Este é um post daqueles que tenta matar um pouquinho de saudade, mas que acaba deixando a saudade ainda maior. Foi costurado com trechos de posts, comentários e e-mails escritos pelas mãos de amigos que, apesar de saberem que Ric sempre foi avesso à gravação de sets (“para não perder as músicas para a próxima festa”), tiveram a certeza de que, onde estiver, sorrirá ao ver o primeiro de três sets que serão publicados para preencher os headphones de tanta gente querida.
Ricardo Novaes, a.k.a. Mr.Spacely foi, sem dúvidas, um dos DJ mais brilhantes e queridos de sua geração. Nascido nos EUA, Ric, logo percebeu que sua vida, assim como sua música, não conheceriam fronteiras. Nas palavras da amiga Rosa: “Só ele poderia assumir um posto do Itamaraty no Vietnã, trabalhar na embaixada durante o dia e a noite ser DJ de uma boate chamada Apocalipse Now!”. E assim o Diplomata e DJ foi do Rio para Brasília, Ibiza, Madri, Barcelona, Lisboa, Porto, Portugal, Londres, Varsóvia, Hanói, São Paulo e de volta pro Rio e depois Brasília, passando pelas cabines e embaixadas de alguns dos principais clubes e capitais do mundo.
No Rio de Janeiro, foi residente da festa X-DEMENTE – onde foi um dos últimos expoentes do house underground, enquanto o tribal americano tomava as pistas ferozmente. Na cidade, foi também um dos criadores do projeto BUG (2005), que acontecia no inferninho La Cueva, em Copacabana, tirando o sono dos amantes de seu deephouse toda terça-feira.
Mr. Spacely de Anjo na festa X-DEMENTE, no Rio de Janeiro, onde foi residente.
Foto: Nivio Nascimento.
Seus sets sempre foram marcados por seu extremo bom gosto e cultura musical. Seu sofisticado deephouse, brindava madrugadas e manhãs dançantes sempre com um astral incrível e para muitos, inesquecível. Construía cada faixa do set, com a destreza do arquiteto e a sensibilidade do artista. Vinil após vinil (Ric fez questão de manter-se fiel aos seus) prestigiava os amigos e os desconhecidos com o mesmo bom-humor e respeito ao bom som.
Se fosse possível fechar este post com duas faixas homenagem, estas seriam:
“Days Like This”, de Shaun Escoffrey, que pelas mãos de Ric virou hino do Carnaval de 2003, além de uma verdadeira “marca registrada” dos sets que inauguravam as manhãs das festas de Fábio Monteiro, na Marina da Glória.
“Days Like This” de Shaun Escoffrey
E, sua versão disco do tema do Star Wars, que sacava de um 12” que só ele tinha. Pérola bem lembrada por Gaía Passarelli em um fórum do Rraurl. O resto as palavras dos amigos falam.
Ric, esperamos que esteja assim como na foto que gostamos tanto: como um anjo no céu fazendo mais felizes todos a sua volta. Esta, embaixador, é da gente pra você.
Com um carinho imenso e em nome de todos amigos que contribuíram para esta homenagem.
Taci
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“Ricardo Novaes. DJ Kill. Mr.Spacely. Ou, simplesmente, Ric – como muitos o conheciam. Pra mim, Ricnaldo. Escrever sobre ele é muito fácil por um lado e difícil, por outro. Fácil, pois conviver com ele era fácil. Difícil, pois esquecê-lo será impossível.
Quando eu comecei a andar com ele, a freqüentar o famoso apartamento da 307 Norte, ele ainda não era DJ, era apenas um admirador de música iniciando suas descobertas eletrônicas. Ele já havia comprado seus primeiros CDs eletrônicos, mas já tinha uma imensa coleção de discos quando começou a se interessar pela figura do DJ. Decidiu comprar um par de pick-ups, e como tem coisas que só acontecem com o Ric, comprou os toca discos de um cara, amante de jazz, que não gostou da Tecnhics MK2. Não gostou pois a agulha não voltava pro início quando o disco acabava… Pagou uma merreca por um toca discos zerado. Lembro de ter auxiliado sua primeira compra de discos de vinil. O cara ganhava bem como diplomata e exagerou legal. Pediu na Bent Crayon (uma loja nos EUA), mais de 50 discos no pedido. Pagou uma fortuna em discos e impostos de importação, coisa de maluco. Toda vez que eu ia a sua casa mixar e ensinar ele a mixar, eu colocava os discos dele pra tocar e ele me perguntava: “Caramba que música boa, é seu o disco?” e eu respondia: “Não Ric, é seu!”, ele nem acreditava. Ficava me olhando mixar e, um dia, me perguntou: “Você acha que se eu treinar bem, em quanto tempo aprendo a mixar?”, hehehe. Ele aprendeu antes do que eu imaginava, ele tinha talento e foi persistente.
Tivemos inúmeras sessões na casa dele, vi passo a passo seu crescimento como DJ, até o momento em que assumiu um novo posto em Madrid, deixando suspensa sua carreira no Itamaraty, para levar a vida como DJ. Tenho certeza que ele lá conseguiu fazer pistas explodirem com seu talento. Eu o achava um dos DJs mais constantes que conheci na vida, dificilmente tinha noite fraca ou ruim no som com ele. Ele sabia virar o jogo e animar qualquer festa. Jogando limpo com sua discotecagem ou jogando pesado com seus presentes na noite (quem já ganhou um presente dele sabe do que estou falando…). Quantas vezes eu já o vi entortar uma pista…
Quando estive na França fui a Lisboa atrás dele, mas ele acabou vindo para o Brasil, e acabei não pegando nenhuma noite dele na Europa. Quando voltou de vez para Brasil, consolidou sua carreira como um DJ de grande maestria e valor. Vinha às vezes pra Brasília e eu ia às vezes para o Rio. Numa das noites da festa BUG ele me chamou pra tocar com ele e o Frankie Knuckles estava na pista.
Acho que passei a ele tudo que eu sabia tecnicamente, e ele, sendo dedicado, aproveitou e cresceu muito. A sua vontade de aprender, sua humildade e talento foram fundamentais para o seu sucesso. Mas, antes de tudo, ele era meu amigo. Um cara que curti muito, que nos divertimos bastante e que se eu contasse todas as histórias que vivemos, tudo que cada um ensinou ao outro, daria mais de um livro. AMIZADE ETERNA, PAZ E SAUDADES”.
- Guilherme Pereira (Oblongui)
“Lembro quando conheci o Ric numa semana de provas na faculdade, mega estressado. O Oblongui, de Brasília, praticamente me obrigou a ligar pra ele e conhecê-lo. Quando falei com o Ric, descobri que estava à uma quadra de distância de mim e fui visitá-lo. Era uma terça-feira às 15hs e a pessoa me recebe com uma dose de Campari Tônica na mão, gritando com a empregada e o pai dele achando aquilo tudo muito estranho. Fora que o som do quarto estava nas alturas…
Na época, existia a Bunker-94 e saímos para o clube todos os 10 dias correntes com bebidinhas e “tudo mais”. Até que fizemos umas festinhas no Barman Club e com a ajuda de outros amigos e núcleos de festas, conseguimos construir uma cena bacana de HOUSE MUSIC no Rio, com direito a idas e vindas de DJs de todo Brasil.
Ric, você faz muita falta! Agora estará ainda mais perto de nós com essa homenagem. Beijos a todos!”
- Rafael RM2
“Há seis anos atrás, um pouco antes da MOO começar no Dama de Ferro, eu tinha acabado de comprar minhas pick-ups e mixer. Já tinha muitos e muitos discos mas não era DJ, sempre ficava com aquele nervosismo de aprender a tocar e tal. Então o Ric foi lá em casa um dia, para uma das nossas inúmeras sessões de conversa e música, aí eu falei que estava pensando em aprender a mixar. Nunca vou me esquecer o que o Ric disse: “Aprender?!?, não tem nada o que aprender! Ser DJ é ter bom gosto, o resto são só horas de vôo. Vai lá e começa logo”. E eu fui. Meses depois, o Mr. Spacely seria o nosso primeiríssimo convidado nas noites de quarta-feira no Dama, antes ainda da gente dar o nome MOO para a festa.
Muitas e muitas saudades dessa figura que foi tão importante”.
- Eduardo Christoph
“Ficamos amigos ouvindo Bauhaus e Dead Kennedys, em 1983, auge do “movimento punk” (era assim que a gente chamava) em Brasília. Nos separamos durante anos e voltamos a nos encontrar aqui no Rio, na Dr. Smith. Eu coloquei alguma coisa do Orbital e quando Ric entrou na pista e me viu na cabine, veio falar comigo e simplesmente disse: “Cara, que foda isso!” – bem ao estilo Ric, já pulando a parte óbvia do ”lembra de mim?” e partindo logo pro elogio – acrescentou ainda um: “Também virei DJ!”.
Demos boas risadas com aquele inusitado reencontro em um novo ‘movimento’ e com o caminho percorrido pelos dois até ali. Não nos separamos mais. Nos tornamos mais amigos que antes, unidos pela paixão aos toca-discos, às músicas que jogam a gente ‘pra cima’ e aos sorrisos de gente dançando na pista.
Dividimos muitas cabines e discos também – foram muitas as vezes em que negociamos quem de nós levaria ‘aquele’ disco que só tinha um na loja… “Okay, então, você me dá Losoul e fica com o Royal Drums”…
Tenho certeza de que muita gente, como eu, ao ouvir hoje alguma música bacana, pensa: “Isso é a cara do Ric”. Não é todo DJ que consegue deixar uma marca como ele deixou.
Viva Mr. Spacely. Coloca a música da pantera cor-de-rosa que o teu set já terminou, bro… A gente leva daqui, pode deixar. PS. Nos vemos no after, ok? Piadinha spooky… hehe.. Mas, bem ao seu estilo”.
- Markinhos Mesquita
“Bom, nem sei como começar a falar do Rick, muitas memórias, várias situações… Então inicio pelo óbvio: Ele era uma figura queridíssima mesmo. Eu posso dizer que amo muito aquele cara; fosse pela irreverência ácida que compartilhávamos, pelas diversas vezes que dividimos as pick-ups em noites animadíssimas ou fosse por quando brigávamos feito crianças! O Ric me fazia ir buscá-lo para jantar nem que o restaurante fosse aqui do lado de casa. Tinha que ir lá buscar, voltar e levá-lo de volta. Não só eu. Todos tinham que fazer isso!! Hehehe!
Precisa dizer que ele era extremamente culto e por isso seu sarcasmo especialmente refinado? Que ele tinha carisma de sobra e era querido por um mooooooooooonte de gente? Basta olhar uma foto e tudo que ele representava está estampado no seu rosto tão transparente de emoções…
Eu fiquei especialmente ligado a ele quando o Ric retornou ao Brasil, então esse buraco dificilmente vai ser preenchido. Eu engano comendo aquele picadinho trashzão do “pontinho” que ele me fazia dividir ou o espaguete da Trattoria em Copa…
Mas o Ric faz falta minha gente, muita falta…
Te amo bicho, esteja aonde estiver agora! Beijão!”
- Gustavo Brafman (Gustavo MM)
“Gosto de lembrar do Ric através de uma noite, classificada por ele mesmo no final, como memorável. Cheguei ao 00 bem cedo. Fui pro bar e pedi um drink. Ric fez o mesmo. Nos cumprimentamos e esperávamos nossas bebidas, quando começou a tocar uma música linda, um pouco improvável de tocar no começo da noite no 00, ou em qualquer outro lugar que não fosse um chill-out na casa do Ric: “State of Grace” do Swayzak. Nos olhamos com cara de exclamação, fizemos um longo comentário sobre a música e foi assim que o papo começou. Nos sentamos naquelas espreguiçadeiras que ficavam no jardim e dali só nós levantávamos para mais um drink, banheiro, mais um drink. O papo passou foi de Nova Iorque, Body and Soul, Francois K, Danny Krivitt e Joe Claussell a mergulho profissional no Egito, passando por minha preferência aos DJs brasileiros, comércio exterior, diplomacia, família, filosofia, à onda do electro clash, noite carioca, noite paulista, a noite de Brasília, enfim… Amanheceu. Não colocamos o pé na pista naquela noite. Bebemos um pouco demais, rimos muito, mas nos divertimos mais ainda. Eu e o Ric. Ele tentou me convencer a uma pizza na Guanabara, impossível pra mim. Nos despedimos ali, com ele dizendo: “Memorável essa noite, Ro”. Eu também me lembro Ric e vou continuar me lembrando sempre, com aquele feeling, State of Grace”.
- Rosina Lobosco
“A presença do Ric era tão marcante e importante, que nunca esquecerei os milhares de momentos que vivemos juntos.
Desde a primeira vez que eu o vi quando eu tinha apenas 15 anos, os sets maravilhosos que presenciei, os momentos juntos na pista, as deliciosas incursões gastronômicas, as viagens, os momentos mágicos como na X-Demente onde ele tocou no terraço e foi presenteado com asinhas de anjo, as discussões, as histórias e seu abraço, tão vivos até hoje dentro de mim.
Ele que foi umas das pessoas mais inteligentes, cultas, engraçadas, divertidas e amigas que já conheci.
Meu grande amigo: saudade é pouco pra descrever o buraco que deixou nas nossas vidas”.
- Dani Cury
“Lembro que conheci o Ric através da Dani, pois os dois eram bem amigos desde Brasília e logo fiquei apaixonado: fino, elegante, engraçado, além de seu incrível bom gosto musical, sempre com sets surpreendentes, deep, groovy, sexy e por aí vai…
Conviver com ele foi demais, lembro que ainda não morava no Rio e sempre que vinha para o Rio nos finais de ano, eu ia na X-Demente com ele e ia abrindo caminho para ele passar, hehe. Quando ele tocava em SP, ele sempre ficava lá em casa e nos divertiamos muito nas festas que ele tocava na casa do Paulus Magnus. Seu som me inspirava, me fazia realmente me jogar nas pistas sem pensar no amanhã. Lembro direitinho do dia que ele começou a me mostrar os reedits que ele tocava – isto quando ninguém ainda falava em reedit…
Enfim, Ric estará para sempre na minha memória e me sinto um privilegiado de ter sido amigo dele”.
- Arthur Mendes Rocha
“O Ricnaldo era um doutor em cultura, ele era uma daquelas pessoas que tem uma visão única do mundo e de seus habitantes. Cinema, música, livros, viagens, eram assuntos e risadas que não acabavam mais. Com suas piadas sempre sarcáticas e ambíguas, o Ric nos presenteava com todo este conhecimento e experiência de vida, adquiridos na sua longa jornada mundo afora.
Sua partida repentina deixou essa lacuna entre nós, que não será preenchida”.
- Leonardo Silva (Leo LS2)
“Falar do Ric pra mim sempre traz lembranças muito boas. O Ric era um cara que sempre te colocava pra cima, como amigo, como DJ e acima de tudo como uma das pessoas mais iluminadas que já conheci. Um cara que viveu a vida da única maneira que sabia viver – INTENSAMENTE.
Lembro que sua presença aqui em Brasília, no último ano de sua vida, foi muito marcante. Ele fazia questão de que sua casa fosse ponto de encontro, quase um quartel general, de um grupo de amigos que, antes de sua chegada, já não estavam mais tão juntos e unidos. Com sua presença, ele conduzia todos a estarem juntos de novo, a vivenciarem momentos inesquecíveis.
Como DJ, o Ric pra mim, foi um dos caras que mais me inspirou e que eu apreciava ver tocar. Na minha opinião, poucos sabiam construir um set como ele… Ele tinha o “feeling” do que a pista de dança necessitava. Ric foi um dos DJs mais apaixonados pela música, pela pista e pela vida que vivemos como DJs… Um cara que vai estar sempre presente em nossas lembranças e em nossos corações.
Tenho certeza que as festas lá em cima estão muito mais animadas desde a sua chegada. Peace bro… Luv ya forever!!!”
- André Fonseca (Dj Drezin)
“Eu conheci o Ric quando ele foi morar em Madri, meu pai era embaixador e o Ric trabalhava na embaixada. Num evento desses formais de embaixada, conheci o Ric e sua então namorada, a Olívia. Foi paixão à primeira vista. Ficamos super amigos, companheiros, irmãos. Ric passou por bons momentos e muitos maus momentos também, mas o importante é que a gente se divertiu MUITO juntos. Muitas idas à Ibiza, a famosa night madrilenha. Muitas descobertas sobre música eletrônica e noite underground. Muitas viagens com nosso grupinho europeu, que a cada mês e pouco se encontrava numa cidade diferente, nos autodenominamos “the international chill-out posse”.
Sem dúvida foi uma pessoa muito presente na minha vida, um desses amigos que a gente escolhe pra ser irmão mesmo.
Fiquei super enternecida quando ele se mudou pra Brasília e fui visitá-lo. Ele arrumou o quarto da bagunça, cheio de livros, com um colchão, para ser o “quarto da Alice” (ou, segundo Ric, Likão Ziriguidum, a Rainha do Filé Mignon).
Pra mim, a música que mais me lembra o Ric era uma que ele sempre fechava os sets nessa época de Ibiza/Madrid, é bem lentinha, meio viajandão e diz- “If you´re fond of sand dunes and salty air”… (Groove Armada – At The River).
Outro detalhe: a maioria dos amigos que fiz no Rio, desde que cheguei em Novembro de 2006, foram herdados do Ric, existe esse elo entre todos nós.
Saudades do véio, Ric…”.
- Alice Autran Garcia
“O Ric deixou muita saudade nos amigos e faz falta na cena de música eletrônica. O Obelix do tech house, com aquele jeitão animado e acolhedor fazia qualquer lugar ficar super divertido, estivesse ele nos decks ou não.
A gente sempre tinha em casa um pacote de balinhas de canela guardado para o caso dele aparecer…
Sempre uma alegria!”.
- Paula Várzea
“Lembro do Ric como um amante da boa música, da boa literatura, da boa conversa e da boa comida e bebida. Lembro dos papos intermináveis, do seu humor sagaz, do companheirismo para as boas e não tão boas. Seu house gordo e recheado, sua invejável coleção de vinis acumulada em andanças (e jogações) ao redor do mundo. Sua sabedoria, relatos e histórias, sua visão cosmopolita.
Mr. Spacely, “senhor do espaço”, nosso eterno embaixador musical. Saudades, amigo”.
- Bruno Cunha
“Ric é uma presença muito forte dentro de mim. Foi amigo, inspiração, professor, diversão, parceria, irmão… Ric com certeza é um high light na minha vida. Ainda sofro em não tê-lo ao meu alcance.
I just wanna say that I miss you and I love you so!”
- Layana Thomaz
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Outras fotos do Mr. Spacely podem ser encontradas no Flickr montado por Nivio Nascimento e quem quiser colaborar com novas fotos basta enviá-las para senhor.espacial@yahoo.com
Em suas palavras: “Com o Flickr mrspacelly todo mundo pode ir adicionando fotos e comentários, contruíndo desta forma uma wikipedia particular do nosso amigo”.
Agradecimentos: À todos que contribuíram na construção do post com sets, fotos e depoimentos e na reunião de tantos outros. À Patrícia Lobo, Daniel Di Salvo, André X, Rosa e Thiago Magalhães pela colaboração. E um obrigada especial ao Bruno Cunha pela ideia e pelo pontapé inicial.
Desculpe, tracklist não disponível.
André Dornelles disse em 26 de June de 2010
Finoooooo, encerrou…POA/RS André Dornelles
DJ PRAZZ disse em 7 de May de 2010
Hey, hey mi-k, que super set, que super dj, sentimos falta de djs desse nível, não cheguei a lhe conhecer pessoalmente, mas o seu estilo é sofisticado, pra todas as épocas.
SAUDADES :( :( :(
DJ PRAZZ
camilo disse em 5 de May de 2010
ai que saudade……..
marcelinho disse em 4 de May de 2010
É difícil ver uma pessoa que vc tanto gosta partir. Mas enfim, ele deve está tocando num lugar bem bacana. Um beijo grande para ele.
fredy xtc disse em 4 de May de 2010
o lord ric vive e viverá sempre entre nós de forma abstratamente abundante nas idéias, palavras, musica e personalidade forte que marcaram todas as colméias de amigos em diferentes cidades que passou em vida. ric vive.