Diogo Reis arma o baile da MOO e novo set para o d-.-b

Badenov e Diogo Reis - os DJs da MOO (Foto de Vicente de Paulo)

Badenov e Diogo Reis – os DJs da MOO (Foto de Vicente de Paulo)

Um set esquizoide dançante alto astral: é assim que o DJ carioca Diogo Reis define seu  novo set para o deepbeep, gravado durante os preparativos de mais uma festa MOO, que agora toma palco no grandioso espaço da The Week Rio. » Continue lendo esta matéria

Ouça a Transmissão Completa que o THUMP Fez na Radio 1 da BBC

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Via Thump Staff

Na noite da última terça (28), fomos sortudos o suficiente a ponto de comandar três horas de som ao vivo na Radio 1, numa festa de comemoração dos 20 anos da rádio em Ibiza. Então, enquanto muitos de vocês estavam dormindo ou vendo o Masterchef, três dos nossos editores estavam arrasando nas ondas do rádio, pedindo pizzas e mandando mensagem para a mãe: “Mãe, me ouve no rádio!” » Continue lendo esta matéria

Sesc apresenta show de 20 anos do Tetine

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 Duo de música eletrônica TETINE, de Eli Mejorado e Bruno Verner, sobe ao palco com Maria Alcina e Jaloo
em apresentação única no dia 31 de julho no SESC Vila Mariana

O Sesc Vila Mariana apresenta no dia 31 de julho de 2015, o show “Independência ou LA MORT”, espetáculo de música e performance comemorativo de 20 anos do duo de artistas brasileiros Tetine. “Abruptamentte autoral, independente e sem concessões”, segundo Bruno Verner e Eliete Mejorado, o show canções eletrônicas, spoken word, dark sambas, filmes, intervenções acústicas e outros experimentalismos, passeando por momentos distintos de sua extensa carreira, iniciada em 1995. » Continue lendo esta matéria

A house suave de Allen Rosa em novo set

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Ícone da cena de Floripa, Allen Rosa volta ao deepbeep para mais um mix exclusivo, todo em vinil, pensando numa ideia suave de house music. Além das novidades musicais, Allen adiantada como anda o Sounds in Da City, evento itinerante e festeiro que agita a capital catarinense. » Continue lendo esta matéria

Nova mixtape do Spavieri

Spavi e Dannie HOPE

“No seguir da vida, nunca nos encontramos frente a frente, até que um dia – no balançar dos cabelos de uma foto qualquer do Instagram, nos ‘linkamos’ para ver o que a vida reservaria para um breve futuro. Esta proximidade foi se estreitando, através da música, das artes, das afinidades, acasos e principalmente através de um amor que aflorava naturalmente, de forma intensa, sem dar chance a perda de tempo.
Inspirado neste breve relato, montei a minha terceira ‘mixtape’ para o deepbeep.
Há esperança e amor, sempre.”

 

Só Pedrada Musical e Desperados apresentam Nightmares On Wax

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por Tamenpi

O DJ e produtor inglês George Evelyn pode ser considerado uma instituição da música eletrônica contemporânea inglesa. Responsável pelo projeto Nightmares On Wax (que completou 25 anos em 2014) é um dos precursores do trip-hop e downtempo, gêneros musicais que juntaram a música eletrônica e o hip-hop pela primeira vez no início da década de 90. » Continue lendo esta matéria

Magal em um set exclusivo de post punk

Magal nos tempos do Hoellisch, 1990 (Arquivo Pessoal)

Magal nos tempos do Hoellisch, 1990 (Arquivo Pessoal)

Magal tem história para tocar. Um dos DJs veteranos mais emblemáticos ainda em atividade na cena paulistana, ele foi um dos precursores da dance music na cidade, a partir de muitos gêneros. O post punk que ele mixava no Madame Satã foi um deles, sonoridade dos anos 80 e que agora é tema de um mix exclusivo para o deepbeep. Play! » Continue lendo esta matéria

Novo set do Bezzi

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 por Bezzi

 Julho, inverno,frio e vamos dançar para espantar a uruca. 

 Seguindo um pouco a linha de último set “Mixed Up Dreams” lhes trago um delírio sonoro contendo acid, indie, house, disco e garage provando que bpms fazem um belo casamento.
Intitulado Indiehousefuturediscodancingmix” tem remixes para Happy Mondays, Marshal Jefferson,Years and Years, Flight Facilities, faixas de Fantasticman, Disclosure,Claptone e Jacques Renault.

 
Continuo meu trabalho com jornalismo musical e apresentando um polêmico programa de rádio na www.solidstateradio.com.br
 E fiquem por dentro da minha agenda no http://djbezzi.tumblr.com/ 

 

Os Góticos do Amazonas Viverão para Sempre, Mas Você Não

os-goticos-do-amazonas-viverao-para-sempre-mas-voce-nao-body-image-1435266337Lúcio Ruiz (Foto por João Paulo Machado)

Sabia que precisava fazer algo quando um grande amigo meu voltou falando mais sobre o fato de ter visto muitos góticos circulando nas ruas de Manaus do que sobre seu banho gostoso no Rio Amazonas. Suavemente fascinada – jovem que sou – por essa subcultura jovem, rapidamente fui procurar alguém disposto a encontrar as misteriosas criaturas da noite que vivem num lugar onde a temperatura média anual é de 26° C e a umidade relativa do ar trabalha lá na casa dos 80%. Eu precisava saber: afinal, quem são os góticos de Manaus?

O fotógrafo manauense João Machado topou a missão de ir em busca dessas pessoas da escuridão. Então, em uma sexta-feira à noite, com um calor de suar qualquer buço, João deu um rolê no Parque dos Bilhares com os góticos da cidade para saber como eles vivem, do que se alimentam, como se reproduzem e como conseguem andar de preto no calor.

Uma das primeiras entrevistas foi com o Lúcio Ruiz, 41 anos, que conta que seu primeiro contato com a subcultura foi quando ainda morava em Belém do Pará e se deparou com o álbum Head In The Door , do The Cure. Fascinado com aquele homem de batom vermelho, maquiagem borrada e cabelos bagunçados, que posteriormente descobriu ser o Robert Smith, Lúcio começou a ir atrás de mais informações.

os-goticos-do-amazonas-viverao-para-sempre-mas-voce-nao-body-image-1435266648Gótica, Luciana e Angel (Foto por João Paulo Machado)

“Ouvindo The Cure, fui procurar o que isso representava. Onde [haveria alguém] que parecia o Robert Smith? Aí cheguei em Edward Mãos de Tesoura, cheguei em Drácula de Bram Stoker, e a gente vai criando um consumo, uma cultura. A gente vai consumindo a arte de Van Gogh, consumindo as poesias de Casemiro de Abreu, Augusto dos Anjos, e começa a ver que juntamos um contingente “, explica o almoxarife e também um dos responsáveis pela festa Bela Lugosi Is Dead , um dos poucos eventos em Manaus que procuram celebrar a subcultura gótica.

Lúcio estava acompanhado de sua esposa, Cristiane Ruiz de 28 anos, que, antes de se apaixonar pelo estilo e por essa subcultura, era dançarina de forró na época em que conheceu seu marido. “Não me identificava com o estilo, achava muito frustrante, muito triste, muito sem nada a ver. Nós brigávamos por causa disso, (…) mas aos poucos fui conhecendo, passei a ouvir mais coisas”, conta.

Ser gótico também carrega um exercício grandioso de humildade, meio rap nacional, porque grande parte dos entrevistados não se considera gótica. “Se considerar gótico é muito pesado, mas estou na cena, apoiando desde 2000. Tem 15 anos já”, frisa Cristiane.

os-goticos-do-amazonas-viverao-para-sempre-mas-voce-nao-body-image-1435266773Luciana Silva e sua irmã (Foto por João Paulo Machado)

A mesma coisa acontece com a Valéria Smith: “Até hoje, não me considero gótica. Porque, para mim, a subcultura gótica é apreciar a arte, é leitura, filme, arte e cultura de um modo geral”, confidencia a garota de 20 anos, usando um vestido preto e batom vermelho-sangue.

os-goticos-do-amazonas-viverao-para-sempre-mas-voce-nao-body-image-1435266830(Foto por João Paulo Machado)

Muitas vezes, a cena gótica na cidade é vista tristemente como algo atrelado ao satanismo, à magia negra, às drogas e aos assassinatos. Nada contra (inclusive, adoro), mas basta uma inocente procurada no Google com as palavras-chave “gótico” e “Manaus” para que uma série de reportagens de cunho sensacionalista noticie assassinatos e rituais que automaticamente são atrelados à cena gótica. “A gente tem problemas com a família, com pessoas que criticam os góticos por causa do modismo, por causa do emo. Uma cidade como a nossa, uma província em crescimento, trouxe um certo preceito e preconceito que está crescendo e tem uma ideia predefinida do nosso estilo. Existe uma deformação e uma falta de informação sobre nós”, destaca Lúcio.

“Ninguém imagina o gótico como um cara que paga aluguel, paga imposto, cria seus filhos, alguém que trabalha e que exerce sua função social. A gente faz isso: independente[mente] do que for, a gente tem nossa parcela que sustenta a sociedade. E o que a gente não aceita é a sociedade se colocar contra nós”, desabafa.

os-goticos-do-amazonas-viverao-para-sempre-mas-voce-nao-body-image-1435266925Luciana Silva (Foto por João Paulo Machado)

Afora os preconceitos existentes em uma cidade provinciana majoritariamente composta por católicos ou evangélicos, o que unanimemente torna a vida uma coisa difícil para os góticos do norte do Brasil é o calor somado à alta taxa de umidade, o que faz qualquer look se desmontar. Se você acha que ser gótico é foda, imagina quem é gótico num Estado onde o verão está presente o ano inteiro?

“É só se hidratar muito”, o Lúcio dá a dica. Segundo ele, foram três anos para adaptar a indumentária trevosa aos calores de Manaus. “Como o calor já é uma coisa completamente controversa à nossa filosofia e nossa tendência, que é mais de ambiente de frio, que se originou no frio, é difícil.” Valéria Smith conta que, “como a maioria dos eventos são à noite, nós damos a sorte de fazer um friozinho, dá para usar um visual mais elaborado”.

Portando uma cartola que adorna seus cabelos… (Leia matéria completa de Marie Declercq na Vice)

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Vídeo: assista ao BLQRS em ação no Lion’s

Snoop e Belluomini: BLQRS. Foto: Luiz Costa

Snoop e Belluomini: BLQRS. Foto: Luiz Costa

Snoop e Bruno Belluomini têm revigorado as ideias em torno do techno na cena paulistana com o projeto BLQRS. A dupla registrou em vídeo essa atuação a quatro mãos, uma breve amostra de como o techno live pulsa bem em torno do improviso e do peso na medida certa.

As imagens são de Henrique Ludo, e o set foi realizado na festa CIO @ Lion’s no último mês de maio. Além do vídeo, demos voz a Snoop e Belluomini, que falam dessa atuação conjunta.  » Continue lendo esta matéria