Baterista e ex-professor de conservatórios, Andre Juliani traz no currículo uma forte ligação com a música orgânica, antes da eletrônica. A paixão pelos sintetizadores e mixers começou em 1994, quando o conhecedor de rock e jazz freqüentou o Hell’s Club, after-hours de São Paulo que, em sua primeira edição (94 a 98), formou uma geração de DJs e amantes da cultura de noite. Foi na pista do Columbia que ouviu techno pela primeira vez, dando os passos iniciais na carreira de disc-jóquei e tornando-se muito conhecido pelo clube do qual foi sócio, o PIX.
Graças à sua história com as picapes, foi indicado seis vezes ao extinto prêmio Noite Ilustrada, da jornalista Erika Palomino (Folha de S. Paulo), como melhor DJ de house e tech-house e, em 2008, foi indicado como melhor DJ no prêmio Best Brasil, da DJ Mag. Atualmente, além de diretor artístico do clube Vegas, Juliani, 33, também trabalha como produtor: lançou o EP Rulio (Trusty/ProImusic), com seis faixas que, sem esquecer as influências orgânicas, transitam pelo downtempo, IDM e break. Também ganhou o prêmio de “Melhor produtor revelação” em 2010 pela revista DJ Mag.
PABLO JORGE disse em 10 de agosto de 2011
ACHEI LEGAL O 7 ! ABSTRACT BEATS !!!!
andre juliani disse em 11 de junho de 2010
valeu thiago e obrigado ao lísias! long life to deep beep!!!
Thiago Granato disse em 3 de abril de 2010
Excelente DJ!
Acompanho o trabalho do André desde o PIX e sempre me surpreendo.
Merci.