A festa pernambucana Sem Loção faz a 1ª edição de 2012 em São Paulo, no próximo dia 3 de fevereiro. Promete trazer a mesma animação, descontração e pista fervida, que fez a festa ser eleita por dois anos consecutivos – em 2010 pela Folha de S.Paulo e em 2011 pela Época SP – a melhor de São Paulo.
Em agosto de 2010, a festa pernambucana Sem Loção fez seu debut em São Paulo, caiu no gosto do paulistano e entrou imediatamente para o circuito das baladas. No próximo dia 3 de fevereiro, a festa faz sua estréia em 2012, entrando em seu terceiro ano na capital paulista.
De lá para cá, foram dez edições, reunindo mais de 11000 pessoas atrás de um diferencial na noite paulistana. Com seu line up irreverente, a Sem Loção agita a pista por cerca de sete horas, misturando ritmos que vão de variações dos anos 80 e 90, mash ups, pop, funk, rock, disco, pós-punk e uma pitada de música brasileira.
Pela pista paulistana já passaram nomes como as atrizes Alice Braga, Tainá Muller, Leandra Leal, os atores Júlio Andrade, as VJs Kika Martinez e Titi Muller, da MTV, a apresentadora Renata Simões, do FashionTV, e Zeca Camargo, do Fantástico, os estilistas Fause Haten, Adriana Barra, Walério Araújo e Clô Orozco, os jornalistas Jackson Araújo e Xico Sá, o cineasta Lírio Ferreira, os integrantes das bandas pernambucanas Eddie e Nação Zumbi, entre outros.
A festa é animada por três DJs residentes - Lala K, Rebel K e Original DJ Copy -, que sempre recebem convidados locais para agitar ainda mais a pista. Para a edição do dia 03 de fevereiro, a DJ Cris Naumovs e o DJ Tiago Guiness já confirmaram presença para animar as pick ups como DJs convidados.
Acompanhe a Sem Loção no Facebook, página atualizada diariamente com notícias e clipes de músicas que integram o repertório da festa.
Serviço:
11ª edição ( primeira de 2012 ) da Festa Sem Loção
Data: 03 de fevereiro
Horário: A partir das 23:00 hs até as 06:00 hs
Endereço: Rua 13 de maio, 409 – Bixiga
Preço: R$ 35 de entrada. Pagamento da entrada só em dinheiro. Pagamento de bebidas em dinheiro, redeshop e visa electron. Não aceita cheque. Proibida a entrada de menores de 18 anos. Se beber não dirija. A organização da festa recomenda a ir e voltar de táxi.
Por quase duas décadas, os Chemical Brothers se apresentaram em casas de show lotadas e festivais pelo mundo. Até então, esses concertos nunca haviam sido documentados. Em 2011, durante o Fuji Rock Festival no Japão, os Chemical Brothers tocaram seus grandes sucessos na frente de 21 câmeras para mais de 50.000 fãs.
Imergindo os espectadores em meio a uma multidão frenética, “Don´t Think” conseguiu captar com eficácia a sinestesia do som, do filme, das luzes e do efeito de transformação que o grupo tem na audiência. Dirigido por Adam Smith, um dos criadores dos efeitos visuais do show, o espetáculo nos leva a uma viagem realista e psicodélica na qual nós somos capazes de sentir o show, em vez de apenas assisti-lo.
Datas e locais de exibição:
São Paulo – UCI Jardim Sul: 3 e 4 de fevereiro
Rio de Janeiro – UCI New York City Center: 1º e 2 de fevereiro
Fortaleza – UCI Ribeiro Fortaleza Iguatemi Shopping: 2 e 3 de fevereiro
Curitiba – UCI Palladium 2 e 3 de fevereiro
Salvador – UCI Orient Iguatemi Salvador: 3 e 4 de fevereiro
Recife – Kinoplex Recife Shopping: 3 e 4 de fevereiro
Para mais informações, acesse o site do UCI.
por Jade Gola
Linda DJ russa transborda personalidade e talento, cheia de paixão por música e DJing. Ouvimos o seu primeiro álbum.
Parte do processo de consolidação de um DJ em ascensão é lançar o “primeiro álbum autoral”. É o passo crucial da discotecagem para a produção, necessário para a diversificação artística e, como se sabe, para o cachê valer mais e novas datas pipocarem.
É exatamente neste estágio em que se encontra a DJ russa Nina Kraviz, que produz há dois anos mas só agora dia 27 de fevereiro lança seu primeiro LP, intitulado apenas “Nina Kraviz”. O trabalho sai pelo Rekids, selo referencial que lança coisas bem cotadas de house, disco, deep e techno de gente como Luke Solomon, Toby Tobias, Spencer Parker e Radio Slave, que vem a ser o dono do imprint.
Mas, afinal, quem é Nina Kraviz? Original de Irkutsk, na fantasiosa Sibéria, a russa é linda, boa DJ que toca basicamente em vinil e desde 2009 solta suas primeiras faixas, que renderam bastante. Adentrou o panteão de DJs em carreira internacional na Europa, e vive entre seu HQ em Moscou e noitadas em Berlim, Ibiza, Londres, Leste Europeu, Espanha e onde mais tiver um bom clube.
Nina, grosso modo, é um tipo de nova-Ellen Allien. Figura atraente, talentosa e cheia de opinião, num mundo muitas vezes sem personalidades dos DJs. Some a isso seu conhecimento e respeito por gêneros como Detroit techno e, principalmente, deep house groovy e gordo, que cada vez mais angaria amantes inveterados. E ela ainda canta com voz rouca e sexy por cima das músicas…
Nina Kraviz – Pain In The Ass (Rekids – 2009)
Não é difícil encontrar na web entrevistas de Nina detonando os “DJs de Traktor”. Aqueles imersos na técnica e na frieza de computadores, que dependem do botão “Sync” para se apresentar ao vivo e criar a atmosfera da festa, que muitas vezes acaba sendo excessivamente correta, asséptica. “Acho que a Traktor deveria parar com isso (o botão Sync). É horrível para a cena. No que isso vai dar em alguns anos com os jovens ouvintes?”, questiona, revoltada, à revista eletrônica Halcyon. “É muito fácil mostrar como você é bom colocando efeitos no seu computador ou com alguma caixa de efeitos para levar todo mundo à loucura com reverbs e ecos… Mas tente animar uma pista usando apenas dois discos (de vinil)! Isso é uma arte eu acho. Isso ainda é uma arte”, opina.
Jovem, bonita e talentosa, Nina sabe que valorizar seus skills manuais só agregam interesse e reconhecimento à sua figura. De fato, um bom DJ de Traktor pode levar uma pista abaixo, mas o quão legal não é ver uma guria, animada, dançando, tocando muito bem com vinil? Olha ela em ação no vídeo abaixo em Ibiza.
Nina Kraviz@Circoloco Dc10 (Ibiza)
Seu primeiro album, que o deepbeep ouviu com antecedência, também é uma evolução no som de Nina Kraviz. Mais contemplativo, deep e intimista, é outro momento da garota, bem distante do bass pesado e dançante de sua apresentação ao vivo. Nesse diário musical de variações entre o techno-pop e experimentações feitas com sintetizadores vintage em seu quarto, Nina lembra a própria Ellen allien, já citada, além de Róisín Murphy em alguns tons de voz e outros tipos de composições já tentadas por artistas femininas eletrônicas como Dinky e Dani Siciliano.
Mas o álbum sofre do “mau do experimentalismo”: zela demais pelo lado autoral, e acaba deixando de lado a eficiência techno/house dos singles anteriores, “Pain in the Ass” e “I’m Week”, que entregam mais de imediato a identidade musical de Nina. O LP insiste ainda numa libido deep, talvez inspirada por essa época de sensualismo latente de Nicolas Jaar e afins, que pode acabar soando meia-bomba.
De qualquer modo, destaque para sua sagacidade na composição analógica e em algumas faixas pontuais: a jazzy “Choices” é amor puro, enquanto “Ghetto Kraviz” é Nina, mais uma vez, trabalhando a sua persona artística em um electro booty que é criativo e minimalista.
Nina Kraviz – Ghetto Kraviz
Estrela em formação, Nina tem todas as competências e destaques que a credenciam para vivenciar o sucesso pleno na dance music. Não faz muito tempo ela já foi capa da DJ Mag, e acima de sua imagética e de variações sonoras em sua carreira, é louvável e muito gostoso ver uma DJ que gosta de tocar dançando, que se apaixona na pista quando um DJ toca bem, que é carismática… Enfim, alguém que está nessa vida clubber por paixão, e não por conveniência.
“NINA KRAVIZ” LP – Lançamento via Rekids em 27/02
1. Walking In The Night (with Hard Ton on 303)
2. Aus (feat. King Aus on the Mic)
3. Ghetto Kraviz
4. Taxi Talk
5. False Attraction
6. Working
7. Choices
8. Love Or Go
9. Best Friend
10. 4 Ben
11. Turn On The Radio
12. Petr
13. The Needle
14. Fire
http://www.myspace.com/damelaayer
https://www.facebook.com/pages/Nina-Kraviz/192110944137172
Entender e transformar, por meio da arte, o espaço urbano. Essa é a missão da revista Efêmero Concreto – que, distribuída gratuitamente, traz um conteúdo totalmente voltado às relações entre arte e cidade.
Por quê?
Desde 2007, de acordo com um estudo realizado pela Organização das Nações Unidas, mais da metade da população mundial se concentra em cidades. O mundo, hoje em dia, é essencialmente urbano.
É por isso que, para entender o mundo atual, é preciso entender suas cidades. E, para transformar o mundo atual, é preciso transformar suas cidades.
Grande parte das matérias são resultado de ações promovidas pela própria revista. É o caso, por exemplo, da seção “Em obras” – que convida artistas ligados às mais diversas áreas de expressão a elaborarem e realizarem algum trabalho nas ruas da sua cidade. O músico Thiago Pethit foi o artista convidado a participar desse processo na primeira edição da revista – que já está pronta e conta ainda com entrevista com a arquiteta e urbanista Raquel Rolnik, relatora especial da ONU.
Agora, para que seja possível imprimir e distribuir gratuitamente cinco mil exemplares dessa primeira edição da revista, o projeto aposta no financiamento coletivo através do site: http://catarse.me/pt/
Aqueles que ajudarem ganham um espaço nas páginas da publicação, no qual podem expressar – como faz, por exemplo, um grafiteiro nos muros da cidade – suas ideias ligadas ao tema central da revista: a arte na cidade, a cidade na arte.
Haverá, também, um coquetel de arrecadação nesta terça-feira, 31/01, no Armazém Piola, na Vila Madalena. Com uma contribuição de R$40,00, quem aparecer recebe um exemplar da revista em casa. Vai ter mojito, frozen margarita e minipizza Piola à vontade, com apresentação de músicos de rua, exposição fotográfica e participação especial do DJ Lubalei.
TODO DINHEIRO arrecadado será direcionado à campanha da revista no CATARSE.ME
Coquetel Efêmero Concreto from AHH! on Vimeo.
Nos vemos lá!
A emblemática banda inglesa Pink Industry se apresenta neste sábado, 28/01, no Cine Joia, em show único e exclusivo para os fãs brasileiros após 25 anos sem tocarem juntos.
Nascido em 1982 da união da performer e musa Jayne Casey (ex-Big In Japan, Pink Military) e Ambrose Reynolds (ex-Frankie Goes to Hollywood) – com a entrada mais tarde do guitarrista Tadzio Jodlowski – o Pink Industry é conhecido pelo seu mix de low tech e cold wave britânica, guitarras entorpecentes e os vocais adocicados e poéticos. A engenhosidade de Ambrose ao abusar de pedais de efeitos nas guitarras (sem uso de sintetizadores que não existem nas músicas gravadas em estúdio pela banda), cria atmosferas únicas. Os fãs do Joy Division, New Order, Echo & The Bunnymen e The Cure endeusaram o Pink Industry graças à canções de personalidade como “What I Wouldn’t Give”, “Empty Beach” e “Pain Of Pride”.
Neste show exclusivo, Jayne e Ambrose terão no palco Ra Cole (filho de Jayne e um ótimo DJ), com participação especial de Daniel Hunt, da banda inglesa Ladytron.
Todo o show será filmado pelo filmaker inglês Mark Jordan e será lançado futuramente como um documentário e show. Mark também é responsável pelas projeções do espetáculo:
Completam a festa os DJs Magal, Marcelo Mellão e Rodrigo Cyber.
Im-per-dí-vel!
Serviço:
Pink Industry no Cine Joia
28/01, sábado, a partir das 22:30h
Vendas Online: cinejoia.tv
Primeiro lote: R$ 50,00 (Esgotado)
Segundo lote: R$ 70,00
Terceiro lote: R$ 90,00
Praça Carlos Gomes, 82. tel: 11 3231.3705