Fred Wesley – 
DOING IT TO DEATH!

A Majestosa Jornada Musical do Trombonista, Compositor e Líder dos J.B.’s (The Majestic Musical Journey Of The Trombonist, Composer & J.B.’s Leader) 

Fred Wesley Interview - Photos - One

Como amante de música, você já deve ter ouvido as obras-primas de Fred Wesley durante a era em que foi líder da lendária banda do James Brown – os J.B.’s. O extraordinário trombonista, cuja jornada de praticamente meio século cruzou as fronteiras dos grooves, do Jazz ao Soul e Funk (ele também chegou a ser arranjador e líder da banda de Count Basie), desembarcou no Brasil em setembro com seu novo projeto Generations para duas maravilhosas apresentações no festival Jazz na Fábrica, no SESC Pompéia. Tão importante quanto saborear as maravilhas musicais que aqueles shows puderam proporcionar, tratava-se de uma oportunidade única de conversar com este personagem essencial da música e fazê-lo falar do “período de ouro do Funk e do Soul”. Tempos em que esteve ao lado de James Brown, Maceo Parker, Clyde Stubblefield, Lyn Collins, John Jabo Starks, entre outras feras e gravou álbuns atemporais, de onde vieram obras super sampleadas que todos conhecemos, de ‘Blow Your Head’ a ‘House Party’ (a lista é gigantesca), seja através das originais ou dos samples alojados em hits de pista dos mais diversos gêneros desde então. Ao invés das tradicionais perguntas e respostas, resolvemos deixar o sereno artista falar.   » Continue lendo esta matéria

Copenhagen is calling: uma visita ao Strøm Festival 2014

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 Fotos: Flemming Bo Jensen
Vídeos: Chico Dub

Era um frio sábado de verão em Copenhagen, capital da Dinamarca. O resto da semana havia sido bem mais tranquilo, na faixa dos 18, 19 graus. Mas Murphy costuma operar sua lei de forma maligna. E justamente durante o principal dia do Strøm Festival, a chuva caía fina (ao menos isso), fazendo a temperatura baixar para uns 14 graus. De casaco de capuz, sentado no gramado do Enghaveparken – um parque público localizado praticamente ao lado da fábrica da gigante cervejeira Carslberg – puxo papo com um cara sentado ao meu lado enquanto a Cooly G não subia ao “Grass Stage”. Papo vai, papo vem, o alemão inicia uma conversa sobre sua wish list dos festivais. Ele sonha com Coachella e Burning Man. Eu rebato dizendo que iria feliz em qualquer um dos dois, mas que ambos estão bem abaixo das minhas prioridades. Explico ao (surpreso) alemão que um festival hoje em dia, pelo menos para a minha pesquisa pessoal, precisa de 3 pontos: um bom line-up (óbvio); atrações espalhadas pela cidade – de preferência misturando locações site specific com venues clássicos, dessa forma acaba se conhecendo uma cidade visitando o festival; e, finalmente, a criação de projetos inéditos, criados especialmente para o evento.  » Continue lendo esta matéria

100 Deep Electronic Music Classics – Part II

Essential Compilation Of Deep Electronic Music Classics, Contemporaries & Influences 

[Link para a primeira parte aqui]

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11. Louis & Bebe Barron – Forbidden Planet (1956)
12. Delia Derbyshire – Dr. Who Theme – BBC (1963)
13. George Duke – North Beach – MPS/BASF (1974)
14. Manuel Gottsching – E2 E4 – (1981)
15. 808 State – Pacific State – Creed (1989)
16. Vision – Other Side Of Life – Interface Records (1990)
17. Amorphous Androgynous – Mountain Goat – Quigley (1993)
18. Ferrer & Sydenham Inc. – Sandcastles – Ibadan (2003)
19. Vladislay Delay – Recovery Idea (Andy Stott Remix) – Semantica Records (2008)
20. Leyland Kirby – Breaks My Heart Each Time – Apollo (2014)


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Senǒide » A Música no ESPAÇO

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Qual seria o próximo passo para a música? Que barreiras tecnológicas poderiam ser superadas na eletrônica popular e em outras linguagens relacionadas? Certa vez, na Space Of Sound, uma boate gigantesca em Madri (1600 m²), ouvi o DJ mixar uma música que vinha dos confins do galpão e se mesclava à que estava tocando na pista. Demorei para compreender o que estava acontecendo naquele espaço – “Isso é pós-música!” – comentei com uma amiga, chocado. Eu havia acabado de escutar uma mixagem quadrafônica (em 4 canais), sistema idealizado na década de 1940 que não chegou a se popularizar. Era a música além da estereofonia.

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Sangria Digital Vol. 27

imagem josef albers

Imagem: Josef Albers

Você está prestes a escutar a Sangria Digital volume 27: synths baratos, efeitos vintage, vocais obscuros, beatless e poesia, improvisações gravadas e cortadas em músicas de poucos minutos, refinamento jazzy, future beats, neosoul, breakbeat nervoso, rave revisitada, ritmos esquizofrênicos, loops travados, BPMs ligados. Tem tudo isso, play!  » Continue lendo esta matéria