporal.
Talvez pela conhecida fama do frio curitibano isso venha um pouco mais a tona na escolha de faixas mais introspectivas – acredito muito na soma entre cidades e suas respostas musicais; então esse é um set inspirado e vivido em Curitiba, por assim dizer.

Qual o melhor momento para ouvir este set?
Eu indicaria tanto para ouvir em um bom fone dando uma volta a noite por ruas do centro da cidade (mesmo que isso seja um tanto utópico atualmente) quanto pra faxinar o apartamento numa manhã de sábado pós-bar da sexta.

De onde surgiu seu interesse pela música? Quando percebeu que deveria se dedicar profissionalmente?
Aconteceu cedo, ali por 1995, aos 12 anos. Era uma época muito divertida nos clubs e rádios do interior de São Paulo (sou natural de Araraquara – 270 km da capital). Tentei a inscrição em um curso de DJ no Senac da cidade, mas pela pouca idade não foi possível. Me “formei” dois anos depois, com 14 anos – a coisa por lá fervilhava mesmo, com muita troca entre DJs, público, amigos, pequenas festas. Pra diversificar e dar vazão pra cabeça, comecei a produzir meu próprio som, inclusive participando do primeiro lançamento do site Fiberonline (na coletânea Blip!), sendo entrevistado pela jornalista Claudia Assef e tudo mais. Foi um pedaço muito bacana da minha adolescência, marcou monte.
Depois veio o Trance e toda a coisa que conhecemos a partir deste movimento. O Brasil realmente abraçou o estilo e muitos DJs de outras escolas foram absorvidos pela cena, principalmente a partir de 2005, época que toquei bastante em grandes open-airs do interior de SP como Sankara, Earthdance, 4 Elements, etc. Depois da poeira assentar, continuei tocando pela região de Araraquara em clubes e em algumas boas festas de Curitiba. Hoje em dia estou mais voltado para o trabalho com a netlabel, respirando um pouco longe das pistas.
Com a Solidalab!, quais suas expectativas em relação a comercialização de música na internet? O mercado e o público consumidor ainda têm muito a crescer/amadurecer?
A solidalab! nasceu em 2007 com a intenção de dar vazão às faixas que eu estava produzindo e a de amigos que sempre trocavam entre si seus trabalhos. A ideia sempre foi a de não deixar música parada no computador, por isso começamos como netlabel – trabalhando em Creative Commons e distribuindo o trabalho gratuitamente. Além de música, lançamos também artistas com trabalhos visuais; gente com estúdio, gente da rua, etc. Foi e ainda é uma tentativa multidisciplinar, com cara de coletivo mesmo.
Em 2009 demos uma parada para evoluir o “negócio” e nos tornar uma label [...]</itunes:summary>
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		<title>db60 Paulo Brown</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 03:01:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Convidado a gravar um set especial em homenagem ao Rei do Pop, o DJ Paulo Brown, profundo conhecedor de black music, traz uma seleção com 22 faixas indispensáveis com Jackson 5, The Jacksons e de Michael Jackson. De quebra, inicia o seu tributo com uma locução apresentando o set. Michael e seu incrível moonwalk (NYC [...]]]></description>
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	<itunes:summary>Convidado a gravar um set especial em homenagem ao Rei do Pop, o DJ Paulo Brown, profundo conhecedor de black music, traz uma seleção com 22 faixas indispensáveis com Jackson 5, The Jacksons e de Michael Jackson. De quebra, inicia o seu tributo com uma locução apresentando o set.

Michael e seu incrível moonwalk (NYC 2001) com Macaulay Culkin e Liz Taylor na plateia.

Brown que participou da Virada Cultural ao lado do inglês Ashley Beedle conta, em entrevista exclusiva, sobre sua experiência em rádios e como assessor de ícones da música negra como Sylvester, Run DMC, Chaka Khan e Billy Paul.
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O que Michael Jackson representa para você?
Sempre ouvi Michael Jackson desde 9 anos de idade, Michael Jackson representa a modernidade na música negra e é também ícone para nós que gostamos de música e dança.
Michael Jackson e suas músicas me fizeram querer aprender a falar inglês, pois queria saber o que eles cantavam, eu ouvia os discos lado 1 e lado 2, acompanhava algumas ao violão que tinha em casa. Comprei o álbum “Thriller”  importado em 1982, logo que saiu, e fui tocar em uma festa. Não sabia o que tocar pois era extremamente moderno e lancei na festa a mais balançável para a rapaziada black e lancei “P.Y. T. (Pretty Young Thing)”, o disco estourou em 1984 se não me engano fmz*! (*firmeza)

Como iniciou sua carreira como DJ? Quando adotou o nome Paulo Brown?
Comecei a tocar aos 15 anos em festas em casa e aos 16 anos nas matinées das casas Skulacho e Playboy no final dos anos 70 na Rua Augusta.
Adotei o nome Paul Brown nos anos 70 porque já falava inglês como auto-didata e o pessoal na Bela Vista me chamava assim e mudei para Paulo Brown quando fui para o rádio porque o ouvinte não fala inglês.
Você assessorou nomes como Chaka Khan, Kurtis Blow, Billy Paul, Run DMC, Whodini. Como foi ter contato com esses importantes artistas da black music?
Durante a semana eu trabalhava como arte finalista em agências de propaganda e aos finais de semana eu era stage-manager para a Chic-Show (nota do editor: tradicional casa de black music na Barra Funda, SP) que trazia ao Brasil artistas negros, assim trabalhei com Sylvester, Roy Ayers, Chaka Khan, Kurtis Blow, Billy Paul, Run DMC, Mad Lion, Channel Live, Public Enemy, Whodini, Naughty by Nature, MC Kooley C, Lost Boyz, Rae Kwon (Wu Tang Clan) e American Cream Team, para mim trabalhar com esses nomes era um sonho porque sempre ouvi suas músicas e poder assessorá-los, é algo impagável pois sempre se aprende muito em termos profissionais. Particularmente, quando fui trabalhar com o Billy Paul numa tournée pelo interior de São Paulo, ele me convidou para conhecer a Philadelphia (USA), pedi demissão onde trabalhava e fui para lá e nunca mais fui o mesmo.
Conte-nos um pouco da sua vida como DJ com programas dedicados à black music.
Como DJ toquei mais em equipes como a Zimbabwe que ao entrar na Band FM que me convidou para apresentar “O Som da Massa” e nos anos 90 fazia uma festa com o DJ Hum no antigo Dolores, o Dolores da Rua Fidalga. Também toquei na 8a. DP nos Jardins onde misturava jazz-rap e funk ´70… Depois fui para a Chic Show produzir o “Black in Love” onde entrevistava as atrações que iriam tocar no salão do Palmeiras. Nos anos 90 fazia com amigos a rádio comunitária Vai Vai com apoio da diretoria da escola (de samba), depois fui para a Metro FM produzir e apresentar o “Dr. Rap” de 2a. a 6a. ao meio-dia, programa líder de audiência, e então fui fazer o Yo’ Raps e na Rádio Manchete o programa “Black Beat” ao lado do Grandmaster Duda. Em 98 criei o “Balanço Rap” na 105 FM à convite da direção da rádio no ar até hoje e lider de audiência.
Quais são seus projetos atuais?
Atualmente preparo um cd “Balanço Rap Radio Show” onde destaco grupos novos na cena rap nacional e traz uma faixa com uma banda hip hop (baixo, bateria, teclado e mc) de Washington (DC – USA) chamada Mello-D &amp; [...]</itunes:summary>
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